terça-feira, 30 de junho de 2026

Quando Supergirl chega ao streaming?

 Lançado no dia 25 de junho nos cinemas, o novo filme da Supergirl dá continuidade ao novo Universo DC com uma aventura que acompanha uma heroína imatura, mas que é forçada a crescer rapidamente. Ele chegou com a dura missão de repetir o sucesso do Superman dirigido por James Gunn, embora as primeiras críticas não tenham apontando favoravelmente a essa possibilidade.



Assim, é natural que muitas pessoas estejam com um pé atrás para assistir ao filme nos cinemas — ou, por questão de conveniência, prefiram acompanhá-lo no conforto de casa. Seja qual for o caso, já é possível prever com alguma exatidão uma data de estreia do longa no streaming HBO Max.

Quando Supergirl chega ao streaming?

Antes de ser lançado no catálogo da HBO Max, Supergirl vai fazer uma parada nas plataformas que oferecem a venda e o aluguel de conteúdo pelo meio digital. Isso deve acontecer de 30 a 45 dias a partir do momento em que o longa-metragem estreou nos cinemas.


Isso significa que o longa deve chegar à Apple TV, Prime Video e outros serviços semelhantes entre o final de julho e o começo de agosto;

O que mais deve influenciar nisso é a capacidade de Supergirl de conquistar uma boa bilheteria;

Em casos extremos, a Warner Bros. pode tanto adiantar a estreia no streaming, quanto segurá-la um pouco para incentivar a venda de mais ingressos;

Dada as previsões do mercado, que apontam o longa como um fracasso comercial, pelo menos os 30 dias devem ser respeitados.

No caso de Superman, de 2025, a Warner Bros. demorou exatamente 45 dias entre a estreia do filme nos cinemas e seu lançamento em lojas digitais. Lançado nas redes comerciais no dia 10 de julho do ano passado, ele foi disponibilizado na Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV+ e Vivo Play no dia 24 de agosto.

E quando Supergirl estreia na HBO Max?

Ainda considerando os prazos com os quais a Warner Bros. costuma trabalhar, Supergirl pode levar até 77 dias após sua estreia para chegar à HBO Max. Caso o prazo máximo seja respeitado, isso significa que ele deve passar a fazer parte do catálogo do serviço no dia 10 ou 11 de setembro.


Nesse sentido, o desempenho comercial do longa-metragem, bem como outras estreias programadas pelo streaming, deve ter algum impacto. No entanto, parece seguro afirmar com segurança que o lançamento deve acontecer em setembro, embora o dia específico possa variar.


E, nesse caso, Superman não deve servir como uma referência para Supergirl, dado que ele demorou somente 70 dias para fazer essa transição. Isso aconteceu por uma decisão de James Gunn, que decidiu adiantar o lançamento na HBO Max dada às relações entre a história do longo e os eventos da segunda temporada do Pacificador.


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quarta-feira, 24 de junho de 2026

NGINX corrige duas falhas que permitiam execução remota de códigos

 Vulnerabilidades atingem módulos HTTP/3 e proxy do NGINX Open Source e afetam também outros produtos da linha, como NGINX Plus e Ingress Controller.



A F5 lançou atualizações de segurança nesta semana para corrigir duas vulnerabilidades críticas no NGINX Open Source. As falhas podem permitir execução remota de código em sistemas vulneráveis, sem necessidade de autenticação por parte do invasor.


As duas vulnerabilidades afetam diferentes módulos do NGINX e receberam nota 9.2 na escala CVSS v4, considerada crítica. A primeira falha atinge o módulo ngx_http_v3_module, ela é classificada como use-after-free. Esse um tipo de bug que ocorre quando um programa tenta acessar uma área de memória que já foi liberada.

O problema acontece quando o NGINX Open Source está configurado para usar o módulo QUIC do protocolo HTTP/3. Um atacante remoto pode explorar a falha reabrindo um stream do encoder QPACK por meio de uma sessão HTTP/3 especialmente criada para esse fim.


A exploração só funciona em sistemas com o ASLR desativado. O ASLR é um mecanismo de segurança que randomiza o endereçamento da memória do sistema, dificultando ataques desse tipo. Isso porque, mesmo com o ASLR ativo, um invasor habilidoso ainda pode encontrar formas de contorná-lo.

