sábado, 11 de novembro de 2017

KRACK: aparelhos Google só receberão correção de falha no WiFi em dezembro

No padrão internacional do WiFi descoberta no mês passado chamada KRACK ainda não foi corrigida em aparelhos da Google. Segundo informações do ARS Technica, a empresa havia prometido blindar smartphones Nexus e Pixel contra o problema na atualização de segurança de novembro, mas parece que o problema foi postergado para dezembro. Enquanto isso, outras fabricantes de smartphones Android já começaram a atualizar seus dispositivos para evitar a exploração do KRACK.

Apesar de ter foco maior no Android — 41% dos dispositivos com o sistema da Google estariam vulneráveis a esse ataque, algo considerado “especialmente devastador” pelos especialistas —, a falha está presente nas criptografias WPA e WPA2, ou seja, gadgets com Windows, macOS, iOS (e outros sistemas baseados no Linux) também estão sujeitos a sofrer as consequências dela.
O grande problema envolvendo o Android diz respeito aos gadgets rodando as versões 6.0 ou superior da plataforma do robozinho verde. De acordo com os pesquisadores, uma vulnerabilidade no sistema da Google “torna trivial a interceptação e manipulação do tráfego”, o que dá ares ainda mais sinistros a essa nova ameaça. De acordo com o um relatório divulgado em 16 de outubro, usuários do macOS e de OpenBSD também estão bastante vulneráveis, ampliando ainda mais a possibilidade de ação de invasores.

Por ser uma falha amplamente conhecida, muitas empresas estão correndo para eliminar o problema em seus smartphones, mas, até o momento, não há relatos vítimas do KRACK. A razão para o atraso na atualização da Google não foi informada, mas a empresa deixou claro que a correção só será distribuída no mês que vem.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Usuários do Tinder podem esperar novidades em 2018

Os usuários do aplicativo de encontros devem esperar por novidades na plataforma. Tudo aconteceu durante o evento de revelação da receita trimestral da empresa. Para espantar um pouco o tédio do “arrasta para a direita, arrasta para a esquerda”, o aplicativo deve ganhar experiências de conteúdo ricas e dinâmicas que podem envolver atividades realizadas pelo seu match.
Se você achou essa informação meio vaga, você não está sozinho nessa. Segundo Blatt, a partir do começo de 2018 o Tinder vai trazer recursos para colocá-lo mais a fundo nas atividades que seus matches estão fazendo para dar mais intimidade nesse relacionamento. O que isso realmente significa, é provável que vamos saber apenas ano que vem.
Inteligência atraente

Um novo sistema de Inteligência artificial vai passar a funcionar no Tinder para personalizar as experiências dos usuários individualmente

Além disso, um novo sistema de inteligência artificial vai passar a funcionar no Tinder para personalizar as experiências dos usuários individualmente, levando em conta a maneira como você usa a plataforma. Tendo como intenção diminuir o limite entre real e virtual, recursos que levam em conta o seu posicionamento – e de seu público-alvo – também vão estrear no aplicativo.
Quanto à receita geral da Match, tudo vai muito bem, com a empresa apresentando um valor de US$ 343 milhões, ou R$ 1,1 bilhão, um aumento de 19% em relação ao ano anterior. O serviço de assinatura do Tinder ganhou novos 476 mil pagantes nesse trimestre e as ações da Match subiram de 5,6% para 28,4% no momento da revelação da receita da empresa. Pelo jeito, o Tinder está em pleno romance com seus usuários.

Intel quer chips gráficos dedicados próprios e contrata ex-AMD para isso

A AMD e a Intel iriam dar as mãos e viver uma linda história juntas, mas isso não deve durar muito. Isso porque a Intel contratou Raja Koduri, até então responsável pela divisão Radeon, para encabeçar uma nova área de chips gráficos da empresa, focada no desenvolvimento de placas de vídeo dedicadas.

Chamada de “Core and Visual Computing Group” (Computação Visual e de Núcleo), que será uma iniciativa inédita para a Intel e que a coloca diretamente na briga com a AMD e com a NVIDIA no campo de chipsets gráficos dedicados. Se isso vai significar um problema na relação entre as duas empresas, ainda não se sabe.
A Intel afirma que Koduri vai ajudar a desenvolver as capacidades da companhia na parte gráfica, mas não se resumirá a isso: os componentes não apenas farão os games ficarem mais bonitos e rápidos, mas também ajudarão na parte de mídia, processamento de imagens e machine learning. Não há, no entanto, maiores detalhes sobre como tudo isso vai funcionar e quando veremos VGAs da Intel por aí.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Como limpar a fila de impressão no Windows 10

 Em alguma situação em que tentou imprimir algo, mas nada aconteceu? Há uma série de razões que impedem as impressões de serem executadas normalmente.

