segunda-feira, 17 de junho de 2019

Crie seu próprio jogo 3D com essa ferramenta gratuita do Google

A incubadora Area 120, financiada pelo Google, quer ensinar qualquer pessoa a fazer jogos 3D, incluindo quem não tem experiência com programação. Para conquistar esse objetivo, a empresa lançou uma ferramenta de criação de jogos totalmente gratuita que pode ser usada por quem deseja dar os primeiros passos nessa área.

Com o nome de Game Builder, ela pode ser encontrada na Steam. A interface utiliza um sistema de cartões com ações, além de ser acompanhada por um modo de construção claramente inspirado em Minecraft. Mesmo sendo voltada para iniciantes, a ferramenta oferece opções mais avançadas de edição para quem tem conhecimento de Javascript.
O Game Builder também tira proveito da biblioteca Google Poly para oferecer diversos modelos 3D que podem ser utilizados nos seus jogos. A Area 120 também destaca que todas as alterações no jogo são feitas em tempo real. Ou seja, você pode modificar qualquer elemento e testar os resultados na hora, sem a necessidade de compilar o jogo para ver como ele vai ficar.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Samsung anuncia novo monitor gamer com tela curva e suporte para G-Sync

A gigante sul-coreana Samsung anunciou nesta semana seu novo monitor CRG5 em uma conferência na E3 2019, que acontece nos Estados Unidos. O aparelho, que terá uma tela curva de 27 polegadas, será o primeiro da marca compatível com o NVIDIA G-Sync e foi completamente desenvolvido com o objetivo de ser usado para videogames.

Essa compatibilidade com o G-Sync significa uma maior sincronia da taxa de quadros, que promete resultar em um visual mais regular e sem o efeito conhecido como ghosting. O CRG5, que chegará às lojas em julho com o preço de US$ 399,99 (cerca de R$ 1.550), terá painel de alinhamento vertical de 1920x1080 pixels, taxa de atualização de 240 Hz e tempo de resposta de 4 ms.
O lado negativo, que pode fazer parte do público rejeitar o CRG5, é o fato de sua resolução máxima não ser 4K, como se esperaria de um monitor gaming dessa qualidade em 2019. O valor alto faz com que competidores tenham certa vantagem: o monitor Acer XZ321Q, por exemplo, também é compatível com o G-Sync, tem a mesma tecnologia do CRG5 e tela curva (de 32 polegadas), além de taxa de atualização de 144 Hz e tempo de resposta de 1 ms, mas custando apenas US$ 89 a mais.

A Samsung, entretanto, está confiando no novo produto. "A Samsung está entregando experiências em jogos de alto nível com telas curvas inovadoras que usam a última tecnologia em gráficos para imergir os jogadores como nunca antes", garantiu Seog-gi Kim, vice-presidente executivo de negócios de monitores de vídeo.

Huawei está pronta para lançar sistema operacional próprio, diz registro

A Huawei finalizou o registro de marca comercial do sistema operacional HongMeng, afirma o GSMArena. O OS é o plano B da gigante chinesa após o Google bloquear o uso do Android e seus serviços nos próximos smartphones da Huawei a serem produzidos — a decisão foi dada quando o presidente dos EUA Donald Trump “baniu” empresas de tecnologia chinesas do país.
É esperado que o sistema HongMeng faça sua estreia ainda neste ano. Foram registradas mais de 15 marcas comercial envolvendo o nome do OS. Vale notar, contudo, que ainda não há qualquer imagem ou demonstração sobre como o sistema vai funcionar: ou seja, sua aparência é desconhecida.

Os registros citam a utilização do HongMeng nos seguintes países: Austrália, Canadá, Camboja, União Européia, Indonésia, Índia, México, Espanha, Suíça e Tailândia.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Spotify ganha 'modo rádio' com notícias e músicas na mesma playlist

O Spotify lançou uma nova funcionalidade nos Estados Unidos que deixa o aplicativo mais parecido com uma estação de rádio tradicional durante o uso em carros. Chamada de Your Daily Drive, a ferramenta traz uma seleção de músicas intercaladas com podcasts de notícia para o motorista ouvir enquanto dirige — nós falamos sobre ela recentemente.

Segundo a empresa sueca, a funcionalidade vai montar uma seleção especial inspirada no perfil do usuário. A playlist vai entregar informações relevantes intercaladas com as músicas mais ouvidas e descobertas da semana, faixas que são escolhidas com base no gosto do usuário.

