quinta-feira, 30 de julho de 2026

Pokémon Red, Blue e Yellow ganham versão 3D feita por fãs! Veja como funciona

 Os primeiros jogos da franquia Pokémon continuam inspirando projetos da comunidade quase 30 anos depois de seu lançamento. Desta vez, Pokémon Red, Blue e Yellow receberam uma impressionante transformação visual criada por fãs, que recria os clássicos do Game Boy em um cenário tridimensional com estilo voxel, sem alterar a essência da aventura original.




O resultado chamou a atenção nas redes sociais por transformar cidades, rotas e até as batalhas em pequenos dioramas 3D, lembrando uma mistura entre o visual HD-2D e jogos com blocos. Apesar da aparência moderna, o projeto não é um remake oficial da Nintendo ou da Game Freak, mas sim um mod desenvolvido pela comunidade.

Batizado de Dramatic Shape Voxel Mod, o complemento funciona em conjunto com o Gen1Recomp, um projeto que recria nativamente Pokémon Red, Blue e Yellow em um novo software, adicionando recursos modernos e suporte para modificações. Confira os detalhes sobre a versão modificada para Android e Windows não oficial.


Mod transforma Pokémon Red, Blue e Yellow em um diorama 3D

O grande destaque do Dramatic Shape Voxel Mod é sua proposta de reinterpretar o mapa inteiro dos jogos como um diorama tridimensional. Em vez de apenas aumentar a resolução dos sprites, o mod ergue cenários, construções, árvores e montanhas em um ambiente cheio de profundidade, preservando a estética clássica da primeira geração.

Além do novo visual, o projeto adiciona sombras dinâmicas, iluminação ambiente, suporte para diferentes ângulos de câmera, widescreen e taxa de atualização de até 60 quadros por segundo. Também é possível alternar entre gráficos coloridos e um filtro que recria a clássica tela esverdeada do Game Boy.

As batalhas também recebem uma mudança importante. Em vez de acontecerem em um fundo vazio, como nos jogos originais, os confrontos passam a ocorrer diretamente no mapa, com uma câmera posicionada atrás dos Pokémon, em um estilo semelhante ao adotado pelos títulos mais recentes da franquia.


Projeto não usa emulador e exige a ROM original

Embora muita gente associe o projeto à emulação, essa não é exatamente sua proposta. Segundo os desenvolvedores, o Gen1Recomp não é um emulador tradicional nem distribui arquivos dos jogos.

Na prática, o programa utiliza uma ROM original de Pokémon Red, Blue ou Yellow como fonte para reconstruir os dados em seu próprio software. Após a importação, o arquivo é apenas verificado e processado, sem permanecer armazenado pelo aplicativo, segundo a documentação do projeto.


Os criadores também deixam claro que o mod continua em desenvolvimento. Algumas texturas ainda apresentam pequenas falhas visuais, certos sprites podem exibir cores incorretas e novos recursos continuam sendo adicionados em atualizações frequentes.

Como experimentar o projeto? É pirataria?

Quem tiver interesse em testar a novidade precisará utilizar o Gen1Recomp, software que serve de base para o mod, além de instalar o Dramatic Shape Voxel Mod. Segundo os desenvolvedores, o processo exige que o usuário importe uma ROM compatível de Pokémon Red, Blue ou Yellow, que é utilizada apenas para reconstruir os dados do jogo no programa.


Após a instalação do mod, é possível habilitar as opções de voxel e ajustar configurações gráficas para obter o visual tridimensional mostrado nos vídeos divulgados pelos criadores. Como o projeto ainda está em desenvolvimento, os responsáveis recomendam utilizar sempre as versões mais recentes do Gen1Recomp e do mod, que recebem atualizações frequentes com correções e melhorias visuais.

O processo de uso do mod, seja no celular ou PC, acaba ficando na linha cinza envolvendo o uso de propriedades intelectuais da Nintendo. De acordo com a Lei de Software do Brasil, o usuário pode manter uma cópia digital do jogo original, desde que faça a extração dos dados e não a distribua.


Por outro lado, baixar e distribuir ROMs é uma prática condenada pela Nintendo. “ Se você vir jogos oferecidos para download usando redes ponto a ponto ou clicando em links para arquivos hospedados em plataformas de terceiros, o conteúdo que você está acessando é uma cópia não autorizada (ou seja, uma cópia pirata)”, diz o site oficial da companhia. “O upload e o download de cópias piratas de jogos da Nintendo são ilegais”, ressalta a Big N.


terça-feira, 28 de julho de 2026

ChatGPT não aceita mais pedidos para copiar estilo de escritores

 A plataforma de inteligência artificial (IA) ChatGPT fez uma alteração discreta no modo de geração de textos. Nas últimas semanas, ela deixou de atender pedidos de usuários que pedem a escrita de textos literários que copiem diretamente o estilo de pessoas de renome na área.



