domingo, 29 de dezembro de 2024

Microsoft Designer: como usar a concorrente do Canva?

 O Microsoft Designer é um aplicativo que visa auxiliar na criação e edição de imagens, usando a inteligência artificial como mecanismo principal. Com uma interface muito similar ao do Canva, nele é possível criar desde simples posts para redes sociais, até outros projetos visuais mais específicos, em poucos passos.



Além disso, você também pode editar projetos criados em outras ferramentas, e exportar para os mais diferentes tipos de formatos de imagens. Por fim, ele conta com uma integração entre PCs e outros dispositivos, que permite trabalhar em um mesmo projeto através da nuvem.

Como criar uma imagem pela IA com o Microsoft Designer?

Como dito anteriormente, o principal foco do Microsoft Designer é criar imagens usando a inteligência artificial. Para isso, é preciso apenas enviar instruções para a plataforma, que por sua vez vai gerar um desenho com base nos campos informados.


Entretanto, é preciso lembrar que esse procedimento utiliza moedas virtuais. Ou seja, cada criação de imagem custa um determinado valor. Quanto elas se esgotam, você pode adquirir novas usando dinheiro de verdade, ou cumprindo tarefas impostas pela plataforma, como obter o Microsoft Copilot, que é outra ferramenta de IA da empresa.

Para criar uma imagem com IA, siga o passo a passo:

1. Acesse o site do Microsoft Designer ou abra o seu aplicativo oficial;


2. Na tela principal, escolha qual será o tipo de imagem a ser criada;

3. Depois, é preciso enviar uma descrição para a imagem ser gerada, e o seu respectivo formato;

4. Na hora de enviar a descrição, dê o máximo de detalhes possíveis sobre a imagem na qual você quer gerar;

5. Em seguida, é preciso esperar até que a imagem seja gerada. Esse tempo pode variar de acordo com a quantidade de instruções enviadas para a sua criação;

6. Depois, o processo gera algumas imagens das quais você pode usar qualquer uma delas. Para isso, basta clicar em cima da(s) desejada(s);

7. Ao clicar na imagem, você terá a opção de baixar o que foi gerado, ou até mesmo adicionar ou remover elementos. Para isso, é preciso clicar em "Editar", e depois fazer as alterações na tela de edição do Microsoft Designer;

8. Pronto, agora basta repetir o procedimento quantas vezes você quiser, mas sempre dependendo da quantidade de moedas que você ainda possui.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Promessas frustradas: por que o 5G não decolou nem atingiu as expectativas?

 O 5G nasceu oficialmente em 2019 e foi vendido como uma revolução na conectividade móvel. Vários benefícios eram listados por operadoras, especialmente para convencer o cliente a atualizar o plano, e smartphones compatíveis com a nova rede trazem ela no nome até hoje.




Passados alguns anos da sua implementação ao redor do mundo, o panorama hoje é um pouco diferente. Melhorias existem e são inegáveis, mas a empolgação de velocidades absurdas no celular ou a automação de indústrias inteiras tem ficado um pouco para trás.

Mas será que é possível afirmar que o 5G é um fracasso? Uma análise das promessas e da realidade dessa tecnologia mostra que ela foi cercada por expectativas hoje frustradas — e talvez esse mesmo tenha sido o problema.


O início de um sonho

Em 2019, quando o 5G começou a ser disponibilizado globalmente, a expectativa sobre essa geração de conectividade móvel era a maior possível. Assim como a evolução anterior, o 4G, a tecnologia prometia maior velocidade de navegação e download, além de baixa latência (o tempo de resposta entre comandos e ações do sistema) e uma capacidade para fornecer sinal para múltiplos aparelhos sem perda na qualidade.

O consumidor poderia baixar filmes inteiros em questão de segundos, jogar pela nuvem ou assistir às séries favoritas pelo streaming, além de conectar todos os dispositivos da casa pelo 5G. A automação em fábricas ou residências seria otimizada a níveis bastante elevados. Parecia tudo promissor na teoria — e também nas propagandas de operadoras e fabricantes de eletrônicos.

