quinta-feira, 29 de julho de 2021

Xiaomi Mi Mix 4: veja as especificações vazadas do celular

 Nesta semana, o Xiaomi Mi Mix 4 teve algumas especificações técnicas vazadas em uma listagem da TENAA – órgão regulador chinês similar à Anatel. Com número de modelo 2106118C, o smartphone terá as opções de 8 ou 12 GB de RAM, com armazenamento interno de até 256 GB.



O site também informa que o dispositivo terá 5G dual-SIM. O Mi Mix 4 pode usar a MIUI 13, já que, segundo um executivo da empresa, a interface será lançada em agosto. 

Rumores para todos os lados

De acordo com rumores passados, o dispositivo pode vir com o chipset Snapdragon 888, bateria de 4.500 mAh e suporte para carregamento rápido de 120W.


Em junho, supostas imagens do Mi Mix vazaram na internet, apoiando ainda mais a ideia do uso da MIUI 13 e evidenciando uma câmera frontal sob o display.



Também no mês passado, o portal de tecnologia MySmartPrice informou que a Xiaomi pode usar display customizado com resolução superior ao Full HD+, com bordas extremamente finas.


Rumores de diferentes sites possuem divergências nas especificações – o GizChina, por exemplo, já informou uma bateria de 5.000 mAh no passado. O dispositivo ainda não foi revelado oficialmente, então considere os detalhes citados como especulações.


terça-feira, 27 de julho de 2021

Dona da Blackberry se prepara para lançar celular 5G com Android

A empresa Onward Mobility, atual dona da licença da Blackberry, lançou uma "lista de espera" e reforçou os rumores sobre a chegada de um novo celular da marca. Chamada de "Programa de Pré-Comprometimento", em tradução livre do inglês, a novidade permite que os inscritos tomem conhecimento de "atualizações de produtos, recursos e disponibilidade" antes do público geral.



As perguntas no formulário do programa sugerem que a Onward Mobility está verificando o interesse inicial do mercado em relação ao novo celular da Blackberry. Considerando que a pesquisa pode ser respondida por empresas, e não apenas consumidores tradicionais, seu resultado pode afetar diretamente a quantidade de unidades disponíveis durante o lançamento do dispositivo. 

Embora o formulário não forneça informações detalhadas sobre o vindouro celular, especula-se que o modelo manterá o teclado físico em seu corpo, perpetuando a assinatura de design da Blackberry — conforme sugerem as informações no site da Onward Mobility. Além disto, o modelo deve possuir suporte para rede 5G e um sistema operacional baseado em Android.


Em agosto do ano passado, a Onward Mobility indicou que o novo celular da marca seria lançado na "primeira metade de 2021". Entretanto, é possível que a empresa tenha encontrado imprevistos e adiado o lançamento do modelo.


sexta-feira, 23 de julho de 2021

Apple Music para Android ganha áudio espacial e lossless

 Uma novidade acaba de chegar a assinantes do Apple Music que utilizam o app no Android. Em sua última atualização, a versão estável do aplicativo de streaming de músicas da empresa da Maçã passou a oferecer áudio espacial e sem perda de qualidade ao sistema operacional.



A reprodução de alta resolução promete a entusiastas, munidos de equipamentos à altura, uma rica experiência. Além disso, a qualidade mínima de CD (16 bits/44,1 kHz) pode apresentar resultados ainda mais claros e detalhados (24 bits/192kHz).


Tais características, aliadas a filtros direcionais aplicados a conteúdos 5.1, 7.1 e Dolby Atmos, criam uma atmosfera, de acordo com a big tech, envolvente. Os sons parecem sair de todos os ângulos, segundo a companhia. De todo modo, para se perceber tantos diferenciais, é necessário apostar em fones ou caixas que deem conta do recado.

Três meses grátis

Quem quiser conferir o áudio espacial do Apple Music em seu smartphone com o SO do Google precisa, primeiramente, baixar o aplicativo e criar uma conta na solução.