A parte musical vai utilizar as informações presentes na conta do usuário para montar as playlists, enquanto as notícias virão de podcasts de curta duração produzidos pelo jornal The Wall Street Journal, a emissora de rádio Public Radio International e a estação pública National Public Radio.


Seleções automáticas
De acordo com o Spotify, a seleção de conteúdos será alterada no decorrer do dia automaticamente. Assim, o usuário sempre terá notícias atualizadas para ouvir quando estiver dirigindo. A notícia é boa não apenas para quem dirige eventualmente, mas também para quem trabalha com o carro durante muito tempo, como é o caso dos motoristas de aplicativos como Uber e Lyft.

O objetivo da empresa de streaming de música com a nova funcionalidade é oferecer competição direta contra as rádios mais tradicionais. No anúncio da novidade, a companhia até menciona que o Your Daily Drive evita que o motorista "fique alternando entre várias estações" enquanto dirige.
O novo modo de uso do Spotify já está disponível para usuários dos Estados Unidos e a companhia não revelou se vai lançar a ferramenta em outros locais. Como o mercado de streaming está cada vez mais competitivo, porém, a tendência é que o Your Daily Drive acabe se expandindo para outros países.

Além de investir em novos modos para ouvir conteúdo em sua plataforma, o Spotify também está dando uma grande investida no mercado de podcasts em 2019 e planeja investir cerca de US$ 500 milhões na área durante o ano. Com isso, a companhia pode oferecer diferenciais e ter mais armas para lutar contra o Apple Music, que está em rápido crescimento nos Estados Unidos. 

Samsung registra patente de celular enrolável

Muito se investiga sobre o futuro dos smartphones e a guerra de patentes segue acirrada, enquanto as versões dobráveis não convencem o público e apresentam diversos problemas técnicos. E mesmo que a Samsung ainda lide com a questão da fragilidade da tela do Galaxy Fold, uma nova patente da marca foi divulgada recentemente e mostra um aparelho com visor flexível e área de expansão, carinhosamente chamado de Samsung Galaxy Roll pela imprensa especializada. 
O registro da patente foi solicitado em novembro de 2018, mas só em junho foi divulgada publicamente. Entre os detalhes do aparelho está a descrição do que parece ser um display vertical expansível e retrátil, que ampliaria a tela praticamente dobraria seu tamanho. A extensão poderia ser manual ou mecanizada, de acordo com as descrições na patente.
Ao contrário do lançamento recente, que pede ambas as mãos para operar o modelo dobrável, a versão “slide” poderia ser usada facilmente somente com uma mão, dando agilidade e mobilidade para o usuário. As dúvidas quanto ao mecanismo de funcionamento da extensão da tela são várias. Para ser viável, o aparelho teria uma borda “infinita” que deve ser resistente para enfrentar bolsos e flexível ao mesmo tempo. De qualquer forma, o smartphone está somente no plano das ideias ainda.  

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Office Online ou Google Docs? Qual editor de documentos escolher?

Com a disseminação dos dispositivos móveis e do acesso a internet em diferentes situações, a necessidade de instalar um editor de documentos no computador e alterá-los apenas por meio do desktop diminuiu. Os grandes patrocinadores desta experiência são os aplicativos Office Online e Google Docs, que permitem acessar e editar diferentes arquivos com uma série de ferramentas. Mais que isso: é possível editá-los ao mesmo tempo que outros usuários, acompanhando as modificações em tempo real.

Apesar de Office Online e Google Docs oferecerem serviços semelhantes, há diferenças entre optar por utilizar uma das ferramentas. Ambos oferecem acesso gratuito – ainda que haja serviços adicionais caso o usuário se disponha a pagar por eles – e requerem, basicamente, acesso a internet para serem utilizados. Ademais, os dois permitem editar os arquivos ao mesmo tempo que outros usuários. 

Diante de várias semelhanças, o comparativo abaixo pretende ajudar a tomar a decisão sobre qual editor de documentos online utilizar. Para isso, analisa cada um dos serviços e destaca suas diferenças importantes em relação ao concorrente. O Office Online é composto pelos aplicativos Word, Excel e PowerPoint, enquanto o Google Docs traz Documentos, Planilhas e Apresentações. 

