O WABetaInfo, flagrou recentemente uma nova função na versão Beta do mensageiro para Windows Phone. O novo recurso permitia que os usuários enviassem “respostas privadas” para mensagens dentro de grupos. A opção era exibida ao tocar e segurar em uma mensagem qualquer.
Usando a novidade, o usuário mandaria sua resposta somente para a pessoa que enviou a mensagem originalmente, escondendo o conteúdo do resto do grupo. Essa função seria interessante para responder a perguntas feitas por pessoas específicas, mas que ficaram para cima na conversa, depois de muitas mensagens. Usando isso, o individuo não precisaria retomar o assunto em uma conversa que já evoluiu para outros temas.
eja como for, esse novo recurso não deve demorar muito para ressurgir nas próximas versões Beta do WhatsApp. Caso os testes sejam bem-sucedidos, é provável que a novidade acabe se tornando uma função da versão estável do app, aquela que a grande maioria dos usuários tem instalada no smartphone.
Essas mesmas versões Beta do WhatsApp para Windows Phone ainda trazem algumas mudanças no visual da tela de ligações, que agora se parece mais com aquela do Android. A possibilidade de transformar uma chamada de voz em uma ligação de vídeo também começou a ser implementada, permitindo que os usuários alternem entre um tipo e outro de conversa sem interrupções.
Mostrando como é simples lidar ,com equipamentos tão sofisticado, como computador. Neste blog, estaremos relatamos problemas mais comuns e graves, que um computador pode apresentar e também, suas supostas soluções lógicas e de manutenção. Entretanto novidades de tecnologia ,serão aqui também apresentadas novidades em softwares e outras coisa mais.
sábado, 30 de dezembro de 2017
NASA fotografa asteroide com 6 km de diâmetro passando perto da Terra
No último fim de semana imagens capturadas do asteroide 3200 Phaethon, que passou perto — porém a uma distância segura — da Terra entre os dias 15 e 19 de dezembro. O objeto foi classificado como “potencialmente perigoso”, mas os astrônomos já sabiam que ele não oferecia risco de colisão iminente há meses, quando foi incialmente identificado.
O 3200 Phaethon tem 6 km de diâmetro, sendo o segundo maior asteroide potencialmente perigoso identificado pela agência até o momento. As fotos foram feitas pelo Radar Observatório Planetário de Arecibo, em Porto Rico. As instalações do local foram danificadas pelo Furacão Maria, que atingiu a região do Caribe em setembro deste ano, mas já estão sendo reformadas.
É curioso considerar que, mesmo em mau estado, o Observatório de Arecibo foi capaz de tirar as fotografias de melhor resolução já feitas do asteroide 3200 Phaethon. Cada pixel da imagem que você confere representam cerca de 75 metros. A agência ainda destacou que um dos polos do objeto conta com um círculo escuro bastante visível, mas não pôde afirmar com certeza o que era o elemento. A melhor aposta, contudo, é de que se trate de uma cratera formada por algum outro impacto. No momento, o 3200 Phaethon não representa nenhum perigo à Terra.
O 3200 Phaethon tem 6 km de diâmetro, sendo o segundo maior asteroide potencialmente perigoso identificado pela agência até o momento. As fotos foram feitas pelo Radar Observatório Planetário de Arecibo, em Porto Rico. As instalações do local foram danificadas pelo Furacão Maria, que atingiu a região do Caribe em setembro deste ano, mas já estão sendo reformadas.
É curioso considerar que, mesmo em mau estado, o Observatório de Arecibo foi capaz de tirar as fotografias de melhor resolução já feitas do asteroide 3200 Phaethon. Cada pixel da imagem que você confere representam cerca de 75 metros. A agência ainda destacou que um dos polos do objeto conta com um círculo escuro bastante visível, mas não pôde afirmar com certeza o que era o elemento. A melhor aposta, contudo, é de que se trate de uma cratera formada por algum outro impacto. No momento, o 3200 Phaethon não representa nenhum perigo à Terra.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
Samsung estaria trabalhando em um Chromebook com tela destacável e S Pen
No Chromium Repository, a Samsung estaria trabalhando em novo dispositivo que traria o Chrome OS como sistema operacional e teria uma tela destacável do teclado. O aparelho funcionaria, portanto, como um tablet tradicional e, caso o usuário desejasse digitar textos mais longos, poderia acoplar a base.
Não sabemos, contudo, se essa base seria de fato um teclado com bateria extra e portas para conexão, como vemos no Microsoft Surface Book, ou se estamos falando apenas de uma “capa teclado”, como o conceito das Type Cover do Surface Pro.
Outro detalhe interessante desse misterioso aparelho é que ele traria uma caneta stylus S Pen que poderia ser guardada dentro do dispositivo, à exemplo do que já vimos nos Chromebooks Pro e Plus que a Samsung colocou no mercado recentemente. Ao retirar a caneta de seu espaço, o usuário veria automaticamente as opções de anotação e desenho do sistema, bem ao estilo do acontece hoje com a S Pen nos Galaxy Note da empresa.
o misterioso aparelho estaria sendo chamado de “Nautilus”, e o conceito de um Chromebook com teclado destacável poderia eventualmente acabar eliminando a necessidade de tablets Android existirem, uma vez que o Chrome OS agora já é capaz de executar praticamente qualquer aplicação presente na Google Play.
Infelizmente, não temos qualquer indicação de processador para esse aparelho, muito menos quantidade de RAM ou de armazenamento interno. Também ainda não há informações sobre um possível preço para o mercado internacional nem uma data de lançamento.
Não sabemos, contudo, se essa base seria de fato um teclado com bateria extra e portas para conexão, como vemos no Microsoft Surface Book, ou se estamos falando apenas de uma “capa teclado”, como o conceito das Type Cover do Surface Pro.
Outro detalhe interessante desse misterioso aparelho é que ele traria uma caneta stylus S Pen que poderia ser guardada dentro do dispositivo, à exemplo do que já vimos nos Chromebooks Pro e Plus que a Samsung colocou no mercado recentemente. Ao retirar a caneta de seu espaço, o usuário veria automaticamente as opções de anotação e desenho do sistema, bem ao estilo do acontece hoje com a S Pen nos Galaxy Note da empresa.
o misterioso aparelho estaria sendo chamado de “Nautilus”, e o conceito de um Chromebook com teclado destacável poderia eventualmente acabar eliminando a necessidade de tablets Android existirem, uma vez que o Chrome OS agora já é capaz de executar praticamente qualquer aplicação presente na Google Play.
Infelizmente, não temos qualquer indicação de processador para esse aparelho, muito menos quantidade de RAM ou de armazenamento interno. Também ainda não há informações sobre um possível preço para o mercado internacional nem uma data de lançamento.
Moderação do Facebook deixa passar discurso de ódio e pede desculpas
Uma publicação sem fins lucrativos norte-americana, demonstrou mais uma vez que o processo de moderação de discurso de ódio no Facebook é bastante inconsistente. O time de três jornalistas enviou para análise um conjunto de 49 postagens da rede social que continham discurso de ódio e mais algumas que, na verdade, eram apenas opiniões não ofensivas de usuários.
Quando a equipe recebeu o resultado da análise, percebeu que boa parte das postagens que claramente continham discurso de ódio — que vai contra os termos de uso da rede social — não tinham sido removidas. Posteriormente, o Facebook admitiu que sua equipe de moderação errou na análise de 22 das 49 postagens enviadas. Em outras palavras, 44% das publicações que deveriam ter sido tiradas do ar permaneceram na rede social erroneamente.
A empresa se desculpou pelo ocorrido e informou ao ProPublica que, em 2018, pretende expandir a sua equipe de moderadores para 20 mil pessoas. “Sentimos muito pelos erros que cometemos e admitimos que precisamos melhorar”, disse Justin Osofsky, vice-presidente do Facebook para assuntos de moderação. Atualmente, 7,5 mil colaboradores trabalham na seção de moderação da empresa, removendo fotos de abuso infantil, pornô de vingança e, em grande parte, discurso de ódio, preconceito e ofensas diversas.
Erros dos usuários?
Dos 22 casos em que o Facebook admitiu ter errado, seis deles teriam sido descartados pela equipe de moderação porque os usuários teriam reportado as postagens de forma errada. Em mais dois outros, a empresa afirmou não ter informações suficientes para comentar.
A companhia também defendeu 19 decisões tomadas pelos moderadores, afirmando que elas não poderiam ser questionadas de acordo com os termos de uso do Facebook. Muitas dessas decisões foram de remover publicações com conteúdo sexista, racista e antimuçulmano. A rede social ainda disse que remove cerca de 66 mil posts por semana por conta de discurso de ódio dessa natureza.
Ainda assim, de acordo com a reportagem do ProPublica, as decisões da equipe de moderação e do algoritmo da empresa que faz uma pré-análise nos conteúdos reportados, são inconsistentes até mesmo em casos considerados simples. Uma leitora da publicação afirmou ter visto uma foto no Facebook com a seguinte legenda: “o único muçulmano bom é aquele que está morto pra caramba”. A leitora afirmou ter reportado a publicação, mas recebeu uma resposta genérica.
“Nós analisamos a foto e pensamos que não vai contra qualquer uma de nossas regras. Entendemos, contudo, que o conteúdo ainda pode ser ofensivo para você e para outros”. A postagem em questão não foi tirada do ar até que o ProPublica a denunciou diretamente para a equipe de Osofsky.
Quando a equipe recebeu o resultado da análise, percebeu que boa parte das postagens que claramente continham discurso de ódio — que vai contra os termos de uso da rede social — não tinham sido removidas. Posteriormente, o Facebook admitiu que sua equipe de moderação errou na análise de 22 das 49 postagens enviadas. Em outras palavras, 44% das publicações que deveriam ter sido tiradas do ar permaneceram na rede social erroneamente.
A empresa se desculpou pelo ocorrido e informou ao ProPublica que, em 2018, pretende expandir a sua equipe de moderadores para 20 mil pessoas. “Sentimos muito pelos erros que cometemos e admitimos que precisamos melhorar”, disse Justin Osofsky, vice-presidente do Facebook para assuntos de moderação. Atualmente, 7,5 mil colaboradores trabalham na seção de moderação da empresa, removendo fotos de abuso infantil, pornô de vingança e, em grande parte, discurso de ódio, preconceito e ofensas diversas.
Erros dos usuários?
Dos 22 casos em que o Facebook admitiu ter errado, seis deles teriam sido descartados pela equipe de moderação porque os usuários teriam reportado as postagens de forma errada. Em mais dois outros, a empresa afirmou não ter informações suficientes para comentar.
A companhia também defendeu 19 decisões tomadas pelos moderadores, afirmando que elas não poderiam ser questionadas de acordo com os termos de uso do Facebook. Muitas dessas decisões foram de remover publicações com conteúdo sexista, racista e antimuçulmano. A rede social ainda disse que remove cerca de 66 mil posts por semana por conta de discurso de ódio dessa natureza.
Ainda assim, de acordo com a reportagem do ProPublica, as decisões da equipe de moderação e do algoritmo da empresa que faz uma pré-análise nos conteúdos reportados, são inconsistentes até mesmo em casos considerados simples. Uma leitora da publicação afirmou ter visto uma foto no Facebook com a seguinte legenda: “o único muçulmano bom é aquele que está morto pra caramba”. A leitora afirmou ter reportado a publicação, mas recebeu uma resposta genérica.
“Nós analisamos a foto e pensamos que não vai contra qualquer uma de nossas regras. Entendemos, contudo, que o conteúdo ainda pode ser ofensivo para você e para outros”. A postagem em questão não foi tirada do ar até que o ProPublica a denunciou diretamente para a equipe de Osofsky.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Posts “recomendados para você” começam a aparecer no feed do Instagram
A plataforma vai incluir diretamente no feed dos usuários fotos e vídeos curtidos pelas pessoas que ele segue, mas é interessante destacar que haverá uma marcação clara para distinguir esse tipo de conteúdo.
Essa está sendo considerada a maior mudança implementada no feed do Instagram desde que a rede social migrou da exibição cronológica para a algorítmica e começou a mostrar anúncios. Contudo, a seção de recomendados só será exibida para o usuário quando ele já tiver conferido todas as postagens recentes de contas que segue de fato.