Apesar de a assinatura individual custar a partir de R$ 8,50 mensais, novos clientes têm, à disposição, três meses gratuitos de teste; cobrança alguma, destaca a Apple, ocorrerá até o fim do período.


Por fim, após logar, basta ajustar as configurações inéditas de reprodução — que, vale lembrar, podem não estar disponíveis em todos os aparelhos.


quarta-feira, 21 de julho de 2021

Windows 10: Microsoft libera prévia da versão 21H2

 Na última terça-feira (20), a Microsoft liberou uma prévia da nova versão do Windows 10 para os usuários no programa Insider, voltado para testes do sistema operacional. A atualização "KB5004296", nomeada de "21H2, build 19044.1149", já está disponível no Canal de Prévias de Lançamento — última fase de testes antes da distribuição final.

Como explica a Microsoft, a novidade chegará para os usuários Insiders que já estão neste canal e possuem o Windows 10 na versão 21H2, build "19044.1147". Similarmente, a atualização também chegará para os usuários que foram movidos do Canal de Betas para o Canal de Prévias de Lançamento por incompatibilidade de seus computadores para a chegada do Windows 11.



A nova prévia chegará como uma atualização automática para os usuários que já possuem a versão 21H2 na build anterior. Para os demais, será necessário buscar manualmente por atualizações no Windows e checar sua disponibilidade pelo caminho: "Configurações > Atualização e Segurança > Windows Update > Verificar se há atualizações".

Além das implementações já apresentadas na build anterior, a versão 19044.1149 traz apenas mudanças estéticas referentes à representação da marca no sistema operacional. A Microsoft removeu palavras como "Windows" e "PC" das edições IoT Enterprise do Windows 10 como, por exemplo, na frase "Preparando o Windows" que se tornou "Preparando as coisas".


Em caso de dúvidas, é possível verificar a atual versão do Windows 10 por meio do comando "winver", que pode ser digitado na barra de pesquisas do Menu Iniciar ou pelo programa Executar, pelo atalho "Crtl + R".


segunda-feira, 19 de julho de 2021

Japão quebra recorde com 319 Tbps de velocidade de internet

 Cientistas do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação (NICT) do Japão quebraram, na semana passada, o recorde mundial de transferência via internet: 319 Tbps de transmissão de dados ao longo de 3 mil km com fibra ótica de quatro núcleos.



Para se ter uma ideia do que isso significa, basta fazer as contas e perceber que o valor representa o dobro dos 179 Tbps obtidos em agosto do ano passado por uma equipe de pesquisadores britânicos e japoneses. Para chegar a essa impressionante performance, a equipe do NICT utilizou praticamente todas as fases do pipeline e adotou alguns facilitadores.

Por exemplo, a linha de fibra óptica não tinha só um núcleo, mas quatro. Os pesquisadores dispararam lasers de um gerador óptico em vários comprimentos de onda, usando amplificadores criados com minerais de terras-raras.


Como o teste foi feito dentro do laboratório, a equipe usou uma fibra em espiral para transferir os dados a uma distância simulada de 3 mil quilômetros, sem perda de qualidade de sinal ou velocidade.

Como acontece com a maioria dos estudos desse tipo, uma tecnologia com tal nível de alcance ainda não é economicamente viável, embora tenha se provado possível para envio rápido de dados em grandes distâncias. Mas parece que a grande "estrela" do experimento tenha sido o novo cabo de fibra óptica de quatro núcleos, que tem o mesmo tamanho dos cabos padrão, mas um bom potencial para grandes projetos.