O tempo passou e, após vários adiamentos no leilão de frequências, o 5G chegou ao Brasil e começou a ser expandido graças aos esforços da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em julho de 2024, completamos dois anos do início da implantação do 5G standalone no Brasil na faixa de 3,5 GHz, anteriormente utilizada para o sinal da TV parabólica e desde outubro de 2022 em todas as capitais brasileiras.


As pedras no caminho

Se foram tantos os avanços, por que há tanta gente com a sensação de promessas frustradas? Em entrevista ao site Teletime, o gerente sênior de Service Providers Americas da Omdia, Ari Lopes, o 5G hoje na América Latina é uma "melhoria incremental", sem chegar na revolução prometida para o serviço.


De acordo com o executivo, as operadoras não oferecem serviços de fato novos para convencer o consumidor de que o salto foi tão grande — a preocupação tem sido a construção da rede e expansão do sinal, o que é igualmente importante, mas sem tantos resultados visíveis em termos de otimização.



Além disso, o marketing das provedoras de sinal na época é hoje considerado exagerado, já que a empolgação construída não se concretizou. Elas ainda vendiam o 5G de forma antecipada, sem avisar que os planos ainda não envolviam a variante standalone.


Outro motivo que gera a sensação de frustração é a adoção ainda lenta e gradual em termos de cobertura. Fora de capitais e cidades muito populosas, o 5G ainda pode ser inexistente, com pouca cobertura de operadoras ou bastante instável.

Há também uma questão técnica: o 5G "puro" depende de um espectro de banda bastante largo, mas que é limitado em espaço (inclusive por leis), o que não gera o resultado esperado. Ainda nesse tópico, algumas das revoluções em automação e cidades inteligentes não foram colocadas em prática por dependem de vários fatores externos, como orçamento público e infraestrutura já existente ou não.

O 5G deu errado?

De acordo com um levantamento da Anatel de julho de 2024, o 5G standalone está atualmente em 529 municípios — o equivalente a 122,1 milhões de habitantes ou 60,17% da população brasileira. Em novembro, a frequência de 3,5 GHz foi liberada em todo o país, um ano antes do previsto após esforços em substituir o sinal das parabólicas.


Isso não significa a ativação do sinal, pois depende de antenas compatíveis, mas é uma avanço comemorado. A promessa da Anatel é de que até o fim de 2029 todos os municípios do Brasil sejam atendidos pela cobertura.

Além disso, dados da Ookla divulgados pela agência indicam ainda que a velocidade média de download do 5G no Brasil é de 450 Mbps. Isso coloca o país entre os primeiros da lista de maior velocidade de download nessa modalidade. Para aproveitar tudo isso, temos 195 smartphones de 22 fabricantes com suporte ao 5G homologados pela Anatel, com modelos em várias faixas de preço.


Ainda assim, publicidade exagerada e exemplos hoje ainda irreais naturalmente criam a sensação de que falta muito caminho pela frente. O 5G standalone ainda está começando de verdade em todo o Brasil e a perspectiva é de "virada" é só para próximos dois ou três anos — quando outro padrão começa a surgir, neste caso o 5G Advanced.


sexta-feira, 20 de dezembro de 2024

Instagram ganhará editor de vídeos com IA realista em 2025

 Como um presente de Natal aos usuários, o chefão do Instagram, Adam Mosseri, revelou nesta sexta-feira (20) que a plataforma trabalha em um recurso de edição para vídeos com IA que promete mudar cada aspecto dos conteúdos. Na demonstração, o diretor da rede social mostra como essa IA pode trocar cenários, roupas e adicionar objetos às imagens.


Ainda sem um nome definido, a nova função de inteligência artificial do Instagram é possível graças ao modelo Movie Gen, lançado em outubro. Embora tenha poucos segundos, o conteúdo revela Mosseri com uma jaqueta de couro em uma sala de servidor e logo em seguida vestindo um casaco felpudo com muita neve.