Nesse caso, os documentos podem ficar presos em uma fila de impressão, sendo necessário limpá-las manualmente para que as impressões voltem a funcionar.

1. Na barra de pesquisas do Windows 10, procure por "Executar" ou pressione as teclas Win + R no teclado. Em seguida, digite services.msc e pressione "Enter".
2. Na janela de Serviços, procure por "Spooler de Impressão". Clique com o botão direito e selecione "Parar".
3. Em seguida, acesse a pasta C:\Windows\System32\Spool\Printers e apague todo o conteúdo que estiver dentro dela. (Será necessário ter a permissão de administrador da máquina)
4. Volte na janela de "Serviços". Clique com o botão direito em "Spooler de Impressão" e selecione "Iniciar". Pronto! A fila de impressão estará limpa, e seus trabalhos vão voltar a ser impressos normalmente.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Apple deve lançar dois modelos de iPhone com tela OLED em 2018

A Apple não apenas por ser o smartphone mais caro já produzido pela empresa, mas também por ser o primeiro da marca a trazer uma tela OLED no lugar de um display de LCD. Para 2018, a fabricante deve continuar investindo nessa tecnologia e a principal aposta é de que sejam lançados dois modelos diferentes com essa tecnologia.
Quem faz a previsão é o analista da KGI Securities Ming-Chi Kuo, um dos mais renomados quando se fala em mercado mobile. Segundo Kuo, a Apple deve lançar um sucessor do iPhone X e também uma versão Plus, ambas com painéis OLED. Ainda segundo o analista, a Apple adotaria mais partes em aço do que aquelas usadas no modelo deste ano, aprimorando assim a transmissão de dados do gadget.

Além disso, os dois modelos trariam também uma câmera frontal com a tecnologia TrueDepth, garantindo Face ID em ambos. A partir dessa informação, é presumível que os iPhones lançados em 2018 repetirão o design do iPhone X, sem botão físico na parte frontal.
As novas informações corroboram parte dos rumores vindos da Ásia em julho deste ano. Na época, falou-se que a Maçã lançaria aparelhos com tela OLED, tal qual antecipado agora por Kuo, porém a aposta era o lançamento de três modelos. Kuo costuma ser preciso em suas previsões, portanto, é mais provável que vejamos “apenas” uma dupla de iPhones em 2018.

Rival do Chromecast, Amazon Fire TV Stick será lançado no Brasil

No Brasil ao começar a vender eletrônicos, games e outros produtos em sua filial brasileira. Agora, depois de passar a cobrar a mensalidade do Prime Video em reais, a companhia anuncia o lançamento do Amazon Fire TV Sitck Basic Edition em território nacional.
Rival do Chromecast, o Fire TV Stick tem suporte para aplicativos como Netflix e Prime Video, além de jogos, serviços de músicas e outros apps. Ele será lançado em 100 novos países e territórios, dentre os quais está o Brasil. Além disso, o dongle da Amazon também ganha suporte para português brasileiro, outra novidade para o público daqui.

O dispositivo de streaming da Amazon conta com processador de quatro núcleos, 1 GB de memória RAM e 8 GB para armazenamento interno. Ele transmite conteúdos em Full HD (1080p) e pode ser configurado totalmente de maneira remota. Assim como o dispositivo da Google, ele precisa apenas ser conectado à entrada HDMI de uma televisão para funcionar. Depois, basta configurar a rede WiFi e começar a transmitir tudo a partir de um smartphone, tablet ou PC.
Apesar de confirmar o lançamento do Fire TV Stick no Brasil, a Amazon não cravou uma data exata para o início das vendas nem o preço pelo qual o aparelho será comercializado por aqui.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Como e por que a tecnologia está acabando com as relações afetivas

A cada dia, surgem novos aplicativos, novos modelos de celular, novos filtros de fotos para o Instagram e o Snapchat, novos emojis divertidos e, obviamente, não é de se espantar que as pessoas estejam cada vez mais voltadas para as telinhas de seus celulares do que para o mundo real – e isso inclui as pessoas com quem elas têm algum tipo de relacionamento amoroso.