Quanto a um possível impacto em nossa internet do dia a dia, os pesquisadores do NICT acenam com um uso prático de suas tecnologias de produção de fibra em gerações "além do 5G", como o futuro 6G. Sobre os reflexos práticos da tecnologia, eles dizem que significa adotar um acesso mais rápido à internet que nunca "trava", mesmo com aumento dos usuários.


quinta-feira, 15 de julho de 2021

Segurança em nuvens públicas

 Com a crescente demanda por trabalho remoto e a utilização de serviços de nuvem pública, é gerado um novo custo pela adoção de novas tecnologias: o aumento da superfície de ataque das organizações. Embora ofereça muitos benefícios que facilitam a realização de negócios, esse novo domínio abriu espaço para que os cibercriminosos corram soltos, com poucos profissionais de TI entendendo exatamente como gerenciar e proteger um ambiente de nuvem pública.



De acordo com a Gartner, 95% das falhas de segurança na nuvem são culpa das próprias organizações. Descuidos simples como superprivilégios de credenciais, acessos remotos expostos e configurações incorretas de armazenamento em bancos de dados são alguns dos erros mais comuns que as organizações cometem na nuvem e que podem deixar os clientes vulneráveis a ataques de ransomware, expondo dados para a Internet pública e comprometendo cargas de trabalho.

Os cibercriminosos não estão apenas encontrando novas maneiras de se aproveitar dessas configurações incorretas para ganhar um acesso à rede de uma organização por meio da nuvem, mas também estão estendendo técnicas que já sabem que funcionam para esse novo vetor de ataque. À medida que os clientes migram para a ambientes em cloud, o mesmo ocorre com os cibercriminosos, o que significa que ameaças como o ransomware são tão comuns na nuvem quanto nas redes locais.


Para desenvolver uma estratégia de segurança in cloud é necessário começarmos com o básico: o que significa “responsabilidade compartilhada”? Existem muitos motivos pelos quais você pode decidir mudar para a nuvem pública, que incluem: custos aprimorados para o seu negócio, a agilidade adicional para aumentar e diminuir serviços sob demanda ou melhorar o tempo de comercialização de seus produtos e serviços. Mas ela pode ser uma "faca de dois gumes".

Embora provedores como AWS, Azure e Google forneçam uma grande flexibilidade em como você pode construir seu ambiente de nuvem, uma das consequências disso é que eles não podem proteger totalmente os dados, máquinas virtuais ou redes virtuais em execução nesses ambientes.


O que isso significa é que os provedores têm o dever de proteger a nuvem, incluindo garantir a segurança física do data center. Mas tudo o que você colocar na nuvem, sejam dados ou máquinas virtuais, é de sua inteira responsabilidade. Ao compreender que você tem uma responsabilidade grande na proteção de seus dados, torna-se necessário um alto nível de visibilidade e automação de segurança nesses ambientes de nuvem. Entre os principais recursos para essa proteção devemos incluir:

A capacidade de proteger e visualizar todos os seus recursos de nuvem: é preciso conseguir obter um inventário completo de ambientes de todas as suas nuvens públicas (máquinas virtuais, armazenamento, contêineres, autenticação de usuários etc.). Isso revelará implantações que estão configuradas de modo inseguro, acessos suspeitos e picos repentinos nos gastos com nuvem. É necessário saber em tempo real quando um ataque, por exemplo, habilita um novo recurso em sua nuvem sem a sua autorização ou quando seu banco de dados está indevidamente exposto para a internet, causando um grande risco de vazamento de dados.

A proteção de carga de trabalho nativa da nuvem: proteja as máquinas virtuais e os desktops virtuais em execução nessas máquinas contra as ameaças mais recentes, incluindo ransomware, ataques sem arquivo e malware específico do servidor através de uso de antivírus de próxima geração que possuem técnicas modernas e avançadas de proteção (uso de rede neural, proteção anti-ransomware/anti-exploit, deep machine learning etc.). Os recursos de suas nuvens precisam também ser protegidos como eram feitos em suas redes locais.

