A DeepLens é uma câmera criada pela subsidiária de negócios da Amazon, a Amazon Web Services. O anúncio do produto foi feito durante a re:Invent, uma conferência voltada para inovações no âmbito tecnológico. Diferente de outros produtos que foram mostrados e focavam no consumidor final, no entanto, a Amazon deixou claro que seu foco está nos desenvolvedores.
O acessório já vem com diversas ferramentas pré-instaladas de inteligência artificial, com reconhecimento ótico de face e também de imagens e objetos. Segundo a AWS, as funcionalidades conseguem ajudar a inteligência artificial a identificar gatos, cães, faces e uma grande variedade de objetos cotidianos, além de movimentos e ações. Tudo isso é feito através de uma comunicação com um servidor em nuvem.
AWS DeepLens -- the world’s first Deep-Learning-enabled wireless video camera for developers! #reInvent https://t.co/36jZTtaqnX pic.twitter.com/NOaJ5AQ4al
— AWS re:Invent (@AWSreInvent) November 29, 2017
A câmera consegue capturar vídeo em resolução 1080p com áudio e conta com um processador Intel Atom. Ela também tem Wi-Fi, USB e uma porta micro HDMI. O preço de cada unidade vai ser de US$ 250.
Além da DeepLens, a AWS também anunciou o SageMaker, que será uma plataforma de dados que vai permitir que empresas possam treinar a inteligência artificial de seus dispositivos antes de enviá-los aos clientes e também uma ferramenta de transcrição e tradução baseada em AI – que vem para rivalizar com ninguém menos que a Google.
Considerando que a Amazon Web Services é a líder no mercado de prestação de serviços de armazenamento de dados online, tudo indica que a companhia pode estar prestes a surfar uma onda gigantesca.
Mostrando como é simples lidar ,com equipamentos tão sofisticado, como computador. Neste blog, estaremos relatamos problemas mais comuns e graves, que um computador pode apresentar e também, suas supostas soluções lógicas e de manutenção. Entretanto novidades de tecnologia ,serão aqui também apresentadas novidades em softwares e outras coisa mais.
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Microsoft Edge Preview ganha novo tema e sincronização de senhas no Android
A versão prévia do navegador acaba de receber uma atualização no Android – agora, para a versão 1.0.0.1265 –, que trazem adições como o tema escuro para as opções disponíveis no app.
Não limitado a isso, o Microsoft Edge também ganhou suporte à sincronização de senhas com a versão de desktop do app, segundo o site MSPowerUser. Como medida de segurança, é claro, você deve seguir um sistema de verificação em 2 passos.
Vale notar, aliás, que os donos de aparelhos iOS não precisam ficar se sentindo em desvantagem, pois a atualização foi lançada para a plataforma uma semana antes.
Lembramos, por fim, que aqueles interessados em usar o app não vão simplesmente poder baixa-lo – afinal, o navegador está disponível apenas para os participantes do programa de testes.
Não limitado a isso, o Microsoft Edge também ganhou suporte à sincronização de senhas com a versão de desktop do app, segundo o site MSPowerUser. Como medida de segurança, é claro, você deve seguir um sistema de verificação em 2 passos.
Vale notar, aliás, que os donos de aparelhos iOS não precisam ficar se sentindo em desvantagem, pois a atualização foi lançada para a plataforma uma semana antes.
Lembramos, por fim, que aqueles interessados em usar o app não vão simplesmente poder baixa-lo – afinal, o navegador está disponível apenas para os participantes do programa de testes.
Falha permite acessar contas do macOS Sierra sem senha
O problema é o seguinte: quando o sistema pede a confirmação de login, seja para acessar uma conta ou mesmo para desativar a proteção com senha do sistema, basta usar o nome de usuário “root” e clicar sobre o botão de login por diversas vezes. Invariavelmente, em um dado momento o sistema operacional dará sequência e aceitará as credenciais como legítima, mesmo que nenhuma senha tenha sido digitada.
No exemplo citado por Ergin, ele foi até as preferências do sistema, acessou a seção de usuários e grupos e, por fim, clicou sobre o cadeado para ativar as alterações feitas no sistema. Lá, realizou o procedimento descrito no parágrafo anterior e, enfim, conseguiu aplicar as mudanças sem digitar a própria senha.
Ele notificou a Apple sobre a falha e a postura da companhia foi avisar que uma correção está sendo desenvolvida, além de instruir os usuários a se protegerem da falha temporariamente.
“Estamos trabalhando em uma atualização de software para corrigir esse problema”, informou a companhia. “Enquanto isso, defina uma senha root para evitar acessos não autorizados ao seu Mac. Para ativar o Usuário Root e definir uma senha, por favor, siga estas instruções. Se um Usuário Root já está ativado, para garantir que uma senha em branco não está definida, favor seguir as instruções da seção ‘Mudar a senha root’.”
Vale lembrar que esta não foi a primeira falha de segurança envolvendo senhas descoberta na versão mais recente do sistema da Apple. Em setembro, logo após o seu lançamento, um especialista em segurança digital descobriu uma brecha no sistema de gerenciamento de senhas, o “Acesse às Chaves”, que permitia roubo de logins. Este problema, contudo, já foi resolvido.
No exemplo citado por Ergin, ele foi até as preferências do sistema, acessou a seção de usuários e grupos e, por fim, clicou sobre o cadeado para ativar as alterações feitas no sistema. Lá, realizou o procedimento descrito no parágrafo anterior e, enfim, conseguiu aplicar as mudanças sem digitar a própria senha.
Ele notificou a Apple sobre a falha e a postura da companhia foi avisar que uma correção está sendo desenvolvida, além de instruir os usuários a se protegerem da falha temporariamente.
“Estamos trabalhando em uma atualização de software para corrigir esse problema”, informou a companhia. “Enquanto isso, defina uma senha root para evitar acessos não autorizados ao seu Mac. Para ativar o Usuário Root e definir uma senha, por favor, siga estas instruções. Se um Usuário Root já está ativado, para garantir que uma senha em branco não está definida, favor seguir as instruções da seção ‘Mudar a senha root’.”
Vale lembrar que esta não foi a primeira falha de segurança envolvendo senhas descoberta na versão mais recente do sistema da Apple. Em setembro, logo após o seu lançamento, um especialista em segurança digital descobriu uma brecha no sistema de gerenciamento de senhas, o “Acesse às Chaves”, que permitia roubo de logins. Este problema, contudo, já foi resolvido.
terça-feira, 28 de novembro de 2017
HDMI 2.1 pode funcionar com resoluções de até 10K
No começo do ano, a tecnologia HDMI 2.1 prometia ser um salto e tanto na qualidade das tecnologias de TV. Agora essa conexão finalmente foi lançada, e com uma surpresinha: ela tem ainda mais potencial do que esperávamos.
Lembra-se do suporte ao 8K a 60 Hz prometido por eles? Pois bem, esse não é o limite do HDMI 2.1: no lugar disso, a conexão é capaz de chegar a um máximo de 10K, segundo o anúncio oficial feito por eles. Não precisamos dizer que esse é um nível de qualidade de imagem que mal conseguimos alcançar atualmente com nossas TVs; quem dirá então encontrar conteúdo para isso, atualmente.
Que isso parece um valor praticamente fora da nossa compreensão atualmente? Com certeza. Mas o fato é que esse ainda é um passo extremamente importante para nos preparar para o futuro. Afinal, apesar de tudo, o 4K está começando a se tornar algo mais comum e, mesmo custando tanto quanto uma casa, televisores 8K já existem no mercado. Assim, é melhor estarmos preparados para o que vem pela frente.
Lembra-se do suporte ao 8K a 60 Hz prometido por eles? Pois bem, esse não é o limite do HDMI 2.1: no lugar disso, a conexão é capaz de chegar a um máximo de 10K, segundo o anúncio oficial feito por eles. Não precisamos dizer que esse é um nível de qualidade de imagem que mal conseguimos alcançar atualmente com nossas TVs; quem dirá então encontrar conteúdo para isso, atualmente.
Que isso parece um valor praticamente fora da nossa compreensão atualmente? Com certeza. Mas o fato é que esse ainda é um passo extremamente importante para nos preparar para o futuro. Afinal, apesar de tudo, o 4K está começando a se tornar algo mais comum e, mesmo custando tanto quanto uma casa, televisores 8K já existem no mercado. Assim, é melhor estarmos preparados para o que vem pela frente.
Asus lança primeiro ZenFone com tela no novo aspecto 18:9, o Max Plus
No mercado russo seu primeiro smartphone com uma tela no novo aspecto 18:9, vulgarmente conhecido como 2:1. O dispositivo em questão é o ZenFone Max Plus (M1) e, por enquanto, só está confirmado para a Rússia. É possível que o modelo seja distribuído em mais países, mas não sabemos se ele chegará ao Brasil em algum momento.
Seja como for, o smartphone é um intermediário básico com foco em autonomia. Ele conta com impressionantes 4.130 mAh e funciona através de um processador MediaTek 6750T. Ele chega ao mercado russo em duas opções; uma com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, e outra com 3 GB de RAM e 32 GB de espaço nativo. O sistema operacional é o Android Nougat em vez do Oreo.
Além de ter um formato mais alto que o padrão atual, o display do ZenFone Max Plus conta com resolução Full HD+ (1080 x 2160) distribuída em 5,7’’. Apesar de parecer muito, vale destacar que displays nesse formato mais moderno podem ser consideravelmente mais compactos do que modelos com a mesma contagem de polegadas no padrão tradicional 16:9. O Galaxy S8, por exemplo, é pequeno, mas tem uma tela de 5,8’’ no aspecto 2:1.
Outros detalhes já conhecidos acerca do ZenFone Max Plus dizem respeito ao conjunto de câmeras na parte traseira. São dois sensores, o principal com 16 MP e o secundário com 8 MP. A câmera frontal do celular da Asus deve possuir 8 MP, mas ainda não temos uma confirmação acerca do valor de mercado desse modelo.
Seja como for, o smartphone é um intermediário básico com foco em autonomia. Ele conta com impressionantes 4.130 mAh e funciona através de um processador MediaTek 6750T. Ele chega ao mercado russo em duas opções; uma com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, e outra com 3 GB de RAM e 32 GB de espaço nativo. O sistema operacional é o Android Nougat em vez do Oreo.
Além de ter um formato mais alto que o padrão atual, o display do ZenFone Max Plus conta com resolução Full HD+ (1080 x 2160) distribuída em 5,7’’. Apesar de parecer muito, vale destacar que displays nesse formato mais moderno podem ser consideravelmente mais compactos do que modelos com a mesma contagem de polegadas no padrão tradicional 16:9. O Galaxy S8, por exemplo, é pequeno, mas tem uma tela de 5,8’’ no aspecto 2:1.
Outros detalhes já conhecidos acerca do ZenFone Max Plus dizem respeito ao conjunto de câmeras na parte traseira. São dois sensores, o principal com 16 MP e o secundário com 8 MP. A câmera frontal do celular da Asus deve possuir 8 MP, mas ainda não temos uma confirmação acerca do valor de mercado desse modelo.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Como descobrir quais aplicativos consomem mais memória RAM do seu Android
Assim como em um computador, tem a função de guardar os dados de forma temporária para que as informações mais utilizadas por um aplicativo ou jogo possam ser rapidamente acessadas sem travamentos.
O sistema móvel da Google foi projetado para rodar os aplicativos mais usados em um estado semiativo na maioria das vezes, a fim de receber e apresentar as notificações ao usuário em um tempo hábil, de modo que cerca de 80 a 90% da memória RAM seja ocupada por algo que o Android considera útil.
Você pode até tentar fechá-los, mas eles sempre vão acabar voltando a funcionar em segundo plano. No entanto, se o dispositivo precisar de mais memória, o Android encerrará automaticamente os processos de menor prioridade em execução.
Para Android 7.0 Nougat
1. Abra a opção “Configurar” do seu Android e toque em “Memória”.
2. Na tela seguinte, será apresentado seu uso médio de memória RAM nas últimas 3 horas.
3. Você também pode consultar o uso médio de memória RAM no período de 6, 12 ou 24 horas.
4. Para verificar quais apps estão consumindo mais memória RAM, toque em “Memória usada por apps”.
Para Android Oreo 8.0
1. Abra a opção “Configurar” do seu Android.
2. Em “Sistema”, localize a opção “Sobre o dispositivo”. Mas caso você já tenha habilitado esta opção, pule para o passo 4.
3. Role a tela até encontrar “Número da versão” e toque repetidas vezes até aparecer a mensagem “Você agora é um desenvolvedor!”.
4. Volte à tela “Configurar” e acesse novamente a opção “Sistema”. Em seguida, toque em “Opções do desenvolvedor”.
5. Toque na opção “Memória”.
6. Na tela seguinte, será apresentado seu uso médio de memória RAM nas últimas 3 horas.
7. Você também pode consultar o uso médio de memória RAM no período de 6, 12 ou 24 horas.
8. Para verificar quais apps estão consumindo mais memória RAM, toque em “Memória usada por apps”.
O sistema móvel da Google foi projetado para rodar os aplicativos mais usados em um estado semiativo na maioria das vezes, a fim de receber e apresentar as notificações ao usuário em um tempo hábil, de modo que cerca de 80 a 90% da memória RAM seja ocupada por algo que o Android considera útil.
Você pode até tentar fechá-los, mas eles sempre vão acabar voltando a funcionar em segundo plano. No entanto, se o dispositivo precisar de mais memória, o Android encerrará automaticamente os processos de menor prioridade em execução.
