A Huawei registrou mais um nome para seu futuro sistema operacional: Harmony OS. A documentação foi feita na EUIPO (Instituto de Propriedade Intelectual da União Europeia) como “sistemas operacionais móveis; sistemas operativos de computador; programas do sistema operacional para download”.
Desde que sofreu as sanções dos Estados Unidos a empresa chinesa vem trabalhando em um sistema operacional próprio de código aberto e baseado no Android. O SO seria chamado de HongMeng OS na China e Ark Os no restante do mundo.
Na última semana, o presidente da Huawei chegou a afirmar que o HongMeng seria mais rápido que Android e iOS, mas que o seu foco é Internet das Coisas (IoT). O novo registro, portanto, pode ser uma variação do OS mais focado nos dispositivos móveis.
Contexto
Desde que a sanção dos Estados Unidos entrou em vigor, a Huawei se organiza para depender menos das tecnologias norte-americanas. Apesar da empresa ter, em diversos momentos, afirmado que preferiria continuar com o Android, ela se mantém pronta para diferentes cenários.
A Google também não tem interesse em perder a parceira comercial — a empresa perderia cerca de 700 a 800 milhões de usuários se a Huawei parar de usar o Android.
Rumores apontam o dia 9 de agosto como possível data do lançamento do sistema operacional da chinesa. Faltaria pouco tempo, então, para descobrirmos o verdadeiro nome e foco do OS.
Mostrando como é simples lidar ,com equipamentos tão sofisticado, como computador. Neste blog, estaremos relatamos problemas mais comuns e graves, que um computador pode apresentar e também, suas supostas soluções lógicas e de manutenção. Entretanto novidades de tecnologia ,serão aqui também apresentadas novidades em softwares e outras coisa mais.
segunda-feira, 15 de julho de 2019
Facebook amplia ferramentas de monetização para criadores
O objetivo de atrair e fidelizar mais produtores de conteúdo, o Facebook passou a disponibilizar diversos recursos que permitem a monetização de conteúdo e a gestão desses ganhos. São diversos recursos como a possibilidade de colocar anúncios nos conteúdos e a inclusão de mais grupos pagos. O objetivo dessas ações é aumentar as possibilidades de os criadores de conteúdos ganharem mais dinheiro com a plataforma.
O Facebook anunciou que está entrando de vez monetização de vídeos. Além das opções que foram citadas, ainda há outros recursos como a monetização de Fans Subscriptions, em que os fãs compram uma assinatura por US$ 4,99 e têm acesso a conteúdos exclusivos e um selo de fã. Porém, é preciso ficar atento ao contrato desse recurso, já que, a partir de 2020, a plataforma cobrará uma taxa de 30% sobre cada assinatura.
No início do ano, a plataforma já havia anunciado o recurso de inclusão de anúncios estilo intervalo comercial, nos quais é possível colocar publicidade no início ou no meio dos vídeos, além de banners logo abaixo da publicação.
E vem mais por aí: novos testes estão em andamento, como um recurso de dicas e o Stars, onde o usuário compra um pacote de estrelas por US$ 1,40 e pode ganhar dicas diretas dos criadores. Essa espécie de moeda, que já está disponível para vídeos de jogos, está sendo testada para outros tipos de vídeos. Também estão em testes grupos pagos fechados, em que fãs poderão ter contato direto e exclusivo com os criadores.
E para gerenciar tudo isso, a plataforma tem buscado melhorar o back-end como novos recursos de controle e métricas do dinheiro gerado nessas monetizações. O Creator Studio é a área onde esta gestão acontece e já traz diversas possibilidade de dados para medir os conteúdos de mais ou menos sucesso, em uma visão geral dos conteúdos monetizados no Facebook, Instagram e IGTV.
O Facebook anunciou que está entrando de vez monetização de vídeos. Além das opções que foram citadas, ainda há outros recursos como a monetização de Fans Subscriptions, em que os fãs compram uma assinatura por US$ 4,99 e têm acesso a conteúdos exclusivos e um selo de fã. Porém, é preciso ficar atento ao contrato desse recurso, já que, a partir de 2020, a plataforma cobrará uma taxa de 30% sobre cada assinatura.
No início do ano, a plataforma já havia anunciado o recurso de inclusão de anúncios estilo intervalo comercial, nos quais é possível colocar publicidade no início ou no meio dos vídeos, além de banners logo abaixo da publicação.