O que é o CVE-2026-42055

A segunda falha é um heap-based buffer overflow, ou seja, um estouro de buffer na memória heap. Ela afeta os módulos “ngx_http_proxy_v2_module” e “ngx_http_grpc_module”.

Para que a falha seja explorada, três condições precisam estar presentes ao mesmo tempo. A diretiva proxy_http_version precisa estar configurada como 2 ou o grpc_pass precisa estar em uso para proxy de tráfego HTTP/2. Além disso, a diretiva ignore_invalid_headers precisa estar desativada e o tamanho da diretiva large_client_header_buffers precisa ser maior que 2 MB.

Quais versões foram corrigidas

A F5 já disponibilizou correções para diversos produtos da linha NGINX. O NGINX Open Source recebeu patch nas versões 1.31.2 e 1.30.3, dependendo da versão instalada.

Outros produtos também foram corrigidos, incluindo NGINX Plus, NGINX Gateway Fabric, NGINX Instance Manager, NGINX Ingress Controller e as versões WAF e DoS do NGINX App Protect. A lista completa de versões afetadas e corrigidas está disponível no comunicado oficial da F5.

Como se proteger enquanto não atualiza

Para quem ainda não conseguiu aplicar as correções, a F5 recomenda medidas de mitigação temporárias para cada falha.

No caso do CVE-2026-42530, a recomendação é desativar o suporte ao HTTP/3 no servidor. Já para o CVE-2026-42055, é preciso remover a diretiva ignore_invalid_headers off da configuração, ou então reduzir o tamanho da diretiva large_client_header_buffers para menos de 2 MB.


sábado, 20 de junho de 2026

Suposto hacker mostra como emitiu alerta extremo ‘Misantropia’; X remove posts

 Um perfil identificado por @mizantropiaz na rede social X reivindicou o ataque à Defesa Civil que disparou “alerta extremo” para brasileiros na madrugada deste sábado (20). Imagens divulgadas pelo suposto autor mostram como ele teria invadido o sistema e emitido o alerta via sistema Cell Broadcast com a palavra “mistrantropi4” (misantropia).



As imagens divulgadas pelo suposto autor mostram o que seria o sistema de disparo de alertas. Em um vídeo publicado na rede social X e já removido, o usuário mostra como teria feito o disparo.

As imagens mostram um sistema acessível por uma página da internet;

Nela, é possível ver que o usuário seleciona regiões que receberão o alerta, como cidades e municípios;

Também é possível notar que ele pode determinar os detalhes do alerta, como descrição e recomendações à população;

Em uma das imagens, o sistema exibe caixas de seleção para enviar alertas via SMS, TV por assinatura e pela ferramenta Cell Broadcast;

Outros detalhes como data do disparo do alerta, nível de urgência, severidade e outros também são exibidos.

Postagens são removidas

As postagens do suposto perfil que reivindicou o ataque são tratadas como especulação, porém. De acordo com Wolnei Wolff, secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, o disparo pode se tratar, de fato, de um “ataque hacker”. Segundo ele, dez alertas falsos foram disparados.


Wolff não estimou, porém, quantos celulares receberam o “alerta extremo”. Segundo ele, 9 alertas teriam sido disparados pelo sistema Cell Broadcast e 1 pelo sistema SMS de mensagens.

De acordo com o secretário, ainda não está confirmado se uma pessoa ou mais foi responsável pelos disparos. Ele aponta que o sistema tem uma regra local: o primeiro alerta foi disparado do Paraná, mas “quem está cadastrado no Paraná só consegue dar alerta no Paraná, jamais outros estados. É difícil responder se uma ou mais pessoas participaram desse ato criminoso”.


O secretário também não confirmou quantos estados receberam o alerta, embora aponte que “milhões de pessoas foram alertadas", porque esses alertas, via Cell Broadcast, têm capacidade de atingir milhares de pessoas. Como foi em muitos estados, milhões receberam com certeza”.


domingo, 14 de junho de 2026

RoguePlanet: falha inédita escapa de correções do Windows e Defender continua vulnerável

 Um pesquisador de segurança lançou um novo exploit zero-day contra o Windows logo após a Microsoft divulgar seu pacote de atualizações mensais, o Patch Tuesday de junho de 2026. A falha, batizada de RoguePlanet, afeta o Microsoft Defender e permite que um atacante obtenha controle total sobre o sistema operacional sem precisar de permissões de administrador.




