Entre as operadoras confirmadas para fazer parte da etapa inicial de testes comerciais estão AT&T, BT, China Telecom, China Mobile, China Unicorn, Deusthe Telekom, KDDI, KT, LG U+, NTT Docomo, Orange, Singtel, SK Telecom, Sprint, Telstra, TIM, Verizon e Vodafone Group. Todas devem utilizar o novo modem Snapdragon X50 5G, com capacidade de download à velocidade de até 5 gigabits por segundo.
Entre as fabricantes de dispositivos estão LG, HTC, Oppo, HMD, ZTE, Xiaomi, Vivo, Sony, Asus, Fujitsu, Sharp, Sierra Wireless, Netgear, Netcomm Wireless, Telit, WNC, Wingtech e Inseego. Note que há três importantes ausências nesse bolo: a Samsung vem resolvendo uma disputa com Qualcomm e pode utilizar seu chipset Exynos, enquanto a Apple acumula vários imbróglios nos tribunais, por conta de royalties.
Já a Huawei não está nesse rol porque, segundo o Diretor de Marketing de Produtos, Sheriff Hanna, “ela já possui seus próprios processadores e modens celulares”. Sobre a Maçã, há a esperança de que haja uma aproximação. “Queremos todo mundo nos negócios. Incluindo a Apple.”
Enquanto isso, no Brasil…
Pode ser que a gente demore muito para ver o 5G por aqui. A previsão do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CpQD) é de que a rede só deve se popularizar por aqui em meados de 2030, simplesmente "por não haver infraestrutura e modelos de negócios adequados". Segundo seu vice-presidente, Alberto Paradisi, o próprio 4G, presente no Brasil já há mais de dez anos, nem mesmo ultrapassou 40% da base existente.

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