segunda-feira, 31 de março de 2025

Amazon revela a Nova Act, IA que faz ações dentro do navegador para você

 A Amazon apresentou nesta segunda-feira (31) uma nova versão da inteligência artificila (IA) multimodal da empresa. A ferramenta é a Amazon Nova Act, um novo agente de IA que é capaz de realizar tarefas automatizadas dentro de um navegador e sem acompanhamento humano.



Com configurações personalizadas, esse tipo de serviço é capaz de fazer ações como agendar reuniões, reservar ingressos, preencher formulários online ou pedir comida via delivery, entre outras atividades similares. A Amazon alega ter conseguido uma precisão de acerto de mais de 90% em várias das avaliações internas, um resultado superior a rivais também já apresentados.

Como funciona a Amazon Nova Act

O Amazon Nova Act por enquanto é apenas um kit de desenvolvimento de software (SDK), ou seja, um conjunto de parâmetros e ferramentas para desenvolvedores. Profissionais da área ou usuários que entendam do assunto podem baixá-lo e, a partir de códigos, criar um agente de IA que realize uma ou mais tarefas.


Um dos exemplos mostrados pela equipe é o de pedido de delivery, solicitando que a IA compre o mesmo prato de uma loja digital em um determinado dia. Ela também pode fazer uma lista de apartamentos para aluguel baseada em uma instrução específica, como a distância de bicicleta para um determinado ponto.

Segundo o comunicado oficial, a Nova Act é capaz de ser programada não apenas com ações diretas e objetivas, como "pesquise", "compre" ou "preencha os campos" — embora faça isso bem e de forma fragmentada, aumentando o leque de personalização. Ela também pode receber instruções sobre o que evitar, como fechar um eventual banner de propaganda e recusar extras em uma porção, por exemplo.

Em outro caso mostrado pela Amazon, a plataforma pode ser programada até para jogar no navegador, avançando em um game simples de RPG por turnos envolvendo batalhas entre pombos. O SDK é compatível com várias ferramentas e bibliotecas em Python, o que deve facilitar a adoção rápida da IA.

A ideia é que o Nova Act também seja incorporado na Alexa+, a versão "turbinada" da assistente pessoal da empresa com recursos de IA. Em fase inicial de integração com os dispositivos Echo e custando US$ 19,99 ao mês (cerca de R$ 115), ela ainda não tem data para ser lançada no Brasil.

O que é um agente de IA?

O agente de IA, também chamado de IA agêntica em alguns casos, é um tipo de programa que realiza tarefas autônomas a partir de condições pré-estabelecidas pelo usuário, mas com uma maior capacidade de "raciocínio" do que plataformas tradicionais.


Ele faz isso ao coletar e analisar grandes quantidades de dados, permitindo que uma decisão considerada mais correta seja tomada de forma autônoma — desde que respeite o pedido inicial de sua programação. Essa autonomia faz com que ela consiga até interagir com interfaces digitais, como controlar um navegador e pressionar botões em um site.


quinta-feira, 27 de março de 2025

ChatGPT adia criador de imagens com IA porque usuários estavam abusando

 A OpenAI, dona do serviço de inteligência artificial (IA) ChatGPT, adiou por tempo indeterminado o lançamento de um novo recurso para usuários gratuitos da plataforma. Quem confirmou a informação foi o próprio cofundador e CEO da companhia, Sam Altman.



A função é a nova criação de imagens do ChatGPT, que usa o modelo de linguagem avançado GPT-4o para gerar ilustrações mais complexas e com menos erros. Ela começou a ser liberada nesta semana para usuários das modalidades pagas do serviço e teve alta aceitação do público.

Segundo o executivo, o adiamento envolve a alta demanda nos servidores da OpenAI após o lançamento do criador de imagens. Por enquanto, ele não forneceu uma nova data para o lançamento.


"As imagens no ChatGPT estão muuuuuuito mais populares do que esperávamos (e tínhamos expectativas bem altas). Infelizmente, o lançamento para a modalidade gratuita será adiado por algum tempo", disse Altman na rede social X, o antigo Twitter.


Como é a nova criação de imagens pelo ChatGPT

O novo gerador de imagens da OpenAI se chama "Images in ChatGPT" e pode ser acionado direto da conversa tradicional com o chatbot via site ou aplicativo para dispositivos móveis. Por usar o modelo de linguagem mais avançado da companhia, ele é mais competente em entender prompts e entregar resultados complexos com alta qualidade e a menor quantidade possível de de erros.