O exploit foi publicado por Nightmare Eclipse, também conhecido como Chaotic Eclipse, um pesquisador que nos últimos meses vem revelando seguidas vulnerabilidades em produtos da Microsoft. O RoguePlanet está disponível no GitHub e já foi validado por outros profissionais de segurança.

Um zero-day é uma vulnerabilidade descoberta em um software antes que o fabricante tenha lançado uma correção para ela. O nome vem do fato de que o desenvolvedor tem zero dias de antecedência para se preparar.

No caso do RoguePlanet, o perigo está em o exploit funcionar em máquinas já atualizadas com os patches de junho de 2026, ou seja, usuários que fizeram tudo certo ainda estão vulneráveis.

Como o RoguePlanet funciona

O exploit explora uma race condition no Microsoft Defender. Uma race condition acontece quando dois processos tentam acessar o mesmo recurso ao mesmo tempo, e o sistema não consegue lidar com isso de forma segura.


Basicamente, o Defender lê um arquivo malicioso e, no momento em que tenta "limpar" esse arquivo, o exploit redireciona o arquivo já tratado para um novo caminho no sistema. Esse intervalo mínimo de tempo é o suficiente para que o ataque funcione.

De onde o ataque veio

O exploit original era ainda mais perigoso. Antes de a Microsoft lançar mitigações em maio, o RoguePlanet permitia execução remota de código, ou RCE, isso porque a falha também podia ser acionada ao abrir um arquivo .vhd ou .vhdx hospedado em um servidor remoto via SMB.

O SMB é um protocolo de rede usado para compartilhar arquivos entre computadores. Bastava que a vítima abrisse um compartilhamento malicioso para que o ataque se iniciasse sem nenhuma outra interação.Havia ainda a possibilidade de bypass do BitLocker, a criptografia de disco do Windows, usando um dispositivo especializado para gravar dados diretamente no driver NTFS.sys.

As correções parciais da Microsoft em maio fecharam essas rotas, mas Nightmare Eclipse reformulou o exploit para continuar funcionando. Por ora, o RoguePlanet está limitado a LPE, mas o pesquisador não descarta que versões futuras possam reintroduzir o vetor de execução remota.

Onde o exploit funciona

O PoC, sigla para proof-of-concept ou prova de conceito, foi testado em máquinas com Windows 10 e Windows 11 com todos os patches de junho aplicados. O Windows Server não é afetado pelo exploit atual, mas o pesquisador acredita que as versões de servidor também sejam vulneráveis em teoria.


Vários outros pesquisadores confirmaram que o RoguePlanet funciona e consegue abrir um prompt de comando com privilégios SYSTEM em sistemas totalmente atualizados.

O contexto maior de junho

O Patch Tuesday de junho de 2026 foi um dos maiores já lançados pela Microsoft, com correções para 206 vulnerabilidades, sendo 39 delas classificadas como críticas. Entre os destaques estão três falhas com nota máxima de 9,8 em uma escala de 10, incluindo uma falha no Kernel do Windows que permite execução remota de código sem autenticação.


O pacote também corrigiu o YellowKey e o GreenPlasma, dois exploits anteriores de Nightmare Eclipse, além do MiniPlasma e do HTTP2/Bomb, que pode derrubar servidores web em segundos. O volume crescente de falhas tem sido associado ao uso de inteligência artificial na descoberta de vulnerabilidades. Especialistas alertam que essa tendência deve se intensificar.


quarta-feira, 10 de junho de 2026

Apple vai remover aplicativos abandonados ou de baixa qualidade da App Store

 A Apple agora se reserva o direito de remover apps ruins, abandonados e pouco atrativos da App Store.



A App Store vai remover aplicativos que não são atualizados, aprimorados ou não atraem usuários, prevê a nova diretriz de avaliação de aplicativos da plataforma da Apple. A regra vale principalmente para apps incluídos em categorias populares da loja.


A atualização da "App Review Guidelines", conjunto de regras que controla o catálogo de apps, foi lançada durante a WWDC deste ano. A seção "4.3 Spam" contém dois itens, sendo o segundo deles:

"Certos tipos de aplicativos, como apps de namoro, lanterna, efeitos sonoros, papéis de parede, cronômetros simples e adivinhação, já estão bem estabelecidos na App Store e não aceitaremos novos envios, a menos que ofereçam uma experiência significativamente diferente ou aprimorada", determina o texto.