A proteção de borda de rede: proteja o tráfego de entrada e saída para sua rede virtual e ambientes de desktop, e forneça acesso remoto seguro a aplicativos privados em execução na nuvem implementando um firewall virtual nesses ambientes. Considere a adoção de recursos importantes como Intrusion Prevention System (IPS) e Web Application Firewall (WAF), bem como a adoção de VPN e ZTNA para acesso mais seguro a recursos e sistemas corporativos.

Utilize um sistema de segurança sincronizada e proteções em camadas, em que todos os dados, monitoramento e gerenciamento da nuvem são reunidos em um só lugar, facilitando não só a administração, mas também a identificação de um possível ataque ocorrendo em sua infraestrutura. Os cibercriminosos usam uma variedade de técnicas para contornar as defesas. Eles geralmente tentam várias abordagens até encontrar uma fraqueza que possa ser explorada. Certifique-se de se defender contra todos os vetores de ataques possíveis.

Os dados em nuvem precisam ser criptografados: a criptografia é essencial para impedir que os cibercriminosos vejam as informações armazenadas e é um requisito para muitos padrões de conformidade e práticas recomendadas de segurança.

Quando falamos da abordagem em nuvem pública, é fundamental compreender o modelo de responsabilidade compartilhada e quais tarefas de segurança são gerenciadas pelo provedor e quais tarefas são gerenciadas por você. Como as obrigações de segurança dos fornecedores de nuvem só podem ir até certo ponto, é importante que todas as lacunas sejam preenchidas, usando as ferramentas certas para gerenciar e proteger os riscos de maneira eficaz. Uma abordagem em várias camadas permite que os parceiros garantam a visibilidade, conformidade e segurança de ambientes de nuvem pública.


segunda-feira, 12 de julho de 2021

Microsoft pode lançar serviço de desktop virtual com Windows

 O Microsoft Cloud PC, conhecido internamente pelo codinome “Deschutes”, será uma espécie de desktop Windows com tecnologia Azure oferecido para empresas que desejam mais segurança no acesso a determinados computadores, um desktop móvel ou que não podem ou não querem atualizar hardware. Nas últimas semanas, imagens do serviço de virtualização de PCs vazaram e mostraram um pouco do visual da novidade.




No evento de 24 de junho da Microsoft, em que revelou o Windows 11, a empresa ignorou alguns itens esperados pelos usuários, incluindo a suposta iniciativa de um PC em nuvem. Contudo, um vazador confiável no Twitter, o perfil italiano ALumia, postou novas imagens promocionais da interface do serviço de virtualização da companhia.


Microsoft Cloud PC roda no navegador

O Cloud PC da Microsoft seria oferecido por meio do navegador e os usuários seriam capazes de escolher entre uma série de instâncias, com estados e configurações salvos.


Com as novidades pipocando e aquecendo os rumores, espera-se que o Microsoft Inspire, que acontece dias 14 a 15 de julho, revele mais detalhes sobre a iniciativa.


A Microsoft agendou uma sessão chamada "What's Next in End-User Computing" (ou O que vem a seguir na computação para o usuário final, em português) para o último dia.

Um dos palestrantes da sessão, que é "sobre a mais nova solução em nuvem da Microsoft para o trabalho híbrido", é Scott Manchester, cujo cargo de direção envolve desktops virtuais. Fontes afirmaram que, meses atrás, Manchester estava trabalhando no serviço de PC em nuvem com tecnologia Microsoft Azure, de codinome "Deschutes".


Ainda de acordo com as fontes, a Microsoft planeja vender o Cloud PC como uma experiência que faz parte do Microsoft 365 a um preço fixo por usuário. Outro vazamento sugere que a empresa pode vender algumas opções de assinatura de PC em nuvem (originalmente chamadas de Medium, Heavy e Advanced), com cada uma oferecendo uma quantidade diferente de CPU, RAM e armazenamento).  O Cloud PC ainda estaria, inclusive, em teste privado com várias organizações de grande porte.