A OpenAI garante que ele até consegue adicionar textos legíveis em placas, camisetas ou folhas de papel, ao contrário de versões anteriores e concorrentes atuais. As imagens ainda podem sobrepor elementos sem distorções e lidar com efeitos como sombras e reflexos de forma realista. Por outro lado, a entrega do resultado pode levar um pouco mais de tempo.

O Images in ChatGPT vai substituir o DALL-E, que até então era o gerador de ilustrações da empresa. O modelo antigo continuará disponível por enquanto para os usuários gratuitos e, posteriormente, será lançado separadamente como um chatbot paralelo. Assim como na plataforma original, quem usa o serviço sem custos deve ter um limite de cerca de três imagens por dia.


Esse serviço não gera imagens com marca d"água, mas possui metadados que confirmam que o arquivo foi gerado do zero por uma ferramenta de IA. Além disso, a OpenAI colocou filtros para evitar o uso da plataforma para criação de conteúdos de cunho sexual, por exemplo.

A ferramenta viralizou logo no lançamento por conseguir gerar um tipo de imagem especialmente bem: ela é capaz de transformar fotos de verdade em ilustrações que simulam o traço gráfico do Studio Ghibli, estúdio japonês de animação fundado por Hayao Miyazaki, diretor de obras como Meu Amigo Totoro e A Viagem de Chihiro.

Nas redes sociais, usuários pediram para o ChatGPT mudar o estilo de imagens históricas, fotos pessoais e até memes clássicos.

Quais são os planos pagos do ChatGPT?

Atualmente, é possível usar o ChatGPT individualmente por três planos diferentes. O primeiro é o gratuito, que tem como modelo de linguagem o GPT-4o mini e recursos como modo voz padrão, buscador e acesso a arquivos.


O ChatGPT Plus é a versão mais acessível da plataforma se você quer utilizar funções mais avançadas. Ele inclui como benefícios o modo de voz avançada, o acesso a diversos modelos da OpenAI, geração de vídeos pelo Sora e a oportunidade de receber mais recursos antecipadamente.

Por fim, o ChatGPT Pro é a modalidade mais cara e completa da ferramenta. Fora todas as vantagens dos modos anteriores, ele traz acesso ilimitado a todos os modelos mais poderosos, pesquisas complexas, o modo avançado o1 pro e mais recursos para utilizar o Sora na geração de vídeos.


O ChatGPT Plus custa US$ 20 mensais (ou R$ 115 em conversão direta de moeda). Já a mensalidade do modo Pro sai por US$ 200 (aproximadamente R$ 1.150).

Já a modalidade corporativa, chamada de Team, custa US$ 25 por mês (cerca de R$ 145) e tem várias funções exclusivas para equipes, como compartilhar GPTs personalizados com seu espaço de trabalho e ter limites de mensagens mais altos que planos individuais.


terça-feira, 25 de março de 2025

Como fazer bordas arredondadas no CapCut?

 O CapCut é um dos editores de vídeos mais populares do momento. Muito desse sucesso deve-se a recursos até então complexos, mas que o aplicativo traz formas para simplificá-los, como a inserção de legendas automáticas, e ferramentas de personalização que dão uma cara mais moderna para seus projetos, principalmente para redes sociais.



E uma delas é a de criar bordas arredondadas em vídeos. Com esse recursos, você consegue não apenas criar um visual mais estiloso pros seus projetos, mas também fazer com que imagens se sobreponham de uma maneira mais organizada, e esteticamente mais agradável.

Como fazer bordas arredondadas no CapCut?

1. Abra o app do CapCut no seu smartphone ou no PC;


2. Crie um novo projeto, ou abra um no qual você quer arredondar as bordas;

3. Em seguida, caso o projeto ainda não tenha, insira uma foto ou vídeo na sua linha do tempo;


4. Depois, selecione o arquivo na timeline;


5. Agora, deslize para o lado até encontrar a opção "Mascarar" e aperte nela;

6. Em seguida, selecione a opção "Retângulo";


7. Na tela de edição, ajuste seu vídeo ou imagem para o tamanho que desejar. Para isso, aperte e deslizes nas setas ao lado do espaço, como mostra a imagem abaixo;

8. Agora, aperte no ícone no lado superior esquerdo do vídeo. À medida com que você o arrasta, a borda vai ficando ainda mais arredondada;

9. Depois de fazer o processo e as edições, aperte em “Exportar” para salvar o arquivo de vídeo;

10. Pronto, agora é só usar o seu vídeo com borda arredondada aonde você quiser.


quinta-feira, 20 de março de 2025

Digimon vai ganhar novo anime! Confira tudo sobre Beatbreak

 Quase quatro anos após a série Digimon receber sua última animação serializada, a Toei Animation anunciou nesta quinta-feira (20) o desenvolvimento de Beatkbreak. Com estreia programada para outubro deste ano, a nova história promete trazer uma visão mais sombria do universo da série.