O material é tão impressionante que mostra o executivo até mesmo com uma corrente no pescoço e uma versão como muppet. O mais interessante dessa demonstração é como Adam não aparece distorcido mesmo ao realizar movimentos com os braços, já que as IAs têm dificuldades em seguir o corpo humano com rapidez e aplicar os efeitos simultaneamente.

Qualidade impressiona

Essa não é a primeira vez que o Movie Gen impressiona. Durante a revelação do modelo há alguns meses, a tecnologia recebeu elogios pela qualidade de imagem bem nítida e todos os efeitos visuais integrados. Segundo a empresa, a funcionalidade que chegará ao Instagram permitirá a edição de vídeos com apenas um comando de texto, de modo similar ao que já acontece com outros assistentes.


Segundo Mosseri, a empresa trabalha para dar mais flexibilidade aos criadores de conteúdo para que eles possam “fazer o que quiserem com seus vídeos”. Embora ainda seja preciso aguardar por mais detalhes, uma função dessas pode ser excelente na hora de editar os conteúdos, seja para mudar o formato da apresentação, ou corrigir erros.


sábado, 14 de dezembro de 2024

Quais são os aplicativos mais utilizados pela Geração Z?

 Smartphones estão se tornando cada vez mais parte da vida de diversas pessoas, incluindo aqueles que se enquadram na geração Z. Por conta da facilidade de acesso, o número de aplicativos baixados por esse público é bem alto, fazendo de alguns deles bem populares.




E aí, a pergunta que fica no ar é: quais são os aplicativos mais usados pela geração Z? A lista que mostramos abaixo tem como base um estudo feito pelo site Techcrunch nos Estados Unidos, mas certamente não está muito distante do público brasileir

10. Netflix – 15,67 milhões de downloads

Seja para maratonar uma série, assistir a um filme ou simplesmente passar um bom tempo escolhendo o que assistir, a Netflix continua sendo o streaming favorito da galera.


Para o público da geração Z, a variedade de conteúdo dentro da plataforma é bastante ampla. Tem para todos os gostos: Stranger Things, Sintonia, The Crow e várias outras produções, sejam elas exclusivas ou não, para garantir horas e horas de diversão.



9. Messenger – 17,63 milhões de downloads

É verdade que o Messenger já não tem o mesmo brilho de seus dias de glória, mas ele ainda conta com uma base cativa de usuários. Por se tratar de uma extensão do Facebook, acaba atraindo várias pessoas que desejam conversar de maneira rápida com seus contatos na rede social.


Outra vantagem vista por diversas pessoas da geração Z: você não precisa gravar nenhum número de telefone para iniciar as conversas. Basta encontrar o contato desejado e bater papo, seja com um familiar ou um antigo colega de escola.

8. Snapchat – 19,16 milhões de downloads

Acredite se quiser, o Snapchat ainda está vivo e a geração Z sabe bem disso! A rede, que ficou conhecida por seus filtros e o sistema de mensagens que desaparecem, continua sendo uma escolha para quem gosta de compartilhar momentos espontâneos.


Nesse sentido, ele é perfeito para mandar aquele “bom dia” com o filtro de arco-íris ou apenas espiar o que os amigos estão fazendo sem parecer stalker.


7. Facebook – 20,58 milhões de downloads

Pode até parecer estranho ver o Facebook aqui, mas ele ainda tem sua importância. Na prática, a rede social ainda é usada por muita gente para fazer login em jogos, descobrir eventos locais ou simplesmente conversar em grupo variados.


Mesmo que as postagens na timeline de muita gente não seja algo tão comum, ele continua relevante como um “aplicativo suporte” para as funções que citamos acima.