E vem mais por aí: novos testes estão em andamento, como um recurso de dicas e o Stars, onde o usuário compra um pacote de estrelas por US$ 1,40 e pode ganhar dicas diretas dos criadores. Essa espécie de moeda, que já está disponível para vídeos de jogos, está sendo testada para outros tipos de vídeos. Também estão em testes grupos pagos fechados, em que fãs poderão ter contato direto e exclusivo com os criadores.
E para gerenciar tudo isso, a plataforma tem buscado melhorar o back-end como novos recursos de controle e métricas do dinheiro gerado nessas monetizações. O Creator Studio é a área onde esta gestão acontece e já traz diversas possibilidade de dados para medir os conteúdos de mais ou menos sucesso, em uma visão geral dos conteúdos monetizados no Facebook, Instagram e IGTV.
quinta-feira, 11 de julho de 2019
Malware Agent Smith engana usuário e troca ícone de apps no Android
Pesquisadores da Check Point descobriram um novo tipo de malware para celular Android que simula a aparência de aplicativos inocentes para passar despercebido no aparelho. Batizado de Agent Smith, o malware se passa por apps de edição de fotos, entretenimento adulto e até jogos. No final das contas, ele serve para embutir propagandas no celular e gerar ganho financeiro para os cibercriminosos.
O malware já se encontra presente em quase 25 milhões de celulares Android e simula a aparência de apps como: ioTV, AppLock, HotStar, Flipkart, Opera Mini e Truecaller.
Para entrar em um aparelho, o malware se vale de vulnerabilidade múltiplas presentes em smartphones Android desatualizados para injetar código malicioso em arquivos APK. Ele delete versões legítimas de apps para reinstalar versões criminosas.
“Com o tempo, esta campanha também infectará o mesmo dispositivo, repetidamente, com os mais recentes patches maliciosos. Isso nos leva a estimar que haja mais de 2,8 bilhões de infecções no total, em cerca de 25 milhões de dispositivos únicos, o que significa que, em média, cada vítima teria sofrido cerca de 112 trocas de aplicativos inocentes para maliciosos”, disseram os pesquisadores.
Até o momento, o malware atinge mais usuários Android nos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido. Apenas nos três locais, são mais de 575 mil dispositivos. Ainda, a Check Point encontrou 11 aplicativos na Play Store com códigos inativos do Agent Smith (eles já foram removidos da loja).
Para se proteger do Agent Smith, você precisa seguir algumas boas práticas que envolvem: não baixar apps fora da loja oficial Google Play Store (e ainda busque desenvolvedores verificados), não clique em links suspeitos nem libere a instalação de APKs terceiras nas configurações. Está vendo muita propaganda em um app? Vá até o menu de configurações, gerenciamento de apps e desinstale a aplicação. Por último, sempre tenha seu celular com a última atualização disponível instalada.
O malware já se encontra presente em quase 25 milhões de celulares Android e simula a aparência de apps como: ioTV, AppLock, HotStar, Flipkart, Opera Mini e Truecaller.
Para entrar em um aparelho, o malware se vale de vulnerabilidade múltiplas presentes em smartphones Android desatualizados para injetar código malicioso em arquivos APK. Ele delete versões legítimas de apps para reinstalar versões criminosas.
“Com o tempo, esta campanha também infectará o mesmo dispositivo, repetidamente, com os mais recentes patches maliciosos. Isso nos leva a estimar que haja mais de 2,8 bilhões de infecções no total, em cerca de 25 milhões de dispositivos únicos, o que significa que, em média, cada vítima teria sofrido cerca de 112 trocas de aplicativos inocentes para maliciosos”, disseram os pesquisadores.
Até o momento, o malware atinge mais usuários Android nos Estados Unidos, Austrália e Reino Unido. Apenas nos três locais, são mais de 575 mil dispositivos. Ainda, a Check Point encontrou 11 aplicativos na Play Store com códigos inativos do Agent Smith (eles já foram removidos da loja).
Para se proteger do Agent Smith, você precisa seguir algumas boas práticas que envolvem: não baixar apps fora da loja oficial Google Play Store (e ainda busque desenvolvedores verificados), não clique em links suspeitos nem libere a instalação de APKs terceiras nas configurações. Está vendo muita propaganda em um app? Vá até o menu de configurações, gerenciamento de apps e desinstale a aplicação. Por último, sempre tenha seu celular com a última atualização disponível instalada.