Para celebrar o desenvolvimento da nova produção, a companhia divulgou um pequeno teaser que mostra algumas das criaturas presentes nela. Além disso, o público pode conferir um relance daquele que deve ser o personagem principal da trama, que promete ter um ambiente urbano como cenário de sua ação.

O que esperar de Digimon Beatbreak?

Até o momento, a Toei Animation e a Bandai Namco, dona da série, não revelaram uma sinopse oficial ou até mesmo o tema geral da nova animação. No entanto, o vídeo promocional, bem como o próprio nome do projeto, dá a entender que ele vai se passar majoritariamente na Terra e pode usar elementos da moda urbana e do hip-hop em sua ambientação.



O teaser também afirma que os protagonistas vão ter que lidar com “formas de vida digitais que devoram emoções”, então os sentimentos vão ter papel importante na trama. Isso não seria algo inédito para a franquia, que desde que Adventures estreou, mostrou crianças que, em parceria com seus parceiros, conseguem obter novas transformações em momentos de grande perigo ou desespero.


Algo que parece certo é que Digimon Beatbreak não vai quebrar algumas das poucas regras que se mantiveram constantes durante toda a franquia. Em outras palavras: a trama ainda deve girar em torno de jovens que conhecem monstros digitais e formam com eles amizades que serão essenciais para derrotar um grande mal.

Dado que a animação vai estrear em outubro deste ano, não deve demorar muito tempo até que a Toei Animation divulgue mais detalhes sobre a produção. O lançamento deve ser especialmente importante porque ainda faz parte das celebrações de 25 anos da franquia e marca a décima produção serializada que ela recebe desde então.

Nova série promete tons sombrios

Apesar de Digimon ser uma série geralmente associada ao público infantil, em anos recentes ela tem sido marcada por algumas produções mais sombrias. Prova disso é o anime Ghost Game, de 2021, que já trazia muitas criaturas consideradas aterrorizantes em seu elenco, bem como alguns temas mais adultos.

Esse caminho, que pode acabar sendo seguido por Beatbreak, foi mais bem-explorado nos games da franquia. Lançado em 2022, Digimon Survive é uma novela visual que surpreendeu a muitos fãs por trazer questões como mortes violentas de coadjuvantes, às quais os jogadores só podem evitar ao voltar uma segunda vez à sua história.


Resta esperar até que a Toei Animation divulgue mais detalhes sobre a animação, que ainda não tem uma casa confirmada no Brasil. No entanto, tudo indica que ela deve chegar ao país através da Crunchyroll, que já possui em seu catálogo a maioria das produções oficiais que a franquia recebeu nos últimos 25 anos.


sexta-feira, 14 de março de 2025

Bloco de Notas do Windows 11 ganha resumo de textos por IA e lista de arquivos recentes

 O Bloco de Notas (Notepad), uma das ferramentas mais clássicas do Windows para escrita de textos, agora terá um recurso de inteligência artificial (IA). A novidade foi adicionada na versão 11.2501.29.0 do programa, que está disponível desde esta quinta-feira (13) para membros do grupo de testes Windows Insiders



A função de IA generativa adicionada é capaz de resumir textos escritos ou colados no programa. Assim, você recebe do sistema uma versão menor e mais objetiva de um conteúdo, concentrando as ideias principais ou usando termos mais diretos. Ela já estava em testes há alguns meses, mas só agora foi liberada para uma maior quantidade de usuários.



Além dessa adição, a Microsoft adicionou um elemento bastante solicitado pela comunidade nos menus do programa. A partir de agora, é possível conferir uma lista com os arquivos recentes abertos — assim como já era possível há tempos em ferramentas do pacote Office, como o Word.

Como usar a IA do Bloco de Notas?

Para usar o resumo de texto do Bloco de Notas, primeiro é preciso selecionar com o cursor qual é o trecho do conteúdo que você deseja encurtar.