6. CapCut – 21,72 milhões de downloads

Se você já viu vídeos cheios de efeitos, cortes sincronizados e trilhas virais no TikTok ou no Instagram, pode apostar que o CapCut está por trás disso. Afinal, ele se tornou um dos aplicativos queridinhos da geração Z por permitir edições rápidas e fáceis.


Este é aquele tipo de programa que ajuda em várias funções, desde criar reels com clipes perfeitos até dar uma melhorada em vídeos para trabalhos do curso ou da faculdade.


5. Instagram – 26,29 milhões de downloads

O Instagram continua sendo a vitrine digital da geração Z. Seja para postar selfies no feed, acompanhar memes nos stories ou explorar novos conteúdos no Reels, o app é indispensável para muitas pessoas.


Vale lembrar que ele também passou a ser mirado por muitas pessoas interessadas em trabalhar com criação de conteúdo. Porém, ainda atrai a atenção de boa parte do público com vídeos de receitas, virais e muitos outros.

4. WhatsApp – 28,42 milhões de downloads

O WhatsApp continua firme e forte como um dos aplicativos mais usados, tendo em vista que praticamente qualquer aparelho pode rodar o mensageiro sem problemas.


Graças a funções como as chamadas de vídeos e até mesmo as Comunidades, o WhatsApp segue importante como ferramenta para muitas pessoas. Aliás, talvez ainda leve algum tempo para um mensageiro destroná-lo do posto de um dos queridinhos da geração Z.


3. Threads – 32,32 milhões de downloads

Com a promessa de ser o novo Twitter, o Threads conquistou a atenção da geração Z com uma abordagem focada no texto e, principalmente, na simplicidade. 


Por conta disso, o Threads é ideal para quem quer compartilhar pensamentos rápidos, piadas ou simplesmente acompanhar o que está rolando no mundo. Esse são apenas alguns dos fatores que fizeram com que ele virasse uma das plataformas queridinhas para expressar a criatividade dos usuários.


2. TikTok – 33,23 milhões de downloads

O TikTok é o sinônimo de entretenimento para a geração Z. É onde surgem as tendências, os desafios virais e os vídeos que muitos nem sabiam que precisavam assistir, mas depois que começam não conseguem parar.


Seja para criar ou consumir conteúdo, o app é um verdadeiro aliado da diversão. Além disso, para boa parte do público dele, o aplicativo é perfeito para passar horas assistindo a dicas, dancinhas e tutoriais.

1. Temu – 41,98 milhões de downloads

O app que aparece no topo da nossa lista explodiu nos downloads e surpreendeu muita gente: o Temu.


O Temu ganhou a atenção do público por trazer uma abordagem voltada para compras acessíveis, cupons e descontos, se tornando um fenômeno entre os jovens.


Além disso, este aplicativo traz a combinação de preços baixos e produtos variados, o que é irresistível especialmente para quem adora gastar pouco e encontrar achados incríveis.


terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Quando o iPhone 12 vai parar de atualizar?

 O iPhone 12 marcou um momento importante na história da Apple ao trazer inovações como conectividade 5G e o sistema de carregamento magnético MagSafe. Lançada em 2020 com o iOS 14, a linha se destacou com quatro modelos, incluindo o compacto iPhone 12 Mini e os poderosos iPhone 12 Pro e Pro Max.




Apesar disso, dúvidas sobre o ciclo de atualizações e o tempo de vida útil desse smartphone têm surgido, especialmente agora que novos modelos continuam a ser lançados.


Se você está considerando adquirir um iPhone 12 ou já possui um e quer saber até quando ele receberá atualizações do sistema operacional da Apple, o iOS, temos todas as repostas para você.

Até quando o iPhone 12 vai ter atualizações do iOS?

Seguindo o padrão da Apple, o iPhone 12 deve continuar recebendo atualizações de software até meados de 2026. Isso inclui grandes lançamentos anuais do iOS, como o iOS 18 em 2024, além de correções de segurança e melhorias de desempenho.


