Os modelos OLED seriam justamente o iPhone maior e outro com o mesmo tamanho do iPhone X — 5,8 polegadas. A dupla contaria com a tecnologia TrueDepth para a profundidade da câmera, mas viria com uma novidade essencial em relação ao aparelho de 2017: uma versão com 512 GB para armazenamento.
O terceiro modelo, com tela LCD, teria um design também inspirado no iPhone X, praticamente sem bordas, mas com apenas uma câmera traseira. Apesar de um apelo “mais em conta” e direcionado ao mercado intermediário, este modelo contaria com Face ID como o sistema de desbloqueio padrão, abandonando de vez o Touch ID e o botão Home físico na frente do smartphone da Apple. O preço final de tudo isso deve girar em torno de US$ 650 e US$ 900.
O Nomura cita como fontes pessoas da linha de produção do iPhone e aposta na Foxconn como a fabricante dos modelos mais caros, enquanto a versão com tela em LCD seria produzida pela Pegatron e provavelmente também pela Wistron. Contudo, muita coisa pode mudar ao longo dos próximos meses: os analistas cravam que as especificações finais dos gadgets não devem ser finalizadas antes do final do primeiro trimestre de 2018.

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