Depois, toque com o botão direito do mouse na tela e escolha a opção "Resumir". No menu do Copilot que se abre, basta tocar novamente na opção "Resumir". Outra opção é usar o atalho Ctrl+M do teclado. O resultado pode ter o tamanho personalizado pelo usuário, ou então ser reescrito pela IA até que você esteja satisfeito com o conteúdo.

Caso você prefira não usar a função, é possível desativar a IA nas configurações. O recurso é exclusivo para usuários do Windows 11 e não será lançado em versões anteriores do sistema operacional.


Bloco de Notas cresceu no Windows 11

Apesar de ter bem menos recursos do que outras ferramentas de texto do Windows ou acessadas via web, o Bloco de Notas recebeu atenção da Microsoft nos últimos dois anos e ganhou novas funções que ajudam quem utiliza esse software no dia a dia.

No ano passado, o Bloco de Notas ganhou um corretor ortográfico com funcionamento muito parecido com o do Microsoft Word que sublinha palavras digitadas de forma incorreta. Nos anos anteriores, ele recebeu outras melhorias na interface, como a navegação por abas e a visualização em modo escuro.

A ferramenta existe nos sistemas operacionais da Microsoft desde 1983 e sobreviveu mesmo o fim de programas similares de texto, como o Wordpad.


sexta-feira, 7 de março de 2025

Tudo o que sabemos sobre o iPhone dobrável da Apple

 Após o lançamento do iPhone 16e, novo smartphone mais acessível da Apple, os fãs da empresa se perguntam quando a gigante da tecnologia lançará um iPhone dobrável. Múltiplos rumores de fontes confiáveis apontam que a companhia realmente trabalha nesse dispositivo, mas ainda pode demorar.

Contudo, uma coisa é praticamente certa: a Apple vai lançar um iPhone dobrável. Disponíveis há alguns anos e cada vez demonstrando mais novidades, como o Huawei de tela tripla, falta somente o toque especial da Maçã para esses produtos caírem no gosto dos consumidores.




Design e construção

Segundo os detalhes compartilhados por Kuo, o iPhone dobrável deve adotar a um formato de livro aberto similar ao que a Samsung faz com o Galaxy Z Fold. O display interno deve ter algo perto de 7,8 polegadas enquanto o display externo mede 5,5 polegadas. Os valores são ligeiramente distintos em relação ao Fold 6, que tem tela interna de 7,6 polegadas e externa de 6,3.


A respeito da espessura, ponto que vem ganhando cada vez mais destaque nos dispositivos desse naipe, a expectativa é que o aparelho tenha entre 9 e 9,5 mm quando dobrado e até 4,8 mm desdobrado. Caso se confirme, isso faria com que o dobrável da Apple fosse um dos mais fininhos do segmento, já que a média de espessura dobrada costuma fica perto dos 12 mm.


Um dos pontos que a Apple vem batendo na tecla internamente é sobre o vinco da tela, ou seja, a saliência criada para o display dobrar e desdobrar constantemente. A companhia quer tolerância zero para esse vinco e teria descoberto uma maneira de eliminar o “problema”, mesmo que isso aumente os custos de fabricação.

Função muito utilizada pelos donos de iPhone, o Face ID pode não aparecer no iPhone dobrável. A tecnologia de autenticação facial que permite desbloquear o aparelho e até realizar compras pode não funcionar corretamente devido a problemas na construção interna do dispositivo, e a Apple deve optar pelo Touch ID — uma autenticação via digitais dos dedos por um botão lateral.


Para a construção do vindouro smartphone, a empresa liderada por Tim Cook deve usar liga de alumínio, aço inoxidável e titânio para dar o tom premium e um acabamento resistente ao produto. A tela também pode utilizar alguma proteção extra, como a tecnologia Ceramic Shield, que utiliza cristais de nanocerâmica na composição do vidro.


iPhone Flip?

Mesmo que as informações do analista Ming-Chi Kuo sejam muito pertinentes, diversos rumores entre 2023 e 2024 apontam que a Apple também considerava um iPhone em formato de concha. Essa escolha de design é a mesma que a Samsung usa com o Galaxy Z Flip, que abre e fecha na vertical.


A informação vem do site The Information, que também tem um grande histórico de acertos. Todavia, há dezenas de especulações que apontam projetos relacionados ao dobrável em formato de concha e livro, sendo difícil cravar qual será a escolha da Apple.

