segunda-feira, 27 de setembro de 2021

WhatsApp poderá ser usado em mais de um celular futuramente

 No último domingo (26), o site WABetaInfo divulgou que o WhatsApp estaria desenvolvendo uma versão 2.0 do recurso de múltiplos dispositivos, já disponível para todos os usuários da plataforma. Atualmente, a ferramenta permite a mesma conta utilizar até 4 dispositivos, sendo somente um celular — o que pode estar prestes a mudar.


A novidade apresentou grandes mudanças em como usamos o serviço, mas ainda pode melhorar. Enquanto o telefone não precisa estar conectado à internet, você ainda pode usar o WhatsApp no modo Web e Desktop. Segundo a matéria do site, o aplicativo permitirá a adição de um segundo dispositivo móvel na mesma conta, garantindo mais liberade ao usuário.


A captura abaixo apresenta a tela que aparece quando você abre o WhatsApp Web/Desktop ao ingressar no programa beta dos múltiplos dispositivos. No entanto, a captura foi realizada em um aparelho vertical, indicando que, em breve, os usuários poderão usar o WhatsApp em um segundo celular.

Ao abrir o aplicativo no segundo dispositivo móvel depois de algum tempo, o WhatsApp baixa todas as mensagens do servidor, assim o telefone principal não precisa estar conectado com a Internet o tempo todo. Ao vincular o seu segundo dispositivo móvel pela primeira vez, o app também sincroniza o histórico de bate-papo, processo protegido pela criptografia de ponta a ponta.


Ainda não está claro se o processo será reservado somente para tablets, o que pode acontecer por propósitos de segurança. No entanto, considerando a grande demanda do público, a tendência é que o aplicativo receba suporte para múltiplos celulares — até o momento, não há evidências de que os smartphones serão excluídos da atualização.


Disponibilidade

O WhatsApp para múltiplos dispositivos está em desenvolvimento e sua versão beta está disponível para usuários iOS, mas o aplicativo está trabalhando no recurso também para Android. Não há data de lançamento conhecida para o lançamento da ferramenta para o público geral e nem da sua versão 2.0.


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Twitter anuncia novidades para Espaços e monetização de conteúdo

 O Twitter anunciou nesta quinta-feira (23) uma série de novidades focadas em monetização para criadores de conteúdo e de controles personalizados das conversas para cada usuário. A rede social ressalta que as mudanças serão incluídas na plataforma ao longo dos próximos meses. Confiras as mudanças:



Twitter Espaços

As mudanças incluem várias atualizações no Twitter Espaços, voltado para conversas de áudio ao vivo. Nos próximos meses, será permitido gravar as conversas das salas, com o objetivo de garantir que "mais pessoas possam acompanhar uma experiência depois que elas já aconteceram".


Além disso, a rede social deve criar um espaço dedicado exclusivamente ao Espaços e permitir que mais usuários participem — como oradores — das salas de conversa. Uma data exata para isso acontecer, no entanto, ainda não foi revelada.

Monetização do conteúdo

O Twitter também deve expandir as formas de monetizar conteúdo criado na rede. Chega hoje (23) em todo o mundo as chamadas Bonificações, uma função que permite que os usuários consigam enviar dinheiro para pessoas e organizações, clicando em um botão no perfil do favorecido. O valor é repassado via PicPay.


Como ganhar dinheiro criando conteúdo nas redes sociais?

Em breve, será lançado um programa voltado para anfitriões dos Espaços que desejam criar uma programação frequente na rede. Segundo a empresa, a iniciativa vai dar suporte "financeiro, técnico e de marketing aos criadores de conteúdo de áudio".