Para Android 7.0 Nougat
1. Abra a opção “Configurar” do seu Android e toque em “Memória”.
2. Na tela seguinte, será apresentado seu uso médio de memória RAM nas últimas 3 horas.
3. Você também pode consultar o uso médio de memória RAM no período de 6, 12 ou 24 horas.
4. Para verificar quais apps estão consumindo mais memória RAM, toque em “Memória usada por apps”.
Para Android Oreo 8.0
1. Abra a opção “Configurar” do seu Android.
2. Em “Sistema”, localize a opção “Sobre o dispositivo”. Mas caso você já tenha habilitado esta opção, pule para o passo 4.
3. Role a tela até encontrar “Número da versão” e toque repetidas vezes até aparecer a mensagem “Você agora é um desenvolvedor!”.
4. Volte à tela “Configurar” e acesse novamente a opção “Sistema”. Em seguida, toque em “Opções do desenvolvedor”.
5. Toque na opção “Memória”.
6. Na tela seguinte, será apresentado seu uso médio de memória RAM nas últimas 3 horas.
7. Você também pode consultar o uso médio de memória RAM no período de 6, 12 ou 24 horas.
8. Para verificar quais apps estão consumindo mais memória RAM, toque em “Memória usada por apps”.
iPhone X continua expansão global; chegada ao Brasil acontece em dezembro
A estratégia da Apple de realocar algumas das linhas de produção do iPhone 8 tradicional para o iPhone X foi mais do que acertada. Afinal, a Empresa da Maçã acaba de anunciar que o aparelho comemorativo já está disponível em mais 13 países ao redor do mundo desde a última sexta-feira (24). O Brasil está nessa listagem? Ainda não, mas pode ficar tranquilo, já que a versão tupiniquim do celular não deve demorar muito mais.
Os locais que passam a conta com o iPhone que celebra os dez anos da marca são: Albânia, Bósnia, Camboja, Kosovo, Macau, Macedônia, Malásia, Montenegro, Sérvia, África do Sul, Coreia do Sul, Tailândia e Turquia. Como dá para perceber, houve um foco bem grande para abastecer principalmente a região dos Bálcãs e parte da Ásia.
A maioria desses países está oferecendo o produto em revendas oficiais da marca ou através das operadoras de telefonia locais, enquanto outros já contam com oferta direta nas Apple Stores. O mais interessante dessa história é que, em boa parte dos pedidos, a entrega ou retirada vem sendo cumprida em um prazo de um a três dias – um período bem mais enxuto que as duas semanas pedidas pela Apple nos EUA e na Europa.
A ideia é que as primeiras unidades do smartphone sejam disponibilizadas a partir do dia 8 de dezembro, com preços que vão de R$ 6.999 (64 GB) a R$ 7.799 (256 GB).
Os locais que passam a conta com o iPhone que celebra os dez anos da marca são: Albânia, Bósnia, Camboja, Kosovo, Macau, Macedônia, Malásia, Montenegro, Sérvia, África do Sul, Coreia do Sul, Tailândia e Turquia. Como dá para perceber, houve um foco bem grande para abastecer principalmente a região dos Bálcãs e parte da Ásia.
A maioria desses países está oferecendo o produto em revendas oficiais da marca ou através das operadoras de telefonia locais, enquanto outros já contam com oferta direta nas Apple Stores. O mais interessante dessa história é que, em boa parte dos pedidos, a entrega ou retirada vem sendo cumprida em um prazo de um a três dias – um período bem mais enxuto que as duas semanas pedidas pela Apple nos EUA e na Europa.
A ideia é que as primeiras unidades do smartphone sejam disponibilizadas a partir do dia 8 de dezembro, com preços que vão de R$ 6.999 (64 GB) a R$ 7.799 (256 GB).
sábado, 25 de novembro de 2017
Lente zoom do iPhone X é melhor para fotos noturnas que a do iPhone 7 Plus
Nesta semana um teste em que as câmeras dos iPhones X e 7 Plus são comparadas em condições de pouca iluminação. Provost queria saber especificamente o quão melhor seria a lente zoom do novo celular na comparação com seu antecessor.
Para obter resultados palpáveis, Provost colocou os dois aparelhos no mesmo ambiente e focados no mesmo objeto com zoom ativado. Em seguida, ele foi aumentando a luminosidade gradualmente para ver em que momento os aparelhos começariam a usar as lentes zoom em ambientes com pouca luz. O iPhone X começou a utilizar a lente zoom bem antes, quando a claridade estava em 16 lx (lumem por metro quadrado). O iPhone 7 Plus conseguiu o mesmo quando o ambiente já estava com 88 lx.
Provost explicou que o teste é relevante porque, quando o iPhone 7 Plus foi lançado, fotógrafos descobriram que, em condições de baixa luminosidade, o aparelho não usava a lente zoom mesmo quando o usuário apertava no botão de zoom “2X” na interface da câmera. Em vez disso, o sistema aplicava zoom digital sobre a foto do sensor principal.
O teste feito por Provost prova que a Apple melhorou significativamente a câmera com zoom fixo no iPhone X na comparação com seu antecessor, considerando que ela pode ser usada em situações de luz bem piores. A lente zoom do iPhone X tem 12 MP, abertura f/2.4 e sensor de 52 mm com estabilização óptica. A do iPhone 7 Plus, por sua vez, também fica nos 12 MP, mas a abertura cai para f/2.8 e não há estabilização óptica.
Para obter resultados palpáveis, Provost colocou os dois aparelhos no mesmo ambiente e focados no mesmo objeto com zoom ativado. Em seguida, ele foi aumentando a luminosidade gradualmente para ver em que momento os aparelhos começariam a usar as lentes zoom em ambientes com pouca luz. O iPhone X começou a utilizar a lente zoom bem antes, quando a claridade estava em 16 lx (lumem por metro quadrado). O iPhone 7 Plus conseguiu o mesmo quando o ambiente já estava com 88 lx.
Provost explicou que o teste é relevante porque, quando o iPhone 7 Plus foi lançado, fotógrafos descobriram que, em condições de baixa luminosidade, o aparelho não usava a lente zoom mesmo quando o usuário apertava no botão de zoom “2X” na interface da câmera. Em vez disso, o sistema aplicava zoom digital sobre a foto do sensor principal.
O teste feito por Provost prova que a Apple melhorou significativamente a câmera com zoom fixo no iPhone X na comparação com seu antecessor, considerando que ela pode ser usada em situações de luz bem piores. A lente zoom do iPhone X tem 12 MP, abertura f/2.4 e sensor de 52 mm com estabilização óptica. A do iPhone 7 Plus, por sua vez, também fica nos 12 MP, mas a abertura cai para f/2.8 e não há estabilização óptica.
Governo federal quer levar internet de alta velocidade a escolas públicas
O lançamento da “Política de Inovação e Educação Conectada”. A novidade prevê conectar 22 mil escolas públicas de todo o país com internet de alta velocidade até o fim de 2018. Para isso, serão investidos R$ 271 milhões, dedicados à compra de um satélite de monitoramento (que deve ser convertido para comunicação), ampliação de infraestrutura terrestre, instalação de pontos WiFi e compra de equipamento.
Esse dinheiro também deve ser utilizado para fazer o treinamento de educadores para que o recurso seja bem utilizado nas escolas. Haverá um plano de formação continuada para professores e gestores com cursos específicos sobre práticas pedagógicas mediadas por tecnologia, cultura digital e outros recursos educacionais, como robótica. Segundo o MEC, entre 2017 e 2018 serão oferecidas bolsas de três meses para 6,2 mil articuladores que atuarão localmente, no processo de construção e implementação de ações na rede de ensino.
De acordo com ministro da Educação, Mendonça Filho, a medida deve beneficiar 12,8 milhões de alunos, o correspondente a 40% do total de matriculados nos ensinos fundamental e médio. Até 2024, espera-se que todas a escolas públicas do país estejam conectadas através deste programa.
Esse dinheiro também deve ser utilizado para fazer o treinamento de educadores para que o recurso seja bem utilizado nas escolas. Haverá um plano de formação continuada para professores e gestores com cursos específicos sobre práticas pedagógicas mediadas por tecnologia, cultura digital e outros recursos educacionais, como robótica. Segundo o MEC, entre 2017 e 2018 serão oferecidas bolsas de três meses para 6,2 mil articuladores que atuarão localmente, no processo de construção e implementação de ações na rede de ensino.
De acordo com ministro da Educação, Mendonça Filho, a medida deve beneficiar 12,8 milhões de alunos, o correspondente a 40% do total de matriculados nos ensinos fundamental e médio. Até 2024, espera-se que todas a escolas públicas do país estejam conectadas através deste programa.
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Os melhores notebooks gamers que você precisa conhecer nesta Black Friday
O computador como console principal sabe que a escolha do modelo faz toda a diferença para melhorar - ou não - a experiência do jogo.
De olho na Black Friday, selecionamos alguns notebooks criados para fazer a alegria dos apaixonados por MMORPGs e afins.
O Acer VX5-591 apresenta recursos que o tornam uma boa escolha para os gamers: sua placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce® GTX 1050 de 4GB e a tela de 15.6 “ proporcionam uma ótima visualização dos gráficos para quem não quer - ou não gosta - usar um segundo monitor.
O processador Intel Core i5 7300HQ e a memória RAM de 8GB garantem os requisitos necessários para garantir que o jogo funcione sem problemas. Outros recursos interessantes deste notebook são o teclado retroiluminado e dois alto-falantes estéreos.
O destaque do Samsung NP800G5M (conhecido também como Odyssey) fica por conta do sistema inteligente de resfriamento e ventilação, que permite jogar horas a fio sem que a máquina e seu entorno fiquem extremamente aquecidos, e a tela antireflexo de 15.6” Full HD, que aumenta a sensação de imersão no jogo.
As configurações técnicas também não deixam a desejar: placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce® GTX 1050 de 4GB, o processador é o Intel Core i5 7300HQ e a memória RAM de de 8GB.
Com um design pra mostrar que não está de brincadeira, o Acer VX5-591-78BF vem equipado com um processador Intel Core i7-7700HQ, memória RAM de 16GB e placa de vídeo NVIDIA® GeForce® série GTX 1050 Ti com 4GB DDR5, que suporta com tranquilidade jogos mais elaborados.
O notebook tem tela de 15.6” Full HD e possibilidade de utilizar até dois monitores com resolução 4K, além dos dois falantes Dolby Audio. Um pacote perfeito para quem é apaixonado pelos gráficos e sonoplastia dos games.
Com bons componentes, o Titanium G1555 definitivamente é uma opção para quem deseja jogar os últimos lançamentos sem se preocupar com detalhes que são o pesadelo de qualquer gamer, como a qualidade gráfica e desempenho por conta da placa de vídeo.
A Avell apresenta três opções de montagem de acordo com o perfil de jogador. A Good, mais “humilde”, disponibiliza um equipamento com processador Intel Core i7 7700HQ, memória RAM de 16GB e placa dedicada de NVIDIA GeForce GTX 1060 com 6GB, além da tela 15.6" e teclado retroiluminado.
O Legion Y720 conta com alguns recursos que podem ser bem interessantes para alguns jogadores: o teclado retroiluminado pode ser customizado com suas cores preferidas - ou as cores do jogo, para entrar ainda no clima -, o sistema de resfriamento é otimizado para deixar o notebook em uma temperatura estável e ele ainda vem com um programa interno que permite gravar as partidas.
Falando da parte técnica, seu processador é o Intel Core i7, memória RAM de 16GB, placa dedicada Nvidia GeForce GTX 1060 com 6GB e tela 15.6" Full HD, além de suporte a jogos com realidade virtual e ao controle XBox One.
A tela de 17.3” é a primeira coisa que chama a atenção do Dell Alienware AWR-17R4-B10C, que além de grande promete uma uma experiência de jogo sem os delays e distorções que são tão detestados pelos gamers.
As configurações técnicas são bem satisfatórias: processador Intel® Core™ i7-7700HQ, memória RAM de 8GB (que pode ser expandida para até 32GB) e placa de vídeo dedicada NVIDIA GeForce GTX 1060 com 6GB, o pacote completo para rodar os jogos atuais.
O GL502VM conta com configurações bem robustas: processador Intel Core i7-7700HQ, com memória RAM de 16GB e placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce GTX 1070 com 8GB, além do quase onipresente teclado retroiluminado e a tela de 15.6”.
Com essas especificações, o usuário dificilmente terá problemas em jogos que exijam esforço do processador ou gráficos mais elaborados.
De olho na Black Friday, selecionamos alguns notebooks criados para fazer a alegria dos apaixonados por MMORPGs e afins.
O Acer VX5-591 apresenta recursos que o tornam uma boa escolha para os gamers: sua placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce® GTX 1050 de 4GB e a tela de 15.6 “ proporcionam uma ótima visualização dos gráficos para quem não quer - ou não gosta - usar um segundo monitor.
O processador Intel Core i5 7300HQ e a memória RAM de 8GB garantem os requisitos necessários para garantir que o jogo funcione sem problemas. Outros recursos interessantes deste notebook são o teclado retroiluminado e dois alto-falantes estéreos.
O destaque do Samsung NP800G5M (conhecido também como Odyssey) fica por conta do sistema inteligente de resfriamento e ventilação, que permite jogar horas a fio sem que a máquina e seu entorno fiquem extremamente aquecidos, e a tela antireflexo de 15.6” Full HD, que aumenta a sensação de imersão no jogo.
As configurações técnicas também não deixam a desejar: placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce® GTX 1050 de 4GB, o processador é o Intel Core i5 7300HQ e a memória RAM de de 8GB.
Com um design pra mostrar que não está de brincadeira, o Acer VX5-591-78BF vem equipado com um processador Intel Core i7-7700HQ, memória RAM de 16GB e placa de vídeo NVIDIA® GeForce® série GTX 1050 Ti com 4GB DDR5, que suporta com tranquilidade jogos mais elaborados.