O site Arstechnica fez testes solicitando introduções no estilo de determinados escritores e escritoras e detectou a mudança.  O chatbot agora até entrega o texto solicitado, como uma introdução de um conto, mas não segue na íntegra um prompt que pede a cópia ou emulação de pessoas do setor literário.

Semanas atrás, o grupo No Latency publicou um relatório que também traz uma conclusão parecida: o ChatGPT só colaborou com o grupo de forma integral na elaboração de textos de autores já falecidos, enquanto figuras ainda vivas recebem a resposta alternativa.

Por que o ChatGPT fez isso?

A OpenAI não se manifestou oficialmente sobre a mudança e nem é possível saber exatamente quando essa alteração foi realizada, mas é possível que o chatbot tenha sido reprogramado para evitar consequências jurídicas para a plataforma.

Copiar o estilo de escritores de forma integral muito possivelmente significa que o modelo de linguagem foi treinado com base em obras inteiras dessas pessoas — algo que é feito normalmente sem autorização e qualquer compensação financeira aos envolvidos.


Fora algumas rivais, a própria OpenAI já responde ações judiciais de autores e editoras que reclamam desse uso de trabalhos, que podem até ser usados para a criação de trabalhos falsos ou que, por simular um estilo, podem ser considerados uso comercial de um material. Situação parecida é vivivda também por serviços de IA generativa de áudio e vídeo, como o caso do Suno e artistas da área da música.


segunda-feira, 20 de julho de 2026

Compra da Warner pela Paramount vai ser paralisada por duas semanas

 Apesar de já ter sido aprovada por vários órgãos regulatórios internacionais, a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance vai ser paralisada por pelo menos duas semanas. Isso é resultado do fato de um juiz federal dos Estados Unidos ter atendido a um pedido de liminar iniciado por uma coligação de doze estados do país.



Liderada pela Califórnia, ela busca por mais tempo para que possam avançar processos antitruste que desejam acabar de vez com o negócio avaliado em US$ 111 bilhões. Os estados argumentam que a compra vai acabar com a competitividade de mercados, aumentar preços e prejudicar profissionais que atuam no mundo do entretenimento.

Com a decisão, a coligação ganha mais tempo para que diferentes tribunais possam ter tempo de analisar os detalhes do processo. Seus membros acreditam que, mesmo que a aquisição seja desfeita no futuro, a mera possibilidade de a Paramount e a Warner se fundirem vai gerar “danos irreparáveis”.


Antes da liminar cedida pelo juiz distrital Araceli Martínez-Olguín, os estados pediram que as empresas paralisassem voluntariamente o negócio;

No entanto, diante da recusa de ambas, foi preciso que a coligação recorresse aos meios legais;

Conforme aponta a Associated Press, isso abre o caminho para uma nova liminar que possa bloquear o acordo em caráter permanente;

“Essa é uma primeira vitória crucial em nosso caso para garantir que essa megafusão nunca veja a luz do dia”, afirmou o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta;

“A história nos mostra bem o que acontece quando poucas pessoas têm mais poder sobre mercados que são centrais às vidas dos Americanos: menos oportunidades para mais pessoas, produtos e serviços piores para todos”, continuou.

A compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount Skydance tem o potencial de criar um gigante do entretenimento que vai ter grande participação no cinema, televisão e no mundo jornalístico. As empresas argumentam que o negócio não abala os mercados, que atualmente seriam dominados por plataformas de streaming como Netflix, Prime Video e Apple TV.

Warner e Paramount não vão desistir do negócio

Em um comunicado, a Paramount afirmou que a companhia está “grata pela ação rápida dos tribunais”. Segundo ela, a decisão mantém o status quo enquanto as cortes consideram se a aquisição viola leis antitruste. Um porta-voz da empresa afirma que ela está confiante de que esse não é o caso e que sua compra da Warner Bros. poderá prosseguir com tranquilidade.

“Essa fusão é legal, favorável à competição e vai beneficiar consumidores, criadores, trabalhadores e a indústria do entretenimento. Vamos continuar a defender vigorosamente a transação e estamos ansiosos para a audiências sobre o mérito da ação dos Procuradores-Gerais estaduais”, afirmou a corporação.

quinta-feira, 16 de julho de 2026

Vírus imita programa da NVIDIA para invadir e roubar PCs

 Pesquisadores de cibersegurança da empresa Blackpoint Cyber descobriram uma nova ameaça digital batizada de LabubaRAT. Esse é um vírus que se disfarça de uma ferramenta da fabricante de placas de vídeo NVIDIA para invadir sistemas corporativos, assumir o controle remoto das máquinas e roubar dados.



