No dia 6 de dezembro, a empresa declarou que quem quiser veicular algum tipo de anúncio político no país terá que, antes de mais nada, divulgar tanto seu nome quanto sua localização. Em seguida, o próximo passo é disponibilizar ainda mais detalhes a respeito do autor da publicação.
Assim, no início do ano que vem, os anúncios relacionados à política só poderão ser veiculados por anunciantes autorizados e terão um aviso com informações sobre quem criou a propaganda em questão. Para Sarah Clark Schiff, gerente de produtos na empresa, ter anunciantes autorizados e trazer mais transparência são duas medidas que podem ajudar a defender o Facebook de interferências externas causadas por outros países no processo eleitoral indiano.
As medidas são tentativas realizadas pela plataforma para buscar melhorar sua reputação após os diversos escândalos que ocorreram no mundo em função da difusão de notícias falsas. Vale lembrar que esse quadro fica ainda mais perigoso na Índia, já que se trata de um país onde as fake news podem causar danos gravíssimos. Além disso, o WhatsApp, aplicativo comprado pelo Facebook, também esteve envolvido nessas polêmicas, mas as ações tomadas não foram suficientes para conter a crise.

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