O notebook tem tela de 15.6” Full HD e possibilidade de utilizar até dois monitores com resolução 4K, além dos dois falantes Dolby Audio. Um pacote perfeito para quem é apaixonado pelos gráficos e sonoplastia dos games.
Com bons componentes, o Titanium G1555 definitivamente é uma opção para quem deseja jogar os últimos lançamentos sem se preocupar com detalhes que são o pesadelo de qualquer gamer, como a qualidade gráfica e desempenho por conta da placa de vídeo.
A Avell apresenta três opções de montagem de acordo com o perfil de jogador. A Good, mais “humilde”, disponibiliza um equipamento com processador Intel Core i7 7700HQ, memória RAM de 16GB e placa dedicada de NVIDIA GeForce GTX 1060 com 6GB, além da tela 15.6" e teclado retroiluminado.
O Legion Y720 conta com alguns recursos que podem ser bem interessantes para alguns jogadores: o teclado retroiluminado pode ser customizado com suas cores preferidas - ou as cores do jogo, para entrar ainda no clima -, o sistema de resfriamento é otimizado para deixar o notebook em uma temperatura estável e ele ainda vem com um programa interno que permite gravar as partidas.
Falando da parte técnica, seu processador é o Intel Core i7, memória RAM de 16GB, placa dedicada Nvidia GeForce GTX 1060 com 6GB e tela 15.6" Full HD, além de suporte a jogos com realidade virtual e ao controle XBox One.
A tela de 17.3” é a primeira coisa que chama a atenção do Dell Alienware AWR-17R4-B10C, que além de grande promete uma uma experiência de jogo sem os delays e distorções que são tão detestados pelos gamers.
As configurações técnicas são bem satisfatórias: processador Intel® Core™ i7-7700HQ, memória RAM de 8GB (que pode ser expandida para até 32GB) e placa de vídeo dedicada NVIDIA GeForce GTX 1060 com 6GB, o pacote completo para rodar os jogos atuais.
O GL502VM conta com configurações bem robustas: processador Intel Core i7-7700HQ, com memória RAM de 16GB e placa de vídeo dedicada Nvidia GeForce GTX 1070 com 8GB, além do quase onipresente teclado retroiluminado e a tela de 15.6”.
Com essas especificações, o usuário dificilmente terá problemas em jogos que exijam esforço do processador ou gráficos mais elaborados.
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
YouTube TV, o app de “TV a cabo” da Google, ganha modo Picture in Picture
Por um valor mensal, usuários norte-americanos podem assistir a canais fechados e abertos diretamente em seus smartphones, smart TVs e outros aparelhos para mídia. A novidade a respeito do serviço é que seu app para Android agora conta com o modo de visualização Picture in Picture, que minimiza o vídeo em execução no momento para um canto da tela do celular quando o usuário toca no botão home.
A janela minimizada então pode ser arrastada para qualquer parte do display, permitindo a realização de outras tarefas em segundo plano no dispositivo. O modo Picture in Picture já estava disponível no app do YouTube tradicional, e só é compatível com smartphones rodando o Android Oreo. A versão do YouTube TV que possui a novidade é a 1.11.
Fora isso, novos apps para Android TV, Xbox, smart TV da Samsung e da LG também foram lançados pelo YouTube TV. O serviço ainda está se expandindo pelos EUA e, por isso, não temos nenhuma previsão para quando essa novidade poderia chegar ao mercado brasileiro.
A janela minimizada então pode ser arrastada para qualquer parte do display, permitindo a realização de outras tarefas em segundo plano no dispositivo. O modo Picture in Picture já estava disponível no app do YouTube tradicional, e só é compatível com smartphones rodando o Android Oreo. A versão do YouTube TV que possui a novidade é a 1.11.
Fora isso, novos apps para Android TV, Xbox, smart TV da Samsung e da LG também foram lançados pelo YouTube TV. O serviço ainda está se expandindo pelos EUA e, por isso, não temos nenhuma previsão para quando essa novidade poderia chegar ao mercado brasileiro.
Apple estaria trabalhando em serviço de streaming para competir com Netflix
A Apple estaria disposta a lançar um serviço de streaming de vídeo para competir com Netflix, Amazon Prime Video e outros concorrentes do mercado atual. A empresa venderia o serviço junto com o Apple Music e estaria disposta a gastar até US$ 4,2 bilhões em produção de conteúdo original até 2022.
Falando em conteúdo original, o serviço de streaming da Apple teria apenas filmes e séries produzidas exclusivamente para a plataforma. Os analistas da Loup Ventures acreditam que esse produto da empresa pode ter bastante sucesso por conta da atual base de clientes fieis e dispostos a gastar da Apple. Eles estimam que o serviço poderia atingir a marca de 75 milhões de assinantes logo de início e bater de frente com Netflix e Amazon Prime Video.
Catálogo
Não se sabe, entretanto, se o catálogo da Apple seria grande logo de início, já que todas as produções seriam originais. Ainda assim, parece que a companhia estaria confiante em seu novo produto, marcado para chegar ao mercado nos próximos dois ou três anos. Um dos primeiros programas já em produção seriam um drama estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon.
Fora isso, a Maçã também teria dado carta branca para Drake produzir qualquer tipo de programação original para sua plataforma. No mês passado, a companhia ainda fechou um acordo com a NBC Universal para reviver uma série de ficção científica chamada “Amazing Stories”, exibida originalmente nos anos 1980 nos EUA.
Vários executivos e especialistas em TV e cinema foram contados pela Apple neste ano, especialmente alguns que trabalhavam na Sony Pictures. O rumor é de que a empresa estaria pensando em focar sua criação em séries dramáticas de grande orçamento, tais como Breaking Bad e Game of Thrones.
Falando em conteúdo original, o serviço de streaming da Apple teria apenas filmes e séries produzidas exclusivamente para a plataforma. Os analistas da Loup Ventures acreditam que esse produto da empresa pode ter bastante sucesso por conta da atual base de clientes fieis e dispostos a gastar da Apple. Eles estimam que o serviço poderia atingir a marca de 75 milhões de assinantes logo de início e bater de frente com Netflix e Amazon Prime Video.
Catálogo
Não se sabe, entretanto, se o catálogo da Apple seria grande logo de início, já que todas as produções seriam originais. Ainda assim, parece que a companhia estaria confiante em seu novo produto, marcado para chegar ao mercado nos próximos dois ou três anos. Um dos primeiros programas já em produção seriam um drama estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon.
Fora isso, a Maçã também teria dado carta branca para Drake produzir qualquer tipo de programação original para sua plataforma. No mês passado, a companhia ainda fechou um acordo com a NBC Universal para reviver uma série de ficção científica chamada “Amazing Stories”, exibida originalmente nos anos 1980 nos EUA.
Vários executivos e especialistas em TV e cinema foram contados pela Apple neste ano, especialmente alguns que trabalhavam na Sony Pictures. O rumor é de que a empresa estaria pensando em focar sua criação em séries dramáticas de grande orçamento, tais como Breaking Bad e Game of Thrones.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Aprenda a transferir arquivos do Android para o PC (e vice-versa) via WiFi
Do Android em comparação com o iOS é que não é necessário baixar programas (no caso, o iTunes) para copiar arquivos do smartphone para o PC, e vice-versa. Basta conectar via cabo o dispositivo móvel no desktop para começar a transferência. Mas e quando você não tem um cabo USB por perto?
A alternativa mais simples e prática é usar sua conexão WiFi. E em apenas duas etapas: a primeira é conectar os dois aparelhos na mesma rede sem fio; a segunda, baixar uma ferramenta na Play Store para intermediar o contato entre o celular e o computador.
Existem inúmeros aplicativos voltados para essa tarefa e, portanto, você pode utilizar o que mais lhe agrada. Para o tutorial abaixo, escolhemos o File Manager, desenvolvido pela ASUS, que oferece tais recursos de um jeito descomplicado.
Passo 1
Antes de mais nada, lembramos novamente que você se certifique de que o seu smartphone e PC estejam conectados na mesma rede WiFi, caso o contrário o processo não vai funcionar.
Passo 2
Feito isso, acesse a Play Store e baixe o File Manager no seu celular.
Passo 3:
Depois de autorizar que o app acesse seus arquivos, selecione a opção "Transferência sem fio de arquivo para PC".
Passo 4
Se você possui um telefone com um micro SD em uso, verá uma mensagem no rodapé da tela encobrindo o botão "Iniciar". Role para baixo e toque nesse botão para começar.
Passo 5
Alguns segundos depois, o aplicativo mostrará um endereço de IP aleatório que servirá como ponto de conexão para a transferência de arquivos. Copie o texto e cole-o no navegador web no seu PC.
Passo 6
A partir daí, você já pode copiar arquivos do celular para o computador. É só marcar um ou mais documentos e clicar com o botão direito do mouse para selecionar "Transferir". Note que também é possível apagar arquivos no aparelho móvel realizando o mesmo processo, mas escolhendo a opção "Eliminar".
Passo 7
Agora, para copiar arquivos do PC para o smartphone, vá em "Carregar Ficheiro", no canto superior direito da tela. Selecione os documentos que você deseja transferir e confirme na opção "Carregar".
Você ainda pode criar novos diretórios no seu celular usando a ferramenta da ASUS. Para isso, basta ir em "Criar Pasta", no canto superior direito, e fazer suas alterações.
A alternativa mais simples e prática é usar sua conexão WiFi. E em apenas duas etapas: a primeira é conectar os dois aparelhos na mesma rede sem fio; a segunda, baixar uma ferramenta na Play Store para intermediar o contato entre o celular e o computador.
Existem inúmeros aplicativos voltados para essa tarefa e, portanto, você pode utilizar o que mais lhe agrada. Para o tutorial abaixo, escolhemos o File Manager, desenvolvido pela ASUS, que oferece tais recursos de um jeito descomplicado.
Passo 1
Antes de mais nada, lembramos novamente que você se certifique de que o seu smartphone e PC estejam conectados na mesma rede WiFi, caso o contrário o processo não vai funcionar.
Passo 2
Feito isso, acesse a Play Store e baixe o File Manager no seu celular.
Passo 3:
Depois de autorizar que o app acesse seus arquivos, selecione a opção "Transferência sem fio de arquivo para PC".
Passo 4
Se você possui um telefone com um micro SD em uso, verá uma mensagem no rodapé da tela encobrindo o botão "Iniciar". Role para baixo e toque nesse botão para começar.
Passo 5
Alguns segundos depois, o aplicativo mostrará um endereço de IP aleatório que servirá como ponto de conexão para a transferência de arquivos. Copie o texto e cole-o no navegador web no seu PC.
Passo 6
A partir daí, você já pode copiar arquivos do celular para o computador. É só marcar um ou mais documentos e clicar com o botão direito do mouse para selecionar "Transferir". Note que também é possível apagar arquivos no aparelho móvel realizando o mesmo processo, mas escolhendo a opção "Eliminar".
Passo 7
Agora, para copiar arquivos do PC para o smartphone, vá em "Carregar Ficheiro", no canto superior direito da tela. Selecione os documentos que você deseja transferir e confirme na opção "Carregar".
Você ainda pode criar novos diretórios no seu celular usando a ferramenta da ASUS. Para isso, basta ir em "Criar Pasta", no canto superior direito, e fazer suas alterações.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
O Facebook não tem sua privacidade como prioridade, diz ex-funcionário
Essa onda é encabeçada por ex-funcionários da empresa, algo que traz mais peso aos relatos. O mais assustador deles vem de Sandy Parakilas, ex-gerente de operações do Facebook, afirmando que o Facebook prioriza a coleta de dados de usuário ao invés de protegê-los contra abusos.
Qual a culpa disso? Segundo Parakilas, o próprio modelo de negócio do Facebook: a venda de propagandas online.
O que eu vi de dentro foi uma companhia que prioriza a coleta de dados de usuários em vez de protegê-los do abuso. O fato de que o Facebook prioriza a coleta e não a segurança de usuários é algo que o torna tão atraente para anunciantes", disse o ex-gerente de operação que trabalhou na rede social entre 2011 e 2012.
Parakilas vai além e comenta que o corpo diretor do Facebook, encabeçado pelo CEO Mark Zuckerber, está preocupado apenas com a cobertura na mídia da rede social. Além disso, que a empresa só realmente protege dados de usuários "quando a mídia ou autoridades se envolvem".
Outros nomes se juntaram ao coro: o ex-presidente Sean Parker, o co-criador do botão 'Curtir' que se chama Justin Rosenstein e o ex-gerente de produto Antonio Garcia Martinez.
Por último, o primeiro presidente do Facebook, Sean Parker, comentou que a rede social "foi desenvolvida para explorar a vulnerabilidade humana" e que "os investidores entendem isso, de maneira consciente", ao Axios.
Em resposta, o Facebook publicou um post dizendo: "Vimos alegações de que não nos importa como os dados das pessoas são usados. Embora seja justo criticar como aplicamos nossas políticas de desenvolvedores há mais de cinco anos, não é verdade sugerir que não nos preocupamos com a privacidade. Os fatos contam uma história diferente".
Qual a culpa disso? Segundo Parakilas, o próprio modelo de negócio do Facebook: a venda de propagandas online.
O que eu vi de dentro foi uma companhia que prioriza a coleta de dados de usuários em vez de protegê-los do abuso. O fato de que o Facebook prioriza a coleta e não a segurança de usuários é algo que o torna tão atraente para anunciantes", disse o ex-gerente de operação que trabalhou na rede social entre 2011 e 2012.