A empresa da maçã costuma oferecer atualizações de segurança críticas por um tempo adicional, de 5 a 6 anos pós lançamento de determinada linha, garantindo proteção básica aos usuários.

Após esse período, o suporte para novas versões do iOS deve ser encerrado. No entanto, é possível que alguns aplicativos deixem de ser compatíveis mesmo antes do suporte oficial terminar devido às limitações do hardware.


No caso do Iphone 12, o aparelho ainda tem alguns meses de atualizações pela frente, mas os usuários devem estar atentos ao ciclo de vida do aparelho para planejar possíveis substituições no futuro.

Ainda vale a pena comprar o iPhone 12?

O iPhone 12 ainda pode ser uma opção atrativa para quem busca um smartphone da Apple com bom desempenho a um custo mais acessível. Equipado com o processador A14 Bionic, ele oferece uma experiência fluida e suporte a tecnologias modernas, como o eSIM para dois números no mesmo aparelho e o NFC para pagamentos por aproximação.


A compatibilidade com acessórios MagSafe e a certificação IP68, que garante resistência à água e poeira, são outros diferenciais que tornam o dispositivo relevante mesmo após quatro anos de seu lançamento.


Por outro lado, o modelo apresenta limitações especialmente na duração da bateria, que é inferior à de modelos mais recentes como o iPhone 13.

A câmera de 12 MP, embora eficiente, não acompanha a evolução das câmeras mais avançadas da linha, e o fato de não incluir carregador na caixa pode ser um ponto de atenção para os consumidores.


No quesito preço, o iPhone 12 tem sido encontrado por valores entre R$ 2.699 e R$ 2.970 (dados de novembro de 2024), tornando-se uma opção menos competitiva frente a outros modelos topo de linha lançados mais recentemente, como o Galaxy S23.


Portanto, a escolha dependerá suas prioridades do usuário, ou seja, as suas! Se a preferência for por um sistema operacional iOS e recursos premium, o iPhone 12 ainda vale a pena, especialmente considerando o custo-benefício atual.

iPhone 12: Ficha técnica completa

Tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas;

Resolução de 1.170 x 2.532 pixels;

Proteção Ceramic Shield (contra riscos e arranhões no display);

Processador A14 Bionic (velocidade de até 3,1 GHz);

Armazenamento: 64 GB, 128 GB ou 256 GB;

Câmeras: Traseiro é duplo (lente principal e ultrawide de 12 MP) e um sensor frontal de 12 MP.

Filmagens: em até 4K a 30 quadro por segundos (fps).

Suporte à rede 5G;

Wi-Fi de banda dupla;

Bluetooth 5.0;

NFC para pagamento por aproximação;

Bateria: autonomia para até 17 horas de reprodução de vídeo, 11 horas de streaming de vídeo e 65 horas de reprodução de áudio;

Qual é o ciclo de vida do iPhone 12?

O ciclo de vida do iPhone 12 reflete o compromisso da Apple em manter seus dispositivos atualizados e funcionais por anos após o lançamento.


Introduzido com o iOS 14, o modelo já chegou à versão iOS 18, mostrando que seu hardware, especialmente o chip A14 Bionic, continua suportando atualizações robustas com eficiência.


Como acontece com todos os dispositivos, o suporte oficial a novas versões do iOS tende a ser limitado pela evolução das exigências do sistema e pela chegada de modelos mais avançados.


Embora o iPhone 12 ainda ofereça desempenho satisfatório e receba melhorias de software, é provável que esteja próximo do fim de seu ciclo de grandes atualizações, previsto para 2025/2026. Para os fãs do ecossistema da Apple, ele permanece uma escolha confiável enquanto mantém o suporte ativo.