Word x Documentos Google
O intuito de ambos os serviços é permitir a edição de textos. Para isso, é possível configurar elementos básicos, como fonte, formatação da página e adição de outros elementos textuais, como notas de rodapé. Ambos salvam as alterações à medida que elas são feitas e permitem editar o arquivo junto com outros usuários em tempo real. No entanto, apenas o Documentos Google permite editar o texto (sem perder nenhuma informação) mesmo sem conexão com a internet. 
O Word Online mantém uma interface semelhante à do programa para desktop, facilitando a vida do usuário já familiarizado com o produto. Já a do Documentos Google é bastante simples, colocando as principais opções em uma barra no topo da página. A organização das opções no Word Online funciona melhor por estarem agrupadas de acordo com a tarefa que desempenham. Além disso, a ferramenta de ajuda do Office Online é bastante eficiente. 
O Documentos Google oferece suporte para mais formatos que o Word. Se isso é uma vantagem, também pode atrapalhar na hora de abrir o documento em outros editores de texto. Neste sentido, o Word Online abre o documento na versão “física” do programa, instalada no computador do usuário, com um clique. Assim, evita problemas de configuração no arquivo. Tudo fica salvo automaticamente na conta do OneDrive utilizada para login, inclusive quando o documento é aberto na versão do Word para desktop. 

Tanto Word Online quanto Documentos Google têm a opção de inserir comentários ao longo do texto, mas apenas no segundo traz a ferramenta de controle de alterações – disseminada pela própria Microsoft na versão para desktop do Office. Trata-se de uma funcionalidade importante, especialmente quando há mais de um usuário editando os textos e, nisso, o Google sai na frente.

Se acerta no controle de alterações, o Documentos Google peca na correção do texto. A ferramenta de correção gramatical não é das mais eficientes, ao contrário do Word Online, na qual funciona muito bem. Este é um impeditivo considerável para quem usa os editores para atividades profissionais, em que é essencial apresentar um texto sem falhas. 

Ambos os editores de texto apresentam limitações em relação a recursos mais avançados. Não é possível usar plug-ins que desempenham funções específicas, como adicionar referências bibliográficas de forma automática, por exemplo. 

De modo geral, os dois editores desempenham as mesmas funções de maneira eficiente. No caso do Word Online e do Documentos Google, a decisão sobre qual dos dois é melhor deve levar em conta as necessidades do usuário. Caso a utilização seja predominantemente profissional, o primeiro é a melhor opção. Caso a prioridade seja editar o arquivo em qualquer situação, mesmo offline, o serviço do Google se adequa melhor. 
Excel x Planilhas Google
Excel e Planilhas Google são editores de planilhas da Microsoft e do Google, possibilitando agregar diversos dados em um só lugar, além de realizar operações matemáticas básicas e de gerenciar as informações registradas.



Como é uma tendência no Office Online, o Excel mantém interface bastante semelhante à versão desktop do programa. Este é um dos produtos clássicos da Microsoft, com o qual a empresa possui considerável experiência – o que se manifesta na qualidade da versão online. 

A versão online do Excel e o Planilhas Google trazem ferramentas básicas deste tipo de editor, como a possibilidade de filtrar as informações exibidas e ocultação de colunas. Também é possível realizar operações matemáticas básicas a partir dos dados, com a mesma lógica que quem já usa este tipo de programa está acostumado.
As vantagens do Excel ficam evidentes, porém, quando algumas funcionalidades mais avançadas são necessárias. Embora o Planilhas Google tenha a vantagem de permitir a manipulação de tabelas dinâmicas, o Excel sai na frente ao oferecer importantes opções de visualização, como congelar painéis ou linhas e colunas superiores. 

A qualidade dos gráficos dá outra vantagem ao Excel. Em ambos os casos, é fácil transformar os dados registrados nas planilhas em gráficos, mas o programa da Microsoft oferece melhores opções de visualização e a edição é mais simples que no aplicativo do Google. Além disso, o Excel também gera tabelas, que podem ser editadas de acordo com as preferências do usuário. 