Tinder lança versão Lite que gasta 20% menos dados e economiza bateria
A versão Lite do aplicativo, que promete consumir 20% menos dados, ocupar 25 vezes menos espaço nos telefones, economizar bateria e ser mais rápido do que a versão atual.As funcionalidades serão as mesmas que o aplicativo convencional oferece, assim como o funcionamento. O usuário precisará de apenas um login para acessar sua conta em qualquer uma das versões — que terão apps independentes.
A intenção da empresa é possibilitar que sua aplicação seja usada em regiões em que o acesso à internet não é muito veloz. A princípio, a versão Lite estará disponível apenas para usuários do sistema Android no Vietnã.
A previsão é que o aplicativo chegue ao Brasil até o fim do ano, enquanto isso, é possível fazer um pré-registro para o Tinder Lite.
Servidor Windows e Linux – As diferenças que você precisa saber
A maior parte das pessoas que não são profissionais de informática, possuem dúvidas com relação as diferenças entre um servidor que utiliza o sistema operacional Windows e Linux. Vamos ver aqui, diferenças básicas, mas que vão ajudá-lo um pouco com esta dúvida.
Primeiro precisamos entender para que servem, de forma genérica, os servidores. Eles são equipamentos que possuem uma tecnologia mais robusta, capazes de processar e armazenar um grande volume de informações, disponibilizando assim, o acesso simultâneo a elas, tanto de forma local (dentro da empresa), como remota (através da internet), por um grande número de usuários.
O sistema operacional Windows Server é proprietário, ou seja, possui um dono que é a Microsoft. Para utilizá-lo, é preciso pagar pelo direito de uso da licença.
As atualizações de versão são disponibilizadas durante determinado tempo. Quando uma nova versão é lançada, é preciso fazer um upgrade de versão e em alguns casos, adquirir uma nova licença de uso.
O uso de versões desatualizadas, como por exemplo, Windows Server 2003 ou 2008, pode ocasionar a perda de informações através de ataques Ransomware. Estas versões possuem brechas ou falhas na segurança já conhecidas pelos rackers, o que facilitam a invasão.
Licenciamento Windows Server 2016
A forma de licenciamento do Windows Server 2016 é diferente das versões anteriores. O licenciamento é feito de acordo com a configuração do seu servidor.
• Quantos processadores;
• Número de cores físicos;
• Número de máquinas virtuais que você vai utilizar.
O Windows Server possui interface amigável, assim como o Windows Desktop que todos nós conhecemos. Várias ferramentas integram o sistema operacional, disponibilizando inúmeros serviços que permitem que você trabalhe de forma organizada e segura.
No Brasil, a grande maioria dos desenvolvedores, utilizam o Windows como plataforma padrão para o desenvolvimento de seus sistemas. Nos demais países, isto já não acontece.
O processo de instalação e configuração requer um conhecimento técnico avançado e deve ser feito por profissionais experientes. Clique aqui e saiba mais sobre este serviço.
Linux – Open Source
O sistema operacional Linux pertence ao chamado nicho Open Source, ou seja, código aberto. É um software free, não sendo necessária a aquisição de licenças de uso.
O período das atualizações de versão varia de acordo com a distribuição do linux, como por exemplo Ubuntu, Debian, dentre outros.
São 2 os tipos de atualizações:
Upgrade: Pode ocorrer no intervalo de 1 a 2 anos. Nestes upgrades são feitas atualizações de todos os softwares da distribuição, além da aplicação de patches de segurança.
Primeiro precisamos entender para que servem, de forma genérica, os servidores. Eles são equipamentos que possuem uma tecnologia mais robusta, capazes de processar e armazenar um grande volume de informações, disponibilizando assim, o acesso simultâneo a elas, tanto de forma local (dentro da empresa), como remota (através da internet), por um grande número de usuários.
O sistema operacional Windows Server é proprietário, ou seja, possui um dono que é a Microsoft. Para utilizá-lo, é preciso pagar pelo direito de uso da licença.
As atualizações de versão são disponibilizadas durante determinado tempo. Quando uma nova versão é lançada, é preciso fazer um upgrade de versão e em alguns casos, adquirir uma nova licença de uso.
O uso de versões desatualizadas, como por exemplo, Windows Server 2003 ou 2008, pode ocasionar a perda de informações através de ataques Ransomware. Estas versões possuem brechas ou falhas na segurança já conhecidas pelos rackers, o que facilitam a invasão.
Licenciamento Windows Server 2016
A forma de licenciamento do Windows Server 2016 é diferente das versões anteriores. O licenciamento é feito de acordo com a configuração do seu servidor.
• Quantos processadores;
• Número de cores físicos;
• Número de máquinas virtuais que você vai utilizar.