Dicas para aumentar o tempo de vida útil do seu smartphone da Apple

Aqui estão algumas dicas práticas para aumentar o tempo de vida útil do seu iPhone 12:


Instale sempre as versões mais recentes do sistema operacional para garantir melhorias de segurança e desempenho;

Evite encher o celular com apps que consomem muitos recursos e espaço desnecessários;

Proteja seus dados criando cópias de segurança regularmente no iCloud ou em outro serviço de armazenamento em nuvem confiável;

Se notar queda no desempenho ou redução significativa na duração da bateria, a substituição pode ser uma boa alternativa;

Economize bateria e desempenho desativando funcionalidades como Bluetooth, Wi-Fi e serviços de localização quando não forem necessários.

Seguindo essas recomendações, você pode aproveitar seu iPhone 12 ao máximo e prolongar sua vida útil!


sábado, 7 de dezembro de 2024

Intel apresenta chips com novo material e wafers mais eficientes

 A Intel revelou no IEDM 2024 novas tecnologias para seus próximos chips. O destaque fica para um novo método de realizar interconexões nos semicondutores por meio de rutênio subtrativo e soluções de wafers ultrafinos.



O rutênio subtrativo é encontrado em minas de platina e é usado para reforçar ligas metálicas. A empresa diz que utilizará lacunas de ar e sua alta resistividade para reduzir em até 25% a capacidade de armazenamento elétrico linha a linha nos chips.

A adoção do rutênio também é uma forma de substituir o cobre de damasceno utilizado atualmente nas conexões entre o silício. Segundo a empresa, o novo método não requer litografias mais caras e se trata de um processo “integrado, prático, econômico e compatível com fabricação em larga escala”.

Wafers ultrafinos

O evento também revelou melhorias na produção massiva dos wafers de silício usados pela divisão de fabricação da Intel. A novidade é o Selective Layer Transfer (SLT), ou seja, uma tecnologia que permite o desenvolvimento de wafers ultrafinos, resultando em chips cada vez menores.


A ideia do novo procedimento é que esses pacotes tenham mais densidade funcional e um manuseio mais flexível, já que os wafers são conhecidos por serem extremamente frágeis. Dessa forma, a expectativa da companhia é que a taxa de transferência chip a chip seja até 100 vezes mais veloz.

Avanços em RibbonFET GAA

Durante a apresentação, a Intel Foundry destacou bastante as inovações quando o assunto são transistores GAA (Gate-all-arround). Um exemplo são os novos transistores CMOS (Semicondutor de Óxido Metálico Complementar) RibbonFET de apenas 6 nanômetros, que tiveram reduções expressivas no tamanho dos canais para chegar a esse tamanho.

Vale lembrar que as tecnologias RibbonFET serão usadas diretamente no processo de fabricação 18A, da ordem de 1,8 nm. Para complementar esse tipo de tecnologia, a companhia também anunciou transistores NMOS e PMOS com GAA 2D, que utilizam dicalcogeneto de metal de transição como um possível substituto para o silício em processos avançados dessa categoria.


domingo, 1 de dezembro de 2024

O que é MVNO? Confira a tecnologia da operadora NuCel

 Atualmente, boa parte dos cidadãos e das empresas – sejam focadas nos negócios digitais ou não – precisam se atentar aos serviços tecnológicos que seguem surgindo no mercado. E uma das questões mais importantes é ter um bom acesso à telefonia móvel que atenda as suas demandas de maneira eficiente e com um bom custo-benefício.





O mercado da telecomunicação tem à disposição um novo modelo de operadoras móveis virtuais, chamado de MVNO, que pode ser uma solução oportuna para várias pessoas e empreendimentos.


Vejamos a seguir como funciona este tecnologia e tudo o que você precisa saber sobre ela. 

O que é uma MVNO?

A sigla MVNO resume a expressão Mobile Virtual Network Operator, ou Operadora Móvel Virtual. O termo designa um tipo de uma operadora móvel com rede virtual que opera de forma idêntica às operadoras convencionais de telefonia e celular. Ou seja: ela oferece serviços de telefonia móvel, como voz, dados e SMS.