Parakilas vai além e comenta que o corpo diretor do Facebook, encabeçado pelo CEO Mark Zuckerber, está preocupado apenas com a cobertura na mídia da rede social. Além disso, que a empresa só realmente protege dados de usuários "quando a mídia ou autoridades se envolvem".
Outros nomes se juntaram ao coro: o ex-presidente Sean Parker, o co-criador do botão 'Curtir' que se chama Justin Rosenstein e o ex-gerente de produto Antonio Garcia Martinez.
Por último, o primeiro presidente do Facebook, Sean Parker, comentou que a rede social "foi desenvolvida para explorar a vulnerabilidade humana" e que "os investidores entendem isso, de maneira consciente", ao Axios.
Em resposta, o Facebook publicou um post dizendo: "Vimos alegações de que não nos importa como os dados das pessoas são usados. Embora seja justo criticar como aplicamos nossas políticas de desenvolvedores há mais de cinco anos, não é verdade sugerir que não nos preocupamos com a privacidade. Os fatos contam uma história diferente".
Amazon lança serviço de nuvem “secreto” para agências de inteligência
Um novo serviço para a sua já dominante plataforma de computação em nuvem conhecida como AWS. A novidade se chama Secret Region e trata-se de uma instalação da empresa dedicada a fornecer serviços de nuvem para agências de inteligência norte-americanas, tais como a CIA e algumas outras.
Essa Secret Region não é exatamente secreta, apesar do nome, mas é capaz de lidar com software e dados classificados como “secretos”. Em outras palavras, a estrutura conta com um nível de segurança superior ao que a empresa oferece tradicionalmente no AWS.
O produto foi lançado pela Amazon como parte de um acordo de US$ 600 milhões da empresa com a agência de inteligência norte-americana para modernizar a infraestrutura computacional de segurança do país. Ao que parece, outras agências além da CIA poderão acessar o serviço nos EUA, mas não há qualquer informação sobre a internacionalização desse produto.
A não ser que a Amazon esteja disposta a construir estruturas como a Secret Region em cada país cliente, é bastante improvável que a companhia consiga contratos com agências de inteligência internacionais. Isso porque é difícil imaginar qualquer país no mundo disposto a guardar seus dados confidenciais em data centers localizados nos EUA, país conhecido por sua espionagem internacional massiva.
Essa Secret Region não é exatamente secreta, apesar do nome, mas é capaz de lidar com software e dados classificados como “secretos”. Em outras palavras, a estrutura conta com um nível de segurança superior ao que a empresa oferece tradicionalmente no AWS.
O produto foi lançado pela Amazon como parte de um acordo de US$ 600 milhões da empresa com a agência de inteligência norte-americana para modernizar a infraestrutura computacional de segurança do país. Ao que parece, outras agências além da CIA poderão acessar o serviço nos EUA, mas não há qualquer informação sobre a internacionalização desse produto.
A não ser que a Amazon esteja disposta a construir estruturas como a Secret Region em cada país cliente, é bastante improvável que a companhia consiga contratos com agências de inteligência internacionais. Isso porque é difícil imaginar qualquer país no mundo disposto a guardar seus dados confidenciais em data centers localizados nos EUA, país conhecido por sua espionagem internacional massiva.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Hacker roda Windows 95 e SimCity 2000 dentro do iPhone X
A versão mais cara e também a mais poderosa do smartphone da Apple. E mais uma prova de que o seu hardware é potente veio de um canal no YouTube onde ele aparece emulando nada menos do que o Windows 95. Isso mesmo: uma das mais clássicas versões do sistema da Microsoft sendo executada sem grandes problemas dentro do portátil da Maçã.
Mas o canal Hacking Jules não se deu por satisfeito por simplesmente executar o Windows 95: ele rodou um dos mais clássicos jogos para a plataforma da MS, o simulador de cidades SimCity 2000. E tudo isso acontece sem qualquer enrosco, com um tempo de boot baixo e tudo fluindo perfeitamente bem dentro do iPhone X.
O hacker utiliza o aplicativo PowerDOS para rodar o Windows e, posteriormente, rodar o jogo. Lógico que a navegação fica um pouco prejudicada, afinal a interface do Windows 95 não é pensada para uma tela sensível ao toque e é preciso deslizar o dedo pela tela para movimentar o cursor do mouse.
Mesmo assim, o resultado é interessante e destaca não apenas a potência do iPhone X, mas também as possibilidades do smartphone da Apple para quem deseja usá-lo para fins pouco tradicionais, como emular sistemas operacionais e jogos. Combinar tudo isso com outros dispositivos, como teclado, mouse e monitores, pode ser também uma opção bem interessante.
Mas o canal Hacking Jules não se deu por satisfeito por simplesmente executar o Windows 95: ele rodou um dos mais clássicos jogos para a plataforma da MS, o simulador de cidades SimCity 2000. E tudo isso acontece sem qualquer enrosco, com um tempo de boot baixo e tudo fluindo perfeitamente bem dentro do iPhone X.
O hacker utiliza o aplicativo PowerDOS para rodar o Windows e, posteriormente, rodar o jogo. Lógico que a navegação fica um pouco prejudicada, afinal a interface do Windows 95 não é pensada para uma tela sensível ao toque e é preciso deslizar o dedo pela tela para movimentar o cursor do mouse.
Mesmo assim, o resultado é interessante e destaca não apenas a potência do iPhone X, mas também as possibilidades do smartphone da Apple para quem deseja usá-lo para fins pouco tradicionais, como emular sistemas operacionais e jogos. Combinar tudo isso com outros dispositivos, como teclado, mouse e monitores, pode ser também uma opção bem interessante.
Material sobre o video de graduação sobre sistemas para internet
Origem:Tecnológico
Duração do curso: 3 anos Turno: Noite
valor de 4 disciplina -R$ 503,57
Modalidade :EAD
Vai preparar você para realizar registros individuais de estimativas de tempo, esforços e qualidade no desenvolvimento de artefatos de software e desenvolver códigos para sistemas de computação voltados para a Internet sem deixar de considerar também aspectos possíveis de reuso e integração de recursos. Você também será capacidado para gerenciar equipes de desenvolvimento de sistemas, ou atuar nelas, realizando funções de programação, análise, projeto ou teste de software. Ao longo da graduação você irá aprender a atuar de forma criativa e empreendedora tanto em organizações como no planejamento, na implementação e na gestão de seu próprio negócio.
Mercado de trabalho e área de atuação do profissional formado em Sistemas para Internet
O curso de Sistemas para Internet da UNISINOS irá preparar os futuros profissionais para atuar em diferentes frentes dentro de uma instituição, pois o foco da formação do curso volta-se para, além do desenvolvimento dos aplicativos, a compreensão da estrutura e funções das organizações, de marketing, de comércio eletrônico, bem como de ética e antropologia. Todos esses elementos visam proporcionar aos egressos uma formação que os prepare para o mercado de trabalho e os seus desafios.
Áreas de atuação de Sistemas para Internet
Especialistas em Sistemas para Internet são capazes de planejar, desenvolver, implantar e gerenciar programas, interfaces e aplicativos. Eles criam lojas virtuais, páginas e portais para internet e intranet, por exemplo.
A criação dos Sistemas para Internet é realizada em etapas e um especialista nesta área pode se concentrar em alguma delas ou gerenciar esses projetos como um todo.
Vamos conhecer algumas das áreas de atuação para quem se forma em Sistemas para Internet e entender melhor o trabalho deste especialista.
1. Web Design
2. Desenvolvimento e Manutenção de Sites
3. Administração de Websites
4. Segurança da Informação na Web
Salários
Sistemas para Internet tem mercado crescente, o campo de trabalho é vasto, há ótimas oportunidades com games, aplicativos mobiles, design e redes sociais. A área de atuação também possui boas possibilidades de remuneração. Os salários chegam até R$ 20 mil para profissionais experientes em empresas especializadas.
Webdesign
Web Designer Júnior: R$ 1.900,00;
Web Designer Pleno: R$ 3.500,00;
Web Designer Sênior: R$ 6.000,00.
Suporte e atendimento ao cliente
Analista de atendimento Júnior: R$ 1.420,00;
Analista de atendimento Pleno: R$ 2.233,00;
Analista de atendimento Sênior: R$ 4.491,00.
Desenvolvimento de sites e sistemas
Analista de sistemas Júnior: R$ 2.600,00;
Analista de sistemas Pleno: R$ 4.090,00;
Analista de sistemas Sênior: R$ 6.040,00.
Manutenção e administração de sites e sistemas
Administrador Júnior: R$ 1.900,00;
Administrador Pleno: R$ 2.900,00;
Administrador Sênior: R$ 3.950,00.
Duração do curso: 3 anos Turno: Noite
valor de 4 disciplina -R$ 503,57
Modalidade :EAD
Vai preparar você para realizar registros individuais de estimativas de tempo, esforços e qualidade no desenvolvimento de artefatos de software e desenvolver códigos para sistemas de computação voltados para a Internet sem deixar de considerar também aspectos possíveis de reuso e integração de recursos. Você também será capacidado para gerenciar equipes de desenvolvimento de sistemas, ou atuar nelas, realizando funções de programação, análise, projeto ou teste de software. Ao longo da graduação você irá aprender a atuar de forma criativa e empreendedora tanto em organizações como no planejamento, na implementação e na gestão de seu próprio negócio.
Mercado de trabalho e área de atuação do profissional formado em Sistemas para Internet
O curso de Sistemas para Internet da UNISINOS irá preparar os futuros profissionais para atuar em diferentes frentes dentro de uma instituição, pois o foco da formação do curso volta-se para, além do desenvolvimento dos aplicativos, a compreensão da estrutura e funções das organizações, de marketing, de comércio eletrônico, bem como de ética e antropologia. Todos esses elementos visam proporcionar aos egressos uma formação que os prepare para o mercado de trabalho e os seus desafios.
Áreas de atuação de Sistemas para Internet
Especialistas em Sistemas para Internet são capazes de planejar, desenvolver, implantar e gerenciar programas, interfaces e aplicativos. Eles criam lojas virtuais, páginas e portais para internet e intranet, por exemplo.
A criação dos Sistemas para Internet é realizada em etapas e um especialista nesta área pode se concentrar em alguma delas ou gerenciar esses projetos como um todo.
Vamos conhecer algumas das áreas de atuação para quem se forma em Sistemas para Internet e entender melhor o trabalho deste especialista.
1. Web Design
2. Desenvolvimento e Manutenção de Sites
3. Administração de Websites
4. Segurança da Informação na Web
Salários
Sistemas para Internet tem mercado crescente, o campo de trabalho é vasto, há ótimas oportunidades com games, aplicativos mobiles, design e redes sociais. A área de atuação também possui boas possibilidades de remuneração. Os salários chegam até R$ 20 mil para profissionais experientes em empresas especializadas.
Webdesign
Web Designer Júnior: R$ 1.900,00;
Web Designer Pleno: R$ 3.500,00;
Web Designer Sênior: R$ 6.000,00.
Suporte e atendimento ao cliente
Analista de atendimento Júnior: R$ 1.420,00;
Analista de atendimento Pleno: R$ 2.233,00;
Analista de atendimento Sênior: R$ 4.491,00.
Desenvolvimento de sites e sistemas
Analista de sistemas Júnior: R$ 2.600,00;
Analista de sistemas Pleno: R$ 4.090,00;
Analista de sistemas Sênior: R$ 6.040,00.
Manutenção e administração de sites e sistemas
Administrador Júnior: R$ 1.900,00;
Administrador Pleno: R$ 2.900,00;
Administrador Sênior: R$ 3.950,00.
sábado, 18 de novembro de 2017
Novo video no canal
Novo vídeo sobre a graduação de sistemas para internet,para você que está quem sabe ainda indeciso em que curso vai cursar na faculdade,ai vai uma alternativa!
https://www.youtube.com/watch?v=bHVXt1hQVoE&feature=youtu.be
https://www.youtube.com/watch?v=bHVXt1hQVoE&feature=youtu.be
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Fishball: projeto no Indiegogo vende câmeras de 360 graus para iPhones
Uma versão compatível com um smartphone e seja mais acessível para as pessoas. Chegou a hora, agora, das câmeras de 360 graus, que registram imagens em todos os ângulos gerando uma imagem em esfera que pode ser vista de todos os pontos.
Vendo tudo
A Fishball funciona como uma lente de clipe, daquelas que prendemos como um pregador de roupas no dispositivo. Basta alinhar as lentes e pronto, é possível registrar imagens que podem até ser usadas em aplicações de realidade virtual ou publicadas no Facebook ou no YouTube, por exemplo.
Ainda falta um mês para a campanha ser encerrada e o objetivo dela é arrecadar US$ 50 mil, ou R$ 164 mil. Você conseguir uma Fishball por US$ 39, ou R$ 128, na promoção Early Bird, enquanto que outros pacotes mais caros incluem case para a lente, pano especial para limpá-la e muito mais.
Vendo tudo
A Fishball funciona como uma lente de clipe, daquelas que prendemos como um pregador de roupas no dispositivo. Basta alinhar as lentes e pronto, é possível registrar imagens que podem até ser usadas em aplicações de realidade virtual ou publicadas no Facebook ou no YouTube, por exemplo.
Ainda falta um mês para a campanha ser encerrada e o objetivo dela é arrecadar US$ 50 mil, ou R$ 164 mil. Você conseguir uma Fishball por US$ 39, ou R$ 128, na promoção Early Bird, enquanto que outros pacotes mais caros incluem case para a lente, pano especial para limpá-la e muito mais.