De acordo com o Instagram, serão mostradas de três a cinco fotos ou vídeos recomendados nessa nova seção, e esse conteúdo será selecionado automaticamente a partir das publicações curtidas pelas pessoas que o usuário segue, considerando que os interesses dessas pessoas podem ser similares. A intenção da rede social é facilitar a descoberta de novas contas para seguir por parte dos usuários.
Em outras palavras, os usuários agora também podem seguir seus interesses em vez de apenas pessoas ou contas institucionais. Contudo, caso você não queira “não sujar” seu feed, basta simplesmente não seguir nenhuma hashtag, uma vez que esse procedimento precisa ser realizado ativamente pelo usuário.
No caso das publicações recomendadas, o usuário não tem o poder de escondê-las definitivamente de seu feed. É possível apenas tirá-las de lá temporariamente a partir do menu de opções que aparece junto com a seção em questão.
Mas o que você achou da novidade. Acredita que ela poderá ser útil de alguma forma para os usuários ou vai apenas deixar o feed do Instagram poluído? Deixe sua opinião na seção de comentários.
Essa está sendo considerada a maior mudança implementada no feed do Instagram desde que a rede social migrou da exibição cronológica para a algorítmica e começou a mostrar anúncios. Contudo, a seção de recomendados só será exibida para o usuário quando ele já tiver conferido todas as postagens recentes de contas que segue de fato.
De acordo com o Instagram, serão mostradas de três a cinco fotos ou vídeos recomendados nessa nova seção, e esse conteúdo será selecionado automaticamente a partir das publicações curtidas pelas pessoas que o usuário segue, considerando que os interesses dessas pessoas podem ser similares. A intenção da rede social é facilitar a descoberta de novas contas para seguir por parte dos usuários.
Em outras palavras, os usuários agora também podem seguir seus interesses em vez de apenas pessoas ou contas institucionais. Contudo, caso você não queira “não sujar” seu feed, basta simplesmente não seguir nenhuma hashtag, uma vez que esse procedimento precisa ser realizado ativamente pelo usuário.
No caso das publicações recomendadas, o usuário não tem o poder de escondê-las definitivamente de seu feed. É possível apenas tirá-las de lá temporariamente a partir do menu de opções que aparece junto com a seção em questão.
Mas o que você achou da novidade. Acredita que ela poderá ser útil de alguma forma para os usuários ou vai apenas deixar o feed do Instagram poluído? Deixe sua opinião na seção de comentários.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
OnePlus 6 pode chegar em março – e ainda trazer sensor de digitais na tela
A chegada recente do OnePlus 5T significa que um novo modelo já está em produção. Novos relatos vindos da China, contudo, indicam que o próximo sucessor da linha está muito mais próximo do que esperamos, chegando no fim de março – menos de seis meses depois do lançamento do smartphone atual da companhia.
Para quem vem acompanhando o ritmo de lançamentos da empresa, a decisão é bastante curiosa, mas não é uma surpresa tão grande assim. Afinal, essa não é a primeira vez que a OnePlus traz um novo smartphone em um espaço de tempo tão curto, seja no caso do OnePlus 3 para o OnePlus 3T ou do 5 para o 5T. Logo, pode esperar um novo aparelho para um futuro não muito distante.
Sensor de digitais na tela incluso
Ficou impressionado com essa novidade? Pois isso não é tudo. Os novos rumores trazidos pela GizmoChina também revelaram que o sucessor do OnePlus 6 deve contar com o tão desejado sensor de digitais já incorporado à tela (algo que até mesmo a Samsung vem lutando para trazer para seus Galaxy S9, segundo rumores). Infelizmente pouco mais sobre o assunto foi revelado, mas não faltam dedos apontando para a recente tecnologia de sensores feita pela Synaptics, visto que a própria empresa afirmou já estar produzindo-a em massa para um grande aparelho.
Como é no caso de qualquer rumor, por fim, lembramos que é bom não tomar nenhuma dessas afirmações como verdade absoluta. Mas, considerando que ambas as novidades se encaixam com outros anúncios recentes e com o cronograma da OnePlus, é difícil negar que tudo isso é bastante plausível.
Para quem vem acompanhando o ritmo de lançamentos da empresa, a decisão é bastante curiosa, mas não é uma surpresa tão grande assim. Afinal, essa não é a primeira vez que a OnePlus traz um novo smartphone em um espaço de tempo tão curto, seja no caso do OnePlus 3 para o OnePlus 3T ou do 5 para o 5T. Logo, pode esperar um novo aparelho para um futuro não muito distante.
Sensor de digitais na tela incluso
Ficou impressionado com essa novidade? Pois isso não é tudo. Os novos rumores trazidos pela GizmoChina também revelaram que o sucessor do OnePlus 6 deve contar com o tão desejado sensor de digitais já incorporado à tela (algo que até mesmo a Samsung vem lutando para trazer para seus Galaxy S9, segundo rumores). Infelizmente pouco mais sobre o assunto foi revelado, mas não faltam dedos apontando para a recente tecnologia de sensores feita pela Synaptics, visto que a própria empresa afirmou já estar produzindo-a em massa para um grande aparelho.
Como é no caso de qualquer rumor, por fim, lembramos que é bom não tomar nenhuma dessas afirmações como verdade absoluta. Mas, considerando que ambas as novidades se encaixam com outros anúncios recentes e com o cronograma da OnePlus, é difícil negar que tudo isso é bastante plausível.
Falha ou segurança? Face ID não funciona para compras de familiares
O problema da vez, segundo diversas reclamações feitas no fórum da Apple, indica que várias pessoas simplesmente não estão conseguindo utilizar o software de reconhecimento facial para permitir compras feitas por familiares na App Store.
“Eu chequei cada configuração que eu pude achar, desliguei configurações relevantes e as liguei de novo, e até removi meu Apple ID do meu celular por completo e o instalei de novo.”, disse um dos clientes da companhia. “Mas infelizmente, ele ainda quer que eu digite a senha completa. Interessantemente, ele ainda me deixa usar o Touch ID no meu iPad para aprovar [as compras], então parece ser específico da combinação iPhone X/Face ID”, continuou.
Seria essa uma falha no software? Está aí uma dúvida que a Maçã ainda não respondeu. Alguns, porém, afirmam que essa ausência seria intencional, o que faria bastante sentido se considerarmos que a própria Apple admitiu a menor precisão de seu Face ID no caso de pessoas com parentesco e jovens de menos de 13 anos – justamente a faixa etária para a qual a função de pedido de compras vem disponível por padrão.
Com isso, tudo o que podemos fazer é torcer que a empresa se explique sobre isso. Afinal, mesmo que seja realmente uma decisão dela de bloquear o Face ID por segurança, ao menos deixar essa opção habilitável pode ajudar aqueles que não querem ter que digitar suas longas senhas para cada uma das dezenas de pedidos de compras de apps de seus filhos.
“Eu chequei cada configuração que eu pude achar, desliguei configurações relevantes e as liguei de novo, e até removi meu Apple ID do meu celular por completo e o instalei de novo.”, disse um dos clientes da companhia. “Mas infelizmente, ele ainda quer que eu digite a senha completa. Interessantemente, ele ainda me deixa usar o Touch ID no meu iPad para aprovar [as compras], então parece ser específico da combinação iPhone X/Face ID”, continuou.
Seria essa uma falha no software? Está aí uma dúvida que a Maçã ainda não respondeu. Alguns, porém, afirmam que essa ausência seria intencional, o que faria bastante sentido se considerarmos que a própria Apple admitiu a menor precisão de seu Face ID no caso de pessoas com parentesco e jovens de menos de 13 anos – justamente a faixa etária para a qual a função de pedido de compras vem disponível por padrão.
Com isso, tudo o que podemos fazer é torcer que a empresa se explique sobre isso. Afinal, mesmo que seja realmente uma decisão dela de bloquear o Face ID por segurança, ao menos deixar essa opção habilitável pode ajudar aqueles que não querem ter que digitar suas longas senhas para cada uma das dezenas de pedidos de compras de apps de seus filhos.
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
10 curiosidades sobre a Netflix
Não há nada melhor do que chegar em casa e assistir a suas séries e seus filmes favoritos na Netflix, né? A plataforma de streaming está fazendo o maior sucesso na atualidade — a conta dos usuários no exterior já passa dos milhões de assinantes do serviço. Porém, já pensou nos fatos mais curiosos envolvendo a plataforma? Ajeite-se no sofá, pegue a pipoca e confira 21 curiosidades sobre a Netflix:
1. “Netflix”? Não no começo
não foi sempre chamada assim. A companhia testou diversos nomes no começo – incluindo “Kibble”, que era o nome do cachorrinho de Marc Randolph, o fundador da empresa.
2. Sim, a Netflix é mais velha que a Google
A empresa de streaming foi fundada em 1997, quando Reed Hastings recebeu uma multa de 40 dólares por ter atrasado a devolução de algumas fitas VHS. Já a Google foi fundada apenas em 1998.
3. Afinal, qual foi o primeiro vídeo?
Se você já se perguntou qual foi o primeiro conteúdo da plataforma, aqui vai a resposta: era apenas um vídeo simples, para realizar testes. Ele está disponível no catálogo norte-americano da Netflix e pode ser acessado ao pesquisar “Example show”.
4. Quem tem medo de spoilers?
Você pode ter, mas a Netflix não – tanto que a empresa possui um site dedicado apenas a dar spoilers das suas séries favoritas. O site mostra vídeos curtos, de apenas 20 minutos, dos episódios finais de temporadas das séries.
5. Mais negócios
a internet teve um papel importante na queda das locadoras, né? Basta se lembrar da finada Blockbuster, que perdeu uma chance enorme ao se recusar a comprar a Netflix por 50 milhões de dólares. Bem provável que eles estejam arrependidos agora.
6. O tempo voa!
no total de horas que os usuários da plataforma passam assistindo a suas séries e seus filmes favoritos? Bom, o número fica por volta de 100 milhões de horas por dia – o que é aceitável, se formos considerar que há mais de 50 milhões de usuários.
7. Estamos de olho
Sabe qual é um dos critérios para a Netflix saber se um conteúdo tem relevância e potencial na plataforma? Eles analisam a taxa de downloads piratas – principalmente nos sites de Torrent.
8. O filme não carrega?
A Netflix é uma das plataformas que mais consomem e transferem dados em alguns países – o que cria alguns horários críticos. Entre 19h e 21h, por exemplo, é comum que ocorram instabilidades na plataforma, porque é o período em que mais há gente assistindo aos conteúdos.
9. Top 10
O site 7Park Data realizou uma pesquisa entre maio de 2016 e maio de 2017 e descobriu que as 10 séries mais populares da plataforma são: Grey’s Anatomy, Shameless, Criminal Minds, Supernatural, NCIS, Orange is the New Black, Gilmore Girls, The Walking Dead, Bones e Stranger Things.
10. Dominou geral
Atualmente, a Netflix está presente em mais de 190 países e tem mais de 100 milhões de assinantes.
1. “Netflix”? Não no começo
não foi sempre chamada assim. A companhia testou diversos nomes no começo – incluindo “Kibble”, que era o nome do cachorrinho de Marc Randolph, o fundador da empresa.
2. Sim, a Netflix é mais velha que a Google
A empresa de streaming foi fundada em 1997, quando Reed Hastings recebeu uma multa de 40 dólares por ter atrasado a devolução de algumas fitas VHS. Já a Google foi fundada apenas em 1998.
3. Afinal, qual foi o primeiro vídeo?
Se você já se perguntou qual foi o primeiro conteúdo da plataforma, aqui vai a resposta: era apenas um vídeo simples, para realizar testes. Ele está disponível no catálogo norte-americano da Netflix e pode ser acessado ao pesquisar “Example show”.
4. Quem tem medo de spoilers?
Você pode ter, mas a Netflix não – tanto que a empresa possui um site dedicado apenas a dar spoilers das suas séries favoritas. O site mostra vídeos curtos, de apenas 20 minutos, dos episódios finais de temporadas das séries.
5. Mais negócios
a internet teve um papel importante na queda das locadoras, né? Basta se lembrar da finada Blockbuster, que perdeu uma chance enorme ao se recusar a comprar a Netflix por 50 milhões de dólares. Bem provável que eles estejam arrependidos agora.
6. O tempo voa!
no total de horas que os usuários da plataforma passam assistindo a suas séries e seus filmes favoritos? Bom, o número fica por volta de 100 milhões de horas por dia – o que é aceitável, se formos considerar que há mais de 50 milhões de usuários.