Confira as demais novidades anunciadas:

Sair de uma conversa discretamente: a pessoa que mencionou você não será notificada com a saída;

Modo de segurança: a rede social deve bloquear automaticamente perfis com conteúdos semelhantes aos que o usuário bloqueou anteriormente;

Aviso sobre “polêmicas” nas conversas: um novo recurso deve avisar o usuário sobre o tom adotado pelos participantes de uma conversa, antes mesmo que ele entre. Assim, ele poderá evitar uma conversa potencialmente "acalorada";

Filtros: o Twitter também deve permitir ao usuário novas maneiras de filtrar palavras e emojis em suas respostas;

Comunidades: o objetivo é criar espaços para que o usuário se conecte com pessoas que querem falar sobre os mesmo assuntos.


terça-feira, 21 de setembro de 2021

iOS 15 tem bug que 'ignora' bloqueio do iPhone, mostra pesquisador

 O site The Record divulgou, na segunda-feira (20), a entrevista de um pesquisador de segurança espanhol chamado Jose Rodriguez, que afirma ter descoberto uma forma de burlar o bloqueio de tela do iPhone. Divulgada exatamente no dia em que a Apple lançou o iOS 15, a falha foi publicada em detalhes pelo também youtuber, que teve alguns relatos de problemas semelhantes minimizados pela empresa no início deste ano.



Dois problemas denunciados anteriormente pelo pesquisador permitiam que pessoas mal-intencionadas pudessem acessar, mesmo com a tela do iPhone bloqueada, aplicativos de mensagens instantâneas e redes sociais, como Twitter, WhatsApp ou Telegram. Rastreadas como CVE-2021-1835 e CVE-2021-30699, as vulnerabilidades de segurança foram corrigidas pela Apple em abril e maio, respectivamente.

Mas Rodriguez discorda. Para ele, a Apple teria apenas mitigado o problema, mas, além de não corrigir, jamais se dirigiu a ele para conferir se o assunto estava resolvido, afirmou ao The Record. Para piorar, a empresa pagou apenas US$ 5 mil em seu programa de recompensa de bugs, quando o correto, segundo o espanhol, seria pagar pelo menos US$ 25 mil por se tratar de um "problema sério".

Mostrando como funciona o desvio de tela do iPhone

Inconformado com o descaso da equipe de segurança da Apple, o pesquisador prometeu em seu Twitter, no último dia 15 de setembro, que enviaria em privado um vídeo de Prova de Conceito (PoC) mostrando como o bloqueio de tela do iPhone (não) funciona, "para quem pedir, quando o iOS 15 for público" — ou seja, ontem (20).


A forma pouco profissional com a qual a Apple tem tratado os pesquisadores que encaminham bugs para fazer jus a recompensas foi objeto de um extenso artigo no jornal Washington Post há duas semanas. Colaboradores do programa relataram que a equipe de segurança de Cupertino atrasa a análise de bugs por meses, faz correções incompletas e paga as recompensas com valores abaixo do prometido.


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

WhatsApp em até 4 dispositivos é lançado para todos usuários

 Na terça-feira (14), o portal WABetaInfo informou que o WhatsApp começou a disponibilizar o teste do suporte a múltiplos aparelhos, sem a necessidade de permanecer online no celular, para usuários da versão estável do app no iOS e no Android. A novidade foi lançada em julho, mas era exclusiva da versão beta do aplicativo.



Além disso, com a atualização 2.21.19.9 lançada no programa de testes do Google Play, o WhatsApp está trabalhando em "forçar" os usuários a atualizarem o app com a nova versão da ferramenta.

A empresa afirma que até quatro dispositivos e apenas um celular poderão ser utilizados ao mesmo tempo. Os conteúdos continuarão protegidos pela criptografia de ponta a ponta.

Dito isso, o serviço alerta para algumas limitações, como a inabilidade de enviar mensagens e realizar chamadas a partir do WhatsApp Web, Desktop ou Portal — a tela inteligente do Facebook — para indivíduos com versões desatualizadas do serviço no celular. 


segunda-feira, 13 de setembro de 2021

5 formas de limpar a memória do seu celular

 Não importa o quanto de espaço de armazenamento interno tenha seu celular, em algum momento você vai notar que o seu dispositivo móvel está ficando mais lento, e um dos motivos pode ser a alta quantidade de dados armazenados na memória. Caso esse seja o seu problema, listamos a seguir algumas dicas simples que podem ajudar a liberar espaço e ainda deixar o seu aparelho um pouco mais rápido.