Invites! Facebook descontinua recurso que você já deve ter bloqueado
O Facebook informou hoje que está descontinuando uma das funcionalidades menos adoradas de todos os tempos: o App Invites. Você talvez nunca tenha ouvido falar no nome dela, mas certamente já bloqueou suas atividades várias vezes. A frase "Seu amigo está te pedindo vidas em um jogo que você não joga" diz algo para você?
Em resumo: este recurso era o que permitia aos usuários de apps enviarem convites e notificações para outros usuários — "Candy Crush", "Bejeweled", "Farmville" e tantos outros que você já deve ter se lembrado neste momento. Para quem tem muitos amigos viciados em games sociais, isso era algo bem incômodo.
Com o fim da funcionalidade, isso não será mais permitido para os apps e games cadastrados no Facebook. Apesar da boa notícia, vale dizer que não veremos uma adesão completa nesta momento. Pois é, o processo vai ser um pouco lento. Mesmo assim, o Facebook garante que até fevereiro de 2018 todos os apps conectados à rede social vão estar 100% livres do Invites. Será que alguém vai achar isso ruim?
Em resumo: este recurso era o que permitia aos usuários de apps enviarem convites e notificações para outros usuários — "Candy Crush", "Bejeweled", "Farmville" e tantos outros que você já deve ter se lembrado neste momento. Para quem tem muitos amigos viciados em games sociais, isso era algo bem incômodo.
Com o fim da funcionalidade, isso não será mais permitido para os apps e games cadastrados no Facebook. Apesar da boa notícia, vale dizer que não veremos uma adesão completa nesta momento. Pois é, o processo vai ser um pouco lento. Mesmo assim, o Facebook garante que até fevereiro de 2018 todos os apps conectados à rede social vão estar 100% livres do Invites. Será que alguém vai achar isso ruim?
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Imposto para Netflix e Spotify em São Paulo é sancionado por Doria
O prefeito de São Paulo João Doria acaba de sancionar a agora Lei 16.575/17, que adiciona a serviços como Netflix, Spotify e Deezer a cobrança de Imposto Sobre Serviço (ISS).
De acordo com o jornal Estadão, a mudança prevê o pagamento de uma aliquota de 2,9% para os serviços que operam na cidade, e tem vigência a partir de hoje (15). A cobrança em si, porém, deve começar a partir de dezembro.
Vale notar também que a nova norma também incluía um trecho que previa a isenção de impostos para templos religiosos. No entanto, essa parte foi vetada pelo prefeito, por ser, segundo ele, considerada inconstitucional.
Em meio às más notícias, ao menos podemos nos consolar de que a Netflix já avisou que não vai repassar esse valor para seus assinantes. Visto, porém, que isso afeta muitos outros serviços e que muitas gigantes ainda não se decidiram sobre a questão, é difícil não ficar apreensivo com o futuro dos custos que pagaremos para utilizar tudo isso.
De acordo com o jornal Estadão, a mudança prevê o pagamento de uma aliquota de 2,9% para os serviços que operam na cidade, e tem vigência a partir de hoje (15). A cobrança em si, porém, deve começar a partir de dezembro.
Vale notar também que a nova norma também incluía um trecho que previa a isenção de impostos para templos religiosos. No entanto, essa parte foi vetada pelo prefeito, por ser, segundo ele, considerada inconstitucional.
Em meio às más notícias, ao menos podemos nos consolar de que a Netflix já avisou que não vai repassar esse valor para seus assinantes. Visto, porém, que isso afeta muitos outros serviços e que muitas gigantes ainda não se decidiram sobre a questão, é difícil não ficar apreensivo com o futuro dos custos que pagaremos para utilizar tudo isso.
Ti Planet Rádio- alcança 10 mil visualizações no You Tube
Olá pessoal estamos aqui para agradecer, a todos que tem visualizado as postagens,feitas aqui neste blog,em relação ao nosso canal no you tube ,(Ti Planet Rádio),nós alcançamos uma grande meta.entretanto se fosse à vocês,não chegaríamos a este objetivo.muito obrigado!
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Galaxy S8 Microsoft Edition começa a ser vendido US$ 724
Dos aparelhos Galaxy S8 e Galaxy S8+, da Samsung, em uma versão própria. Os Galaxy S8 Microsoft Edition chegam ao mercado com as mesmas especificações de sempre, porém, o sistema operacional conta com aplicativos MS integrados e a Microsoft Launcher logo de cara.
O Microsoft Launcher está disponível para download gratuito na Google Play e você pode experimentar agora no seu smartphone. Segundo a desenvolvedora, ele oferece uma maneira mais personalizada para você acompanhar os seus feeds e atividades.
O Galaxy S8 é vendido por US$ 724 (R$ 2,3 mil em conversão direta) na versão Microsoft Edition. Já o Galaxy S8+, nesta versão, sai por US$ 824 (R$ 2,7 mil).
O Microsoft Launcher está disponível para download gratuito na Google Play e você pode experimentar agora no seu smartphone. Segundo a desenvolvedora, ele oferece uma maneira mais personalizada para você acompanhar os seus feeds e atividades.
O Galaxy S8 é vendido por US$ 724 (R$ 2,3 mil em conversão direta) na versão Microsoft Edition. Já o Galaxy S8+, nesta versão, sai por US$ 824 (R$ 2,7 mil).
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Nomes no Twitter agora podem ter até 50 caracteres
A rede social anunciou hoje uma mudança que aumenta o limite de caracteres para o nome de exibição nos perfis de usuários de 20 para 50. Com isso, se seus pais queriam homenagear Dom Pedro II com o tamanho do seu nome, agora você pode fazer o mesmo em sua conta do Twitter.
É interessante notar, entretanto, que isso não se aplica ao seu nome de usuário propriamente dito, aquele que vem com uma “@” na frente. Esse continua tendo no máximo 15 caracteres e não sabemos se um dia será expandido. O que você pode mudar é apenas o nome que fica exibido em destaque no seu perfil. Em seus tweets, o nome é resumido para 36 caracteres.
Para experimentar, faça login no Twitter e clique na sua foto, na parte superior direita da tela, e escolha “Perfil”. Em seguida, clique em “Editar Perfil”. Seu nome de exibição fica editável imediatamente, e, ao que parece, o novo limite de 50 caracteres já está disponível globalmente.
A priorização de produtos do Twitter é como quando você tem coisas superimportantes para fazer, mas é algo muito estressante. Então você fica só procrastinando.
Mas nos diga o que você acha dessa nova mudança na rede social. Ter um nome maior realmente faz alguma diferença ou você acha que nunca precisaria disso por lá?
É interessante notar, entretanto, que isso não se aplica ao seu nome de usuário propriamente dito, aquele que vem com uma “@” na frente. Esse continua tendo no máximo 15 caracteres e não sabemos se um dia será expandido. O que você pode mudar é apenas o nome que fica exibido em destaque no seu perfil. Em seus tweets, o nome é resumido para 36 caracteres.
Para experimentar, faça login no Twitter e clique na sua foto, na parte superior direita da tela, e escolha “Perfil”. Em seguida, clique em “Editar Perfil”. Seu nome de exibição fica editável imediatamente, e, ao que parece, o novo limite de 50 caracteres já está disponível globalmente.
A priorização de produtos do Twitter é como quando você tem coisas superimportantes para fazer, mas é algo muito estressante. Então você fica só procrastinando.
Mas nos diga o que você acha dessa nova mudança na rede social. Ter um nome maior realmente faz alguma diferença ou você acha que nunca precisaria disso por lá?
Entenda a quem realmente pertence o conteúdo que você postana internet
Quando era preciso esperar o lançamento das músicas do seu cantor favorito em CD para poder escutar quando quisesse? Ou quando precisava alugar filmes na locadora para assistir em casa? Pois é, hoje em dia, essas coisas parecem nem mesmo ter acontecido, de tão distantes.
É verdade que, atualmente, é fácil conseguir qualquer um desses conteúdos de forma ilegal, ignorando os direitos autorais. Porém, será que são só cantores e artistas que sofrem com a cópia de seu trabalho? Afinal, é bem provável que você já tenha postado alguma foto ou texto de sua autoria que foi copiado. Então, de quem é o conteúdo postado online? A menos que você seja um leitor fiel dos termos de uso dos sites em que se cadastra, essa é uma pergunta cuja resposta não fica muito clara para os usuários. Aliás, os termos de uso parecem inofensivos, mas caso você os tenha aceitado sem ler, pode ser que tenha acabado perder os direitos sobre a foto do aniversário da sua prima de 5 anos.
O que é o copyright?
Podemos resumir o copyright em duas palavras: “direito autoral”. Essa é a proteção mais básica que você possui para qualquer coisa que criar — seja uma redação que você demorou dias para terminar, seja um roteiro de qualquer produção audiovisual —, sem que precise assinar formulário algum. Prático, né? Isso significa que, caso alguém copie ou use seu trabalho sem te dar os devidos créditos, você pode interferir.
No caso da internet, a ideia continua a mesma: o conteúdo é seu de qualquer forma. O problema é que o copyright protege escritos, filmes, músicas e até mesmo projetos de arquitetura, de modo que você não pode copiar uma ideia — mas pode copiar a forma como ela foi dita. Mesmo que a pessoa não use seu trabalho inteiro, ela pode pegar apenas algumas partes dele para desenvolver ou mudar da forma como preferir.
E os termos de uso?
Chegamos a um ponto crucial que costuma passar despercebido pelos usuários. Lembra daqueles parágrafos que você provavelmente pulou quando realizou seu cadastro no Facebook, no Twitter e no Instagram?
Pois é, agora é a hora de descobrir o que havia naqueles textos. É muito difícil que algum usuário realmente pare para ler os termos de uso de qualquer plataforma, de modo que a surpresa acontece ao descobrir que ela provavelmente possui direitos sobre o conteúdo enviado pelo usuário. E pior: a pessoa permitiu isso.
Vamos utilizar um exemplo para ficar mais claro. As fotos das suas férias são suas? Inicialmente, sim. Só que, quando você as postou na sua linha do tempo do Facebook — ou, melhor dizendo, as enviou para o servidor da rede social —, a empresa de Mark Zuckerbeg pode utilizá-las como bem entender. Mas, se o copyright está sempre protegendo o usuário, o que é possível fazer nessas situações?
Essa é uma brecha do copyright. Mesmo que os seus direitos sobre o conteúdo estejam intactos, você aceitou que a empresa utilizasse suas fotos, vídeos e textos lá nos termos de uso. Na prática, isso significa que o Facebook pode repostar sua foto, o Instagram pode mostrar seu post na busca por hashtags, e por aí vai.
Como eu protejo meu conteúdo?
Pode ser um pouco assustador que a maioria das redes sociais que utilizamos possuem direitos sobre os nossos conteúdos porque nós permitimos isso. Por mais que seja chato e entediante, é importantíssimo começar a ler os termos de uso dos sites que você utiliza, nem que seja para ter uma noção de até onde vão os direitos da empresa sobre o conteúdo que os usuários postam no site.
Outra opção é simplesmente manter o conteúdo offline. Se você escreveu um texto bacana ou tirou uma bela foto e quer ter certeza de que realmente ninguém vai copiar algum desses conteúdos, o jeito é manter tudo bem longe da internet. Assim, pelo menos você garante que nenhuma pessoa usará seu trabalho de forma indevida.
Na verdade, o direito de tudo que for produzido por você é, sim, seu. No fim, só é preciso que você seja cuidadoso com o local onde está enviando suas criações, porque é nesse momento que você permite — mesmo sem saber — que as empresas utilizem suas produções.
sábado, 11 de novembro de 2017
Google deve desembolsar mais dinheiro com parceiro
Os números foram acima do estimado por Wall Street. Apesar disso, a empresa possui uma pequena questão que pode não agradar investidores: eles têm de investir mais dinheiro para pagar parceiros de negócios. Que tipo de parcerias são essas? Quem são esses parceiros? Ninguém sabe.
Ruth Porat, CFO da gigante, deixou analistas com dúvidas quando informou, logo no início da apresentação, que a expectativa é de que os custos com aquisições de tráfego (ou simplesmente TAC) aumentem no futuro e abocanhem uma porcentagem da receita da empresa. TAC é o tanto de dinheiro que o Google paga a parceiros como fabricantes de smartphones e computadores, e outras empresas (incluindo a Apple), para promoverem seus serviços, ganhando mais cliques e gerando mais tráfego para seu site.
O TAC já apresentava aumentos significativos (no resultado do terceiro trimestre, os custos com essa divisão chegaram a crescer 23%). Esse crescimento foi justificado como "mudanças nos acordos com parceiros" e a reestruturação de foco da empresa para o mobile. Mas Ruth não deu mais detalhes sobre os acordos ou os parceiros envolvidos. Nadica de nada.
Isso soa como Apple
Uma das teorias levantadas por analistas de mercado é que esse aumento tem a ver com a Apple - mais precisamente com um acordo que o Google fez com a gigante de Cupertino e que torna o buscador da empresa como página principal por padrão no navegador Safari em aparelhos Apple, como iPhones e iPads.
E como todo acordo entre titãs não sai barato, é possível que o Google tenha desembolsado US$ 1 bilhão em 2014 para a Apple nesse sentido, de acordo com Toni Sacconaghi, analista da Bernstein – e, agora, esse número pode estar próximo dos US$ 3 bilhões, de acordo com relatório da CNBC feito em agosto.
Não tá fácil nem para o Google
Qualquer que seja a justificativa, o aumento do TAC pode ser ao mesmo tempo uma benção e uma fraqueza para a gigante.
Isso porque essa crescente dependência que a empresa está desenvolvendo com a Apple pode ser um tiro no pé. Afinal, a gigante de Cupertino pode crescer tanto nesse sentido que acaba tomando as rédeas do negócio (o que não necessariamente pode acabar bem para o Google, que terá uma parte valiosa do seu tráfego nas mãos da concorrência). "Não é uma ameaça existencial, mas é um custo que continuará a crescer", afirma Ben Schachter, analista da Macquarie, ao Business Insider.
