terça-feira, 12 de maio de 2015

Microsoft diz que Windows 10 será a 'última versão' do Windows?!

O “10” será a última versão que vai ter algum significado para a Microsoft e também para os usuários do SO. A partir dele, a empresa pretende transformar o Windows em um serviço, que recebe atualizações bem regulares, quem sabe até mensalmente. Com isso, o número da versão não vai mais importar para ninguém. O Windows será como o Google Chrome: todo mundo atualiza todo mês, mas ninguém dá a menor bola para a versão atual.

A Microsoft tem essa mania cruel de liberar informações sobre seus produtos migalha por migalha, deixando todo mundo imaginando o que realmente esses detalhes significam para o todo. Já faz um bom tempo que a companhia tem falando em “Windows como um serviço”, mas nunca explicou objetivamente o que isso realmente seria.
Agora, as peças do quebra-cabeça estão se encaixando, e a conclusão mais óbvia que podemos fazer nesse momento é: o Windows pode se tornar algo como o Office 365, que você compra através de assinaturas anuais para usar. Talvez por isso aquela conversa de “atualização gratuita para todo mundo (até para piratas)” começou a circular.

Essa estratégia da empresa é realmente inteligente. Marcas como “Windows Vista” e, até certo ponto, “Windows 8” deixaram o nome do SO um pouco manchado por designarem versões que desagradaram um bocado de consumidores.
A partir do Windows 10, quando as pessoas não gostarem de alguma coisa no SO, a Microsoft poderá corrigir os “defeitos” prontamente, com atualizações direcionadas. Dessa maneira, todo mundo fica feliz, e a criadora do “serviço de software” continua lucrando.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Ubuntu Phone também poderá ser transformado em um “computador”

  A Canonical é responsável por desenvolver a Unity, uma interface gráfica – não confundir com a engine de jogos – para os desktops em ambientes GNOME e com sistema operacional Ubuntu. Hoje já é possível rodar a Unity em outros aparelhos, como TVs, smartphones e tablets. Contudo, transformar os aparelhos menores em pequenas estações de trabalho similares a desktops nunca saiu do papel. a Canonical está trabalhando junto com uma montadora de smartphones para trazer de volta a possibilidade de transformar um aparelho mobile em um desktop PC simplificado, que pode ser conectado a uma TV com mouse e teclado.
  Os desenvolvedores que já trabalham com GNOME, KDE e outros ambientes considerem produzir aplicativos com suporte à transformação mobile para desktop. Será que o Ubuntu Phone será tão bom quanto smartphones Windows 10 quando o assunto é serem utilizados como um computador comum?