Como o nome já indica, o Labuba é um RAT, ou seja, um Cavalo de Troia de Acesso Remoto. Esse é um tipo de malware comum no mundo do cibercrime e conta com características muito perigosas. Softwares como esse permitem que um invasor opere o computador da vítima à distância, com acesso completo aos arquivos e processos do sistema.

O que chama a atenção é como o malware é distribuído por um executável que usa o nome da Nvidia, chamado “nvidia-sysruntime.exe”. Apesar disso, a Nvidia não possui nenhuma relação direta com esse golpe e seus softwares estão livres de vírus. Os atacantes apenas utilizaram o nome da empresa.


O relatório da Blackpoint não detalha exatamente como o LabubaRAT é distribuído na internet, somente o seu método de execução e comportamento. Esse nome foi atribuído ao malware por conta da interface de comando utilizada pelos hackers, que exibia o título "LabubaPanel" e a imagem do brinquedo chamado Labubu.

Uma vez instalado na máquina, o LabubaRAT pode capturar a tela do usuário, copiar documentos confidenciais, baixar arquivos da rede e carregar novas ferramentas maliciosas para dentro da máquina. Com as devidas permissões, esse RAT pode até controlar partes do sistema da vítima.


Dissecando o LabubaRAT

Por fora, o LabubaRAT se esconde como uma aplicação da NVIDIA, diretamente relacionada ao Nvidia Container Runtime Monitor. Por dentro, o programa é construído em Rust, uma linguagem de programação moderna que gera códigos complexos e rápidos. Essa é uma linguagem presente em diversos malwares recentes.

O documento da Blackpoint Cyber cita que diferente de outros vírus, ele recebe suas instruções no momento em que é ativado, via comandos de texto. Isso é feito por meio de um script empacotado em um bloco de texto codificado. Dessa forma, o mesmo arquivo pode ser usado em campanhas totalmente diferentes, enganando as defesas do sistema.


Após a ativação, o vírus cria um pequeno banco de dados oculto no disco para guardar suas configurações. Antes de agir, ele vasculha o computador em busca de um recurso chamado “estado do controle de usuário” (UAC) e identifica quais navegadores e ferramentas de segurança estão instalados, como softwares da Kaspersky, CrowdStrike, etc.

O RAT começa a estabelecer três canais de comunicação com os hackers. Ele usa tráfego padrão de sites, por meio do protocolo HTTPS, e um canal escondido por meio de processos de navegadores (WebView2). Caso a segurança do sistema bloqueie esses dois, há um terceiro canal feito por meio de requisições falsas de internet.


Quando finalmente o atacante resolve rodar seus comandos maliciosos, o LabubaRAT cria pequenos scripts temporários, escritos em JavaScript, e os executa de forma silenciosa. Para se manter no sistema após o PC ser desligado, ele se infiltra no registro de inicialização do Windows do próprio usuário.

Como as empresas podem se proteger?

A Blackpoint indica que a a utilização de sistemas de detecção e resposta pode ser usada para interceptar programas que afirmam ser empresas, como a Nvidia, mas não possuem certificado digital atrelado. Monitorar e alertar execuções de arquivos desconhecidos também é um passo importante.


Como a empresa não cita a distribuição do LabubaRAT e ele se disfarça de app da Nvidia, é fácil assumir que ele está disponível para download em fóruns e anúncios falsos. Para o usuário comum, é importante baixar arquivos somente no site oficial das fabricantes.


domingo, 12 de julho de 2026

Diários de uma Apotecária: Tudo sobre um dos melhores animes do momento

 Poucos animes recentes conseguiram misturar mistério, drama de corte, investigação médica e uma protagonista tão carismática quanto Diários de uma Apotecária. A obra, originalmente chamada Kusuriya no Hitorigoto, virou um daqueles títulos que crescem no boca a boca justamente por fugir do óbvio.



Em vez de apostar apenas em batalhas grandiosas ou mundos de fantasia tradicionais, a série conquista pela inteligência. No centro de tudo está Maomao, uma jovem apotecária de personalidade afiada, olhar clínico e curiosidade quase perigosa, que transforma venenos, doenças e intrigas palacianas em peças de um grande quebra-cabeça.

Sua vida muda quando ela é sequestrada e vendida como serva para o Palácio Imperial, onde decide passar despercebida até cumprir seu período de trabalho forçado.


Só que discrição não combina muito com alguém tão inteligente. Ao perceber que os filhos do imperador estão adoecendo de forma misteriosa, Maomao usa seus conhecimentos de farmacologia para investigar a causa do problema. 

A solução do caso chama a atenção de Jinshi, figura influente na administração do palácio interno, e a partir daí ela passa a ser envolvida em uma série de mistérios da corte.


A premissa pode parecer simples, mas é justamente aí que está o charme. Cada episódio funciona como uma investigação em miniatura, conectando sintomas, costumes, disputas políticas e segredos pessoais. 