A terapeuta de casais Christine Wilke falou ao Huffington Post sobre uma de suas pacientes, que chegou até ela perplexa depois de perceber que seu celular estava arruinando sua vida afetiva. Basicamente, ela saiu para jantar com o namorado e ficou tão entretida na telinha que simplesmente não percebeu quando seu companheiro se levantou, pagou a conta e ficou em pé a esperando na saída do restaurante.

Esse comportamento, cada vez mais comum, não pode deixar de nos chamar a atenção: estamos realmente chegando ao ponto de que a pessoa com quem dividimos uma mesa de bar ou restaurante é menos importante do que o que quer que esteja acontecendo no celular, e isso está afetando negativamente nossas interações sociais e, especialmente, nossos relacionamentos românticos.
Um estudo feito pela Universidade de Baylor analisou 143 pessoas que estavam em um relacionamento – dessas, 70% afirmaram que o uso do celular já atrapalhou as interações que tinham com seus parceiros.

Outra pesquisa, realizada com 145 pessoas, relatou que 22,6% delas sentiam que seus relacionamentos estavam piorando por causa do celular e que 36,6% se diziam deprimidas sempre que seus parceiros davam mais atenção ao aparelho do que a elas.

“Os casais que vejo muitas vezes desejam uma conexão significativa entre si, mas seus telefones têm superado suas vidas. Eles muitas vezes me dizem que parece que seus parceiros estão tendo um caso com seus telefones”, revelou a terapeuta.

Preocupante é o fato de que esse tipo de relato, mesmo quando não verbalizado, é cada vez mais comum. A boa notícia é que, ainda que a tecnologia nos roube daqueles que amamos, é possível encontrar uma maneira de colocar cada coisa em seu lugar e de dar prioridade ao que realmente é importante em nossas vidas.
A tecnologia quando inserida dentro dos relacionamentos afetivos é realmente uma questão que pode ser debatida por muito, muito tempo. De qualquer forma, é sempre válido estipular um tempo máximo para que você se entretenha com o celular.

Em termos sociais, vale lembrar também que é um sinal de falta de educação estar em um jantar de família ou de negócios, por exemplo, e não tirar as mãos e os olhos do celular. De vez em quando é preciso atender uma ligação ou responder uma mensagem – quando for o caso, peça licença e o faça de maneira rápida. Mudar a relação de dependência que acabamos criando com esses aparelhos é uma forma bastante eficiente de melhorar nossas relações interpessoais.

Material do curso de Graduação em Jogos Digitais

 Você irá aprender a desenvolver jogos eletrônicos para diversas mídias, como computadores, videogames, internet e celulares. A graduação em Jogos Digitais abrange o conjunto de teorias, métodos e técnicas para a criação de games como enredo, personagens e cenários.

valor do curso:3 disciplinas- 718,44
 modalidade -presencial


duração do curso :3 anos
turnos manhã e noite




Perfil do profissional formado em Jogos Digitais

Quem deseja seguir carreira no desenvolvimento de Jogos Digitais deve gostar de tecnologia e ter alguma afinidade com linguagens de programação.

Saber trabalhar em equipe é muito importante, pois a criação de um jogo geralmente envolve vários profissionais. Além disso, o profissional deve ter boa capacidade de comunicação para explicar questões técnicas do trabalho que desenvolve para os outros membros da equipe.

Assim como acontece em outras áreas de TI, o profissional formado em Jogos Digitais deve estar atento às novas tecnologias e tendências do mercado para esta área.

Ao contrário do que muitos possam pensar, este profissional não precisa ser um viciado em jogos eletrônicos, ele pode até não gostar muito de jogar.

Com exceção daqueles que testam os jogos, este profissional precisa entender mais de gestão de projetos do que ser habilidoso em passar fases difíceis em jogos de ação.


Mercado de trabalho para quem faz Jogos Digitais

A área de Jogos Digitais no Brasil está em expansão e o mercado consumidor destes jogos tem crescido a cada ano. Atualmente o Brasil é o quarto maior mercado consumidor de videogames do mundo.

O mercado dos jogos eletrônicos está ganhando tanto espaço hoje em dia que a indústria cinematográfica preocupa-se em criar filmes com roteiros que possam ser convertidos em games.