Câmera e hardware

Agora que boa parte das especulações mais concretas de Kuo terminou, chegou o momento de usar a imaginação ou rumores menos confiáveis para tentar prever o que a Apple fará com o iPhone dobrável.


Começando em chip, memória e armazenamento, é realmente difícil dizer agora o que a Apple terá na manga para esse dobrável. Quando o smartphone for lançado, potencialmente nos próximos dois anos, a companhia já deve estar com os chips A19 ou A20 em uma litografia igual, ou inferior aos 2 nanômetros.


Em outras palavras, isso significa que os chips modernos podem contribuir para um smartphone mais veloz, que esquenta menos e consome menos energia.



Inclusive, a bateria deve ser um ponto importante para o aparelho e pode ser um divisor de águas, dado o histórico da Apple em baterias com baixa capacidade. Kuo salienta que a bateria do aparelho deve ter a mesma densidade de células da peça presente no iPhone 17 Slim.


Memória RAM é outro tópico sensível na Apple, visto que faz pouco tempo que a empresa finalmente inseriu 8 GB nos seus smartphones topo de linha. Para o dobrável, não faria sentido a Maçã inserir menos do que isso, mas não há nenhuma informação atual que coloque o futuro celular com uma configuração mais avançada.

Para as câmeras, as informações expostas por Kuo indicam que o dobrável da Apple terá uma câmera traseira de lente dupla, e uma frontal disponível quando o aparelho estiver dobrado ou desdobrado. Também não há detalhes sobre a resolução, sensores ou demais tecnologias desses componentes.


Mais inteligência artificial

Apesar de não se aprofundar nesse tema, Kuo aponta que o iPhone dobrável será um verdadeiro smartphone movido por IA. O analista cita exemplos de integração entre aplicativos, conversas interativas com um chatbot por conta da tela alongada, etc.


Essa é uma questão que depende não só das capacidades do iPhone dobrável, mas principalmente do Apple Intelligence. O ecossistema da Apple é recente e ainda precisa amadurecer em muitos serviços, como em edição de fotos, para bater de frente com uma tecnologia mais encorpada como o Galaxy AI.


Para as câmeras, as informações expostas por Kuo indicam que o dobrável da Apple terá uma câmera traseira de lente dupla, e uma frontal disponível quando o aparelho estiver dobrado ou desdobrado. Também não há detalhes sobre a resolução, sensores ou demais tecnologias desses componentes.


Data de lançamento e preço

Por fim, similar a outros produtos da Apple, o iPhone dobrável não deve ser nada barato e pode custar entre US$ 2.000 e US$ 2.500, ou seja, até R$ 14.000 em conversão direta.


A data de lançamento ainda não está cravada, mas a aposta mais segura é que o aparelho chegará ao varejo entre o segundo semestre de 2026 e o início de 2027. Inclusive, essa informação também já havia sido reportada por um conhecido jornalista da Bloomberg há algumas semanas. 


terça-feira, 4 de março de 2025

Benioff cutuca Microsoft e duvida do hype da IA - The BRIEF

 Marc Benioff, CEO da Salesforce, não comprou a empolgação das Big Techs com IA. Durante a divulgação dos resultados da empresa, ele questionou se os investimentos bilionários de Microsoft, Amazon e Meta em data centers e infraestrutura realmente estão valendo a pena. “Não estamos gastando US$ 100 bilhões em data centers que podem ou não dar retorno”, disse. Em vez disso, a Salesforce aposta na integração da IA aos seus produtos sem comprometer caixa e margem.




O alvo principal foi a Microsoft, que planeja investir US$ 80 bilhões em IA este ano. Benioff ironizou a estratégia da rival, chamando-a de mera “revendedora da OpenAI” e duvidando da eficácia de suas ferramentas. “Onde estão os agentes deles? Eles realmente usam IA para gerar sucesso com clientes?”, provocou. Ele já havia criticado o Copilot antes, comparando-o ao falecido assistente Clippy, o saudoso clipe de papel animado do Word.



Enquanto isso, os resultados da Salesforce decepcionaram: a empresa reportou receita de US$ 9,99 bilhões no último trimestre, abaixo das estimativas. Mas, pelo visto, Benioff prefere apostar no crescimento sem entrar na corrida desenfreada por infraestrutura. Se a IA das concorrentes realmente trouxer retorno ou não, ele parece disposto a esperar para ver.