A Microsoft se recusou a comentar e não confirmou nem desmentiu os rumores atuais.


sábado, 10 de julho de 2021

God of War chega ao PC no PS Now (mas só nos EUA)

 No começo deste mês, a Playstation anunciou Nioh 2, God of War, Judgment, Olympic Games Tokyo 2020, Nascar Heat 5, Moving Out e Red Dead Redemption 2 como os novos jogos disponibilizados pelo PS Now. O serviço de streaming e download de games está disponível em 19 países, mas o Brasil não é um deles. A plataforma tem um app para PC, então os assinantes que não possuem consoles da marca podem aproveitar exclusivos como God of War e Bloodborne.

A Sony especificou que Red Dead Redemption 2 estará disponível apenas em download para o PS4/PS5 até o dia primeiro de novembro. Enquanto isso, Judgment só será jogável até o dia 4 de outubro.



E o Brasil?

Lançada em 2014, a PS Now já chegou a aparecer na PSN Brasileira em 2020 com um anúncio em português. Em maio, a plataforma também ganhou uma sessão no site da Playstation com explicações sobre o serviço na nossa língua. A assessoria de imprensa da marca confirmou a veracidade da página, mas informou que "não existem novidades sobre o serviço no país".

Jim Ryan, CEO da Sony Interactive Entertainment, afirmou no ano passado que a empresa está trabalhando em um serviço similar ao Xbox Game Pass — então uma expansão do PS Now não está fora de cogitação.


A IGN Índia publicou uma matéria neste ano afirmando que a Sony pretende lançar a plataforma em outros países, mas os planos foram atrasados devido à pandemia.


Exclusivo da Playstation no PC

A qualidade de conexão para streaming depende da proximidade do consumidor com os servidores da PS Now, então uma gambiarra com contas estrangeiras talvez não seja a melhor alternativa para aproveitar jogos de ação como o God of War no PC, já que os comandos podem ficar atrasados.



Talvez você não tenha que esperar muito. Após o lançamento do port de Horizon Zero Dawn, a Sony demonstrou interesse em trazer mais jogos "exclusivos" para os computadores. No começo do mês, a empresa também adquiriu o Nixxies, um estúdio holandês especializado em ports para PCs.


quarta-feira, 7 de julho de 2021

Volocopter obtém certificado para produção de veículos de táxi aéreo

 A startup alemã de táxi aéreo Volocopter anunciou, nesta terça-feira (6), a compra da parceira de longa data DG Flugzeugbau. A medida garante o alinhamento da empresa com os padrões dos órgãos reguladores de segurança aérea da União Europeia.



A aquisição também indica que a companhia tem a certificação de organização de produção conforme a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA). Anteriormente, a empresa já havia obtido a aprovação de design pelo mesmo órgão.

Serviço de táxi aéreo das Olimpíadas de Paris em 2024

“A Volocopter é a primeira e única empresa de decolagem e aterrissagem vertical elétrica com as certificações necessárias de design e organização de produção para o lançamento comercial de suas aeronaves”, anuncia o comunicado da startup.


Como um enorme drone, o modelo desenvolvido pela companhia alemã possui dois assentos. Assim, o veículo deve ser usado para o serviço de táxi aéreo durante as Olimpíadas de Paris em 2024.


Inicialmente, as aeronaves serão comandadas por pilotos licenciados de modo a cumprir os regulamentos existentes. Entretanto, a Volocopter planeja criar uma operação totalmente automatizada para que todas as pessoas possam usar o serviço.


Vale citar que a startup arrecadou 200 milhões de euros – cerca de R$ 1,2 bilhão – visando financiar os esforços para obter a recente certificação. Além da versão para passageiros, a companhia também trabalha em um modelo para transporte de cargas.


segunda-feira, 5 de julho de 2021

Disney+: vale a pena assinar o serviço de streaming?