Grande parte da indústria de Jogos Digitais é focada no tradicional mercado de entretenimento. Porém, outros setores têm demonstrado crescente interesse pelos games. É o caso de:

    Jogos feitos para empresas, como peças de marketing.
    Simulação de negócios, utilizada em treinamentos.
    Simulações médicas, de operação de equipamentos complexos, etc.
    Jogos educacionais.

Os Jogos Digitais são criados para diferentes plataformas e equipamentos, como por exemplo:

    Computadores
    Aparelhos de videogame
    Tablets
    Celulares
    Redes sociais

A exportação de Jogos Digitais já é uma realidade no país. Com incentivos da Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais (ABRALOG), algumas empresas brasileiras estão desenvolvendo games para outros países.

Uma pesquisa publicada em 2014 pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostra o potencial do mercado de Jogos Digitais no país. Foram consultadas 133 empresas que, ao todo, produziram 1.417 games no ano de 2013.

Uma das carreiras em alta é o desenvolvimento de conteúdos e aplicativos para celulares e tablets. Nessa área, quem faz o curso de Jogos Digitais pode encontrar oportunidades interessantes de trabalho.

Os salários iniciais oscilam entre R$ 1.000 e R$ 3.000, mas um profissional mais experiente chega, com certa facilidade aos R$ 8.000 mensais.

sábado, 4 de novembro de 2017

Novo video sobre a Graduação em Jogos Digitais

Para vc que vai fazer Enem e ainda não sabe o que cursar na faculdade,aqui vai uma opção,uma Graduação em jogos digitais veja o link do vídeo aqui https://www.youtube.com/watch?v=Ouc4yUdYAsk

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Xbox One X vai oferecer suporte a monitores com resolução 1440p

Está muito afim de comprar um Xbox One X era de que talvez não pudessem aproveitar tudo que o console tem a oferecer por não ter uma TV 4K e ficar preso nos 1080p. Quem tiver um monitor 1440p pode comemorar: a Microsoft anunciou que o seu mais novo console também vai suportar a resoluções intermediárias.

Kevin Gammil, um dos executivos da divisão Xbox, foi o portador das boas notícias. Isso significa que, por exemplo, se você tiver um monitor 4K e o jogo tiver um output de 1440p, o console vai fazer um upscale do game para a resolução de 2160p. Esse mesmo jogo vai ser otimizado em um monitor 1080p através de um supersampling e vai ter um output nativo de 1440p se isso for compatível tanto pelo jogo quanto pelo monitor.

Então você não vai precisar necessariamente gastar rios de dinheiro em um monitor 4K de forma imediata para aproveitar o que o Xbox One X tem a oferecer, com uma qualidade melhor do que o 1080p – mesmo que até mesmo essa resolução também seja otimizada.

O poderosíssimo console chega às lojas dos EUA no dia 7 de novembro e sua vinda para o Brasil também já foi confirmada.

Velocidade do 4G brasileiro melhora, mas disponibilidade ainda é ruim

O mais recente relatório da OpenSignal acerca do estado do 4G no mundo, o Brasil melhorou suas estatísticas tanto em questão de velocidade quando de disponibilidade no território nacional. Contudo, os smartphones dos usuários só conseguem acessar a rede 4G em 59,31% das vezes que tentam. Isso coloca o Brasil na 11ª posição de redes com a pior acessibilidade do mundo entre os países pesquisados.

Por outro lado, grandes nações como Alemanha, Rússia e Irlanda contam com resultados ainda piores que os nossos sesse aspecto. A OpenSignal considera que a tecnologia está madura quando essa marca bate os 80% de disponibilidade. Apenas 20 dos 77 países conseguiram alcançar tal qualidade. Os líderes nesse segmento são Coreia do Sul, Japão e Noruega.

O Brasil se sai melhor em questão de velocidade. Observando as tabelas da OpenSignal, é possível perceber que existe uma tendência curiosa. Com a exceção de alguns líderes, países que vão mal em disponibilidade normalmente se saem melhor em velocidade. Os que vão bem disponibilidade se sem pior em velocidade.
Por conta disso, a velocidade média do 4G brasileiro, de 20,34 Mbps, é bem superior aos 13,98 Mbps dos EUA, aos 11,82 Mbps da Argentina e aos 16,45 Mbps do Chile, por exemplo. Todos esses países estão com maior disponibilidade de sinal do que o Brasil, o que não é necessariamente uma comparação do tamanho da cobertura 4G nessas localidades. A questão da disponibilidade é mais ligada a quantidade de vezes que o celular alterna entre as redes 3G e 4G em uma mesma localidade, ou seja, a disponibilidade de sinal em áreas teoricamente cobertas.