Nem Excel nem Planilhas Google trazem a opção de trabalhar com macros. No entanto, o produto da Microsoft se mostra mais eficiente neste caso. Apesar de não possibilitar editar as macros, é possível abrir os arquivos que as contenham. Para alterá-las, o usuário pode abrir o arquivo na versão desktop do Excel com um clique, sem prejuízos ao conteúdo. Assim, a resolução do problema é mais simples que no aplicativo do Google. 
Entre os editores de planilha online, o Excel é mais bem-sucedido em oferecer as complexas funções desempenhadas pelo programa que o Planilhas Google. Ainda que nem todas as opções disponíveis na versão para desktop sejam ofertadas, a Microsoft foi capaz de criar um produto consistente sem comprometer a facilidade de sua utilização. 

PowerPoint x Apresentações Google
Para criar, editar e exibir apresentações gráficas, Microsoft e Google oferecem o PowerPoint e o Apresentações Google. Ambos adotam uma interface semelhante, com a visualização da miniatura dos slides na coluna do lado esquerdo da tela e, ao lado, a versão ampliada deles, na qual o conteúdo pode ser editado. Como sempre, o design do PowerPoint online é quase o mesmo da versão desktop do programa.
À primeira vista, os aplicativos são bastante semelhantes, mas um exame mais atento dos recursos dá larga vantagem ao produto da Microsoft. A diferença se inicia nos temas para as apresentações oferecidos pelo PowerPoint. Além de haver oferta de mais opções que o Apresentações Google, eles são mais bonitos e mais bem-acabados visualmente. 
O PowerPoint oferece não apenas diversas opções de tema para os slides. O usuário pode escolher entre diversas configurações para cada um deles praticamente sem esforço, já que a opção aparece ao tentar criar um novo slide. É mais fácil, portanto, editar a formatação dos elementos do slide no programa da Microsoft que no Apresentações Google. 

Ambos os aplicativos oferecem efeitos de transição entre os slides. Ainda que sejam limitados em complexidade, são suficientes para apresentações simples. Neste ponto, as opções do PowerPoint são mais eficazes, porque os efeitos podem ser aplicados a elementos diferentes. No caso do Apresentações Google, são aplicados diretamente aos slides. O aplicativo da Microsoft, por sua vez, permite utilizá-los também em palavras ou caracteres específicos. Assim, o programa proporciona ao usuário maior controle do ritmo da apresentação.  

O PowerPoint também elimina problemas de configuração ao abrir a apresentação no editor online. Caso o usuário tenha feito a apresentação na versão desktop do programa da Microsoft e tente editar no Apresentações Google, pode encontrar problemas com a adequação do texto ao espaço do slide ou em adaptar as fontes utilizadas. 

Ao comparar os dois, o Apresentações Google é significativamente mais limitado que o PowerPoint. Assim como no caso do Excel, a experiência prévia da Microsoft com este tipo de programa se mostra importante na qualidade da experiência oferecida aos usuários que optam pela versão online do editor de apresentações. 

Google Docs ou Office Online?
As diferenças entre Office Online e Google Docs ficam mais evidentes a depender dos objetivos de cada usuário e dos programas que usam mais frequentemente. Caso você tenha maiores exigências e utilize recursos mais complexos, o Office Online é a melhor opção. Ao considerar a distância considerável entre a qualidade do serviço do Excel e do PowerPoint em relação ao Planilhas Google e ao Apresentações Google, há ainda mais motivos para optar pelo pacote da Microsoft. 

Há, ainda, um ponto adicional que oferece vantagens ao Office. Apesar de ambas as ferramentas serem gratuitas, há opções pagas para ter acesso a serviços complementares. No caso do Google, o usuário pode optar por planos para aumentar a capacidade de armazenamento de seu Google Drive.
A Microsoft, por sua vez, oferece o Office 365, que traz vantagens consideráveis. O Office Online garante o acesso gratuito aos editores de texto, planilha e apresentações. Ao assinar o Office 365, o usuário continua com o acesso online, mas pode instalar a versão física de Word, Excel e PowerPoint em seu computador, tablet e celular e recebe 1 TB de armazenamento no OneDrive. Como se isso não fosse suficiente, pode usar outros serviços da empresa, como OneNote, Outlook e a versão online do Skype.

Recuperar arquivos apagados do PC e celular ficou muito mais fácil

O Recoverit é um aplicativo que permite recuperar mais de 550 tipos de arquivos, entre fotos, vídeos, músicas, documentos do Office e outras suítes, que foram apagados conscientemente ou por acidente, seja por terem sido selecionados de forma equivocada, ou por falha de software, hardware, queda de energia ou ataques de vírus.