Ao mesmo tempo, o Google está ciente do dinheiro que esse tipo de acordo pode representar para ele em termos de despesas e sabe também que pode renunciar quando quiser.
A companhia fez isso no passado com a Mozilla, em um movimento que se mostrou acertado. Claro que não podemos comparar o Firefox com o iPhone, porque são dois negócios distintos. Mas parece que o acordo com a Apple, ao menos por enquanto, parece ser mais vantajoso do que nocivo (e os bilhões são um pequeno preço a ser pago pela parceria).
Ruth Porat, CFO da gigante, deixou analistas com dúvidas quando informou, logo no início da apresentação, que a expectativa é de que os custos com aquisições de tráfego (ou simplesmente TAC) aumentem no futuro e abocanhem uma porcentagem da receita da empresa. TAC é o tanto de dinheiro que o Google paga a parceiros como fabricantes de smartphones e computadores, e outras empresas (incluindo a Apple), para promoverem seus serviços, ganhando mais cliques e gerando mais tráfego para seu site.
O TAC já apresentava aumentos significativos (no resultado do terceiro trimestre, os custos com essa divisão chegaram a crescer 23%). Esse crescimento foi justificado como "mudanças nos acordos com parceiros" e a reestruturação de foco da empresa para o mobile. Mas Ruth não deu mais detalhes sobre os acordos ou os parceiros envolvidos. Nadica de nada.
Isso soa como Apple
Uma das teorias levantadas por analistas de mercado é que esse aumento tem a ver com a Apple - mais precisamente com um acordo que o Google fez com a gigante de Cupertino e que torna o buscador da empresa como página principal por padrão no navegador Safari em aparelhos Apple, como iPhones e iPads.
E como todo acordo entre titãs não sai barato, é possível que o Google tenha desembolsado US$ 1 bilhão em 2014 para a Apple nesse sentido, de acordo com Toni Sacconaghi, analista da Bernstein – e, agora, esse número pode estar próximo dos US$ 3 bilhões, de acordo com relatório da CNBC feito em agosto.
Não tá fácil nem para o Google
Qualquer que seja a justificativa, o aumento do TAC pode ser ao mesmo tempo uma benção e uma fraqueza para a gigante.
Isso porque essa crescente dependência que a empresa está desenvolvendo com a Apple pode ser um tiro no pé. Afinal, a gigante de Cupertino pode crescer tanto nesse sentido que acaba tomando as rédeas do negócio (o que não necessariamente pode acabar bem para o Google, que terá uma parte valiosa do seu tráfego nas mãos da concorrência). "Não é uma ameaça existencial, mas é um custo que continuará a crescer", afirma Ben Schachter, analista da Macquarie, ao Business Insider.
Ao mesmo tempo, o Google está ciente do dinheiro que esse tipo de acordo pode representar para ele em termos de despesas e sabe também que pode renunciar quando quiser.
A companhia fez isso no passado com a Mozilla, em um movimento que se mostrou acertado. Claro que não podemos comparar o Firefox com o iPhone, porque são dois negócios distintos. Mas parece que o acordo com a Apple, ao menos por enquanto, parece ser mais vantajoso do que nocivo (e os bilhões são um pequeno preço a ser pago pela parceria).
KRACK: aparelhos Google só receberão correção de falha no WiFi em dezembro
No padrão internacional do WiFi descoberta no mês passado chamada KRACK ainda não foi corrigida em aparelhos da Google. Segundo informações do ARS Technica, a empresa havia prometido blindar smartphones Nexus e Pixel contra o problema na atualização de segurança de novembro, mas parece que o problema foi postergado para dezembro. Enquanto isso, outras fabricantes de smartphones Android já começaram a atualizar seus dispositivos para evitar a exploração do KRACK.
Apesar de ter foco maior no Android — 41% dos dispositivos com o sistema da Google estariam vulneráveis a esse ataque, algo considerado “especialmente devastador” pelos especialistas —, a falha está presente nas criptografias WPA e WPA2, ou seja, gadgets com Windows, macOS, iOS (e outros sistemas baseados no Linux) também estão sujeitos a sofrer as consequências dela.
O grande problema envolvendo o Android diz respeito aos gadgets rodando as versões 6.0 ou superior da plataforma do robozinho verde. De acordo com os pesquisadores, uma vulnerabilidade no sistema da Google “torna trivial a interceptação e manipulação do tráfego”, o que dá ares ainda mais sinistros a essa nova ameaça. De acordo com o um relatório divulgado em 16 de outubro, usuários do macOS e de OpenBSD também estão bastante vulneráveis, ampliando ainda mais a possibilidade de ação de invasores.
Por ser uma falha amplamente conhecida, muitas empresas estão correndo para eliminar o problema em seus smartphones, mas, até o momento, não há relatos vítimas do KRACK. A razão para o atraso na atualização da Google não foi informada, mas a empresa deixou claro que a correção só será distribuída no mês que vem.
Apesar de ter foco maior no Android — 41% dos dispositivos com o sistema da Google estariam vulneráveis a esse ataque, algo considerado “especialmente devastador” pelos especialistas —, a falha está presente nas criptografias WPA e WPA2, ou seja, gadgets com Windows, macOS, iOS (e outros sistemas baseados no Linux) também estão sujeitos a sofrer as consequências dela.
O grande problema envolvendo o Android diz respeito aos gadgets rodando as versões 6.0 ou superior da plataforma do robozinho verde. De acordo com os pesquisadores, uma vulnerabilidade no sistema da Google “torna trivial a interceptação e manipulação do tráfego”, o que dá ares ainda mais sinistros a essa nova ameaça. De acordo com o um relatório divulgado em 16 de outubro, usuários do macOS e de OpenBSD também estão bastante vulneráveis, ampliando ainda mais a possibilidade de ação de invasores.
Por ser uma falha amplamente conhecida, muitas empresas estão correndo para eliminar o problema em seus smartphones, mas, até o momento, não há relatos vítimas do KRACK. A razão para o atraso na atualização da Google não foi informada, mas a empresa deixou claro que a correção só será distribuída no mês que vem.
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Usuários do Tinder podem esperar novidades em 2018
Os usuários do aplicativo de encontros devem esperar por novidades na plataforma. Tudo aconteceu durante o evento de revelação da receita trimestral da empresa. Para espantar um pouco o tédio do “arrasta para a direita, arrasta para a esquerda”, o aplicativo deve ganhar experiências de conteúdo ricas e dinâmicas que podem envolver atividades realizadas pelo seu match.
Se você achou essa informação meio vaga, você não está sozinho nessa. Segundo Blatt, a partir do começo de 2018 o Tinder vai trazer recursos para colocá-lo mais a fundo nas atividades que seus matches estão fazendo para dar mais intimidade nesse relacionamento. O que isso realmente significa, é provável que vamos saber apenas ano que vem.
Inteligência atraente
Um novo sistema de Inteligência artificial vai passar a funcionar no Tinder para personalizar as experiências dos usuários individualmente
Além disso, um novo sistema de inteligência artificial vai passar a funcionar no Tinder para personalizar as experiências dos usuários individualmente, levando em conta a maneira como você usa a plataforma. Tendo como intenção diminuir o limite entre real e virtual, recursos que levam em conta o seu posicionamento – e de seu público-alvo – também vão estrear no aplicativo.
Quanto à receita geral da Match, tudo vai muito bem, com a empresa apresentando um valor de US$ 343 milhões, ou R$ 1,1 bilhão, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. O serviço de assinatura do Tinder ganhou novos 476 mil pagantes nesse trimestre e as ações da Match subiram de 5,6% para 28,4% no momento da revelação da receita da empresa. Pelo jeito, o Tinder está em pleno romance com seus usuários.
Se você achou essa informação meio vaga, você não está sozinho nessa. Segundo Blatt, a partir do começo de 2018 o Tinder vai trazer recursos para colocá-lo mais a fundo nas atividades que seus matches estão fazendo para dar mais intimidade nesse relacionamento. O que isso realmente significa, é provável que vamos saber apenas ano que vem.
Inteligência atraente
Um novo sistema de Inteligência artificial vai passar a funcionar no Tinder para personalizar as experiências dos usuários individualmente
Além disso, um novo sistema de inteligência artificial vai passar a funcionar no Tinder para personalizar as experiências dos usuários individualmente, levando em conta a maneira como você usa a plataforma. Tendo como intenção diminuir o limite entre real e virtual, recursos que levam em conta o seu posicionamento – e de seu público-alvo – também vão estrear no aplicativo.
Quanto à receita geral da Match, tudo vai muito bem, com a empresa apresentando um valor de US$ 343 milhões, ou R$ 1,1 bilhão, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. O serviço de assinatura do Tinder ganhou novos 476 mil pagantes nesse trimestre e as ações da Match subiram de 5,6% para 28,4% no momento da revelação da receita da empresa. Pelo jeito, o Tinder está em pleno romance com seus usuários.
Intel quer chips gráficos dedicados próprios e contrata ex-AMD para isso
A AMD e a Intel iriam dar as mãos e viver uma linda história juntas, mas isso não deve durar muito. Isso porque a Intel contratou Raja Koduri, até então responsável pela divisão Radeon, para encabeçar uma nova área de chips gráficos da empresa, focada no desenvolvimento de placas de vídeo dedicadas.
Chamada de “Core and Visual Computing Group” (Computação Visual e de Núcleo), que será uma iniciativa inédita para a Intel e que a coloca diretamente na briga com a AMD e com a NVIDIA no campo de chipsets gráficos dedicados. Se isso vai significar um problema na relação entre as duas empresas, ainda não se sabe.
A Intel afirma que Koduri vai ajudar a desenvolver as capacidades da companhia na parte gráfica, mas não se resumirá a isso: os componentes não apenas farão os games ficarem mais bonitos e rápidos, mas também ajudarão na parte de mídia, processamento de imagens e machine learning. Não há, no entanto, maiores detalhes sobre como tudo isso vai funcionar e quando veremos VGAs da Intel por aí.
Chamada de “Core and Visual Computing Group” (Computação Visual e de Núcleo), que será uma iniciativa inédita para a Intel e que a coloca diretamente na briga com a AMD e com a NVIDIA no campo de chipsets gráficos dedicados. Se isso vai significar um problema na relação entre as duas empresas, ainda não se sabe.
A Intel afirma que Koduri vai ajudar a desenvolver as capacidades da companhia na parte gráfica, mas não se resumirá a isso: os componentes não apenas farão os games ficarem mais bonitos e rápidos, mas também ajudarão na parte de mídia, processamento de imagens e machine learning. Não há, no entanto, maiores detalhes sobre como tudo isso vai funcionar e quando veremos VGAs da Intel por aí.
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Como limpar a fila de impressão no Windows 10
Em alguma situação em que tentou imprimir algo, mas nada aconteceu? Há uma série de razões que impedem as impressões de serem executadas normalmente.
Nesse caso, os documentos podem ficar presos em uma fila de impressão, sendo necessário limpá-las manualmente para que as impressões voltem a funcionar.
1. Na barra de pesquisas do Windows 10, procure por "Executar" ou pressione as teclas Win + R no teclado. Em seguida, digite services.msc e pressione "Enter".
2. Na janela de Serviços, procure por "Spooler de Impressão". Clique com o botão direito e selecione "Parar".
3. Em seguida, acesse a pasta C:\Windows\System32\Spool\Printers e apague todo o conteúdo que estiver dentro dela. (Será necessário ter a permissão de administrador da máquina)
4. Volte na janela de "Serviços". Clique com o botão direito em "Spooler de Impressão" e selecione "Iniciar". Pronto! A fila de impressão estará limpa, e seus trabalhos vão voltar a ser impressos normalmente.
Nesse caso, os documentos podem ficar presos em uma fila de impressão, sendo necessário limpá-las manualmente para que as impressões voltem a funcionar.
1. Na barra de pesquisas do Windows 10, procure por "Executar" ou pressione as teclas Win + R no teclado. Em seguida, digite services.msc e pressione "Enter".
2. Na janela de Serviços, procure por "Spooler de Impressão". Clique com o botão direito e selecione "Parar".
3. Em seguida, acesse a pasta C:\Windows\System32\Spool\Printers e apague todo o conteúdo que estiver dentro dela. (Será necessário ter a permissão de administrador da máquina)
4. Volte na janela de "Serviços". Clique com o botão direito em "Spooler de Impressão" e selecione "Iniciar". Pronto! A fila de impressão estará limpa, e seus trabalhos vão voltar a ser impressos normalmente.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Apple deve lançar dois modelos de iPhone com tela OLED em 2018
A Apple não apenas por ser o smartphone mais caro já produzido pela empresa, mas também por ser o primeiro da marca a trazer uma tela OLED no lugar de um display de LCD. Para 2018, a fabricante deve continuar investindo nessa tecnologia e a principal aposta é de que sejam lançados dois modelos diferentes com essa tecnologia.
Quem faz a previsão é o analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo, um dos mais renomados quando se fala em mercado mobile. Segundo Kuo, a Apple deve lançar um sucessor do iPhone X e também uma versão Plus, ambas com painéis OLED. Ainda segundo o analista, a Apple adotaria mais partes em aço do que aquelas usadas no modelo deste ano, aprimorando assim a transmissão de dados do gadget.
Além disso, os dois modelos trariam também uma câmera frontal com a tecnologia TrueDepth, garantindo Face ID em ambos. A partir dessa informação, é presumível que os iPhones lançados em 2018 repetirão o design do iPhone X, sem botão físico na parte frontal.