7. Estamos de olho
Sabe qual é um dos critérios para a Netflix saber se um conteúdo tem relevância e potencial na plataforma? Eles analisam a taxa de downloads piratas – principalmente nos sites de Torrent.
8. O filme não carrega?
A Netflix é uma das plataformas que mais consomem e transferem dados em alguns países – o que cria alguns horários críticos. Entre 19h e 21h, por exemplo, é comum que ocorram instabilidades na plataforma, porque é o período em que mais há gente assistindo aos conteúdos.
9. Top 10
O site 7Park Data realizou uma pesquisa entre maio de 2016 e maio de 2017 e descobriu que as 10 séries mais populares da plataforma são: Grey’s Anatomy, Shameless, Criminal Minds, Supernatural, NCIS, Orange is the New Black, Gilmore Girls, The Walking Dead, Bones e Stranger Things.
10. Dominou geral
Atualmente, a Netflix está presente em mais de 190 países e tem mais de 100 milhões de assinantes.
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
Como aumentar ou diminuir a velocidade dos vídeos no YouTube
Imagine a seguinte situação: você está assistindo a uma aula de matemática cheia de cálculos bem complicados no YouTube, ou simplesmente está revendo a melhor cena daquele filme de ação que você tanto gosta. Pode ser um pouco difícil conseguir prestar atenção nos detalhes de vídeos assim sem ter que ficar voltando o tempo inteiro, né? Bom, agora não é mais.
Para essas situações, há uma ferramenta que permite alterar a velocidade de reprodução do vídeo, disponibilizada pelo próprio Youtube – e o melhor é que não é preciso baixar extensão nenhuma para alterar a velocidade de reprodução. A princípio, essa ferramenta só estava presente na versão web da plataforma.
Contudo, na última atualização, o recurso foi disponibilizado também para os aplicativos do Youtube, permitindo ver vídeos com mais velocidade ou mais lentidão na versão mobile. Assim, fica muito mais fácil de assistir um vídeo mais rápido ou mais lentamente quando você não estiver com um computador por perto.
A ferramenta de avançar ou retroceder os vídeos está disponível tanto na versão Web quanto naquela disponível para celulares. Confira como utilizá-la:
No PC
Abra o Youtube.
Agora, faça uma busca e abra qualquer vídeo da sua preferência.
Quando o vídeo começar, você verá um ícone de engrenagem, localizado na parte inferior da tela. Clique nele.
Um menu será mostrado com algumas opções. Clique em “Velocidade de reprodução”.
Escolha a velocidade de reprodução que será usada no vídeo.
Pronto!
Por padrão, fica selecionada a opção “Normal”. Caso você selecione alguma opção acima dessa, irá perceber que o vídeo será reproduzido mais rapidamente – sendo que o máximo é o dobro da velocidade de reprodução comum.
Caso você simplesmente queira deixa-lo mais lendo, basta clicar em alguma das opções abaixo do item “Normal”. A regra também vale aqui, uma vez que o vídeo também só pode ser reproduzido com o dobro de lentidão.
No Android
Neste caso, é preciso ter instalado o app do Youtube. Instale-o na Play Store ou App Store.
No app, abra algum vídeo da sua preferência.
Você verá que há os três pontinhos localizados no canto superior direito da tela. Toque neles para abrir um menu.
Agora, é só escolher se você irá deixar o vídeo até duas vezes mais rápido ou duas vezes mais lento.
Na versão mobile, você irá perceber que a seleção padrão também é mantida na opção “Normal”. Caso você seja usuário do iOS, pode ficar tranquilo, pois os passos que mostramos aqui também valem para os aparelhos da Apple. Contudo, ainda assim é preciso ter o app do Youtube instalado nos seus dispositivos.
Vale lembrar que acelerar ou reduzir a velocidade de reprodução de um vídeo pode deixar o áudio distorcido, com o som bem diferente do que era para ser originalmente. Mesmo assim, a experiência ainda pode ser interessante.
Para essas situações, há uma ferramenta que permite alterar a velocidade de reprodução do vídeo, disponibilizada pelo próprio Youtube – e o melhor é que não é preciso baixar extensão nenhuma para alterar a velocidade de reprodução. A princípio, essa ferramenta só estava presente na versão web da plataforma.
Contudo, na última atualização, o recurso foi disponibilizado também para os aplicativos do Youtube, permitindo ver vídeos com mais velocidade ou mais lentidão na versão mobile. Assim, fica muito mais fácil de assistir um vídeo mais rápido ou mais lentamente quando você não estiver com um computador por perto.
A ferramenta de avançar ou retroceder os vídeos está disponível tanto na versão Web quanto naquela disponível para celulares. Confira como utilizá-la:
No PC
Abra o Youtube.
Agora, faça uma busca e abra qualquer vídeo da sua preferência.
Quando o vídeo começar, você verá um ícone de engrenagem, localizado na parte inferior da tela. Clique nele.
Um menu será mostrado com algumas opções. Clique em “Velocidade de reprodução”.
Escolha a velocidade de reprodução que será usada no vídeo.
Pronto!
Por padrão, fica selecionada a opção “Normal”. Caso você selecione alguma opção acima dessa, irá perceber que o vídeo será reproduzido mais rapidamente – sendo que o máximo é o dobro da velocidade de reprodução comum.
Caso você simplesmente queira deixa-lo mais lendo, basta clicar em alguma das opções abaixo do item “Normal”. A regra também vale aqui, uma vez que o vídeo também só pode ser reproduzido com o dobro de lentidão.
No Android
Neste caso, é preciso ter instalado o app do Youtube. Instale-o na Play Store ou App Store.
No app, abra algum vídeo da sua preferência.
Você verá que há os três pontinhos localizados no canto superior direito da tela. Toque neles para abrir um menu.
Agora, é só escolher se você irá deixar o vídeo até duas vezes mais rápido ou duas vezes mais lento.
Na versão mobile, você irá perceber que a seleção padrão também é mantida na opção “Normal”. Caso você seja usuário do iOS, pode ficar tranquilo, pois os passos que mostramos aqui também valem para os aparelhos da Apple. Contudo, ainda assim é preciso ter o app do Youtube instalado nos seus dispositivos.
Vale lembrar que acelerar ou reduzir a velocidade de reprodução de um vídeo pode deixar o áudio distorcido, com o som bem diferente do que era para ser originalmente. Mesmo assim, a experiência ainda pode ser interessante.
sábado, 23 de dezembro de 2017
Como deixar o seu computador mais ágil desativando animações do Windows 10
Os computadores que operam com o Windows 10 costumam apresentar certa lentidão de processamento em relação às versões anteriores. Uma parte desse fenômeno decorre das inúmeras animações que foram inseridas na última versão. Em geral, são animações de estilo e outros elementos visuais que atendem apenas ao apelo estético, portanto a exclusão deles não causa prejuízo algum ao computador. Pelo contrário! A desativação desses recursos resulta em uma otimização do trabalho da máquina.
Acompanhe o passo a passo a seguir para fazer a configuração
1. Escreva "sysdm.cpl" na barra de pesquisa, no canto esquerdo inferior do computador. Aperte "Enter".
2. A janela que se abrirá é de "Propriedades do Sistema". Nela, é preciso clicar sobre a opção "Avançado".
3. A aba "Avançado" permite configurações de "desempenho", "perfis de usuário" e "inicialização e recuperação". É preciso escolher pela primeira opção, clicando no botão "configurações" relativas ao "desempenho".
4. Na aba que se abrirá com as opções de configuração, é preciso desmarcar a alternativa "Deixar o Windows escolher a melhor opção para o computador" e marcar a opção "Personalizar".
5. Ao clicar em "Personalizar", já possível desmarcar uma série de elementos considerados supérfluos e que sobrecarregam a máquina durante o seu funcionamento. Desmarque as animações mencionadas como "Animações na barra de tarefas", "Animar controles e elementos no Windows" ou "Animar janelas ao minimizar e maximizar".
6. Para garantir as modificações, é preciso concluir o processo clicando em "Aplicar", no canto inferior direito da janela.
Outros detalhes sobre o procedimento
É importante mencionar que essa alternativa sugerida para conter as animações permite o bloqueio de efeitos específicos.
Para isso, basta acessar o “Painel de controle” e, dentro dele, clicar no campo “Facilidades de acesso”. Dentro das opções oferecidas, é preciso escolher “Otimizar exibição visual”. Em seguida, na seção “Facilitar visualização dos itens da tela”, é preciso selecionar o campo “Desativar todas as animações desnecessárias (quando possível)”.
Acompanhe o passo a passo a seguir para fazer a configuração
1. Escreva "sysdm.cpl" na barra de pesquisa, no canto esquerdo inferior do computador. Aperte "Enter".
2. A janela que se abrirá é de "Propriedades do Sistema". Nela, é preciso clicar sobre a opção "Avançado".
3. A aba "Avançado" permite configurações de "desempenho", "perfis de usuário" e "inicialização e recuperação". É preciso escolher pela primeira opção, clicando no botão "configurações" relativas ao "desempenho".
4. Na aba que se abrirá com as opções de configuração, é preciso desmarcar a alternativa "Deixar o Windows escolher a melhor opção para o computador" e marcar a opção "Personalizar".
5. Ao clicar em "Personalizar", já possível desmarcar uma série de elementos considerados supérfluos e que sobrecarregam a máquina durante o seu funcionamento. Desmarque as animações mencionadas como "Animações na barra de tarefas", "Animar controles e elementos no Windows" ou "Animar janelas ao minimizar e maximizar".
6. Para garantir as modificações, é preciso concluir o processo clicando em "Aplicar", no canto inferior direito da janela.
Outros detalhes sobre o procedimento
É importante mencionar que essa alternativa sugerida para conter as animações permite o bloqueio de efeitos específicos.
Para isso, basta acessar o “Painel de controle” e, dentro dele, clicar no campo “Facilidades de acesso”. Dentro das opções oferecidas, é preciso escolher “Otimizar exibição visual”. Em seguida, na seção “Facilitar visualização dos itens da tela”, é preciso selecionar o campo “Desativar todas as animações desnecessárias (quando possível)”.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Malware explora usuários do Facebook Messenger para minerar criptomoedas
Atenção para uma nova ameaça que vem mirando os usuários do Facebook Messenger. Um malware chamado Digmine tem aparecido como conteúdo audiovisual e se instala na máquina com o objetivo de se multiplicar e minerar criptomoedas. De acordo com a Trend Micro, a praga se apresenta no comunicador como um arquivo de vídeo, normalmente chamado de “video_xxxx.zip”, e ataca somente na versão desktop do Chrome.Ao abri-lo, os curiosos disseminam o bichinho pelo seu perfil, contato e mensagens privadas — usados para ele se reproduzir por aí. Além disso, instala vários componentes, incluindo uma picareta digital que usa seu computador para garimpar Monero.
O Facebook já avisou a Trend Micro que removeu todos os links relacionados ao Digmine de sua rede social, contudo, o Bleeding Computer já adiantou que os hackers são capazes de alterar os endereços para continuar agindo na plataforma, incluindo mais códigos e funcionalidades que permitem sequestrar ou manipular a conta. A companhia também disse que possui sistemas automáticos de monitoramento para evitar problemas com redirecionamentos e se ofereceu a encaminhar serviços de antivírus de parceiros confiáveis.
Até agora, o Digmine já foi flagrado na Coreia do Sul, Vietnã, Azerbaijão, Ucrânia, Filipinas, Tailândia e Venezuela. Mas pode ser que já tenha se propagado por muito mais lugares, portanto, cuidado ao receber documentos duvidosos no mensageiro, mesmo se eles vierem de pessoas conhecidas.
Opera terá bloqueio nativo de sites que mineram criptomoedas
A versão beta da atualização de número 50 do Opera está quase estável e traz algumas novidades, como a extensão de realidade virtual VR360 para Oculus e Chromecast e um bloqueador nativo de ferramentas como o Coinhive, usada por sites para minerar criptomoedas, como a Bitcoin. O NoCoin já é um complemento conhecido e é feito em código aberto, com chancela do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (Massachusetts Institute of Tecnology — MIT).
Garimpar moedas digitais está na moda e muita gente tem feito isso na surdina em computadores alheios. Se você notar lentidão em várias tarefas e a temperatura da sua máquina aumentando abruptamente, com a ventoinha ficando maluca de repente, alguém pode estar usando você para ganhar um extra — e isso pode acontecer mesmo depois de você deixar a página.