Quem nunca teve problemas com perdas de arquivos num computador, disco externo ou pendrive, provavelmente não é usuário assíduo destes equipamentos. Uma das piores coisas que pode acontecer a um usuário de dispositivos digitais é perder uma memória, um momento de sua vida, contida num arquivo que não tem uma cópia de segurança.

Felizmente, o Recoverit, além de poderoso e versátil, é extremamente fácil de usar. Sua interface é intuitiva, com botões que mostram as principais maneiras pelas quais você pode restaurar seus arquivos. Ao passar o mouse sobre elas, o programa exibe as situações nas quais cada opção deve ser utilizada. Isso facilita muito o uso do software por usuários que nunca fizeram recuperação de arquivos antes.
Quais as causas mais comuns da perda de dados?
Falha de software
Por mais que saibamos que o backup dos dados é importante, às vezes podem ocorrer acidentes que nos pegam desprevenidos. A falha de software é um deles.

Um caso famoso de falha de software envolve o Windows 10. Durante a grande atualização de outubro de 2018, o sistema da Microsoft apagava os arquivos pessoais de alguns usuários. Você já imaginou acordar e perceber que perdeu o vídeo do nascimento ou formatura do seu filho ou as fotos das primeiras férias que você passou fora do Brasil, cujas fotografias originais, em papel, já se perderam? Ou, ainda, uma pesquisa de mercado que vem realizando há meses?

Isso é só um exemplo de que, por mais que você tome cuidado, ainda assim, imprevistos podem acontecer.
Falha de hardware
Além da falha de software, a perda de arquivos pode ser causada por falha de hardware. Placas-mãe ou fontes de má qualidade podem ocasionar defeito em HDs e SSDs. Portas USB em curto-circuito podem corromper dados em pendrives. Nestes casos, mesmo que você tenha backup dos dados em um disco externo, uma falha de hardware pode torná-los inacessíveis.

Quedas de energia e vírus
Outras duas formas comuns que podem fazer você perder seus arquivos é a queda de energia e ataques por vírus e malwares. Tão inesperada quanto falhas de software e hardware, a queda de energia pode gerar erros em partições, de tal forma que você não consegue iniciar o sistema operacional ou acessar o disco, mesmo instalando-o em um outro computador.

Muitos usuários não têm ideia, mas, geralmente, mesmo que o disco permaneça inacessível ao sistema operacional a partir de outro PC, seus arquivos continuam lá dentro, muitas vezes, intactos, e facilmente recuperáveis com a ajuda do Recoverit.

Invasões hacker ou infecção por vírus e malwares também podem apagar seus arquivos se baseando no caminho padrão da pasta do usuário. Em alguns casos, esses ataques podem excluir todas as partições dos seus HDs ou SSDs, o que significa que não apenas os dados serão perdidos, como também o seu sistema operacional. Esta é mais uma situação em que o Recoverit pode ser útil.
Como o Recoverit funciona?
O Recoverit possui um algoritmo avançado, capaz de analisar profundamente as estruturas de dados para recuperar arquivos, mesmo em discos que tenham sido formatados ou sofreram alteração de partições, bem como os inacessíveis ou sem formatação definida, com taxa de êxito na recuperação de dados de até 96%.

O programa escaneia rapidamente o local de onde você deseja recuperar os seus dados, seja um disco interno, externo ou uma pasta específica. Depois da varredura, ele mostra o que foi encontrado e te dá a opção de escolher o que recuperar, com a possibilidade de pré-visualização (muito útil em recuperação de fotos e vídeos), além do local para onde os dados serão recuperados.

Quais tipos de arquivos ele pode recuperar?
O aplicativo reconhece mais de 550 tipos de arquivos, incluindo documentos, imagens, vídeos, áudio, emails e arquivos compactados. Vejamos alguns exemplos:

Documentos – DOC/DOCX, XLS/XLSX, PPT/PPTX, PDF, CWK, HTML/HTM, INDD, EPS, etc.;
Imagens – JPG, TIFF/TIF, PNG, BMP, GIF, PSD, CRW, CR2, NEF, ORF, RAF, SR2, MRW, DCR , WMF, DNG, ERF, RAW, etc.;
Vídeos – AVI, MOV, MP4, M4V, 3GP, 3G2, WMV, ASF, FLV, SWF, MPG, RM/RMVB, etc.;
Áudio – AIF/AIFF, M4A, MP3, WAV, WMA, MID/MIDI, OGG, AAC, etc.;
Email – PST, DBX, EMLX, etc.;
Arquivos compactados – ZIP, RAR, SIT, etc.
É compatível com quais dispositivos de armazenamento?
O Recoverit funciona nos sistemas Windows (10, 8/8.1, 7, Vista e XP) e macOS (da versão 10.8 à 10.14), sendo compatível com os sistemas de arquivos NTFS, FAT16, FAT32, HFS+, APFS, APFS criptografado e exFAT. Sobre os dispositivos dos quais ele pode recuperar dados, veja o que ele pode fazer por você:

Leitores de música (MP3 players);
Cartões de memória (microSD);
Drives USB (discos externos);
Drives internos (HDs e SSDs);
Disco Floppy e ZIP (para quem ainda tem!);
Cartões CF/XD/MMC;
Câmeras digitais;
Filmadoras;
Pen drives;
iPod (Nano, Classic e Shuffle);
Outras mídias (dispositivos não listados ainda podem ser compatíveis, dependendo do sistema de arquivos).
Em quais casos o Recoverit pode me ajudar?
O Recoverit pode ser útil em praticamente qualquer situação que envolva a perda de dados, bastando, para isso, que o dispositivo de armazenamento não tenha sido permanentemente danificado.

Conheça as situações em que o Recoverit pode te ajudar a recuperar seus arquivos:

Arquivos apagados há muito tempo ou com SHIFT + Del;
Arquivos deletados da lixeira;
Discos formatados;
Discos com partições corrompidas ou sem partições;
Micros que não iniciam o sistema operacional (o software possui ferramenta para criação de mídia bootável);
Recuperação de um tipo de arquivo específico (um vídeo WMV, um documento do Word, uma apresentação do Power Point, etc.);
Recuperação de arquivos corrompidos (é possível escolher a data de modificação, permitindo recuperar o arquivo antes de ele ter sido corrompido);
Recuperação de arquivos em celulares Android e dispositivos de armazenamento da Apple;
Recuperação de vídeos excluídos pelo iMovie (macOS).
O Recoverit é seguro?
A Wondershare, empresa que desenvolve o Recoverit, está no mercado desde 2003 e atua em mais de 160 países, possuindo mais de cinco milhões de clientes. Todo o processo de reconhecimento dos dados a serem recuperados é feito localmente. Portanto, a companhia não tem acesso aos seus arquivos.

Temos cupom de desconto para o Recoverit
É praticamente impossível encontrar programas com desempenho profissional que são gratuitos e funcionam no Windows e no macOS. Todo bom software para estes sistemas costuma ser pago. No entanto, um programa de alta qualidade não precisa ser inacessível.

A Wondershare ainda fornece assistência técnica gratuita, 24 horas por dia e sete dias por semana, além de garantir a devolução do seu dinheiro em até sete dias após sua compra.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Huawei não terá mais Facebook e Whatsapp pré-instalados em seus telefones

Várias gigantes da tecnologia vêm se unindo ao boicote do governo de Donald Trump imposta à Huawei. Algumas delas têm feito isso como muita discrição, como o caso mais recente, do Facebook. Segundo a Reuters, a rede social — assim como o Instagram, o WhatsApp e o Facebook Messenger — não poderá mais vir pré-instalada nos dispositivos da chinesa.

Quem já possui telefones que vêm com esses apps embutidos — ou quem baixou-os posteriormente — não serão afetados e continuarão com as atualizações em dia, de acordo com a própria companhia. Mas não será mais possível, por exemplo, uma loja atrelar promoções relacionadas a esses softwares, o que é algo comum para aumentar o apelo na hora das vendas.
Facebook pode ser inviável em novos telefones Huawei em breve
Como dito acima, mesmo que o Facebook não venha pré-instalado, os usuários vão poder baixá-lo da Play Store. Mas isso pode mudar em breve, já que a Alphabet, empresa mãe da Google, avisou que não forneceria mais o Android após o prazo de 90 dias concedido pelo governo dos Estados Unidos expirar em agosto.

Como o software da rede social está na loja virtual da Gigante das Buscas, então, após esse período seria mais difícil instalar uma versão oficial com atualizações frequentes. Por enquanto, a companhia de Mark Zuckerberg nada diz sobre o assunto.