 Lançado no final de 2020 no Brasil, o streaming Disney+ já acumula mais de 100 milhões de assinantes, de acordo com os executivos da empresa. A plataforma possui uma proposta muito interessante, que garante aos fãs do estúdio uma gama imperdível de conteúdos destinados para toda a família. Por esse motivo, há séries, filmes, especiais, curtas-metragens e outras produções recheando o catálogo.



Se você está considerando assinar, mas ainda tem algumas dúvidas, destacamos os principais pontos que o serviço de streaming oferece.

O que é o Disney+?

A Disney é uma empresa focada na produção de muitos conteúdos. Suas subsidiárias são responsáveis pelo desenvolvimento de novidades bastante interessantes. Unir todas essas possibilidades criativas facilitaria o acesso ao público, além de fidelizar sua audiência, trazendo muitos benefícios a todos.


Dessa maneira, assim como outras plataformas, o Disney+ já está focando em conteúdos originais, além de produzir um catálogo personalizado para cada região do mundo. Por exemplo, na América Latina é possível encontrar novelas destinadas ao público infanto-juvenil, além de filmes que fizeram sucesso por aqui.

Além dos clássicos animados da Disney e outros filmes de sucesso, o Disney+ também oferece aos seus assinantes conteúdos de quatro empresas famosas que são de sua propriedade. Portanto, se você procura os conteúdos específicos da Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic, o seu lugar é aqui!


Dentro da plataforma, é possível visualizar a maioria de seus filmes e séries, separados ainda por ordem de lançamento e ordem cronológica, como é o caso do Universo Cinematográfico da Marvel. Há também muitos curtas-metragens da Pixar, programas imperdíveis do National Geographic e também as novidades diversas de Star Wars.

Um bom serviço de streaming está sempre antenado no que o seu público está querendo assistir. Com isso, o Disney+ já está produzindo séries originais e exclusivas diretamente para sua plataforma. A maioria das produções vem da Marvel, como Wandavision, e de Star Wars, como The Mandalorian e The Bad Batch, mas também há espaço para produções focadas em adolescentes, como é o caso de High School Musical: The Musical: The Series.


Atualmente, se você quer conferir a nova série da Marvel, pode acessar o Disney+ todas as quartas-feiras, pois um episódio inédito de Loki estará te esperando.


Como baixar o Disney Plus na TV?

Após confirmar sua assinatura por meio do site da plataforma, basta escolher qual o seu dispositivo favorito para assistir todos os conteúdos ofertados. Para saber como instalar Disney Plus na TV, fique atento aos passos básicos.


Acesse a loja de aplicativos desse dispositivo em questão e procure pelo aplicativo do streaming. Depois disso, instale e acesse, colocando seus dados básicos. É possível que apenas com uma senha solicitada pela TV, você já consiga configurar sua conta.


Algumas produções são oferecidas em qualidade 4K, dependendo da disponibilidade dentro do serviço. É possível conferir os filmes e séries na versão original com legendas em português — configuradas da maneira que quiser, com fonte, tamanho e espaço — e também na versão dublada.


O streaming pode ser acessado por celulares, tablets, computadores ou aparelhos de televisão que tenham a função smart. Você pode acessá-lo diretamente de cada um desses dispositivos por meio dos navegadores ou pelo aplicativo da plataforma.

Quantos perfis podem ser adicionados no Disney+?

Se você for assinar o streaming e compartilhar o acesso com toda a sua família, é possível configurar até sete perfis com avatares de produções exclusivas da Disney. No entanto, é preciso ficar atento, pois apenas quatro telas poderão ser visualizadas ao mesmo tempo na plataforma.


O Disney+ ainda oferece o Premier Access para assistir filmes que acabaram de ser lançados no cinema com um custo adicional à assinatura corrente. Ao contratar o recurso, todos os perfis terão acesso à produção pelo tempo que ela ficar disponível nessa modalidade.


Público-alvo

Sobre o catálogo do Disney+, é preciso refletir se um conteúdo específico pode ser assistido por toda a família. Nesse sentido, há algumas coisas que ficaram de fora do streaming, como os filmes do Deadpool, por exemplo, que contêm algumas cenas de violência.