Dicas de como limpar a memória do seu celular

Remover aplicativos

A primeira ação que pode ser feita na tentativa de liberar mais espaço no seu aparelho é verificar os programas instalados que não estão mais em uso há algum tempo.

Para verificar quais estão nessa situação, você pode acessar "Configurações" e, em seguida, a seção de aplicativos instalados. Isso dará uma visão geral da quantidade de memória que cada um deles está utilizando, o que facilitará o momento de decidir qual deles vai manter no seu smartphone ou não.

Limpar o cache

Para quem não está muito habituado com termos, "cache" é um armazenamento temporário feito pelos aplicativos para que o seu início seja um pouco mais rápido. Entretanto, não há nenhum problema em apagá-lo, isso certamente vai ajudar a liberar mais espaço no seu aparelho.


Você pode fazer essa verificação individualmente em cada programa. Para isso, basta acessar a lista completa de aplicativos e clicar em "Armazenamento"; em seguida, selecionar o programa que deseja verificar e, por fim, para liberar mais espaço, clicar no botão "LIMPAR CACHE".

Guardar arquivos em serviços de nuvem

Essa é uma boa pedida especialmente para quem gosta de tirar fotos e gravar vídeos. Essas memórias, por mais belas que sejam, acabam se tornando o maior problema em termos de armazenamento para muitas pessoas – sendo assim, o ideal é que você faça o compartilhamento desses arquivos em algum serviço de nuvem para garantir mais espaço (como o Google Drive, por exemplo).


Também existe a possibilidade de, temporariamente, verificar quais arquivos não são tão importantes de ficar no dispositivo e enviá-los para um HD externo ou um pendrive, assim liberando mais espaço.


Verificar programas de compartilhamento

Outro fato que muitos não sabem é que cada vez que você envia um arquivo de vídeo ou foto em programas como o WhatsApp, é guardada uma cópia extra dentro do programa, o que ajuda a diminuir o espaço.

Para fazer essa limpeza (no caso do WhatsApp), abra alguma conversa, clique no menu com três pontinhos e selecione "Mídia do grupo" (caso seja uma conversa em grupo) ou em "Mídia, links e docs", se o bate-papo for com algum amigo ou conhecido, para eliminar dados que não sejam importantes.

Usar programas de limpeza

Por fim, a última dica para conseguir um espaço extra de armazenamento nos dispositivos móveis é utilizando programas gratuitos para essa função, como o CCleaner ou outro similar. Além de realizar limpeza, alguns desses podem oferecer opções como fazer reajustes em fotos para diminuir um pouco o peso delas, mas sem perder em qualidade, além de muitas outras possibilidades.


Já que estamos falando em dispositivos móveis, aproveite para conferir algumas dicas de como fazer o backup do seu aparelho caso precise formatá-lo (o que também ajuda a deixar as coisas mais rápidas em casos extremos ou se estiver pensando em vendê-lo) ou transformá-lo em uma webcam.


quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Twitter testa novas reações com emojis em postagens

 



Nos próximos dias, os usuários poderão utilizar, além do tradicional botão de "curtir", caracterizado pelo ícone de coração, mais quatro opções para reagir a uma postagem. Foram adicionados o emoji pensativo, o rosto com lágrimas de alegria, a carinha chorando e o ícone batendo palmas.


Para usá-los, é necessário pressionar o botão de curtida por alguns segundos, abrindo a lista de opções e escolhendo a figurinha desejada, enquanto um toque rápido aciona o tradicional coração vermelho. A novidade está disponível nos apps para Android e iOS, além da versão web da rede social.