Enquanto isso, a Huawei tenta uma trégua nessa escalada de boicotes e segue em seus planos de lançar seu próprio sistema operacional e sua prateleira de apps.

Microsoft derruba base com dados de reconhecimento facial na internet

A Microsoft teve sucesso ao apagar uma base de dados com informações sobre reconhecimento facial de 100 mil pessoas. Segundo a Vice, a database exibia nada menos que 10 milhões de imagens de cidadãos de todo o mundo, incluindo jornalistas, artistas, ativistas, políticos, escritos e acadêmicos.

Chamada de “MS Celeb”, a base de dados foi desenvolvida em 2016 com o pensamento de ser um repositório de imagens de celebridades. Apesar de ser retirada do ar pela Microsoft, afirma a Vice, traços dos dados lá exibidos continuam online.
Programas de reconhecimento facial costumam usar fotos publicadas na internet, sob licenças próprias, como treino: buscam padrões nos rostos para identificação posterior. Segundo o pesquisador alemão Adam Harvey, que encontrou a database “MS Celeb”, empresas chinesas usaram as fotos ali contidas; entre as empresas, estão a SenseTime e a Megvii, conhecidas por softwares robustos de reconhecimento facial e trabalho conjunto com o governo da China.

“Apesar do recente fechamento do site msceleb.org, o conjunto de dados ainda existe em vários repositórios no GitHub, os discos rígidos de inúmeros pesquisadores, e provavelmente continuará a ser usado em projetos de pesquisa em todo o mundo", escreveu Harvey em seu blog Megapixels.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

O 5G mal chegou e a Samsung já começou a pesquisar a internet 6G

A Samsung só tem um smartphone com suporte ao 5G até agora — uma versão mais poderosa do Galaxy S10 — e a quinta geração de conectividade móvel ainda está engatinhando em seus primeiros mercados. Entretanto, a fabricante sul-coreana já começou a planejar e a pesquisar o que fazer com o 6G.

Segundo o site Korea Herald, a Samsung já formou um Centro de Pesquisas Avançadas de Comunicação em sua divisão de Pesquisa & Desenvolvimento, na cidade de Seul. A própria companhia posteriormente confirmou essa informação. Com isso, a equipe que atualmente trabalha com 5G foi ampliada em número de funcionários para que parte dele já comece a pensar no que virá a seguir. 

Inovação
Como o 6G ainda levará alguns anos para se tornar o foco de desenvolvimento e o 5G ainda precisa virar um padrão de consumo e ser implementado ao redor do mundo, esse grupo também será responsável por inovações em inteligência artificial e robótica. Operadoras chinesas e a também sul-coreana LG já anunciaram que também iniciaram os esforços para entrar nessa nova geração. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também expressou desejos de passar o mais rápido possível para o 6G.

Instagram para Android ganha recurso de economia de dados

O Instagram passou por uma atualização recente que implementou alguns recursos na plataforma. Um deles é o modo de economia de uso de dados, inicialmente disponível apenas para o Android.

O novo recurso fará com que a plataforma não carregue previamente fotos e vídeos e diminua a resolução do que é exibido, fazendo com que a velocidade de carregamento não seja afetada. Assim, a funcionalidade diminui o gasto de dados, mas não piora a experiência do usuário.

Nem todas as contas já foram atualizadas com o recurso. Para os que tiveram a funcionalidade habilitada, basta ir em Configurações > Conta > Uso de dados do celular para ativá-la. Em "Uso de dados móveis", aparecerão três opções para cada mídia: "Nunca", "Apenas Wi-Fi" e "Celular + Wi-Fi". Assim, o usuário pode escolher quando executar cada tipo de mídia.


O Facebook, dono do Instagram, afirmou que a funcionalidade é pensada, principalmente, para países onde a velocidade da rede móvel não é muito boa. “Com esse recurso de economia de dados, esperamos ter uma experiência ininterrupta no Instagram em áreas de rede lentas, o que, por sua vez, aumentará as interações das pessoas com seus amigos e familiares”, explicam.

A atualização deve chegar aos poucos a todos os usuários ao longo dos próximos dias e semanas.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Possível Huawei Mate 30 Lite será anunciado nesta semana

A Huawei anunciou que realizará um evento de lançamento do Maimang 8 na China no próximo dia 5. O telefone poderá ser apresentado internacionalmente como Huawei Mate 30 Lite.