O Windows Server possui interface amigável, assim como o Windows Desktop que todos nós conhecemos. Várias ferramentas integram o sistema operacional, disponibilizando inúmeros serviços que permitem que você trabalhe de forma organizada e segura.
No Brasil, a grande maioria dos desenvolvedores, utilizam o Windows como plataforma padrão para o desenvolvimento de seus sistemas. Nos demais países, isto já não acontece.
O processo de instalação e configuração requer um conhecimento técnico avançado e deve ser feito por profissionais experientes. Clique aqui e saiba mais sobre este serviço.
Linux – Open Source
O sistema operacional Linux pertence ao chamado nicho Open Source, ou seja, código aberto. É um software free, não sendo necessária a aquisição de licenças de uso.
O período das atualizações de versão varia de acordo com a distribuição do linux, como por exemplo Ubuntu, Debian, dentre outros.
São 2 os tipos de atualizações:
Upgrade: Pode ocorrer no intervalo de 1 a 2 anos. Nestes upgrades são feitas atualizações de todos os softwares da distribuição, além da aplicação de patches de segurança.
segunda-feira, 8 de julho de 2019
Telegram ganha stickers animados que consomem menos dados
O Telegram lançou, no último dia 6, uma nova funcionalidade que deve deixar as conversas mais divertidas: stickers animados mais econômicos. Além das imagens estáticas que estamos acostumados, agora será possível enviar figurinhas com movimento gastando menos dados e memória.
O time de desenvolvimento do aplicativo usou gráficos vetoriais somados a outras técnicas para criar adesivos animados em TGS, baseado em Lottie, e que ocupam cerca de 20 a 30 kilobytes — o que é seis vezes menor do que uma foto, em média.
Os stickers animados consomem menos bateria do que GiFs e podem rodar a uma velocidade de 60 quadros por segundo. “Se uma imagem vale mais que mil palavras, são 180 mil palavras por adesivo”, destaca o aplicativo.
Como uma plataforma aberta é possível que artistas criem adesivos animados e insiram no aplicativo, enviando para @stickers.
Como usar?
Os adesivos animados já estão disponíveis para todos que usam o aplicativo. Basta abrir uma conversa, ir ao ícone de figurinhas e escolher a opção que melhor se adapta ao contexto.
O time de desenvolvimento do aplicativo usou gráficos vetoriais somados a outras técnicas para criar adesivos animados em TGS, baseado em Lottie, e que ocupam cerca de 20 a 30 kilobytes — o que é seis vezes menor do que uma foto, em média.
Os stickers animados consomem menos bateria do que GiFs e podem rodar a uma velocidade de 60 quadros por segundo. “Se uma imagem vale mais que mil palavras, são 180 mil palavras por adesivo”, destaca o aplicativo.
Como uma plataforma aberta é possível que artistas criem adesivos animados e insiram no aplicativo, enviando para @stickers.
Como usar?
Os adesivos animados já estão disponíveis para todos que usam o aplicativo. Basta abrir uma conversa, ir ao ícone de figurinhas e escolher a opção que melhor se adapta ao contexto.
Microsoft testa barra de busca em tela de bloqueio do Windows 10
Ampliando as opções de pesquisa disponíveis para os usuários do Windows 10, a Microsoft iniciou uma rodada de teste da barra de busca do Bing na tela de bloqueio da versão mais recente de seu sistema operacional.
Como é possível ver na mensagem a seguir (ela foi compartilhada no perfil do Twitter do usuário conhecido como Albacore), a tela de bloqueio do Windows 10 recebeu uma barra de busca do Bing no Windows 10 H1 Build 18932.
Para quem está curioso e deseja ver essa novidade ativa, houve a menção de que essa opção pode ser utilizada por meio de ferramentas como o Mach2 (útil para habilitar opções escondidas dentro do sistema operacional).
Como é possível ver na mensagem a seguir (ela foi compartilhada no perfil do Twitter do usuário conhecido como Albacore), a tela de bloqueio do Windows 10 recebeu uma barra de busca do Bing no Windows 10 H1 Build 18932.
Para quem está curioso e deseja ver essa novidade ativa, houve a menção de que essa opção pode ser utilizada por meio de ferramentas como o Mach2 (útil para habilitar opções escondidas dentro do sistema operacional).
sexta-feira, 5 de julho de 2019
Mozilla é eleita “vilã da internet” por operadoras do Reino Unido
A Mozilla, organização responsável pelo navegador Firefox, recebeu o “título” anual de Vilã da Internet. O prêmio foi dado pela Associação de Provedoras de Serviços de Internet do Reino Unido (ISPAUK), grupo que inclui várias das principais empresas de telecomunicação em operação no país, como AT&T, Sky, Virgin e Verizon.