As novas informações corroboram parte dos rumores vindos da Ásia em julho deste ano. Na época, falou-se que a Maçã lançaria aparelhos com tela OLED, tal qual antecipado agora por Kuo, porém a aposta era o lançamento de três modelos. Kuo costuma ser preciso em suas previsões, portanto, é mais provável que vejamos “apenas” uma dupla de iPhones em 2018.
Quem faz a previsão é o analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo, um dos mais renomados quando se fala em mercado mobile. Segundo Kuo, a Apple deve lançar um sucessor do iPhone X e também uma versão Plus, ambas com painéis OLED. Ainda segundo o analista, a Apple adotaria mais partes em aço do que aquelas usadas no modelo deste ano, aprimorando assim a transmissão de dados do gadget.
Além disso, os dois modelos trariam também uma câmera frontal com a tecnologia TrueDepth, garantindo Face ID em ambos. A partir dessa informação, é presumível que os iPhones lançados em 2018 repetirão o design do iPhone X, sem botão físico na parte frontal.
As novas informações corroboram parte dos rumores vindos da Ásia em julho deste ano. Na época, falou-se que a Maçã lançaria aparelhos com tela OLED, tal qual antecipado agora por Kuo, porém a aposta era o lançamento de três modelos. Kuo costuma ser preciso em suas previsões, portanto, é mais provável que vejamos “apenas” uma dupla de iPhones em 2018.
Rival do Chromecast, Amazon Fire TV Stick será lançado no Brasil
No Brasil ao começar a vender eletrônicos, games e outros produtos em sua filial brasileira. Agora, depois de passar a cobrar a mensalidade do Prime Video em reais, a companhia anuncia o lançamento do Amazon Fire TV Sitck Basic Edition em território nacional.
Rival do Chromecast, o Fire TV Stick tem suporte para aplicativos como Netflix e Prime Video, além de jogos, serviços de músicas e outros apps. Ele será lançado em 100 novos países e territórios, dentre os quais está o Brasil. Além disso, o dongle da Amazon também ganha suporte para português brasileiro, outra novidade para o público daqui.
O dispositivo de streaming da Amazon conta com processador de quatro núcleos, 1 GB de memória RAM e 8 GB para armazenamento interno. Ele transmite conteúdos em Full HD (1080p) e pode ser configurado totalmente de maneira remota. Assim como o dispositivo da Google, ele precisa apenas ser conectado à entrada HDMI de uma televisão para funcionar. Depois, basta configurar a rede WiFi e começar a transmitir tudo a partir de um smartphone, tablet ou PC.
Apesar de confirmar o lançamento do Fire TV Stick no Brasil, a Amazon não cravou uma data exata para o início das vendas nem o preço pelo qual o aparelho será comercializado por aqui.
Rival do Chromecast, o Fire TV Stick tem suporte para aplicativos como Netflix e Prime Video, além de jogos, serviços de músicas e outros apps. Ele será lançado em 100 novos países e territórios, dentre os quais está o Brasil. Além disso, o dongle da Amazon também ganha suporte para português brasileiro, outra novidade para o público daqui.
O dispositivo de streaming da Amazon conta com processador de quatro núcleos, 1 GB de memória RAM e 8 GB para armazenamento interno. Ele transmite conteúdos em Full HD (1080p) e pode ser configurado totalmente de maneira remota. Assim como o dispositivo da Google, ele precisa apenas ser conectado à entrada HDMI de uma televisão para funcionar. Depois, basta configurar a rede WiFi e começar a transmitir tudo a partir de um smartphone, tablet ou PC.
Apesar de confirmar o lançamento do Fire TV Stick no Brasil, a Amazon não cravou uma data exata para o início das vendas nem o preço pelo qual o aparelho será comercializado por aqui.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Como e por que a tecnologia está acabando com as relações afetivas
A cada dia, surgem novos aplicativos, novos modelos de celular, novos filtros de fotos para o Instagram e o Snapchat, novos emojis divertidos e, obviamente, não é de se espantar que as pessoas estejam cada vez mais voltadas para as telinhas de seus celulares do que para o mundo real – e isso inclui as pessoas com quem elas têm algum tipo de relacionamento amoroso.
A terapeuta de casais Christine Wilke falou ao Huffington Post sobre uma de suas pacientes, que chegou até ela perplexa depois de perceber que seu celular estava arruinando sua vida afetiva. Basicamente, ela saiu para jantar com o namorado e ficou tão entretida na telinha que simplesmente não percebeu quando seu companheiro se levantou, pagou a conta e ficou em pé a esperando na saída do restaurante.
Esse comportamento, cada vez mais comum, não pode deixar de nos chamar a atenção: estamos realmente chegando ao ponto de que a pessoa com quem dividimos uma mesa de bar ou restaurante é menos importante do que o que quer que esteja acontecendo no celular, e isso está afetando negativamente nossas interações sociais e, especialmente, nossos relacionamentos românticos.
Um estudo feito pela Universidade de Baylor analisou 143 pessoas que estavam em um relacionamento – dessas, 70% afirmaram que o uso do celular já atrapalhou as interações que tinham com seus parceiros.
Outra pesquisa, realizada com 145 pessoas, relatou que 22,6% delas sentiam que seus relacionamentos estavam piorando por causa do celular e que 36,6% se diziam deprimidas sempre que seus parceiros davam mais atenção ao aparelho do que a elas.
“Os casais que vejo muitas vezes desejam uma conexão significativa entre si, mas seus telefones têm superado suas vidas. Eles muitas vezes me dizem que parece que seus parceiros estão tendo um caso com seus telefones”, revelou a terapeuta.
Preocupante é o fato de que esse tipo de relato, mesmo quando não verbalizado, é cada vez mais comum. A boa notícia é que, ainda que a tecnologia nos roube daqueles que amamos, é possível encontrar uma maneira de colocar cada coisa em seu lugar e de dar prioridade ao que realmente é importante em nossas vidas.
A tecnologia quando inserida dentro dos relacionamentos afetivos é realmente uma questão que pode ser debatida por muito, muito tempo. De qualquer forma, é sempre válido estipular um tempo máximo para que você se entretenha com o celular.
Em termos sociais, vale lembrar também que é um sinal de falta de educação estar em um jantar de família ou de negócios, por exemplo, e não tirar as mãos e os olhos do celular. De vez em quando é preciso atender uma ligação ou responder uma mensagem – quando for o caso, peça licença e o faça de maneira rápida. Mudar a relação de dependência que acabamos criando com esses aparelhos é uma forma bastante eficiente de melhorar nossas relações interpessoais.
A terapeuta de casais Christine Wilke falou ao Huffington Post sobre uma de suas pacientes, que chegou até ela perplexa depois de perceber que seu celular estava arruinando sua vida afetiva. Basicamente, ela saiu para jantar com o namorado e ficou tão entretida na telinha que simplesmente não percebeu quando seu companheiro se levantou, pagou a conta e ficou em pé a esperando na saída do restaurante.
Esse comportamento, cada vez mais comum, não pode deixar de nos chamar a atenção: estamos realmente chegando ao ponto de que a pessoa com quem dividimos uma mesa de bar ou restaurante é menos importante do que o que quer que esteja acontecendo no celular, e isso está afetando negativamente nossas interações sociais e, especialmente, nossos relacionamentos românticos.
Um estudo feito pela Universidade de Baylor analisou 143 pessoas que estavam em um relacionamento – dessas, 70% afirmaram que o uso do celular já atrapalhou as interações que tinham com seus parceiros.
Outra pesquisa, realizada com 145 pessoas, relatou que 22,6% delas sentiam que seus relacionamentos estavam piorando por causa do celular e que 36,6% se diziam deprimidas sempre que seus parceiros davam mais atenção ao aparelho do que a elas.
“Os casais que vejo muitas vezes desejam uma conexão significativa entre si, mas seus telefones têm superado suas vidas. Eles muitas vezes me dizem que parece que seus parceiros estão tendo um caso com seus telefones”, revelou a terapeuta.
Preocupante é o fato de que esse tipo de relato, mesmo quando não verbalizado, é cada vez mais comum. A boa notícia é que, ainda que a tecnologia nos roube daqueles que amamos, é possível encontrar uma maneira de colocar cada coisa em seu lugar e de dar prioridade ao que realmente é importante em nossas vidas.
A tecnologia quando inserida dentro dos relacionamentos afetivos é realmente uma questão que pode ser debatida por muito, muito tempo. De qualquer forma, é sempre válido estipular um tempo máximo para que você se entretenha com o celular.
Em termos sociais, vale lembrar também que é um sinal de falta de educação estar em um jantar de família ou de negócios, por exemplo, e não tirar as mãos e os olhos do celular. De vez em quando é preciso atender uma ligação ou responder uma mensagem – quando for o caso, peça licença e o faça de maneira rápida. Mudar a relação de dependência que acabamos criando com esses aparelhos é uma forma bastante eficiente de melhorar nossas relações interpessoais.
Material do curso de Graduação em Jogos Digitais
Você irá aprender a desenvolver jogos eletrônicos para diversas mídias, como computadores, videogames, internet e celulares. A graduação em Jogos Digitais abrange o conjunto de teorias, métodos e técnicas para a criação de games como enredo, personagens e cenários.
valor do curso:3 disciplinas- 718,44
modalidade -presencial
duração do curso :3 anos
turnos manhã e noite
Perfil do profissional formado em Jogos Digitais
Quem deseja seguir carreira no desenvolvimento de Jogos Digitais deve gostar de tecnologia e ter alguma afinidade com linguagens de programação.
Saber trabalhar em equipe é muito importante, pois a criação de um jogo geralmente envolve vários profissionais. Além disso, o profissional deve ter boa capacidade de comunicação para explicar questões técnicas do trabalho que desenvolve para os outros membros da equipe.
Assim como acontece em outras áreas de TI, o profissional formado em Jogos Digitais deve estar atento às novas tecnologias e tendências do mercado para esta área.
Ao contrário do que muitos possam pensar, este profissional não precisa ser um viciado em jogos eletrônicos, ele pode até não gostar muito de jogar.
Com exceção daqueles que testam os jogos, este profissional precisa entender mais de gestão de projetos do que ser habilidoso em passar fases difíceis em jogos de ação.
Mercado de trabalho para quem faz Jogos Digitais
A área de Jogos Digitais no Brasil está em expansão e o mercado consumidor destes jogos tem crescido a cada ano. Atualmente o Brasil é o quarto maior mercado consumidor de videogames do mundo.
O mercado dos jogos eletrônicos está ganhando tanto espaço hoje em dia que a indústria cinematográfica preocupa-se em criar filmes com roteiros que possam ser convertidos em games.
Grande parte da indústria de Jogos Digitais é focada no tradicional mercado de entretenimento. Porém, outros setores têm demonstrado crescente interesse pelos games. É o caso de:
Jogos feitos para empresas, como peças de marketing.
Simulação de negócios, utilizada em treinamentos.
Simulações médicas, de operação de equipamentos complexos, etc.
Jogos educacionais.
Os Jogos Digitais são criados para diferentes plataformas e equipamentos, como por exemplo:
Computadores
Aparelhos de videogame
Tablets
Celulares
Redes sociais
A exportação de Jogos Digitais já é uma realidade no país. Com incentivos da Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais (ABRALOG), algumas empresas brasileiras estão desenvolvendo games para outros países.
Uma pesquisa publicada em 2014 pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostra o potencial do mercado de Jogos Digitais no país. Foram consultadas 133 empresas que, ao todo, produziram 1.417 games no ano de 2013.
Uma das carreiras em alta é o desenvolvimento de conteúdos e aplicativos para celulares e tablets. Nessa área, quem faz o curso de Jogos Digitais pode encontrar oportunidades interessantes de trabalho.
Os salários iniciais oscilam entre R$ 1.000 e R$ 3.000, mas um profissional mais experiente chega, com certa facilidade aos R$ 8.000 mensais.
valor do curso:3 disciplinas- 718,44
modalidade -presencial
duração do curso :3 anos
turnos manhã e noite
Perfil do profissional formado em Jogos Digitais
Quem deseja seguir carreira no desenvolvimento de Jogos Digitais deve gostar de tecnologia e ter alguma afinidade com linguagens de programação.
Saber trabalhar em equipe é muito importante, pois a criação de um jogo geralmente envolve vários profissionais. Além disso, o profissional deve ter boa capacidade de comunicação para explicar questões técnicas do trabalho que desenvolve para os outros membros da equipe.
Assim como acontece em outras áreas de TI, o profissional formado em Jogos Digitais deve estar atento às novas tecnologias e tendências do mercado para esta área.
Ao contrário do que muitos possam pensar, este profissional não precisa ser um viciado em jogos eletrônicos, ele pode até não gostar muito de jogar.
Com exceção daqueles que testam os jogos, este profissional precisa entender mais de gestão de projetos do que ser habilidoso em passar fases difíceis em jogos de ação.
Mercado de trabalho para quem faz Jogos Digitais
A área de Jogos Digitais no Brasil está em expansão e o mercado consumidor destes jogos tem crescido a cada ano. Atualmente o Brasil é o quarto maior mercado consumidor de videogames do mundo.
O mercado dos jogos eletrônicos está ganhando tanto espaço hoje em dia que a indústria cinematográfica preocupa-se em criar filmes com roteiros que possam ser convertidos em games.
Grande parte da indústria de Jogos Digitais é focada no tradicional mercado de entretenimento. Porém, outros setores têm demonstrado crescente interesse pelos games. É o caso de:
Jogos feitos para empresas, como peças de marketing.
Simulação de negócios, utilizada em treinamentos.
Simulações médicas, de operação de equipamentos complexos, etc.
Jogos educacionais.