O Opera, então, usa um mecanismo parecido com o de proteção contra anúncios indesejáveis, eliminando os scripts picaretas. Para habilitar esse mecanismo é só ativar o NoCoin nas configurações.
Garimpar moedas digitais está na moda e muita gente tem feito isso na surdina em computadores alheios. Se você notar lentidão em várias tarefas e a temperatura da sua máquina aumentando abruptamente, com a ventoinha ficando maluca de repente, alguém pode estar usando você para ganhar um extra — e isso pode acontecer mesmo depois de você deixar a página.
O Opera, então, usa um mecanismo parecido com o de proteção contra anúncios indesejáveis, eliminando os scripts picaretas. Para habilitar esse mecanismo é só ativar o NoCoin nas configurações.
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
AmazonTube? Sim, a Amazon pode estar criando o seu próprio YouTube
Já que a Gigante das Buscas andou aprontando bastante para o lado da concorrente, com o cúmulo da disputa sendo a remoção do suporte ao YouTube para dispositivos com o Echo Show e a Fire TV. Agora, a companhia de Jeff Bezos pode estar próxima de dar o troco e bater de frente com sua rival. Como? Lançando sua própria plataforma aberta de vídeos.
Opa, não estamos falando da Amazon Video, que se assemelha muito mais a serviços como Netflix e Hulu, mas sim de um novo portal no qual os usuários podem publicar e assistir a vídeos livremente. Segundo o pessoal do Engadget, que andou xeretando as patentes da empresa de e-commerce, a Amazon registrou ao menos dois projetos bem interessantes nesses últimos tempos: “Amazontube” e “Opentube”. Quando se fala em domínios comprados recentemente pela companhia, temos ainda AlexaOpenTube.com e AmazonAlexaTube.com.
Nomes bastante sugestivos, não é mesmo? Como se isso não fosse o bastante, a descrição de cada um desses registros dá todas as pistas necessárias para que você junte os pontos e veja que realmente se tratam de adversários diretos do onipotente YouTube. Afinal, o texto diz claramente que ambos os produtos oferecem “trabalhos de áudio, vídeo ou audiovisual, não baixáveis, através de redes sem fio” e permitem aos clientes “compartilhar conteúdo, fotos, vídeos, texto, dados, imagens e outras obras eletrônicas”.
Se formos parar para pensar, toda essa história pode tomar rumos bem distintos. Muitas empresas já tentaram desbancar o YouTube ao longo dos anos, disponibilizando ferramentas melhores que as da Google para os criadores ou oferecendo programas de monetizações mais justos, por exemplo. Poucos – ou nenhum – deles aguentaram o tranco. O próprio Facebook anda testando com muito cuidado a sua plataforma de vídeos, levando a empreitada adiante a um passo bem lento quando comparado a outras iniciativas do império de Mark Zuckerberg.
Porém, dá para dizer que, se alguém tem cacife e vontade de bater de frente com a Google, esse alguém é Bezos e sua Amazon. Resta esperar para ver como isso se desenrola no futuro, mas é quase certo que o mercado de tecnologia deve esquentar muito em breve.
Opa, não estamos falando da Amazon Video, que se assemelha muito mais a serviços como Netflix e Hulu, mas sim de um novo portal no qual os usuários podem publicar e assistir a vídeos livremente. Segundo o pessoal do Engadget, que andou xeretando as patentes da empresa de e-commerce, a Amazon registrou ao menos dois projetos bem interessantes nesses últimos tempos: “Amazontube” e “Opentube”. Quando se fala em domínios comprados recentemente pela companhia, temos ainda AlexaOpenTube.com e AmazonAlexaTube.com.
Nomes bastante sugestivos, não é mesmo? Como se isso não fosse o bastante, a descrição de cada um desses registros dá todas as pistas necessárias para que você junte os pontos e veja que realmente se tratam de adversários diretos do onipotente YouTube. Afinal, o texto diz claramente que ambos os produtos oferecem “trabalhos de áudio, vídeo ou audiovisual, não baixáveis, através de redes sem fio” e permitem aos clientes “compartilhar conteúdo, fotos, vídeos, texto, dados, imagens e outras obras eletrônicas”.
Se formos parar para pensar, toda essa história pode tomar rumos bem distintos. Muitas empresas já tentaram desbancar o YouTube ao longo dos anos, disponibilizando ferramentas melhores que as da Google para os criadores ou oferecendo programas de monetizações mais justos, por exemplo. Poucos – ou nenhum – deles aguentaram o tranco. O próprio Facebook anda testando com muito cuidado a sua plataforma de vídeos, levando a empreitada adiante a um passo bem lento quando comparado a outras iniciativas do império de Mark Zuckerberg.
Porém, dá para dizer que, se alguém tem cacife e vontade de bater de frente com a Google, esse alguém é Bezos e sua Amazon. Resta esperar para ver como isso se desenrola no futuro, mas é quase certo que o mercado de tecnologia deve esquentar muito em breve.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
Jaqueta inteligente promete ajudar a encontrar seu celular em caso de perda
A jacket da Google pode não ser um dos wearables mais baratos, mas as atualizações começam a tornar seu preço não tão alto. Os desenvolvedores dela anunciaram nesta semana duas novidades: localizador de smartphone e iluminador.
O recurso de iluminar faz com que o dispositivo da manga se transforme em uma lanterna, com vários modos, como piscar e efeito estroboscópico – para melhor alertar sobre objetos em movimento.
A função de localizar seu telefone funciona de maneira simples: depois de conectar seu smartphone à jaqueta, você aciona o recurso nela, e seu aparelho tocará no volume máximo.
O preço do wearable, como já foi citado, não é baixo, saindo por US$ 350 (cerca de R$ 1.155). A Levi’s Commuter pode ser adquirida no Brasil através de importação.
O recurso de iluminar faz com que o dispositivo da manga se transforme em uma lanterna, com vários modos, como piscar e efeito estroboscópico – para melhor alertar sobre objetos em movimento.
A função de localizar seu telefone funciona de maneira simples: depois de conectar seu smartphone à jaqueta, você aciona o recurso nela, e seu aparelho tocará no volume máximo.
O preço do wearable, como já foi citado, não é baixo, saindo por US$ 350 (cerca de R$ 1.155). A Levi’s Commuter pode ser adquirida no Brasil através de importação.
weMessage: aplicativo permite o uso do iMessage no Android
A Apple, com tamanha força no mercado, é a sua exclusividade. Apesar de ter fartas opções de aplicativos comuns a outros sistemas, a empresa da Maçã ainda mantém firme a decisão de oferecer aos seus usuários alguns apps restritos ao seu ecossistema.
E um dos grandes recursos presentes no iOS é o iMessage, aplicativo de troca de mensagens exclusivo para usuários de iPhones, semelhante ao WhatsApp. Ele é usado com muita frequência e tem ganhado bastante atenção da marca, como a inserção da possibilidade de enviar e receber dinheiro por mensagens, dentre outras.
Embora haja um grande interesse dos usúarios de outras marcas pelo mensageiro, a empresa não parece ver nisso uma oportunidade. Talvez você se lembre de quando a Apple analisou a possibilidade de desenvolver uma versão do iMessage para o Android. Na época, muita gente comemorou. Mas, como bem sabemos, tudo não passou de uma ilusão.
Para resolver isso, um garoto de apenas 16 anos desenvolveu um applicativo para Android que permite usar o mensageiro oficial do iOS em outros aparelhos. O weMessage, como foi apelidado, já está disponível na Play Store e pode ser baixado e utilizado pelos fãs do robozinho da Google.
Por meio do app, você pode trocar mensagem com outros usuários de iOS como se estivesse usando um iPhone comum. Porém, é necessário ter um MAC, que servirá como uma ponte que leva o iMessage ao Android e permite o uso do weMessage. Segundo o desenvolvedor, não foi possível criar o aplicativo sem essa ligação com um dispositivo Apple.
Entenda como funciona
Um servidor chamado weServer deve ser instalado em um Mac, pois será o responsável por receber, processar e transmitir as mensagens para o aplicativo weMessage instalado no dispositivo Android (smartphone ou tablet).
Utilizando os recursos de acessibilidade, o servidor instalado no Mac distribui a mensagem que chega ao usuário de forma instantânea, como se ele estivesse utilizando um iPhone.
Por ter a necessidade de um dispositivo Apple, o desenvolvedor do mensageiro considera a implementação legal, uma vez que ela amplia as possibilidades para um usuário que já tem um dispositivo com o sistema da gigante de Cupertino.
Porém, considerando a postura da Apple com relação à criação de aplicativos que simulem os seus recursos, é bem provável que o weMessage deixe de existir brevemente. Mas, enquanto a Maçã não se posiciona a respeito disso, ainda é possível efetuar o do app pela Play Store.
Vale destacar que, quando foi desenvolvido, o preço cobrado pelo criador era de 2,99 dólares, mas logo ele foi disponibilizado gratuitamente para toda a comunidade de usuários do sistema da Google.
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
Apple vem cortando desempenho dos iPhones 6s para preservar suas baterias
O app utilizado pela maioria dos usuários que reclamou do problema, investigou a fundo e descobriu que é mais ou menos por aí, só que os aparelhos estão ficando lentos para preservar suas unidades de energia — e não aposentá-las.
Poole mediu a performance de iPhones 6s e iPhones 7 em diversas atividades e encontrou uma curiosa degradação na comparação entre as versões 10.2.0, 10.2.1 e 11.2.0 do iOS. A conclusão foi de que a Maçã tem limitado o comportamento de alguns modelos de menor capacidade para evitar desligamentos inesperados, causados por drenagem repentina. Isso é consequência natural do envelhecimento dessas edições e também acontece devido a uma alteração no iOS.
“Primeiro, parece que o problema é generalizado e vai continuar piorando enquanto os telefones (e suas baterias) forem envelhecendo. Veja, por exemplo, a diferença na distribuição de picos das versões 10.2.1 e 11.2.0. Em segundo lugar, o problema é devido, em parte, a uma mudança no iOS. A diferença entre 10.2.0 e 10.2.1 é muito abrupta para ser apenas uma função de bateria. Acredito (como outros) que a Apple introduziu uma mudança para limitar o desempenho quando a condição da bateria se deteriora até determinado ponto”, explica.
O brasileiro Guilherme Rambo, de Florianópolis, até mesmo identificou um elemento do sistema, o powerd, que controla velocidade e potência da CPU/GPU. Como foi introduzido no release 10.2.1, essas alterações são atribuídas ao programa.
Problema pode estar afetando também o iPhone 7
A experiência de Poole revelou que o iPhone 7 pode começar a ser afetado pelo mesmo problema em breve. Os resultados dos testes de densidade kernel no Geekbench mostraram que as versões 10.2, 10.2.1 e 11.1.2 do iOS mantêm a regularidade no dispositivo. Já a 11.2 começa a lembrar a degradação vista na 10.2.1 do iPhone 6s.
Isso significa que a Apple pode diminuir intencionalmente os iPhones mais antigos para maximizar a eficiência e a estabilidade de energia quando a capacidade da bateria vai perdendo sua vida útil. E vale lembrar que as unidades de íon-lítio naturalmente perdem sua capacidade ao longo dos anos. Dado o fato do iPhone 6s ter sido lançado em setembro de 2015, ele já tem idade suficiente para que os usuários comecem a pensar em substituição de cargas problemáticas.
A grande questão é que, ainda assim, a Maçã segue fazendo isso na surdina e não falou oficialmente sobre o assunto até agora. A solução, por enquanto, é mesmo trocar a bateria.
Poole mediu a performance de iPhones 6s e iPhones 7 em diversas atividades e encontrou uma curiosa degradação na comparação entre as versões 10.2.0, 10.2.1 e 11.2.0 do iOS. A conclusão foi de que a Maçã tem limitado o comportamento de alguns modelos de menor capacidade para evitar desligamentos inesperados, causados por drenagem repentina. Isso é consequência natural do envelhecimento dessas edições e também acontece devido a uma alteração no iOS.
“Primeiro, parece que o problema é generalizado e vai continuar piorando enquanto os telefones (e suas baterias) forem envelhecendo. Veja, por exemplo, a diferença na distribuição de picos das versões 10.2.1 e 11.2.0. Em segundo lugar, o problema é devido, em parte, a uma mudança no iOS. A diferença entre 10.2.0 e 10.2.1 é muito abrupta para ser apenas uma função de bateria. Acredito (como outros) que a Apple introduziu uma mudança para limitar o desempenho quando a condição da bateria se deteriora até determinado ponto”, explica.