A justificativa para essa escolha envolve a decisão da Mozilla de implementar o protocolo DNS sobre HTTPS (DoH) no Firefox, criado com o objetivo de dar mais segurança e privacidade para as pessoas que acessam a web. Esse protocolo criptografa a consulta de DNS que converte o endereço de um site digitado no navegador em um endereço IP capaz de ser compreendido pela máquina, enviando você ao site desejado.
De acordo com os testes da Mozilla realizados durante o ano passado, além de aumentar a segurança do processo, o DoH pode melhorar a performance do navegador ao aumentar a velocidade das requisições de DNS. Na prática, isso faz com que as páginas carreguem em menos tempo.
Mas as operadoras não gostaram nada da decisão de adicionar o protocolo ao Firefox. Para elas, o DoH poderá permitir que os usuários burlem filtros do Reino Unido e acessem sites que são bloqueados no país, uma lista formada principalmente por portais que permitem o download de conteúdo com infrações de direitos autorais (sites de pirataria). Algumas companhias também utilizam esse método para bloquear sites suspeitos de distribuir pornografia infantil e conteúdo considerado extremista.
Operadoras tem apoio de agência de espionagem
A crítica das operadoras recebeu o apoio da Government Communications Headquarters (GCHQ), agência de espionagem do governo britânico, e da Internet Watch Foundation, entidade responsável por manter a lista de sites bloqueados no Reino Unido. “Ativar o DNS sobre HTTPS por padrão será prejudicial para a segurança online, a cybersegurança e para as escolhas dos consumidores”, disse a ISPAUK em comunicado, após ser criticada por especialistas em segurança.
Pelo menos uma operadora decidiu ficar ao lado da organização criadora do Firefox. A Andrews & Arnold, que não faz parte do grupo de provedoras de internet, fez uma doação de 2,9 mil libras para a Mozilla, explicando que esse seria o valor que ela teria que pagar caso integrasse a ISPAUK. Ainda não há data para que o DoH seja ativado por padrão no Firefox.
A justificativa para essa escolha envolve a decisão da Mozilla de implementar o protocolo DNS sobre HTTPS (DoH) no Firefox, criado com o objetivo de dar mais segurança e privacidade para as pessoas que acessam a web. Esse protocolo criptografa a consulta de DNS que converte o endereço de um site digitado no navegador em um endereço IP capaz de ser compreendido pela máquina, enviando você ao site desejado.
De acordo com os testes da Mozilla realizados durante o ano passado, além de aumentar a segurança do processo, o DoH pode melhorar a performance do navegador ao aumentar a velocidade das requisições de DNS. Na prática, isso faz com que as páginas carreguem em menos tempo.
Mas as operadoras não gostaram nada da decisão de adicionar o protocolo ao Firefox. Para elas, o DoH poderá permitir que os usuários burlem filtros do Reino Unido e acessem sites que são bloqueados no país, uma lista formada principalmente por portais que permitem o download de conteúdo com infrações de direitos autorais (sites de pirataria). Algumas companhias também utilizam esse método para bloquear sites suspeitos de distribuir pornografia infantil e conteúdo considerado extremista.
Operadoras tem apoio de agência de espionagem
A crítica das operadoras recebeu o apoio da Government Communications Headquarters (GCHQ), agência de espionagem do governo britânico, e da Internet Watch Foundation, entidade responsável por manter a lista de sites bloqueados no Reino Unido. “Ativar o DNS sobre HTTPS por padrão será prejudicial para a segurança online, a cybersegurança e para as escolhas dos consumidores”, disse a ISPAUK em comunicado, após ser criticada por especialistas em segurança.
Pelo menos uma operadora decidiu ficar ao lado da organização criadora do Firefox. A Andrews & Arnold, que não faz parte do grupo de provedoras de internet, fez uma doação de 2,9 mil libras para a Mozilla, explicando que esse seria o valor que ela teria que pagar caso integrasse a ISPAUK. Ainda não há data para que o DoH seja ativado por padrão no Firefox.