Porém, o trecho de maior impacto está na possibilidade de remover apps da loja caso eles sejam abandonados ou pouco atrativos. "Podemos remover esses aplicativos da App Store no futuro se eles não forem atualizados, aprimorados ou não atraírem clientes. Outros tipos de aplicativos, como jogos de bebida, Kama Sutra, aplicativos de peido ou arroto, são medíocres, de baixa qualidade ou pouco elaborados e não agregam valor à App Store", prevê a seção.

Apple avisará quando um app deixa de atender os padrões de qualidade

Contudo, os aplicativos desatualizados ou desinteressantes não serão removidos sem aviso. Ao site TechCrunch, a empresa ressaltou que o mecanismo App Store Improvements será responsável por avisar os desenvolvedores caso suas aplicações deixem de atender aos critérios da loja.

Apple busca aprimorar descoberta de apps na App Store

As novas políticas da Apple estão alinhadas com o esforço da empresa para aprimorar a descoberta de aplicativos na App Store. Também no evento, a companhia apresentou as recomendações personalizadas de apps, que consideram os padrões de uso do usuário para sugerir aplicativos potencialmente interessantes da loja. Inicialmente, o recurso está disponível somente em inglês e nos Estados Unidos.

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sábado, 6 de junho de 2026

 Quem vive hoje em dia navegando entre serviços digitais pode não fazer ideia de como era a situação da internet décadas atrás em termos de acesso. A conexão era lenta, cara e dependia de programas bem específicos: os discadores de internet.




Esses softwares eram vinculados às provedoras de acesso e serviam como intermediários, estabelecendo a conexão entre o computador do usuário e a ainda jovem rede mundial de computadores. A qualidade era longe de ser a ideal, mas permitiu o primeiro contato de milhões de pessoas com sites, programas e jogos online.

Com o passar do tempo, entretanto, o modelo de internet discada foi superado em tecnologia, publicidade e uso por outros formatos. Mas será que os discadores hoje só existem mesmo na memória de quem usou essas ferramentas? A seguir, relembre ou conheça essa trajetória tão nostálgica.


Como funcionava a internet discada

A internet discada (dial-up) foi a tecnologia da primeira forma de conexão estável e comercial de residências com a internet. Antes dela, universidades, órgãos públicos e institutos de pesquisa até já contavam com uma conexão própria, porém de forma bastante limitada.

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Esse tipo de forma de estabelecimento de conexão tinha semelhanças e diferenças com o modelo atual. Ele também dependia de um modem, mas o sinal chegava pela mesma linha telefônica instalada em casa e usada para ligações.

Para obter a ligação, o modem "ligava" para um número de telefone específico do provedor contratado e, quando essa chamada era estabelecida, o processo de estar online era efetuado. Essa "conversa" entre ambas as pontas gerava ruídos que se tornaram clássicos de quem viveu o período da internet discada.

O discador era um software que automatizava essa conexão com o provedor, para que você não precisasse realizar manualmente várias etapas de configuração do sistema. Esses programas vinculados às provedoras eram bastante simples, compostos basicamente de uma tela de login e senha e o botão para iniciar a chamada.

Os discadores no Brasil e no mundo

Como o acesso facilitado à internet dependia do uso de um discador e o computador ainda não tinha outra forma de acesso à internet, era preciso encontrar outro jeito para que esses programas chegassem ao consumidor. Sites como o Baixaki também não existiam ou estavam apenas começando, o que significa que era até mais difícil encontrar o programa correto para download.


A principal forma encontrada pelas provedoras foi a distribuição de CDs que continham o programa instalável e, normalmente, incluíam também uma oferta de tempo de uso grátis como forma de bônus ou período de testes. A AOL foi a pioneira desse formato nos Estados Unidos, mas praticamente todas as concorrentes ao redor do mundo adotaram a estratégia.

Em meio a tanta concorrência, o iG foi destaque de um modelo paralelo iniciado em 2000 e que transformou ele em um dos principais nomes da internet discada brasileira: oferecer internet grátis.


O acesso não era totalmente sem custos, já que você ainda pagava o valor do pulso anexado à conta telefônica, mas não exigia a mensalidade que outras concorrentes solicitavam. Com o tempo, várias rivais também foram adotando esse esquema, que só exigia o modem e uma linha compatível.

