Falando ao site da BBC, Doron Myersdorf, diretor-executivo da empresa, revelou que essa tecnologia deve entrar em produção no início do próximo ano, mas que no momento não poderia revelar quais fabricantes já estão interessadas em utilizar esse recurso em seus aparelhos.
Ainda que a ideia de recarregar a bateria de um smartphone completamente em cinco minutos seja algo que certamente chame a atenção de diversas pessoas, há alguns que se mostram um tanto quanto céticos neste sentido. Um deles é Ben Wood, analista de tecnologia da CCS Insight que duvida dessa possibilidade, mas ressaltou que, caso funcione, isso poderia ser um grande momento na indústria.
Entretanto, ele também destaca que são necessários alguns cuidados, já que uma bateria com um design que gere grandes quantidades de calor pode acabar impactando o seu desempenho.

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