O brasileiro Guilherme Rambo, de Florianópolis, até mesmo identificou um elemento do sistema, o powerd, que controla velocidade e potência da CPU/GPU. Como foi introduzido no release 10.2.1, essas alterações são atribuídas ao programa.
Problema pode estar afetando também o iPhone 7
A experiência de Poole revelou que o iPhone 7 pode começar a ser afetado pelo mesmo problema em breve. Os resultados dos testes de densidade kernel no Geekbench mostraram que as versões 10.2, 10.2.1 e 11.1.2 do iOS mantêm a regularidade no dispositivo. Já a 11.2 começa a lembrar a degradação vista na 10.2.1 do iPhone 6s.
Isso significa que a Apple pode diminuir intencionalmente os iPhones mais antigos para maximizar a eficiência e a estabilidade de energia quando a capacidade da bateria vai perdendo sua vida útil. E vale lembrar que as unidades de íon-lítio naturalmente perdem sua capacidade ao longo dos anos. Dado o fato do iPhone 6s ter sido lançado em setembro de 2015, ele já tem idade suficiente para que os usuários comecem a pensar em substituição de cargas problemáticas.
A grande questão é que, ainda assim, a Maçã segue fazendo isso na surdina e não falou oficialmente sobre o assunto até agora. A solução, por enquanto, é mesmo trocar a bateria.
Assembleia de credores define o futuro da recuperação judicial da Oi
O próprio pleito tinha chances de não acontecer, mas o juiz da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, Fernando Viana, negou os pedidos do Societé Mondiale, fundo acionista da empresa ligado ao empresário Nelson Tanure, que tentava adiar a reunião pela sexta vez. Segundo o grupo, o esquema de revisão dos mais de R$ 65 bilhões em dívidas “fere de morte a sustentabilidade econômico-financeira da companhia” — atualmente, os detentores de títulos poderão trocar pendências por até 75% do capital da Oi, enquanto anteriormente a negociação era limitada a 25%.
Caso seja aprovado, o projeto prevê que o investimento da companhia aumente de uma média anual de R$ 5 bilhões para R$ 7 bilhões nos primeiros três anos, após a decisão. Os recursos devem ser destinados à expansão de infraestrutura e projetos estratégicos.
Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve seguir a Advocacia-Geral da União (AGU) e se posicionar contra esse planejamento. Em documento enviado à Justiça, o órgão afirma que a execução é ilegal, pois as condições para o pagamento dos créditos públicos não estão previstas na lei.
Caso seja aprovado, o projeto prevê que o investimento da companhia aumente de uma média anual de R$ 5 bilhões para R$ 7 bilhões nos primeiros três anos, após a decisão. Os recursos devem ser destinados à expansão de infraestrutura e projetos estratégicos.
Já a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve seguir a Advocacia-Geral da União (AGU) e se posicionar contra esse planejamento. Em documento enviado à Justiça, o órgão afirma que a execução é ilegal, pois as condições para o pagamento dos créditos públicos não estão previstas na lei.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
Descubra como mudar a taxa de atualização do seu monitor no Windows 10
Você sempre tem que enfrentar delays, screen tearings e cintilações? Saiba que isso pode ser resolvido rapidamente se você mudar a taxa de atualização do monitor no Windows 10.
A relação entre o problema e a solução nesse caso acontece porque muitos games têm uma quantidade elevada de quadros por segundo, que não são processados na velocidade ideal. E a taxa de atualização determina justamente a frequência máxima em que uma imagem aparecerá no display.
Mas é importante ter em mente que seu monitor sempre suportará uma frequência mínima ou máxima. Esse padrão deve ser sempre respeitado, pois, do contrário, a visualização se torna problemática. Feito isso, descubra a seguir como fazer o ajuste.
Como mudar a taxa de atualização do monitor no Windows 10
Ao contrário das versões 7 e 8, não é possível mudar a taxa de atualização do monitor no Windows 10 diretamente no Painel de Controle — especificamente na seção de Resolução de Tela. A ideia é minimizar a possibilidade de alguns usuários prejudicarem a qualidade de imagem do aparelho, alterando a configuração para uma frequência equivocada.
Para o melhor ajuste, siga estes passos:
1. Abra a parte de Configurações do seu PC ou notebook.
2. Em “Sistema”, selecione o botão “Tela”.
3. Role a página até a seção “Vários monitores” e clique no botão “Propriedades do adaptador de vídeo”. Assim, será aberta a parte de propriedades de tela e placa gráfica.
4. Clique no botão “Tela”. Então, surgirá a opção “Taxa de atualização da tela”, na qual será possível mudar a taxa, conforme sua necessidade. Finalize o processo em “Aplicar”.
Outros problemas gerados por taxa de atualização do monitor
Mudar a taxa de atualização do monitor pode evitar alguns problemas físicos, como: dores de cabeça e constante tensão visual. Esses sintomas acontecem porque, se sua frequência for muito elevada, acabamos forçando mais nossa visão. A lógica por trás disso é que quanto maior for essa taxa, maior será o número de imagens ou quadros reproduzidos por segundo.
Para evitar que isso ocorra, a maioria dos aparelhos vêm de fábrica com configuração considerada confortável para os usuários, ou seja, com 60 Hz. Entretanto, as placas de vídeo mais robustas suportam acima de 120 Hz, como é o caso de monitores gamers. Afinal de contas, jogadores em geral conseguem ver melhor qualquer movimento. Já no caso de uso cotidiano, o mais indicado é que a taxa fique entre 60 Hz e 90 Hz.
A relação entre o problema e a solução nesse caso acontece porque muitos games têm uma quantidade elevada de quadros por segundo, que não são processados na velocidade ideal. E a taxa de atualização determina justamente a frequência máxima em que uma imagem aparecerá no display.
Mas é importante ter em mente que seu monitor sempre suportará uma frequência mínima ou máxima. Esse padrão deve ser sempre respeitado, pois, do contrário, a visualização se torna problemática. Feito isso, descubra a seguir como fazer o ajuste.
Como mudar a taxa de atualização do monitor no Windows 10
Ao contrário das versões 7 e 8, não é possível mudar a taxa de atualização do monitor no Windows 10 diretamente no Painel de Controle — especificamente na seção de Resolução de Tela. A ideia é minimizar a possibilidade de alguns usuários prejudicarem a qualidade de imagem do aparelho, alterando a configuração para uma frequência equivocada.
Para o melhor ajuste, siga estes passos:
1. Abra a parte de Configurações do seu PC ou notebook.
2. Em “Sistema”, selecione o botão “Tela”.
3. Role a página até a seção “Vários monitores” e clique no botão “Propriedades do adaptador de vídeo”. Assim, será aberta a parte de propriedades de tela e placa gráfica.
4. Clique no botão “Tela”. Então, surgirá a opção “Taxa de atualização da tela”, na qual será possível mudar a taxa, conforme sua necessidade. Finalize o processo em “Aplicar”.
Outros problemas gerados por taxa de atualização do monitor
Mudar a taxa de atualização do monitor pode evitar alguns problemas físicos, como: dores de cabeça e constante tensão visual. Esses sintomas acontecem porque, se sua frequência for muito elevada, acabamos forçando mais nossa visão. A lógica por trás disso é que quanto maior for essa taxa, maior será o número de imagens ou quadros reproduzidos por segundo.
Para evitar que isso ocorra, a maioria dos aparelhos vêm de fábrica com configuração considerada confortável para os usuários, ou seja, com 60 Hz. Entretanto, as placas de vídeo mais robustas suportam acima de 120 Hz, como é o caso de monitores gamers. Afinal de contas, jogadores em geral conseguem ver melhor qualquer movimento. Já no caso de uso cotidiano, o mais indicado é que a taxa fique entre 60 Hz e 90 Hz.
Como ver as mensagens “apagadas para todos no WhatsApp”
Como Mark Zuckerberg gosta de criar polêmica, há alguns dias ele liberou no WhatsApp a opção “apagar mensagem para todos”, que chamou bastante atenção.
Essa função no WhatsApp permite que você delete a mensagem em até 3 minutos depois de tê-la enviado, contanto que o destinatário não tenha aberto a conversa antes de você optar por remover a mensagem.
Recentemente, no entanto, um site espanhol chamado Android Jefe descobriu que há uma falha no sistema do aplicativo que faz com que seja possível recuperar a mensagem removida por meio desse recurso de apagar para todos. Para isso, é preciso que a pessoa tenha um aparelho Android e habilite as notificações para tal conversa.
Quem utilizou a ferramenta “apagar mensagem para todos” no app, mesmo que apenas para testar esse novo recurso, pôde perceber que ao fazer isso, no lugar do conteúdo enviado, ficou o seguinte texto: “Esta mensagem foi apagada”. Aqui se encontra a brecha do sistema.
O usuário remove a mensagem, porém as informações continuam registradas no sistema, e basta saber procurá-las.
2 formas de recuperar e visualizar as mensagens apagadas
1. Mantenha as notificações da conversa ativadas
Depois disso, é só visualizar a mensagem através da barra de notificações. De qualquer forma, é preciso ver a notificação antes de a mensagem ser removida; caso contrário, apenas será exibido o aviso “esta mensagem foi apagada”.
2. Apps dedicados
Apps como o Notification History Log e o Notification History 4.3 podem ajudar nessa tarefa. Ambos buscam o registro original da conversa do WhatsApp, tornando possível acessar o que foi recebido mesmo após constar como mensagem apagada. Usar qualquer desses dois apps para recuperar mensagens é muito fácil.
Após o download e a instalação, basta abrir o aplicativo e buscar a última notificação de mensagem recebida, em seguida procurar por “android.txt”, e pronto: você já pode ver o conteúdo do texto.
Esses métodos só podem ser realizados mediante algumas condições:
O smartphone não pode ter sido desligado/reiniciado quando recebeu a mensagem.
Visualizar a notificação antes de a mensagem ter sido removida.
Fotos não podem ser visualizadas após apagadas.
Somente os 100 primeiros caracteres podem ser vistos.
Essa função no WhatsApp permite que você delete a mensagem em até 3 minutos depois de tê-la enviado, contanto que o destinatário não tenha aberto a conversa antes de você optar por remover a mensagem.
Recentemente, no entanto, um site espanhol chamado Android Jefe descobriu que há uma falha no sistema do aplicativo que faz com que seja possível recuperar a mensagem removida por meio desse recurso de apagar para todos. Para isso, é preciso que a pessoa tenha um aparelho Android e habilite as notificações para tal conversa.
Quem utilizou a ferramenta “apagar mensagem para todos” no app, mesmo que apenas para testar esse novo recurso, pôde perceber que ao fazer isso, no lugar do conteúdo enviado, ficou o seguinte texto: “Esta mensagem foi apagada”. Aqui se encontra a brecha do sistema.
O usuário remove a mensagem, porém as informações continuam registradas no sistema, e basta saber procurá-las.
2 formas de recuperar e visualizar as mensagens apagadas
1. Mantenha as notificações da conversa ativadas
Depois disso, é só visualizar a mensagem através da barra de notificações. De qualquer forma, é preciso ver a notificação antes de a mensagem ser removida; caso contrário, apenas será exibido o aviso “esta mensagem foi apagada”.
2. Apps dedicados
Apps como o Notification History Log e o Notification History 4.3 podem ajudar nessa tarefa. Ambos buscam o registro original da conversa do WhatsApp, tornando possível acessar o que foi recebido mesmo após constar como mensagem apagada. Usar qualquer desses dois apps para recuperar mensagens é muito fácil.
Após o download e a instalação, basta abrir o aplicativo e buscar a última notificação de mensagem recebida, em seguida procurar por “android.txt”, e pronto: você já pode ver o conteúdo do texto.
Esses métodos só podem ser realizados mediante algumas condições:
O smartphone não pode ter sido desligado/reiniciado quando recebeu a mensagem.
Visualizar a notificação antes de a mensagem ter sido removida.
Fotos não podem ser visualizadas após apagadas.