Maomao é o grande veneno e remédio da série

Maomao é, sem exagero, o coração de Diários de uma Apotecária. Ela não é a protagonista mais expansiva, nem alguém movida por heroísmo clássico. Seu brilho vem da observação. Enquanto outros personagens se perdem em aparências, hierarquias e jogos de poder, ela enxerga detalhes que quase ninguém nota.

A personagem também foge do molde da heroína idealizada. Maomao é sarcástica, prática, desconfiada e tem uma relação curiosamente fascinada com venenos. Essa combinação rende momentos de humor seco, tensão e humanidade, especialmente quando ela precisa equilibrar sua vontade de permanecer invisível com a necessidade de agir diante de injustiças e perigos reais.


Não por acaso, Maomao se tornou um dos nomes mais comentados da temporada e foi reconhecida no Crunchyroll Anime Awards 2026 como Melhor Personagem Principal. A vitória reforça o quanto a força da obra passa diretamente por sua protagonista.

Jinshi, o palácio e as intrigas da corte

Outro nome essencial na trama é Jinshi, o belo e influente administrador do palácio interno. Ele percebe rapidamente que Maomao não é uma serva comum e passa a convocá-la para resolver casos delicados. A dinâmica entre os dois é um dos motores da série, misturando tensão, humor e um jogo constante de aproximação e resistência.


Ao redor deles, o anime constrói um ambiente cheio de concubinas, servas, oficiais, médicos, cortesãs e figuras políticas. Personagens como Gyokuyō, Lihua, Lishu, Gaoshun e Luomen ajudam a ampliar o universo da história, mostrando que o palácio é muito mais do que um cenário bonito. Ele é um organismo vivo, cheio de regras, fofocas, disputas e consequências.

Essa riqueza de relações também explica por que tantos fãs querem entender o futuro de Diários de uma Apotecária após a segunda temporada, já que a obra deixa claro que ainda há muitos segredos para serem revelados.

De light novel a fenômeno dos animes

Antes de chegar à televisão, Diários de uma Apotecária nasceu como uma série de light novels escrita por Natsu Hyūga. A história começou a ser publicada online em 2011 e depois ganhou versões impressas. O sucesso também rendeu adaptações em mangá, incluindo uma versão publicada no Brasil pela Panini e o primeiro volume da light novel publicada pela editora Alt, será oficialmente lançada, agora no final de julho.

O anime é produzido pelos estúdios Toho Animation Studio e OLM, com direção associada a Norihiro Naganuma e Akinori Fudesaka. 


A primeira temporada estreou em outubro de 2023 e rapidamente chamou atenção pela mistura de mistério, drama, romance sutil e ambientação inspirada em uma corte imperial fictícia. No Brasil, a série está disponível pela Crunchyroll, com episódios legendados e dublagem em português brasileiro em parte da obra.


sábado, 4 de julho de 2026

Kingston oferece curso gratuito de hardware com 10 mil bolsas

 


A Kingston anunciou o "Kingston Maker", um projeto educacional voltado para iniciantes em informática. O curso oferece 17 horas de conteúdo distribuído em três módulos, incluindo material técnico sobre componentes de um computador e prática com montagem completa de um PC.

A iniciativa "Kingston Maker" busca democratizar a tecnologia, segundo a fabricante. O projeto foi desenvolvido em colaboração com a varejista Terabyte e a CNB Academy, oferecendo 10 mil bolsas ao todo. As aulas serão totalmente online, hospedadas na plataforma da CNB e ministradas pelo professor Paulo Mauricio Rufino.

Segundo a fabricante, o projeto nasceu a partir da percepção de que o usuário desenvolve um vínculo com o computador, mas não compreende os fatores que determinam seu desempenho ou vida útil, como características dos dispositivos de armazenamento e memórias.

"Democratizar a tecnologia é multiplicar o conhecimento. Sabemos que o hardware pode parecer um universo complexo e distante, por isso focamos na formação dos 'Smart Friends'", afirmou o gerente de Trade Marketing e Parcerias da Kingston Brasil, Marcelo Setubal.

Inscrições acontecem gradativamente

A empresa visa alcançar diversas regiões do Brasil. As bolsas serão distribuídas gradativamente ao longo do ano e contemplarão os 26 estados do país e o Distrito Federal. Confira as datas de inscrições para cada região:

  • Sudeste: 6 de julho – 1.359 vagas;
  • Norte: 3 de agosto – 3.157 vagas;
  • Nordeste: 1° de setembro – 3.642 vagas;
  • Centro-Oeste e Distrito Federal: 5 de outubro – 1.260 vagas;
  • Sul: 3 de novembro – 582 vagas.

Faça a inscrição e confira mais detalhes sobre o Kingston Maker no site oficial do projeto.