Apesar das restrições anunciadas por empresas norte-americanas, a gigante chinesa está trabalhando no lançamento de modelos competitivos. O pôster divulgado pela Huawei mostra algumas especificações do está por vir: o possível Mate 30 Lite  tem tela de 6,21 polegadas com notch de gota d’água e será oferecido com 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno.

Ainda não é certo qual será o sistema operacional, mas é provável que o telefone venha com o Android 9 Pie pré-instalado. O chipset também não foi revelado, mas o modelo anterior era equipado com o SoC Kirin 710, então é provável que o Maimang 8 tenha o chipset Kirin série 700 e possa ter o mesmo SoC Kirin 710.
Galeria 1

O modelo terá câmera traseira tripla, alinhada verticalmente no canto superior esquerdo, com sensores de 24 MP + 16MP + 2 MP. A parte de trás do smartphone abrigará também um sensor de digitais.

O dispositivo virá com fone de ouvido de 3,5 mm e porta micro USB para carregar e transferir dados. Relatórios apontam a presença da tecnologia GPU Turbo da Huawei, responsável pela aceleração gráfica destinada a melhorar a experiência de jogo.

WhatsApp: '1000 GB de internet grátis' é golpe

A empresa de cibersegurança ESET identificou um novo golpe que chega aos usuários do WhatsApp. Dessa vez, uma mensagem compartilhada oferece “1000 GB” de internet gratuita para o usuário devido ao aniversário do app. Por trás da mensagem, na verdade, se esconde um golpe para gerar renda de publicidade para cibercriminosos.
Logo após o clique no link, o usuário é redirecionado para um questionário com diversas perguntas. Além disso, o golpe pode que ele compartilhe o link para 30 pessoas e, dessa maneira, ter os “1000 GB” liberados.

Segundo a ESET, o objetivo deste golpe é mostrar publicidades durante todo o processo. Ou seja, nenhuma evidência foi encontrada de que foram instalados programas maliciosos ou de que houve tentativa de roubar informações adicionais. Nesse sentido, a monetização dessa campanha está diretamente ligada à entrega de anúncios massivos e sem autorização dos usuários.

“Recomendamos ter soluções de segurança robustas, tanto em dispositivos móveis quanto em desktops. Nas análises realizadas com proteção ativa, o acesso a essas páginas é filtrado pelo módulo antiphishing das soluções. Em qualquer caso, não podemos ignorar a importância da educação para os usuários, bem como manter-se informado sobre as ameaças e técnicas existentes para se proteger. Quanto mais cauteloso e informado for o usuário, menores serão as chances de clicar em phishings", diz Luis Lubeck, especialista em segurança da informação da ESET América Latina.
Dicas para se proteger dessas mensagens falsas:
Atenção para detectar se a mensagem mostra que o remetente é um contato conhecido: os provedores de serviço não enviam mensagens endereçadas para "Caro Cliente", sem qualquer personalização
Cuidado com anexos e links integrados: geralmente, um provedor não envia uma mensagem pedindo para efetuar login a partir de um link inserido em um e-mail, mesmo que a mensagem seja personalizada. Recomenda-se não confiar em arquivos não solicitados ou links integrados nestas correspondências, mesmo que sejam de empresas confiáveis ou amigos
Tome precauções básicas: passar o cursor sobre o link para verificar sua veracidade é muito importante. Além disso, se você receber uma promoção boa demais para ser real, procure nas redes oficiais da marca para verificar sua existência
Controle a ansiedade: devemos evitar entrar em pânico ou reagir imediatamente, sem as devidas precauções às possíveis ameaças. A maioria das empresas não age dessa maneira
Não fique animado com os cliques: não caia na compulsão de aceitar todas as condições de qualquer software pelo simples fato de ter um programa de segurança. Existem novos códigos que podem não ser detectados. É por isso que é importante identificar sites maliciosos ou arquivos não seguros para evitá-los. Conhecer os riscos é a melhor maneira de evitar ser enganado
Preste atenção aos detalhes: as mensagens de phishing estão por toda parte. Afetam SMS (mensagens de texto) e redes sociais, como Facebook e Twitter. Por isso, preste atenção em erros gramaticais, de concordância ou até se a logomarca da empresa condiz com a real