uma injeção entre o dedão e dedo indicador que coloca um microchip do tamanho de um grão de arroz como 'implante subdérmico'. Enquanto o panorama é visto como assustador para algumas pessoas, outras acreditam que a possibilidade de andar com microchips é boa porque "alivia o número de coisas que você precisa carregar" — no caso, cartões de acesso, cartões de crédito e chaves.
O método pode ser chamado de biohacking, algo como "unir biologia e ética hacker". Ou seja: implantar chips e dispositivos no corpo que podem interagir com o mundo externo.

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