No entanto, com a criação do Star+, uma nova plataforma da empresa, a Disney planeja inserir todas essas produções que eventualmente não poderiam ser adicionadas em seu streaming principal, tendo em vista seu público-alvo.


Crianças poderão aproveitar os conteúdos do Disney+ sem qualquer receio, tendo em vista que há muitas produções de canais como Disney Channel e Disney Jr, além das animações e filmes clássicos do estúdio.


Os adolescentes também foram contemplados com séries, filmes e programas, bem como adultos saudosistas que gostam de sentir a nostalgia de décadas passadas.


Assinatura Disney Plus: vale a pena?

Considerando tudo o que foi apresentado até aqui, contratar a assinatura do streaming pode ser um bom investimento. Se você e sua família gostam dos filmes e das séries da Marvel ou das novidades envolvendo linha do tempo Star Wars, por exemplo, é uma excelente pedida, já que muitas dessas produções, como The Mandalorian e WandaVision, chegam pela plataforma do Disney+.


Para os fãs de animação, também é um prato cheio, pois há conteúdos muito interessantes da Pixar, da Disney e também de artistas independentes, com seus curtas-metragens e filmes alternativos.


Os aficionados por documentários sobre a natureza também são contemplados com programas interessantes do National Geographic. Há títulos, inclusive, que concorreram ao Oscar, como Free Solo, e também programas que discutem questões sobre a vida, o universo e tudo mais.


Contudo, vale lembrar que algumas coisas ainda serão adicionadas ao catálogo, como séries de canais pertencentes à Disney. E muitas outras não chegarão por meio desse streaming e sim pelo alternativo Star+, então ficar atento ao lançamento desse outro streaming é importante.


sexta-feira, 2 de julho de 2021

Facebook oferece jogos mobile da Ubisoft de graça via nuvem

 De olho no mercado de games em nuvem, o Facebook anunciou, nesta sexta-feira (2), uma parceria com a Ubisoft que irá disponibilizar o streaming de jogos gratuitos para celular, inicialmente nos Estados Unidos. Com isso, alguns títulos do estúdio francês estão chegando ao Facebook Gaming, incluindo Assassin's Creed Rebellion, Hungry Shark Evolution e Hungry Dragon.



Segundo a rede social, o Facebook Gaming já é usado hoje por 1,5 milhão de jogadores. A estreia do serviço ocorreu de forma tímida, em outubro do ano passado, com a liberação de jogos gratuitos para celular. Mas, ao contrário dos seus rivais Google e Amazon, a aposta do Facebook é em títulos para dispositivos móveis, menores e "de fácil hospedagem" em seus centros de dados.

Com isso, o Facebook consegue integrar sua oferta de games diretamente na sua rede social, bem como no aplicativo Android do serviço. Ou seja, enquanto Google e Amazon oferecem jogos autônomos em nuvem, por meio de uma assinatura mensal, a empresa de Mark Zuckerberg oferece seus serviços de streaming de jogos diretamente aos seus 195 milhões de usuários diários nos EUA, sem contar os mais de 1,87 bilhão no mundo.

A entrada discreta e lenta do Facebook Gaming no mercado, e até mesmo a oferta menor de jogos em relação à concorrência é, na verdade, um teste para avaliar a aposta em títulos para dispositivos móveis como um passo para o ingresso definitivo na lucrativa arena de streaming de jogos. Segundo a empresa de pesquisas NewZoo, esse mercado é avaliado em US$ 1,4 bilhão neste ano, podendo chegar a US$ 5 bi em 2023.


Logicamente, a empresa também está investindo na infraestrutura, para evitar fiascos como o do Google Stadia, que abortou seu projeto de desenvolvimento de games. Nesse sentido, o Facebook está investindo na redução dos limites de latência para permitir a distribuição de mais gêneros de jogos.