Somente os 100 primeiros caracteres podem ser vistos.
sábado, 16 de dezembro de 2017
Onde e como recuperar fotos apagadas do seu Instagram
Pra quem apagou sem querer ou impulsivamente deletou alguma imagem que já estava publicada no seu perfil do Instagram, ainda não existe uma função milagrosa dentro da própria rede social para desfazer o erro. Mas, vamos com calma! Há mais de um lugar onde é possível procurar e, quem sabe, recuperar suas fotos perdidas. Não há garantias, claro, mas preparamos esse passo a passo para aquele seu momento de desespero, trazendo desde as opções mais simples até as menos conhecidas.
Vamos lá? Dê uma olhada nas opções abaixo e boa sorte!
1. Celular e computador
Primeiro, as opções mais óbvias: seu smartphone e seu computador. Dê uma boa fuçada na galeria de fotos do seu celular, caso tenha tirado a foto perdida com ele. Confira todas as pastas. Então, pense bem se não fez um backup de dados do seu celular para o computador, e dê uma olhada lá, também.
2. Álbum do Facebook
Principalmente se for uma imagem antiga, talvez você não lembre se a publicou simultaneamente no Instagram e no Facebook. Se as contas são vinculadas, talvez você encontre sua foto no álbum do seu perfil da outra rede social. Acesse seu Facebook, entre em Álbuns e confira aquele de nome "Instagram Photos".
3. Nuvem
Por último, confira os serviços que fazem backup para nuvem, como Google Fotos, OneDrive, iCloud etc. Você se lembra de ter feito backup de fotos ou se configurou o seu aparelho para o backup ser feito automaticamente? Se não, ainda assim é possível achar a foto por lá. Principalmente se o celular for Android, o aparelho talvez já esteja fazendo backup automático das suas fotos, no Google Fotos.
Se nenhuma dessas opções ajudar, é uma pena. Mas, vamos pensar no futuro, não é? Informe-se sobre esses aplicativos de backup automático na nuvem e deixe de se preocupar com a perda de arquivos.
Arquive fotos no Instagram
Já sobre as futuras fotos publicadas no Instagram que incomodarem você por algum motivo, dando aquela vontade de apagar... Atenção! Antes de tomar essa medida mais “drástica”, não se esqueça que existe a opção de apenas arquivar a imagem, deixando-a escondida do público. A função é relativamente nova e muito simples de usar.
Clique nos três pontinhos no canto superior da foto e toque em “Arquivar”. Para ver todas as imagens arquivadas e as recuperar, use o ícone em forma de relógio, no canto superior direito do seu perfil. Ali, você tem o arquivo de histórias (stories) e o arquivo de publicações. Para escolher o segundo, use a seta ao lado dos títulos. Para que a foto arquivada volte a ser vista por seus seguidores, é só clicar nos três pontinhos em cima da imagem e escolher entre "Mostrar no perfil" e "Excluir".
Vamos lá? Dê uma olhada nas opções abaixo e boa sorte!
1. Celular e computador
Primeiro, as opções mais óbvias: seu smartphone e seu computador. Dê uma boa fuçada na galeria de fotos do seu celular, caso tenha tirado a foto perdida com ele. Confira todas as pastas. Então, pense bem se não fez um backup de dados do seu celular para o computador, e dê uma olhada lá, também.
2. Álbum do Facebook
Principalmente se for uma imagem antiga, talvez você não lembre se a publicou simultaneamente no Instagram e no Facebook. Se as contas são vinculadas, talvez você encontre sua foto no álbum do seu perfil da outra rede social. Acesse seu Facebook, entre em Álbuns e confira aquele de nome "Instagram Photos".
3. Nuvem
Por último, confira os serviços que fazem backup para nuvem, como Google Fotos, OneDrive, iCloud etc. Você se lembra de ter feito backup de fotos ou se configurou o seu aparelho para o backup ser feito automaticamente? Se não, ainda assim é possível achar a foto por lá. Principalmente se o celular for Android, o aparelho talvez já esteja fazendo backup automático das suas fotos, no Google Fotos.
Se nenhuma dessas opções ajudar, é uma pena. Mas, vamos pensar no futuro, não é? Informe-se sobre esses aplicativos de backup automático na nuvem e deixe de se preocupar com a perda de arquivos.
Arquive fotos no Instagram
Já sobre as futuras fotos publicadas no Instagram que incomodarem você por algum motivo, dando aquela vontade de apagar... Atenção! Antes de tomar essa medida mais “drástica”, não se esqueça que existe a opção de apenas arquivar a imagem, deixando-a escondida do público. A função é relativamente nova e muito simples de usar.
Clique nos três pontinhos no canto superior da foto e toque em “Arquivar”. Para ver todas as imagens arquivadas e as recuperar, use o ícone em forma de relógio, no canto superior direito do seu perfil. Ali, você tem o arquivo de histórias (stories) e o arquivo de publicações. Para escolher o segundo, use a seta ao lado dos títulos. Para que a foto arquivada volte a ser vista por seus seguidores, é só clicar nos três pontinhos em cima da imagem e escolher entre "Mostrar no perfil" e "Excluir".
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Senado aprova orçamento federal para 2018; só R$ 61 mil para banda larga
Nesta semana a proposta de lei orçamentária para 2018, identificada como PLN 20/2017. O texto prevê um investimento total de R$ 68,8 bilhões de reais em todo o país e estima um rombo de R$ 157 bilhões nas contas públicas até o fim do ano. O mais curioso, contudo, é a quantia que a PLN destina para investimento na disseminação da banda larga popular no Brasil: apenas R$ 61 mil.A situação toda, entretanto, é confusa, sendo que o texto indica investimento de R$ 6,5 milhões para regular o setor, bem como R$ 52,7 milhões para inclusão tecnológica social e R$ 33,4 milhões para projetos de “cidades digitais”. Dependendo do que eventuais projetos nesses segmentos poderiam incluir, é possível que haja algum investimento extra na disseminação da banda larga, mas, tecnicamente, o cenário não é favorável.
O relator da matéria, o deputado Cacá Leão (PP-BA), destacou que essa foi a primeira proposta orçamentária elaborada sob a vigência da Emenda Constitucional 95, promulgada em dezembro de 2016, que congelou os gastos públicos pelos próximos 20 anos. “Não conseguimos atender todos os pleitos trazidos, mas a forma como a proposta orçamentária foi votada na Comissão de Orçamento demonstrou entendimento”, comentou Leão em comunicado oficial. Ele não fez nenhum comentário específico sobre a questão da banda larga.
A PLN 20/2017 segue agora para sanção de Michel Temer, que deve aprovar o texto sem vetos ou modificações, considerando que a base governista no congresso foi a responsável pela matéria.
Curso de gestão de e commerce e suas dificuldades na vida real!
O significado de E-commerce é tudo que se refere ao comércio eletrônico. Na atualidade, a população brasileira vem descobrindo as vantagens de comprar em lojas virtuais, como comodidade, pontualidade de entrega, atendimento diferenciado e qualidade dos produtos. Esse aumento na procura pelas compras em sites da Internet faz com que os profissionais da área de gestão e comércio percebam a importância da Gestão do E-commerce e queiram se manter em constante atualização, já que a concorrência é bem ampla e acirrada.
Carga horária: 40 horas(ead)
Ementa:
1 - Marketing digital: conceito, funções e potencialidades, definição de público-alvo e comportamento do consumidor, ferramentas de comunicação virtual;
2 - Tipos de ações de marketing direcionados para lojas virtuais: buzz marketing, marketing viral e de oportunidades, análise de email marketing e newsletter, uso de ferramentas gratuitas.
4 - Feedback dos usuários: comportamento do consumidor, relacionamento e usabilidade na web;
5 - Comunicação visual eletrônica: importância do layout, conteúdo produzido, acessibilidade, atratividade e operacionalidade.
6 - Planejamento estratégico virtual: conceito, funções, aplicações dentro do marketing digital e nas mídias sociais.
salario de gestor de e-comerce:R$ 3850.
5 Dificuldades claras na gestão de um E-commerce
Preço do Frete
O frete é o fator mais impactante em lojas online. A maior dificuldade a ser superada na hora de concluir uma venda. Algumas lojas virtuais chegam a gastar mais de 10% do faturamento com os custos de entrega de mercadorias. Este é o ponto mais crítico por causa da péssima infraestrutura nacional, com estradas ruins e um sistema de transporte aéreo demasiadamente caro.
Não é preciso ser especialista para perceber que faltam investimentos em pavimentação, manutenção de veículos, além dos altos custos operacionais e de impostos no Brasil. Todos esses fatores tornam o valor do frete extremamente caro, mesmo para um produto pequeno. Em alguns casos, dependendo da localidade, o custo do frete se torna próximo ao valor do próprio produto.
Marketing Digital
A segunda maior dificuldade na gestão de uma loja digital é relacionada ao marketing na internet. Algumas empresas chegam a gastar 10% do faturamento em ações que divulguem sua marca na web. E em muitas situações, o marketing é forte, mas em apenas um canal. A falta de recursos financeiros, a ausência de profissionais qualificados e falta de conhecimento do empresário são alguns dos pontos relacionados a esta falta.
Uma pesquisa da FBITS mostra que grande parte das lojas virtuais está atenta ao marketing digital. Aproximadamente 29% das empresas entrevistadas afirmam direcionar seus esforços ao Google, através de links patrocinados, que é o responsável por mais da metade do faturamento das organizações. Isso, porém, deixa claro que as empresas estão dependentes desse canal que, caso não seja bem gerenciado, pode não causar prejuízo e “travar” os resultados em longo prazo.
Atendimento ao cliente
A gestão no atendimento ao cliente é outro martírio na vida dos empreendedores do e- commerce. Os custos do SAC (Serviços de Atendimento ao Cliente) representam até 2% do faturamento de uma loja virtual. Para quem ainda não sabe, está em vigor uma nova lei que exige que toda loja virtual disponibilize pelo menos um canal de comunicação com o consumidor (telefone, chat, e-mail, etc.).
No entanto, abrir um canal de contato com clientes não é suficiente. É preciso assegurar a eficácia na comunicação. É por meio de um bom relacionamento com o público que um lojista consegue fidelizar consumidores e descobrir o que pode ser melhorado em sua loja online. A falta de mão de obra, de ferramentas necessárias, de estrutura e falta de conhecimento dão base para a dificuldade na gestão no atendimento.
informações sobre os produtos
Informações falhas: pouca descrição (ou nenhuma) sobre o produto, prazos de entrega e garantia não informados, erros de digitação, gafes gramaticais, uso excessivo de termos técnicos, textos apelativos e não informativos, imagens pequenas ou de baixa resolução, são alguns fatores que podem fazer o consumidor desistir de sua loja e procurar a concorrência. A famosa “empurroterapia” é outro ponto que muitas vezes prejudica o desempenho das vendas.
Muitas lojas virtuais dão ênfase nas vendas casadas, garantias estendidas, vendas de acessórios, entre outros itens, mas se esquecem de que as informações sobre os produtos são determinantes para a decisão de compra. O conceito de “faça você mesmo” reina nesse aspecto, onde lojistas preferem criar as descrições ao invés de terceirizar e contratar um profissional qualificado.
Dificuldade na navegação
No terceiro tópico citamos o problema de não proporcionar uma boa experiência de compra ao cliente, principalmente na questão do atendimento. A dificuldade de navegação é outro fator que influencia nesse sentido. A falta de filtros por marca, faixa de preço e características, além de listas de produtos similares são características dessa dificuldade. Além do mais, temos os botões ‘Comprar’ e ‘adicionar ao Carrinho’, que em muitos sites é quase impossível de identificar.
Em muitas lojas virtuais, quando os botões estão presentes, não tem destaque, ficando abaixo da barra de rolagem com formatos, ícones ou texto fora dos padrões da web. Outra dificuldade desse pilar de gestão é o fato da loja não estar ainda no mobile. O design responsivo, aquele que permite uma boa navegação do site em dispositivos móveis, como tablets e smartphones deve ter prioridade nessa nova fase do comércio eletrônico mundial.
Carga horária: 40 horas(ead)
Ementa:
1 - Marketing digital: conceito, funções e potencialidades, definição de público-alvo e comportamento do consumidor, ferramentas de comunicação virtual;
2 - Tipos de ações de marketing direcionados para lojas virtuais: buzz marketing, marketing viral e de oportunidades, análise de email marketing e newsletter, uso de ferramentas gratuitas.
4 - Feedback dos usuários: comportamento do consumidor, relacionamento e usabilidade na web;
5 - Comunicação visual eletrônica: importância do layout, conteúdo produzido, acessibilidade, atratividade e operacionalidade.