De seis meses para cá, a rede 4G do Brasil melhorou, segundo a OpenSignal. No último relatório, nenhuma operadora do país conseguia entregar rede 4G aos clientes em mais de 60% das vezes em que eles tentavam se conectar. Agora, Tim e Vivo já marcam mais de 62% nessa medição.

Em questão de velocidade, a Claro continua líder no nosso país. Nesse último relatório, a operadora marcou uma velocidade média de 29,2 Mbps, uma melhoria de 2 Mbps em seis meses. A Vivo ficou com o segundo lugar, com média de 20,6 Mbps, mas a Oi e a Tim continuam abaixo da média global, que é de 16,2 Mbps.

70% do tempo gasto na internet acontece a partir de telefones celulares

De acordo com a agência de mídia Zenith, atualmente, 70% do tempo gasto na internet acontece a partir de acessos feitos em telefone celular. Em 2010, quando os smartphones eram uma novidade ainda não estabelecida, esse número era de apenas 20%.

Menos de uma década depois, porém, o tempo gasto na internet em um celular pode quadruplicar de tamanho: a previsão da agência é de que, em 2019, ele deve chegar a 80% do total. Essa mudança vem sendo sentida aos poucos e pode ser percebida no dia, talvez até mesmo em sua própria casa: se dificilmente uma casa com quatro membros tem quatro computadores, provavelmente ela tem (pelo menos) quatro smartphones.
O resultado desse avanço pode ser notado na cada vez maior quantidade de sites adaptados às plataformas móveis. Para além de aplicativos próprios, como o app do TecMundo, os sites também costumam apresentar design responsivo ou mesmo versões específicas para acessos feitos a partir do mobile.

Até mesmo os anunciantes vêm sentindo a mudança e, em 2017, pela primeira vez na história os anúncios direcionados às plataformas móveis representaram a maior fatia do setor (53%).

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Sucesso do Switch traz reflexão: a Nintendo agora assumiu o controle?

 O grande embate há até pouco tempo era entre as linhas do PlayStation, da Sony, e as do Xbox, da Microsoft. Mas aí, de repente, a Nintendo deu um revival e entrou na disputa vibrando pelo K.O. Em outras palavras: a Nintendo está assumindo o controle. Seus lucros estão quase dobrando a projeção para o período, tudo graças ao lançamento do Switch.

Como se estivesse blindado com a estrelinha do Mario, o novo console teve uma estreia imbatível, com 2,9 milhões de unidades vendidas no trimestre. Ao longo de um ano, foram 7,63 milhões. Como medida de comparação, o precursor do Switch, o Wii U, vendeu apenas 13,5 milhões em cinco anos - o que significa que, em 2018, o Wii U vai ser player 2 mesmo.


Uma projeção for the win

Foi ontem que a empresa anunciou o que espera do ano fiscal, que acaba em março. Conhecida por ser bastante conservadora em suas projeções, a Nintendo subiu a expectativa de lucros líquidos para 120 bilhões de iens (ou mais de US$ 1 fucking bilhão), ante 65 bilhões de iens previstos três meses antes. Apesar do boost, o novo valor ainda está abaixo do que 22 analistas entrevistados da Reuters esperam, algo em torno dos 133,6 bilhões de iens (US$ 1,16 bilhão). Fale sobre otimismo.
Há alguns obstáculos pelo caminho da Nintendo. O primeiro: para cumprir as metas agressivas, terá de conseguir suprir os estoques do Switch, que estão sempre em baixa nas lojas. Tatsumi Kimishima, o chefão da p#rra toda, disse que esse problema já foi resolvido, com uma alta na produção do console.

Depois, vêm os rivais da concorrência. O Switch vive um momento herói do jogo, com vendas ultrapassando lindamente as do PlayStation 4, da Sony, em 130% na terra dos games chamada Japão. Mas ainda tem muito chefão para encarar pela frente: no dia sete do próximo mês, a Microsoft lança o super potente, de alta resolução Xbox One X. Para quotar o presidente Tatsumi Kimishima: "the true power of the Switch would be tested during the upcoming holiday season." E aí é game on, mermo, não pode dar uma de camper. Vai ter de apertar o play, Nintendo.