O grande diferencial da MVNO é que ela não possui uma rede ou frequência própria. Na verdade, uma MVNO, na hora que vai enviar dados e oferecer serviços aos seus consumidores, utiliza a rede de alguma operadora tradicional que está interessada em estabelecer essa parceria de negócio, e que possui uma infraestrutura física, o que inclui antenas e torres.

Por tudo isso, as MVNOs trazem alguns benefícios. A vantagem para os clientes é que eles podem desfrutar de operadoras virtuais independentes, o que significa que essas empresas podem negociar seus próprios planos, com pacotes de dados e sistemas de benefícios próprios. Na prática, isso costuma levar a valores geralmente mais baixos do que os negociados pelas grandes operadoras com concessão.

A esta altura, é possível que você esteja se perguntando: por que uma grande operadora "alugaria" o seu sistema a uma menor que pode "roubar" seus potenciais clientes? 


E a resposta a essa indagação é que as MVNOs são sim vantajosas a essas grandes redes, por razões relativamente simples: o processo de oferecer serviços de tecnologia móvel é caro e complexo, uma vez que envolve diversos aspectos – como construção de uma infraestrutura para as antenas e grandes roteadores.


Deste modo, as grandes operadoras podem ter benefícios quando emprestam (de forma paga, é claro) a parte não utilizada de suas redes para outras empresas.

MVNO Light: este tipo, chamado também de MVNO de Serviço, indica um modelo que utiliza a rede de outras empresas, mas possui alguns ou todos os sistemas de BSS/OSS. As operadoras virtuais têm controle sobre o marketing, a venda de pacotes e a relação direta com os clientes, mas dependem da operadora de rede para fornecer os serviços de telecomunicação, como voz, dados e mensagens;

MVNO Brand ou Branded Reseller: é o modelo mais simples. A MVNO não possui infraestrutura, mas atua como revenda, distribuindo a sua marca. O foco se dá sobretudo na parte do marketing e do atendimento aos clientes. É mais usada por empresas que já possuem uma base consolidada de clientes e que querem acrescentar mais serviços ao seu cardápio;

MVNE (Mobile Virtual Network Enabler): tecnicamente não é uma MVNO, mas ocupa um papel essencial no ecossistema das operadoras. Trata-se de uma empresa que oferece a infraestrutura necessária para que as MVNOs possam operar;

MVNA (Mobile Virtual Network Aggregator): são agregadoras que compram capacidade de rede em grandes volumes de uma ou mais operadoras para revender a pequenas MVNOs.

Quais são as vantagens em utilizar uma operadora MVNO?

As MVNOs trazem vantagens tanto para as empresas contratantes, para as operadoras que vendem o espaço na rede e a estrutura, quanto para os clientes.

Clientes

Para os consumidores, há o benefício de ter acesso a pacotes mais personalizados e acessíveis financeiramente, e que tenham um foco em interesses específicos. Assim, dribla-se aquela situação de comprar muitos serviços e não utilizá-los.


Outra vantagem aos consumidores é que eles podem receber um atendimento mais especializado e adequado às suas necessidades. Isso pode ser bem interessante, pois uma das principais reclamações dos usuários de operadoras de telefonia é justamente o mau atendimento.


Fornecedoras da rede

Já para as operadoras que fornecem a rede para as MVNOs, o sistema configura como uma maneira de utilizar a sua rede ociosa e aumentar o seu capital.


Novas empresas MVNOs

Por fim, as novas empresas que fornecem esse serviço conseguem entrar no mercado de telecomunicações de modo menos complicado, podendo diversificar sua oferta de produtos e também melhorar o relacionamento com os seus clientes.


Como funcionam os MVNOs no Brasil?

Aqui no Brasil, as operadoras MVNO já estão regulamentadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que tem a obrigação de estabelecer as diretrizes de funcionamento e proteção do direito do consumidor. Há dois tipos de autorização no país: a Credenciada de Rede Virtual e a Autorizada de Rede Virtual. Vejamos quais são as suas diferenças.