6 - Planejamento estratégico virtual: conceito, funções, aplicações dentro do marketing digital e nas mídias sociais.
salario de gestor de e-comerce:R$ 3850.
5 Dificuldades claras na gestão de um E-commerce
Preço do Frete
O frete é o fator mais impactante em lojas online. A maior dificuldade a ser superada na hora de concluir uma venda. Algumas lojas virtuais chegam a gastar mais de 10% do faturamento com os custos de entrega de mercadorias. Este é o ponto mais crítico por causa da péssima infraestrutura nacional, com estradas ruins e um sistema de transporte aéreo demasiadamente caro.
Não é preciso ser especialista para perceber que faltam investimentos em pavimentação, manutenção de veículos, além dos altos custos operacionais e de impostos no Brasil. Todos esses fatores tornam o valor do frete extremamente caro, mesmo para um produto pequeno. Em alguns casos, dependendo da localidade, o custo do frete se torna próximo ao valor do próprio produto.
Marketing Digital
A segunda maior dificuldade na gestão de uma loja digital é relacionada ao marketing na internet. Algumas empresas chegam a gastar 10% do faturamento em ações que divulguem sua marca na web. E em muitas situações, o marketing é forte, mas em apenas um canal. A falta de recursos financeiros, a ausência de profissionais qualificados e falta de conhecimento do empresário são alguns dos pontos relacionados a esta falta.
Uma pesquisa da FBITS mostra que grande parte das lojas virtuais está atenta ao marketing digital. Aproximadamente 29% das empresas entrevistadas afirmam direcionar seus esforços ao Google, através de links patrocinados, que é o responsável por mais da metade do faturamento das organizações. Isso, porém, deixa claro que as empresas estão dependentes desse canal que, caso não seja bem gerenciado, pode não causar prejuízo e “travar” os resultados em longo prazo.
Atendimento ao cliente
A gestão no atendimento ao cliente é outro martírio na vida dos empreendedores do e- commerce. Os custos do SAC (Serviços de Atendimento ao Cliente) representam até 2% do faturamento de uma loja virtual. Para quem ainda não sabe, está em vigor uma nova lei que exige que toda loja virtual disponibilize pelo menos um canal de comunicação com o consumidor (telefone, chat, e-mail, etc.).
No entanto, abrir um canal de contato com clientes não é suficiente. É preciso assegurar a eficácia na comunicação. É por meio de um bom relacionamento com o público que um lojista consegue fidelizar consumidores e descobrir o que pode ser melhorado em sua loja online. A falta de mão de obra, de ferramentas necessárias, de estrutura e falta de conhecimento dão base para a dificuldade na gestão no atendimento.
informações sobre os produtos
Informações falhas: pouca descrição (ou nenhuma) sobre o produto, prazos de entrega e garantia não informados, erros de digitação, gafes gramaticais, uso excessivo de termos técnicos, textos apelativos e não informativos, imagens pequenas ou de baixa resolução, são alguns fatores que podem fazer o consumidor desistir de sua loja e procurar a concorrência. A famosa “empurroterapia” é outro ponto que muitas vezes prejudica o desempenho das vendas.
Muitas lojas virtuais dão ênfase nas vendas casadas, garantias estendidas, vendas de acessórios, entre outros itens, mas se esquecem de que as informações sobre os produtos são determinantes para a decisão de compra. O conceito de “faça você mesmo” reina nesse aspecto, onde lojistas preferem criar as descrições ao invés de terceirizar e contratar um profissional qualificado.
Dificuldade na navegação
No terceiro tópico citamos o problema de não proporcionar uma boa experiência de compra ao cliente, principalmente na questão do atendimento. A dificuldade de navegação é outro fator que influencia nesse sentido. A falta de filtros por marca, faixa de preço e características, além de listas de produtos similares são características dessa dificuldade. Além do mais, temos os botões ‘Comprar’ e ‘adicionar ao Carrinho’, que em muitos sites é quase impossível de identificar.
Em muitas lojas virtuais, quando os botões estão presentes, não tem destaque, ficando abaixo da barra de rolagem com formatos, ícones ou texto fora dos padrões da web. Outra dificuldade desse pilar de gestão é o fato da loja não estar ainda no mobile. O design responsivo, aquele que permite uma boa navegação do site em dispositivos móveis, como tablets e smartphones deve ter prioridade nessa nova fase do comércio eletrônico mundial.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Bot criado por cientistas descobre vazamento em vários sites populares
A Universidade da Califórnia em San Diego, desenvolveram uma ferramenta capaz de monitorar a atividade de sites e descobrir se eles apresentam brechas de segurança. Ainda que os resultados não tenham apresentado uma grande incidência — apenas 1% dos ambientes testados apresentaram vazamento em 18 meses de estudo —, o que preocupa é que a lista conta com grupos grandes e muito populares.
E o que impressiona é o fato de empresas que deveriam ter um sistema mais bem protegido estarem à mercê de invasões tão simples. “Um por cento de lojas realmente grandes sendo invadidas é assustador”, comentou DeBlasio. Eles decidiram não revelar quais foram essas companhias. "A realidade é que essas empresas não se voluntariaram para fazer parte deste estudo. Ao fazer nossa pesquisa nós realizamos uma grande exposição financeira e jurídica. Então, decidimos deixar a divulgação a cargo deles", destacou Snoerer.
Robô Tripware monitora ações com emails
A ferramenta criada pela equipe é um robô digital que realiza cadastros em sites e então os monitora para saber se os dados foram capturados. Eles fizeram um acompanhamento entre junho de 2015 e fevereiro de 2017, em 2,3 mil páginas. Cada registro foi associado a um único endereço de email, com a mesma senha, tanto para o cadastro quanto para sua caixa de correio.
Para garantir que a violação tenha sido relacionada aos sítios e não ao provedor de mensagens ou à própria infra-estrutura, os pesquisadores criaram um grupo de controle, composto por mais de 100 mil contas de email, geradas a partir da mesma fonte usada no estudo. Só que essas amostras não foram utilizadas como credenciais.
Depois disso, foi só monitorar para ver se algum serviço de terceiros acessou a lista, o que indicaria vazamento. Ao final, somente 19 mostraram sinais de invasão, incluindo “uma startup muito conhecida, com mais de 45 milhões de clientes ativos”. Todas as companhias foram avisadas sobre essas vulnerabilidades.
Resultados desanimaram os pesquisadores
Os cientistas então resolveram fazer mais testes. Eles criaram duas contas por site, uma delas com senhas consideradas mais fáceis de quebrar, com palavras de sete caracteres, um em caixa alta e com apenas um dígito. A outra tinha códigos mais difíceis, com cadeias aleatórias de 10 caracteres, com letras e números, maiúsculos e minúsculos.
E o que impressiona é o fato de empresas que deveriam ter um sistema mais bem protegido estarem à mercê de invasões tão simples. “Um por cento de lojas realmente grandes sendo invadidas é assustador”, comentou DeBlasio. Eles decidiram não revelar quais foram essas companhias. "A realidade é que essas empresas não se voluntariaram para fazer parte deste estudo. Ao fazer nossa pesquisa nós realizamos uma grande exposição financeira e jurídica. Então, decidimos deixar a divulgação a cargo deles", destacou Snoerer.
Robô Tripware monitora ações com emails
A ferramenta criada pela equipe é um robô digital que realiza cadastros em sites e então os monitora para saber se os dados foram capturados. Eles fizeram um acompanhamento entre junho de 2015 e fevereiro de 2017, em 2,3 mil páginas. Cada registro foi associado a um único endereço de email, com a mesma senha, tanto para o cadastro quanto para sua caixa de correio.
Para garantir que a violação tenha sido relacionada aos sítios e não ao provedor de mensagens ou à própria infra-estrutura, os pesquisadores criaram um grupo de controle, composto por mais de 100 mil contas de email, geradas a partir da mesma fonte usada no estudo. Só que essas amostras não foram utilizadas como credenciais.
Depois disso, foi só monitorar para ver se algum serviço de terceiros acessou a lista, o que indicaria vazamento. Ao final, somente 19 mostraram sinais de invasão, incluindo “uma startup muito conhecida, com mais de 45 milhões de clientes ativos”. Todas as companhias foram avisadas sobre essas vulnerabilidades.
Resultados desanimaram os pesquisadores
Os cientistas então resolveram fazer mais testes. Eles criaram duas contas por site, uma delas com senhas consideradas mais fáceis de quebrar, com palavras de sete caracteres, um em caixa alta e com apenas um dígito. A outra tinha códigos mais difíceis, com cadeias aleatórias de 10 caracteres, com letras e números, maiúsculos e minúsculos.
iPhones 6 e 6s estariam ficando lentos para esconder problemas de bateria
O desempenho de iPhones 6 e 6s a fim de supostamente esconder problemas de bateria desses dispositivos. Um tópico de discussão no Reddit vem levantando o tema, argumentando que dispositivos com baterias mais degradadas estão ficando mais lentos para que o processador não consuma tanta energia e, dessa forma, o celular possa continuar durando um dia longe da tomada.
De acordo com o usuário TeckFire, que iniciou o tópico no Reddit, seu iPhone 6s tem apresentado muitos problemas de desempenho desde que foi atualizado para oiOS 11. Ele conta ainda que comparou seu dispositivo com um iPhone 6 Plus, de propriedade de seu irmão, e notou que o smartphone mais antigo estava consideravelmente mais rápido ao executar tarefas do dia a dia.
TeckFire investigou o problema e concluiu que, quando sua bateria estava com menos de 50% de carga, o clock do processador era reduzido pelo sistema. Ele inclusive fez testes do Geekbench para identificar qualquer diferença. Com a bateria quase cheia, o iPhone 6s conseguiu um desempenho 38% melhor no teste single-core e 41% a mais no multi-core.
Depois de muita polêmica no Reddit, com usuários reportando que modelos dos iPhones 5 e 7 não estavam sendo afetados de forma alguma por essa falha, TeckFire assumiu que se tratava de algo exclusivo dos modelos 6 e 6s. Ele ainda acredita que um famoso problema nas baterias desses aparelhos — que surgiu cerca de um ano atrás — pode ser a razão pela qual somente dos iPhone 6 e 6s são afetados pelo corte no desempenho.
Problema na bateria
Na época, vários aparelhos desses modelos começaram a desligar sozinhos e a drenar suas baterias muito rapidamente. Algumas unidades tiveram as células de energia trocadas gratuitamente pela fabricante em uma espécie de recall. Dois meses depois, a Apple enviou uma atualização do iOS, para a versão 10.2.1, afirmando que isso resultaria em uma redução de 80% nos desligamentos inesperados do iPhone 6s e também de 70% nos iPhones 6.
A suspeita é de que as atualizações do iOS 10.2.1 e posteriores venham cortando o desempenho dos iPhones problemáticos para evitar que a bateria seja drenada e que os aparelhos desliguem inesperadamente, escondendo assim um problema maior. A Apple ainda não comentou oficialmente sobre o assunto.
De acordo com o usuário TeckFire, que iniciou o tópico no Reddit, seu iPhone 6s tem apresentado muitos problemas de desempenho desde que foi atualizado para oiOS 11. Ele conta ainda que comparou seu dispositivo com um iPhone 6 Plus, de propriedade de seu irmão, e notou que o smartphone mais antigo estava consideravelmente mais rápido ao executar tarefas do dia a dia.
TeckFire investigou o problema e concluiu que, quando sua bateria estava com menos de 50% de carga, o clock do processador era reduzido pelo sistema. Ele inclusive fez testes do Geekbench para identificar qualquer diferença. Com a bateria quase cheia, o iPhone 6s conseguiu um desempenho 38% melhor no teste single-core e 41% a mais no multi-core.
Depois de muita polêmica no Reddit, com usuários reportando que modelos dos iPhones 5 e 7 não estavam sendo afetados de forma alguma por essa falha, TeckFire assumiu que se tratava de algo exclusivo dos modelos 6 e 6s. Ele ainda acredita que um famoso problema nas baterias desses aparelhos — que surgiu cerca de um ano atrás — pode ser a razão pela qual somente dos iPhone 6 e 6s são afetados pelo corte no desempenho.