Corel é comprada por valor que pode ser superior a US$ 1 bilhão
A Corel, empresa canadense mais conhecida pelo programa de desenho vetorial CorelDRAW, foi comprada pela companhia de capital privado KKR. Embora os valores oficiais não tenham sido revelados, o PE Hub informa que a compra estava cotada em mais de US$ 1 bilhão quando as primeiras notícias sobre a venda foram publicadas.
Como nota o TechCrunch, a Corel pode não ser muito lembrada no noticiário de tecnologia atual, mas é uma companhia com 90 milhões de usuários que consegue o que algumas gigantes modernas ainda não conquistaram: um modelo de negócios sustentável, operando com margem de lucro. Além do CorelDRAWN, a empresa conta com produtos como Photo-Paint, WinZip e AfterShot Pro.
De acordo com um memorando enviado aos funcionários pelo executivo-chefe Patrick Nichols (e obtido pelo TechCrunch), a compra não irá resultar em demissões. A promessa é que a KKR faça mais investimentos na companhia, permitindo que ela compre startups menores com produtos que podem ser adicionados ao portfólio da Corel.
“A KKR reconhece o valor do nosso pessoal e das conquistas impressionantes deles, principalmente em termos de comprometimento com os consumidores, inovação tecnológica e nossa estratégia muito bem-sucedida de aquisições. Com o apoio e a visão conjunta da KKR, nossa administração está animada com as próximas oportunidades para nossa companhia, nossos produtos e nossos usuários”, disse Nichols em comunicado.
Como nota o TechCrunch, a Corel pode não ser muito lembrada no noticiário de tecnologia atual, mas é uma companhia com 90 milhões de usuários que consegue o que algumas gigantes modernas ainda não conquistaram: um modelo de negócios sustentável, operando com margem de lucro. Além do CorelDRAWN, a empresa conta com produtos como Photo-Paint, WinZip e AfterShot Pro.
De acordo com um memorando enviado aos funcionários pelo executivo-chefe Patrick Nichols (e obtido pelo TechCrunch), a compra não irá resultar em demissões. A promessa é que a KKR faça mais investimentos na companhia, permitindo que ela compre startups menores com produtos que podem ser adicionados ao portfólio da Corel.
“A KKR reconhece o valor do nosso pessoal e das conquistas impressionantes deles, principalmente em termos de comprometimento com os consumidores, inovação tecnológica e nossa estratégia muito bem-sucedida de aquisições. Com o apoio e a visão conjunta da KKR, nossa administração está animada com as próximas oportunidades para nossa companhia, nossos produtos e nossos usuários”, disse Nichols em comunicado.
quarta-feira, 3 de julho de 2019
Arroz salva telefone molhado? Saiba a verdade sobre 'mitos' de celulares
Aí o seu celular caiu dentro da privada. O que fazer? Será que colocar dentro de um pote com arroz, como dizem, ajuda a secar os componentes para “desafogar” o aparelho? Os smartphones tomaram conta do mundo e, bem, ninguém consegue viver sem hoje em dia — o que explica essas atitudes desesperadas para tentar salvar os dispositivos quando algo grave acontece.
Mas o que é verdade ou mito quando falamos sobre isso? Bem, pensando nisso, a plataforma de contratação de serviços GetNinjas falou com Tatiana Moura, do site de assistência técnica Fix Online, para tirar as dúvidas mais comuns?
Arroz salva os celulares que caem na água?
MITO. Ele absorve apenas o líquido que fica na superfície. A água que atinge a placa só consegue ser extraída abrindo o celular e fazendo o procedimento conhecido como banho químico. Se o celular estiver molhado, não o ligue na tomada e procure uma assistência técnica quanto antes. Atenção para a água do mar, que prejudica ainda mais o aparelho.
Pasta de dente tira o risco da tela?
MITO. Creme dental não resolve o problema e, além disso, pode entrar no painel e prejudicar o seu funcionamento. O ideal é usar uma tela de proteção de qualidade (de preferência de vidro, que é mais resistente).
Usar o smartphone com a tela rachada danifica o aparelho?
VERDADE. O celular pode continuar funcionando se o touch não tiver sido prejudicado, mas seguir usando mesmo assim aumenta as chances de comprometer o painel. Neste caso, a situação fica mais complicada e só a troca de vidro não resolve o problema.
Bateria vicia?
MITO. Isso acontecia com as antigas baterias de níquel. Hoje, os smartphones utilizam baterias de íon-lítio que não sofrem deste mal.
É necessário usar a bateria até o final para então recarregá-la?
Não precisa seguir esses ciclos completos de carga e descarga. Os smartphones atuais estão preparados para atender às nossas necessidades de uso.