Os Jogos Digitais são criados para diferentes plataformas e equipamentos, como por exemplo:
Computadores
Aparelhos de videogame
Tablets
Celulares
Redes sociais
A exportação de Jogos Digitais já é uma realidade no país. Com incentivos da Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais (ABRALOG), algumas empresas brasileiras estão desenvolvendo games para outros países.
Uma pesquisa publicada em 2014 pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostra o potencial do mercado de Jogos Digitais no país. Foram consultadas 133 empresas que, ao todo, produziram 1.417 games no ano de 2013.
Uma das carreiras em alta é o desenvolvimento de conteúdos e aplicativos para celulares e tablets. Nessa área, quem faz o curso de Jogos Digitais pode encontrar oportunidades interessantes de trabalho.
Os salários iniciais oscilam entre R$ 1.000 e R$ 3.000, mas um profissional mais experiente chega, com certa facilidade aos R$ 8.000 mensais.
sábado, 4 de novembro de 2017
Novo video sobre a Graduação em Jogos Digitais
Para vc que vai fazer Enem e ainda não sabe o que cursar na faculdade,aqui vai uma opção,uma Graduação em jogos digitais veja o link do vídeo aqui https://www.youtube.com/watch?v=Ouc4yUdYAsk
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
Xbox One X vai oferecer suporte a monitores com resolução 1440p
Está muito afim de comprar um Xbox One X era de que talvez não pudessem aproveitar tudo que o console tem a oferecer por não ter uma TV 4K e ficar preso nos 1080p. Quem tiver um monitor 1440p pode comemorar: a Microsoft anunciou que o seu mais novo console também vai suportar a resoluções intermediárias.
Kevin Gammil, um dos executivos da divisão Xbox, foi o portador das boas notícias. Isso significa que, por exemplo, se você tiver um monitor 4K e o jogo tiver um output de 1440p, o console vai fazer um upscale do game para a resolução de 2160p. Esse mesmo jogo vai ser otimizado em um monitor 1080p através de um supersampling e vai ter um output nativo de 1440p se isso for compatível tanto pelo jogo quanto pelo monitor.
Então você não vai precisar necessariamente gastar rios de dinheiro em um monitor 4K de forma imediata para aproveitar o que o Xbox One X tem a oferecer, com uma qualidade melhor do que o 1080p – mesmo que até mesmo essa resolução também seja otimizada.
O poderosíssimo console chega às lojas dos EUA no dia 7 de novembro e sua vinda para o Brasil também já foi confirmada.
Kevin Gammil, um dos executivos da divisão Xbox, foi o portador das boas notícias. Isso significa que, por exemplo, se você tiver um monitor 4K e o jogo tiver um output de 1440p, o console vai fazer um upscale do game para a resolução de 2160p. Esse mesmo jogo vai ser otimizado em um monitor 1080p através de um supersampling e vai ter um output nativo de 1440p se isso for compatível tanto pelo jogo quanto pelo monitor.
Então você não vai precisar necessariamente gastar rios de dinheiro em um monitor 4K de forma imediata para aproveitar o que o Xbox One X tem a oferecer, com uma qualidade melhor do que o 1080p – mesmo que até mesmo essa resolução também seja otimizada.
O poderosíssimo console chega às lojas dos EUA no dia 7 de novembro e sua vinda para o Brasil também já foi confirmada.
Velocidade do 4G brasileiro melhora, mas disponibilidade ainda é ruim
O mais recente relatório da OpenSignal acerca do estado do 4G no mundo, o Brasil melhorou suas estatísticas tanto em questão de velocidade quando de disponibilidade no território nacional. Contudo, os smartphones dos usuários só conseguem acessar a rede 4G em 59,31% das vezes que tentam. Isso coloca o Brasil na 11ª posição de redes com a pior acessibilidade do mundo entre os países pesquisados.
Por outro lado, grandes nações como Alemanha, Rússia e Irlanda contam com resultados ainda piores que os nossos sesse aspecto. A OpenSignal considera que a tecnologia está madura quando essa marca bate os 80% de disponibilidade. Apenas 20 dos 77 países conseguiram alcançar tal qualidade. Os líderes nesse segmento são Coreia do Sul, Japão e Noruega.
O Brasil se sai melhor em questão de velocidade. Observando as tabelas da OpenSignal, é possível perceber que existe uma tendência curiosa. Com a exceção de alguns líderes, países que vão mal em disponibilidade normalmente se saem melhor em velocidade. Os que vão bem disponibilidade se sem pior em velocidade.
Por conta disso, a velocidade média do 4G brasileiro, de 20,34 Mbps, é bem superior aos 13,98 Mbps dos EUA, aos 11,82 Mbps da Argentina e aos 16,45 Mbps do Chile, por exemplo. Todos esses países estão com maior disponibilidade de sinal do que o Brasil, o que não é necessariamente uma comparação do tamanho da cobertura 4G nessas localidades. A questão da disponibilidade é mais ligada a quantidade de vezes que o celular alterna entre as redes 3G e 4G em uma mesma localidade, ou seja, a disponibilidade de sinal em áreas teoricamente cobertas.
De seis meses para cá, a rede 4G do Brasil melhorou, segundo a OpenSignal. No último relatório, nenhuma operadora do país conseguia entregar rede 4G aos clientes em mais de 60% das vezes em que eles tentavam se conectar. Agora, Tim e Vivo já marcam mais de 62% nessa medição.
Em questão de velocidade, a Claro continua líder no nosso país. Nesse último relatório, a operadora marcou uma velocidade média de 29,2 Mbps, uma melhoria de 2 Mbps em seis meses. A Vivo ficou com o segundo lugar, com média de 20,6 Mbps, mas a Oi e a Tim continuam abaixo da média global, que é de 16,2 Mbps.
Por outro lado, grandes nações como Alemanha, Rússia e Irlanda contam com resultados ainda piores que os nossos sesse aspecto. A OpenSignal considera que a tecnologia está madura quando essa marca bate os 80% de disponibilidade. Apenas 20 dos 77 países conseguiram alcançar tal qualidade. Os líderes nesse segmento são Coreia do Sul, Japão e Noruega.
O Brasil se sai melhor em questão de velocidade. Observando as tabelas da OpenSignal, é possível perceber que existe uma tendência curiosa. Com a exceção de alguns líderes, países que vão mal em disponibilidade normalmente se saem melhor em velocidade. Os que vão bem disponibilidade se sem pior em velocidade.
Por conta disso, a velocidade média do 4G brasileiro, de 20,34 Mbps, é bem superior aos 13,98 Mbps dos EUA, aos 11,82 Mbps da Argentina e aos 16,45 Mbps do Chile, por exemplo. Todos esses países estão com maior disponibilidade de sinal do que o Brasil, o que não é necessariamente uma comparação do tamanho da cobertura 4G nessas localidades. A questão da disponibilidade é mais ligada a quantidade de vezes que o celular alterna entre as redes 3G e 4G em uma mesma localidade, ou seja, a disponibilidade de sinal em áreas teoricamente cobertas.
De seis meses para cá, a rede 4G do Brasil melhorou, segundo a OpenSignal. No último relatório, nenhuma operadora do país conseguia entregar rede 4G aos clientes em mais de 60% das vezes em que eles tentavam se conectar. Agora, Tim e Vivo já marcam mais de 62% nessa medição.
Em questão de velocidade, a Claro continua líder no nosso país. Nesse último relatório, a operadora marcou uma velocidade média de 29,2 Mbps, uma melhoria de 2 Mbps em seis meses. A Vivo ficou com o segundo lugar, com média de 20,6 Mbps, mas a Oi e a Tim continuam abaixo da média global, que é de 16,2 Mbps.
70% do tempo gasto na internet acontece a partir de telefones celulares
De acordo com a agência de mídia Zenith, atualmente, 70% do tempo gasto na internet acontece a partir de acessos feitos em telefone celular. Em 2010, quando os smartphones eram uma novidade ainda não estabelecida, esse número era de apenas 20%.
Menos de uma década depois, porém, o tempo gasto na internet em um celular pode quadruplicar de tamanho: a previsão da agência é de que, em 2019, ele deve chegar a 80% do total. Essa mudança vem sendo sentida aos poucos e pode ser percebida no dia, talvez até mesmo em sua própria casa: se dificilmente uma casa com quatro membros tem quatro computadores, provavelmente ela tem (pelo menos) quatro smartphones.
O resultado desse avanço pode ser notado na cada vez maior quantidade de sites adaptados às plataformas móveis. Para além de aplicativos próprios, como o app do TecMundo, os sites também costumam apresentar design responsivo ou mesmo versões específicas para acessos feitos a partir do mobile.
Até mesmo os anunciantes vêm sentindo a mudança e, em 2017, pela primeira vez na história os anúncios direcionados às plataformas móveis representaram a maior fatia do setor (53%).
Menos de uma década depois, porém, o tempo gasto na internet em um celular pode quadruplicar de tamanho: a previsão da agência é de que, em 2019, ele deve chegar a 80% do total. Essa mudança vem sendo sentida aos poucos e pode ser percebida no dia, talvez até mesmo em sua própria casa: se dificilmente uma casa com quatro membros tem quatro computadores, provavelmente ela tem (pelo menos) quatro smartphones.
O resultado desse avanço pode ser notado na cada vez maior quantidade de sites adaptados às plataformas móveis. Para além de aplicativos próprios, como o app do TecMundo, os sites também costumam apresentar design responsivo ou mesmo versões específicas para acessos feitos a partir do mobile.
Até mesmo os anunciantes vêm sentindo a mudança e, em 2017, pela primeira vez na história os anúncios direcionados às plataformas móveis representaram a maior fatia do setor (53%).
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Sucesso do Switch traz reflexão: a Nintendo agora assumiu o controle?
O grande embate há até pouco tempo era entre as linhas do PlayStation, da Sony, e as do Xbox, da Microsoft. Mas aí, de repente, a Nintendo deu um revival e entrou na disputa vibrando pelo K.O. Em outras palavras: a Nintendo está assumindo o controle. Seus lucros estão quase dobrando a projeção para o período, tudo graças ao lançamento do Switch.
Como se estivesse blindado com a estrelinha do Mario, o novo console teve uma estreia imbatível, com 2,9 milhões de unidades vendidas no trimestre. Ao longo de um ano, foram 7,63 milhões. Como medida de comparação, o precursor do Switch, o Wii U, vendeu apenas 13,5 milhões em cinco anos - o que significa que, em 2018, o Wii U vai ser player 2 mesmo.
Uma projeção for the win
Foi ontem que a empresa anunciou o que espera do ano fiscal, que acaba em março. Conhecida por ser bastante conservadora em suas projeções, a Nintendo subiu a expectativa de lucros líquidos para 120 bilhões de iens (ou mais de US$ 1 fucking bilhão), ante 65 bilhões de iens previstos três meses antes. Apesar do boost, o novo valor ainda está abaixo do que 22 analistas entrevistados da Reuters esperam, algo em torno dos 133,6 bilhões de iens (US$ 1,16 bilhão). Fale sobre otimismo.
Há alguns obstáculos pelo caminho da Nintendo. O primeiro: para cumprir as metas agressivas, terá de conseguir suprir os estoques do Switch, que estão sempre em baixa nas lojas. Tatsumi Kimishima, o chefão da p#rra toda, disse que esse problema já foi resolvido, com uma alta na produção do console.
Depois, vêm os rivais da concorrência. O Switch vive um momento herói do jogo, com vendas ultrapassando lindamente as do PlayStation 4, da Sony, em 130% na terra dos games chamada Japão. Mas ainda tem muito chefão para encarar pela frente: no dia sete do próximo mês, a Microsoft lança o super potente, de alta resolução Xbox One X. Para quotar o presidente Tatsumi Kimishima: "the true power of the Switch would be tested during the upcoming holiday season." E aí é game on, mermo, não pode dar uma de camper. Vai ter de apertar o play, Nintendo.
Como se estivesse blindado com a estrelinha do Mario, o novo console teve uma estreia imbatível, com 2,9 milhões de unidades vendidas no trimestre. Ao longo de um ano, foram 7,63 milhões. Como medida de comparação, o precursor do Switch, o Wii U, vendeu apenas 13,5 milhões em cinco anos - o que significa que, em 2018, o Wii U vai ser player 2 mesmo.
Uma projeção for the win
Foi ontem que a empresa anunciou o que espera do ano fiscal, que acaba em março. Conhecida por ser bastante conservadora em suas projeções, a Nintendo subiu a expectativa de lucros líquidos para 120 bilhões de iens (ou mais de US$ 1 fucking bilhão), ante 65 bilhões de iens previstos três meses antes. Apesar do boost, o novo valor ainda está abaixo do que 22 analistas entrevistados da Reuters esperam, algo em torno dos 133,6 bilhões de iens (US$ 1,16 bilhão). Fale sobre otimismo.
Há alguns obstáculos pelo caminho da Nintendo. O primeiro: para cumprir as metas agressivas, terá de conseguir suprir os estoques do Switch, que estão sempre em baixa nas lojas. Tatsumi Kimishima, o chefão da p#rra toda, disse que esse problema já foi resolvido, com uma alta na produção do console.
Depois, vêm os rivais da concorrência. O Switch vive um momento herói do jogo, com vendas ultrapassando lindamente as do PlayStation 4, da Sony, em 130% na terra dos games chamada Japão. Mas ainda tem muito chefão para encarar pela frente: no dia sete do próximo mês, a Microsoft lança o super potente, de alta resolução Xbox One X. Para quotar o presidente Tatsumi Kimishima: "the true power of the Switch would be tested during the upcoming holiday season." E aí é game on, mermo, não pode dar uma de camper. Vai ter de apertar o play, Nintendo.
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