Credenciado de Rede Virtual

Neste primeiro caso, entende-se como Credenciado de Rede Virtual é a empresa que está credenciada à operadora de origem, e atua assim em parceria para oferecer os serviços para o cliente. Ou seja, estabelece-se um contrato entre o credenciado e a prestadora de serviço, que é então homologado pela Anatel.


Autorizada de Rede Virtual

Dá-se o nome de Autorizado de Rede Virtual à empresa autorizada pela Anatel a usar a rede compartilhada de uma operadora tradicional, mas sem o uso de radiofrequência.


Isso significa que a operadora que é autorizada mantém a responsabilizada pelo licenciamento das estações móveis apenas, e não das estações rádio base e repetidoras.


E como as MVNOs funcionam no mundo?

Hoje as MVNOs estão presentes em mais de 40 países, e o Brasil lidera o ranking de nação com maior número de operadoras virtuais no mundo. Por outro lado, não somos o líder na utilização dessas redes – posto que fica reservado aos Estados Unidos e à Alemanha.


Na América do Norte, países como Estados Unidos e Canadá possuem várias empresas importantes que são MVNOs, como Verizon Communications Inc., AT&T Corporations e Xfinity Mobile.


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As MVNOs já existem em mais de 40 países. (Fonte: GettyImages / Reprodução)

Na Europa, também há grande oferta de MVNOs, assim como nos países da Ásia, continente em que há a estimativa de que o mercado ultrapasse os 50 bilhões de dólares até 2028.


Como é a tecnologia MVNO na nova operadora do Nubank, a NuCel?

O banco Nubank inovou dentro do seu setor ao lançar a NuCel, a sua operadora de telefonia móvel. Por existir como MVNO, a empresa não tem infraestrutura própria, como torres de telefonia, mas trabalha em parceria com a rede da Claro.


Trata-se de uma diversificação nos serviços do banco virtual, que promete trazer bons produtos ao seus clientes a partir de planos específicos às suas necessidades, e por preços mais acessíveis que o ofertado pelas operadoras tradicionais. Isso é possível porque todo o custo da operação da nova MVNO é menor.

Como é a tecnologia MVNO na nova operadora do Nubank, a NuCel?

O banco Nubank inovou dentro do seu setor ao lançar a NuCel, a sua operadora de telefonia móvel. Por existir como MVNO, a empresa não tem infraestrutura própria, como torres de telefonia, mas trabalha em parceria com a rede da Claro.


Trata-se de uma diversificação nos serviços do banco virtual, que promete trazer bons produtos ao seus clientes a partir de planos específicos às suas necessidades, e por preços mais acessíveis que o ofertado pelas operadoras tradicionais. Isso é possível porque todo o custo da operação da nova MVNO é menor.


Conforme exposto pelo próprio Nubank, a proposta é aproveitar as vantagens trazidas pela expertise da Claro, além de oferecer pacotes acessíveis tanto para clientes pré-pagos quanto pós-pagos. Pelo alcance da rede da Claro, há cobertura em 93% do território nacional com conexão 5G.

Planos "simples e iguais para todos", sem distinção de valores de acordo com a antiguidade do contrato;

Pacote de voz ilimitado, podendo ser usado para ligações locais e interurbanas;

WhatsApp ilimitado, o que inclui as ligações de voz e vídeo;

Acesso ilimitado ao aplicativo do Nubank;

Ativação 100% digital dentro do app, com habilitação do serviço em dois minutos;

Possibilidade de ajustar o plano a qualquer momento, sem burocracias;

Cobrança mensal direto no cartão;

Atendimento 24 horas por dia;

Acesso a benefícios específicos oferecidos pelo banco Nubank aos seus clientes;

Clientes Ultravioleta e Nubank+ têm direito a GBs extras liberados automaticamente em caso de uso total da franquia de dados;

Possibilidade de adicionar 2 GB adicionais por R$ 10 a qualquer momento.