Problema na bateria
Na época, vários aparelhos desses modelos começaram a desligar sozinhos e a drenar suas baterias muito rapidamente. Algumas unidades tiveram as células de energia trocadas gratuitamente pela fabricante em uma espécie de recall. Dois meses depois, a Apple enviou uma atualização do iOS, para a versão 10.2.1, afirmando que isso resultaria em uma redução de 80% nos desligamentos inesperados do iPhone 6s e também de 70% nos iPhones 6.
A suspeita é de que as atualizações do iOS 10.2.1 e posteriores venham cortando o desempenho dos iPhones problemáticos para evitar que a bateria seja drenada e que os aparelhos desliguem inesperadamente, escondendo assim um problema maior. A Apple ainda não comentou oficialmente sobre o assunto.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Comparativo: iPhone 8 Plus vs. OnePlus 5
Da tecnologia que se preze sabe como é difícil desejar um smartphone top de linha aqui no Brasil. Nessa hora, é fácil ficar dividido entre uma marca com qualidade garantida, mas preço elevado, e outra que nem chega oficialmente por aqui, mas que vem recebendo elogios variados e tem preços excelentes.
É exatamente esse o caso para quem está em dúvida entre comprar um iPhone 8 Plus por aqui ou apostar na importação de um OnePlus 5. Por esse motivo, agora que já analisamos os dois, resolvemos comparar os celulares de ponta para decidir qual dos dois traz mais vantagens para você.
Design: mais do mesmo
No quesito visual, temos dois aparelhos que não trazem nada de muito novo. O iPhone 8 Plus traz exatamente as mesmas dimensões e design geral da sua geração anterior, exceto pelo fato de que a parte traseira agora é em vidro. Isso permite que ele seja compatível com recarga wireless se você já tiver uma base, mas torna o celular mais frágil contra quedas. Pelo menos ele ainda é compatível com as capinhas do modelo 7 Plus.
Por sua vez, o OnePlus traz um visual que também lembra bastante ao do iPhone do ano passado, especialmente na parte traseira. Por mais que a tela dele tenha o mesmo tamanho do display do 8 Plus, o chinês tem um corpo um pouco menor e é consideravelmente mais leve. Um dos motivos para essa diferença no peso é que o OnePlus não tem vidro na parte de trás, o que faz com que ele não seja compatível com recarga sem fio, mas garante mais resistência.
Tela: experiências igualmente boas
No quesito tela, os dois smartphones vêm com 5,5 polegadas e resolução Full HD, mas usam tecnologias diferentes de painel. No iPhone, a Apple escolheu manter o IPS LCD. Já o OnePlus 5 vem com um AMOLED. Normalmente, isso daria vantagens para o chinês em termos de cores e profundidade do preto, mas o sistema Retina HD da Maçã faz um bom trabalho nesses quesitos e equilibra a experiência. Nesse caso, como o níDesempenho: pequena vantagem para o iPhone
Indo para o desempenho, os dois apresentam resultados dignos de dispositivos top de linha e são bastante comparáveis em poder de fogo e velocidade. O 8 Plus tem um processador mais avançado, o que garante um pouco mais de capacidade computacional para lidar com apps futuros. Por outro lado, as versões com 6 ou 8 GB de RAM do OnePlus 5 junto com o Snapdragon 835 também dão um bom caldo para que ele aguente jogos que estão disponíveis hoje e muitos dos que vão sair daqui para a frente. O iPhone pode até levar vantagem, mas nada muito grande.
Falando do armazenamento, ambos os celulares têm versões básicas com 64 GB sem possibilidade de expansão com cartão micro SD. Além disso, os dois têm modelos com mais espaço, mas enquanto a variante melhor do iPhone tem 256 GB, o OnePlus chega com um máximo de 128 GB.
vel de detalhes e as dimensões parecidos, o empate aqui é completo.
Interface: questão de gosto
Comparar Android e iOS é sempre algo polêmico porque é algo que vai depender muito do costume com as plataformas e do gosto pessoal de cada um. Nesse caso, de um lado o iPhone 8 Plus traz as melhorias do iOS 11, com uma experiência lisa e segura que a Apple vem reforçando há anos para os seus dispositivos. O 3D Touch oferece alguns atalhos bacanas, a Siri está com uma voz mais natural e a central de controles agora pode ser um pouco personalizada, entre outras coisas.
Já o OnePlus 5 chega com o OxygenOS, que é a versão da fabricante chinesa para o Android 7.1 Nougat. Visualmente, o sistema é próximo da versão pura da plataforma da Google, mas inclui várias funções extras de software que conseguem enriquecer a experiência de uso sem fazer o sistema perder agilidade e fluidez. Dá para citar aqui o modo de leitura, o modo para games e a personalização do sistema, entre outras coisas.
Câmeras: dianteira sutil do 8 Plus
Chegando agora nas câmeras, os dois celulares têm sistemas duplos na traseira com conjuntos de lentes grande-angulares e teleobjetivas, o que garante o zoom ótico de duas vezes. No iPhone 8 Plus, os dois sensores têm 12 MP, enquanto no OnePlus 5 um deles tem 16 MP e o outro vem com 20 MP. Mas se você acha que isso quer dizer que o celular da Apple perde na comparação, então calma aí que esse não é o caso.
Os dois aparelhos conseguem fazer fotos simplesmente ótimas em ambientes bem iluminados. O chinês leva um pouco de vantagem aqui por causa da quantidade maior de megapixels, mas não é como se a diferença fosse fácil de perceber. Já em situações com iluminação mais desafiadora, o jogo vira e o iPhone acaba apresentando resultados melhores, com menos ruído e exposição mais equilibrada entre pontos escuros e iluminados.
Preço: vitória de mil a zero
Se tem um ponto em que o OnePlus 5 realmente dá um golpe forte no iPhone, esse ponto é o preço. No site oficial da Apple, o 8 Plus sai por R$ 4,6 mil em seu modelo de 64 GB e R$ 5, 4 mil no de 256 GB. Mas se você procurar na internet, dá para encontrar o celular da Maçã com descontos de uns R$ 500 – ou até um pouco mais.
O OnePlus 5 tem um modelo com 6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento e outro com 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno. Ele pode ser encontrado em lojas online brasileiras com pronta entrega, mas por lá vai sair por uns R$ 3.750 na versão com mais memória. Esse valor não é muito vantajoso porque, se você procurar em lojas como a GearBest, consegue encontrar o modelo mais básico do OnePlus 5 por cerca de R$ 1.770 e o mais completo por uns R$ 1.920.
Considerando que você pode ter que pagar até 60% de imposto se der azar na hora de importar, o OnePlus 5 de 64 giga pode acabar saindo por cerca de R$ 2.832 e o de 128 giga pode ficar mais perto de uns R$ 3.072. Mas é mais provável que a taxa fique perto de R$ 200, então os preços finais devem girar respectivamente em torno de uns R$ 1.970 e R$ 2.120.
É exatamente esse o caso para quem está em dúvida entre comprar um iPhone 8 Plus por aqui ou apostar na importação de um OnePlus 5. Por esse motivo, agora que já analisamos os dois, resolvemos comparar os celulares de ponta para decidir qual dos dois traz mais vantagens para você.
Design: mais do mesmo
No quesito visual, temos dois aparelhos que não trazem nada de muito novo. O iPhone 8 Plus traz exatamente as mesmas dimensões e design geral da sua geração anterior, exceto pelo fato de que a parte traseira agora é em vidro. Isso permite que ele seja compatível com recarga wireless se você já tiver uma base, mas torna o celular mais frágil contra quedas. Pelo menos ele ainda é compatível com as capinhas do modelo 7 Plus.
Por sua vez, o OnePlus traz um visual que também lembra bastante ao do iPhone do ano passado, especialmente na parte traseira. Por mais que a tela dele tenha o mesmo tamanho do display do 8 Plus, o chinês tem um corpo um pouco menor e é consideravelmente mais leve. Um dos motivos para essa diferença no peso é que o OnePlus não tem vidro na parte de trás, o que faz com que ele não seja compatível com recarga sem fio, mas garante mais resistência.
Tela: experiências igualmente boas
No quesito tela, os dois smartphones vêm com 5,5 polegadas e resolução Full HD, mas usam tecnologias diferentes de painel. No iPhone, a Apple escolheu manter o IPS LCD. Já o OnePlus 5 vem com um AMOLED. Normalmente, isso daria vantagens para o chinês em termos de cores e profundidade do preto, mas o sistema Retina HD da Maçã faz um bom trabalho nesses quesitos e equilibra a experiência. Nesse caso, como o níDesempenho: pequena vantagem para o iPhone
Indo para o desempenho, os dois apresentam resultados dignos de dispositivos top de linha e são bastante comparáveis em poder de fogo e velocidade. O 8 Plus tem um processador mais avançado, o que garante um pouco mais de capacidade computacional para lidar com apps futuros. Por outro lado, as versões com 6 ou 8 GB de RAM do OnePlus 5 junto com o Snapdragon 835 também dão um bom caldo para que ele aguente jogos que estão disponíveis hoje e muitos dos que vão sair daqui para a frente. O iPhone pode até levar vantagem, mas nada muito grande.
Falando do armazenamento, ambos os celulares têm versões básicas com 64 GB sem possibilidade de expansão com cartão micro SD. Além disso, os dois têm modelos com mais espaço, mas enquanto a variante melhor do iPhone tem 256 GB, o OnePlus chega com um máximo de 128 GB.
vel de detalhes e as dimensões parecidos, o empate aqui é completo.
Interface: questão de gosto
Comparar Android e iOS é sempre algo polêmico porque é algo que vai depender muito do costume com as plataformas e do gosto pessoal de cada um. Nesse caso, de um lado o iPhone 8 Plus traz as melhorias do iOS 11, com uma experiência lisa e segura que a Apple vem reforçando há anos para os seus dispositivos. O 3D Touch oferece alguns atalhos bacanas, a Siri está com uma voz mais natural e a central de controles agora pode ser um pouco personalizada, entre outras coisas.
Já o OnePlus 5 chega com o OxygenOS, que é a versão da fabricante chinesa para o Android 7.1 Nougat. Visualmente, o sistema é próximo da versão pura da plataforma da Google, mas inclui várias funções extras de software que conseguem enriquecer a experiência de uso sem fazer o sistema perder agilidade e fluidez. Dá para citar aqui o modo de leitura, o modo para games e a personalização do sistema, entre outras coisas.
Câmeras: dianteira sutil do 8 Plus
Chegando agora nas câmeras, os dois celulares têm sistemas duplos na traseira com conjuntos de lentes grande-angulares e teleobjetivas, o que garante o zoom ótico de duas vezes. No iPhone 8 Plus, os dois sensores têm 12 MP, enquanto no OnePlus 5 um deles tem 16 MP e o outro vem com 20 MP. Mas se você acha que isso quer dizer que o celular da Apple perde na comparação, então calma aí que esse não é o caso.
Os dois aparelhos conseguem fazer fotos simplesmente ótimas em ambientes bem iluminados. O chinês leva um pouco de vantagem aqui por causa da quantidade maior de megapixels, mas não é como se a diferença fosse fácil de perceber. Já em situações com iluminação mais desafiadora, o jogo vira e o iPhone acaba apresentando resultados melhores, com menos ruído e exposição mais equilibrada entre pontos escuros e iluminados.
Preço: vitória de mil a zero
Se tem um ponto em que o OnePlus 5 realmente dá um golpe forte no iPhone, esse ponto é o preço. No site oficial da Apple, o 8 Plus sai por R$ 4,6 mil em seu modelo de 64 GB e R$ 5, 4 mil no de 256 GB. Mas se você procurar na internet, dá para encontrar o celular da Maçã com descontos de uns R$ 500 – ou até um pouco mais.
O OnePlus 5 tem um modelo com 6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento e outro com 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno. Ele pode ser encontrado em lojas online brasileiras com pronta entrega, mas por lá vai sair por uns R$ 3.750 na versão com mais memória. Esse valor não é muito vantajoso porque, se você procurar em lojas como a GearBest, consegue encontrar o modelo mais básico do OnePlus 5 por cerca de R$ 1.770 e o mais completo por uns R$ 1.920.
Considerando que você pode ter que pagar até 60% de imposto se der azar na hora de importar, o OnePlus 5 de 64 giga pode acabar saindo por cerca de R$ 2.832 e o de 128 giga pode ficar mais perto de uns R$ 3.072. Mas é mais provável que a taxa fique perto de R$ 200, então os preços finais devem girar respectivamente em torno de uns R$ 1.970 e R$ 2.120.
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