O celular precisa ser retirado da tomada quando a bateria atingir os 100%?
DEPENDE. Deixar o aparelho no carregador depois da carga estar completa não compromete o produto, desde que seja um alimentador original ou de boa procedência. Um acessório de má qualidade não costuma identificar com precisão se o celular chegou aos 100% e continua passando corrente — e isso pode fazer a bateria inchar e até explodir.
Mas o que é verdade ou mito quando falamos sobre isso? Bem, pensando nisso, a plataforma de contratação de serviços GetNinjas falou com Tatiana Moura, do site de assistência técnica Fix Online, para tirar as dúvidas mais comuns?
Arroz salva os celulares que caem na água?
MITO. Ele absorve apenas o líquido que fica na superfície. A água que atinge a placa só consegue ser extraída abrindo o celular e fazendo o procedimento conhecido como banho químico. Se o celular estiver molhado, não o ligue na tomada e procure uma assistência técnica quanto antes. Atenção para a água do mar, que prejudica ainda mais o aparelho.
Pasta de dente tira o risco da tela?
MITO. Creme dental não resolve o problema e, além disso, pode entrar no painel e prejudicar o seu funcionamento. O ideal é usar uma tela de proteção de qualidade (de preferência de vidro, que é mais resistente).
Usar o smartphone com a tela rachada danifica o aparelho?
VERDADE. O celular pode continuar funcionando se o touch não tiver sido prejudicado, mas seguir usando mesmo assim aumenta as chances de comprometer o painel. Neste caso, a situação fica mais complicada e só a troca de vidro não resolve o problema.
Bateria vicia?
MITO. Isso acontecia com as antigas baterias de níquel. Hoje, os smartphones utilizam baterias de íon-lítio que não sofrem deste mal.
É necessário usar a bateria até o final para então recarregá-la?
Não precisa seguir esses ciclos completos de carga e descarga. Os smartphones atuais estão preparados para atender às nossas necessidades de uso.
O celular precisa ser retirado da tomada quando a bateria atingir os 100%?
DEPENDE. Deixar o aparelho no carregador depois da carga estar completa não compromete o produto, desde que seja um alimentador original ou de boa procedência. Um acessório de má qualidade não costuma identificar com precisão se o celular chegou aos 100% e continua passando corrente — e isso pode fazer a bateria inchar e até explodir.
Instagram, WhatsApp e Facebook passam por instabilidade nesta quarta (3)
Durante a manhã desta quarta (3), Instagram, WhatsApp e Facebook estão passando por instabilidade. Vários usuários dos serviços reclamam que não estão conseguindo enviar mensagens, publicar fotos ou ver as atualizações nas plataformas. No mensageiro, a principal dificuldade relatada é em relação ao download de arquivos compartilhados em conversas.
Serviços como DownDetector e Outage Report confirmam que os problemas começaram a ser reportados por volta das 10h (horário de Brasília). Um pouco depois, falhas no Twitter também começaram a ser relatadas, embora elas estejam mais concentradas nos Estados Unidos.
Por enquanto, não há informações sobre o que pode estar causando o problema. Esta notícia será atualizada quando as empresas se pronunciarem.
Atualização às 12h50: O número de usuários relatando problemas começou a cair às 12h30 (horário de Brasília) em todas as plataformas citadas.
Serviços como DownDetector e Outage Report confirmam que os problemas começaram a ser reportados por volta das 10h (horário de Brasília). Um pouco depois, falhas no Twitter também começaram a ser relatadas, embora elas estejam mais concentradas nos Estados Unidos.
Por enquanto, não há informações sobre o que pode estar causando o problema. Esta notícia será atualizada quando as empresas se pronunciarem.
Atualização às 12h50: O número de usuários relatando problemas começou a cair às 12h30 (horário de Brasília) em todas as plataformas citadas.
segunda-feira, 1 de julho de 2019
Jogo de vovó zumbi para Android rouba login e senha do Gmail ou Facebook
Scary Granny ZOMBY Mod: The Horror Game 2019. Este jogo para celulares Android, com mais de 50 mil downloads, estava roubando logins e senhas de contas Gmail de usuários. Segundo a empresa de segurança Wandera, o aplicativo também realizava tentativas de roubar credenciais do Facebook de jogadores.
Infelizmente, o aplicativo exige que o usuário faça login por meio de um serviço terceiro, como Google Gmail ou Facebook. Então, ele usa essas informações para colher dados de usuário e roubar a conta. Outro ponto nada legal feito pelo app: ele apresenta propagandas de tela cheia, o que não é permitido de acordo com as políticas da Play Store.