O Terra e o iG, por exemplo, converteram-se com o tempo em portais de conteúdo e existem até hoje, embora com menor importância no mercado. O UOL nasceu dentro de um grupo jornalístico e já como um site de diversos serviços para além do discador, como o clássico bate-papo, e segue relevante na indústria.

Outros nomes sumiram ou foram absorvidos: o iBest foi adquirido em 2006 e juntou as operações com o iG (hoje do grupo Ongoing) e a BrTurbo (marca que pertenceu à Oi). A empresa também é conhecida pelo prêmio anual que era concedido a destaques da internet nacional e que, depois de anos de hiato, retornou nesta década sob outra administração. Já o Pop, que nasce já como uma marca da GVT, encerrou as atividades em 2016.

Para além da banda larga, o modelo discado foi substituído também por outros planos: da conexão 3G em diante, o acesso aos dados móveis pelo celular também era mais vantajoso do que a antiga forma de conexão pela linha telefônica. Alternativas como fibra óptica e até satélite hoje também se configuram como alternativas a esse modelo defasado.


Por volta de 2017, já não era possível conseguir estabelecer conexão usando os antigos programas no Brasil, como mostram testes feitos por usuários em fóruns de entusiastas. Esses discadores hoje também não estão mais disponíveis para download, exceto em antigos repositórios ou a partir da imagem ISO dos CDs extraídos para baixar.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

Instagram Plus é lançado oficialmente no Brasil: confira os recursos pagos

Com 11 novos recursos "premium", a assinatura Instagram Plus acaba de ser lançada no Brasil e promete mais interação, insights e personalização de perfis.

Por R$ 10 mensais, usuários brasileiros poderão desbloquear recursos extras no Instagram, como assistir publicações dos Stories sem aparecer para quem publicou. A novidade foi anunciada pela Meta nesta quinta-feira (3), destacando a chegada do Instagram Plus globalmente, incluindo o Brasil.



Anteriormente em testes, as assinaturas da Meta foram anunciadas de fato na última semana. De acordo com a companhia, o Instagram Plus “terá como foco oferecer recursos que aproximam você de quem importa, insights mais aprofundados e funcionalidades extras premium”.

Grande parte das funcionalidades faz mais sentido para criadores de conteúdo ou usuários mais assíduos da rede social. A companhia reforça, porém, que o Instagram continua gratuito e que “nenhum recurso será alterado ou removido”.

As outras duas assinaturas WhatsApp Plus (em testes no Brasil por R$ 7 mensais) e Facebook Plus (que pode custar os mesmos R$ 10 mensais do Instagram Plus) serão lançadas posteriormente, mas sem estipular uma data. A companhia também revelou, anteriormente, uma assinatura para os seus serviços de inteligência artificial (IA) chamada Meta One. Ela também deve ser lançada no Brasil futuramente.


Novos recursos do Instagram Plus

No total, 11 recursos são desbloqueados para quem é assinante do Instagram Plus. Eles se diferenciam entre ferramentas de comunidade, insights sobre publicações e personalização dos perfis. Confira a lista a seguir:

Story pode ganhar mais destaque para amigos;

Será possível estender a duração de um story para 48 horas (o limite para contas gratuitas é de 24h);

O usuário conseguirá assistir a um story sem aparecer que visualizou;

O Instagram permitirá criar diferentes listas de audiência para publicações de stories, como uma para amigos e outros sobre trabalho;

Também será mostrado se algum usuário assistiu o seu story mais de uma vez;

Na mesma linha, o usuário conseguirá buscar por pessoas específicas que possam ter visualizado algum story;

Como assinante, também será possível enviar um “Super Like”, que se traduz em animações mais vibrantes “que explodem pela tela para celebrar os stories dos seus amigos”;

Já sobre a personalização do aplicativo, o assinante poderá trocar o ícone do Instagram no celular;

A rede social também permitirá utilizar uma fonte personalizada na biografia do perfil;

Os assinantes do Instagram Plus terão um novo limite de até seis publicações fixadas no seu perfil;

Além de conseguirem realizar publicações ou nos destaques “sem que apareça no feed dos amigos”.

A novidade começa a ser disponibilizada a partir de hoje, de acordo com a Meta. É possível que a disponibilidade aconteça de forma gradual, logo não deve ser exibida para todos os usuários ao mesmo tempo. Para validar, basta acessar o seu perfil, tocar no ícone de três traços no canto superior direito e buscar pela opção de “assinaturas”.