Para roubar as credenciais de usuários, o Scary Granny ZOMBY Mod: The Horror Game 2019 envia golpes de phishing aos players. É por este meio, enganando o usuário, que as informações são roubadas.
“Analisamos duas versões deste aplicativo. A primeira constantemente falhava e foi basicamente inutilizável devido à persistência da página de phishing sendo exibida sobre qualquer aplicativo, inclusive durante o jogo e até mesmo após a reinicialização do dispositivo”, disseram os pesquisadores.
Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que "metade do trabalho" é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma "pescaria", o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.
O Google já removeu o aplicativo da Play Store, porém, mais de 50 mil jogadores continuam com o aplicativo instalado no smartphone. Por isso, se você for um jogador de Scary Granny ZOMBY Mod, é interessante remover o app e trocar a senha do serviço que utiliza para o login. Como você, infelizmente, utilize a mesma senha para outros serviços, será necessária a alteração.
Infelizmente, o aplicativo exige que o usuário faça login por meio de um serviço terceiro, como Google Gmail ou Facebook. Então, ele usa essas informações para colher dados de usuário e roubar a conta. Outro ponto nada legal feito pelo app: ele apresenta propagandas de tela cheia, o que não é permitido de acordo com as políticas da Play Store.
Para roubar as credenciais de usuários, o Scary Granny ZOMBY Mod: The Horror Game 2019 envia golpes de phishing aos players. É por este meio, enganando o usuário, que as informações são roubadas.
“Analisamos duas versões deste aplicativo. A primeira constantemente falhava e foi basicamente inutilizável devido à persistência da página de phishing sendo exibida sobre qualquer aplicativo, inclusive durante o jogo e até mesmo após a reinicialização do dispositivo”, disseram os pesquisadores.
Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que "metade do trabalho" é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma "pescaria", o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O phishing também pode ser caracterizado como sites falsos que pedem dados de visitantes. A armadilha acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis — normalmente, há um site falso do banco/ecommerce para ludibriar a vítima —, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.
O Google já removeu o aplicativo da Play Store, porém, mais de 50 mil jogadores continuam com o aplicativo instalado no smartphone. Por isso, se você for um jogador de Scary Granny ZOMBY Mod, é interessante remover o app e trocar a senha do serviço que utiliza para o login. Como você, infelizmente, utilize a mesma senha para outros serviços, será necessária a alteração.
Teste interno da Mediatek com 5G atinge velocidade de 1,67 Gbps
A fabricante Mediatek é agora uma empresa habilitada a utilizar o 5G comercialmente. Os últimos testes realizados pela companhia comprovaram que ela é capaz de atingir velocidades consideráveis, de acordo com a expectativa do consumidor.
Os testes foram realizados com um equipamento que tinha como base o modem mobile Helio M70, que garantiu a velocidade de 1,67 Gbps em testes internos e 1,40 Gbps em práticas externas. Ele foi o primeiro da categoria a passar a versão formal de um teste de padrão da 3GPP (3rd Generation Partnership Project), uma entidade de padronização de aparelhos de telecomunicações GSM que pede nada menos que 199 itens e pré-requisitos para garantir a certificação.
A velocidade foi considerada estável durante o processo, e as taxas atingiram metas muito próximas do que é previsto em teoria. Vale lembrar que a Mediatek alega ter lançado o primeiro SoC (system on a chip) 5G independente do mercado, capaz de suportar arquiteturas de rede variadas e conexões móveis a partir do 2G. O processador deve ser incorporado em modelos de smartphone a partir do início de 2020.
Os testes foram realizados com um equipamento que tinha como base o modem mobile Helio M70, que garantiu a velocidade de 1,67 Gbps em testes internos e 1,40 Gbps em práticas externas. Ele foi o primeiro da categoria a passar a versão formal de um teste de padrão da 3GPP (3rd Generation Partnership Project), uma entidade de padronização de aparelhos de telecomunicações GSM que pede nada menos que 199 itens e pré-requisitos para garantir a certificação.
A velocidade foi considerada estável durante o processo, e as taxas atingiram metas muito próximas do que é previsto em teoria. Vale lembrar que a Mediatek alega ter lançado o primeiro SoC (system on a chip) 5G independente do mercado, capaz de suportar arquiteturas de rede variadas e conexões móveis a partir do 2G. O processador deve ser incorporado em modelos de smartphone a partir do início de 2020.
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