De acordo com o Twitter, o novo recurso dá às pessoas mais alternativas de mostrarem como se sentem em relação a uma determinada postagem. A empresa afirmou também estar atenta ao feedback dos usuários turcos, que será decisivo para a disponibilização da ferramenta em outros países.


Sem reações negativas

Um fato curioso chamou a atenção no teste das reações com emojis no Twitter: não há ícones de sentimentos negativos, como raiva e frustração. Conforme o microblog, eles não foram inseridos no experimento devido às respostas dadas por internautas em uma pesquisa recente.


Segundo a companhia, os entrevistados se mostraram preocupados em receber reações negativas a alguns de seus pensamentos compartilhados. Pensando em "apoiar uma conversa pública saudável", a plataforma optou por não disponibilizar esses ícones, pelo menos por enquanto.


Vale lembrar que, em 2020, as reações com emojis nas mensagens diretas foram liberadas, contendo uma maior quantidade de opções, incluindo os ícones de sentimentos negativos que ficaram de fora do novo teste.


terça-feira, 7 de setembro de 2021

Como traduzir células das planilhas Google

 O Google traz uma série de funcionalidades que permitem unir ações de diversos apps em um só. Entre elas, a possibilidade de traduzir automaticamente diversas palavras em uma planilha do Google, utilizando a funcionalidade do Google Tradutor, sem precisar mexer no texto original.


Ativando a função de tradução nas células

1. O primeiro passo é acessar o Google Planilhas (ou Google Sheets) e criar um documento.



2. Em seguida, em nosso exemplo, criaremos três colunas com os seguintes nomes: português, inglês e espanhol (como mostra a imagem abaixo). Cada uma delas receberá as traduções dos respectivos idiomas.

3. Depois, na primeira coluna (português), vamos escrever três exemplos, um embaixo do outro.

4. Agora, na segunda coluna (inglês) e segunda linha, ao lado da célula preenchida, vamos inserir o seguinte código:  =GOOGLETRANSLATE(A2; "pt"; "en").

O “A2” significa a célula onde está o texto que será traduzido. Já o “pt”, indica a linguagem original da palavra e, por fim, o “en” significa o idioma para o qual o texto será traduzido, que nesse caso é o inglês, cuja sigla no Google Translator é o “EN”.


5. Ainda na segunda coluna, nas outras duas linhas, vamos repetir os códigos, mudando apenas a célula original (como mostra a imagem abaixo). Também é possível selecionar a célula com o código e arrastar para baixo para que ela preencha automaticamente as duas linhas inferiores.

6. Já na terceira coluna, a que definimos o nome como “espanhol”, vamos inserir na primeira linha o seguinte código: =GOOGLETRANSLATE(A2; “pt”; “es”), sendo “ES” a sigla para traduzir o texto para o espanhol.



7. Em seguida, repita os códigos nas células seguintes, ou selecione a segunda linha e arraste para baixo para inseri-los automaticamente.

8. Pronto, agora basta você aplicar a fórmula toda vez que quiser traduzir um determinado texto para outro idioma sem a necessidade de importá-lo para o Google Tradutor.


sexta-feira, 3 de setembro de 2021

MySQL: o que é e como usar o sistema?

 O MySQL é um sistema de gerenciamento de banco de dados relacional de código aberto (RDBMS) suportado pela Oracle e baseado em linguagem de consulta estruturada (SQL). O sistema funciona em praticamente todas as plataformas, incluindo Linux, UNIX e Windows.


O sistema é um componente importante de um conjunto de ferramentas com código aberto chamada LAMP, que usa Linux como sistema operacional, Apache como servidor web, MySQL como sistema de gerenciamento de banco de dados relacional e PHP, Perl ou Python como linguagem de script orientada a objetos.



Embora possa ser usado em uma ampla variedade de aplicativos, o gerenciador de banco de dados é mais frequentemente associado a aplicativos da web e à publicação online. Assim, por trás de muitos dos principais sites do mundo, a ferramenta usada é o RDBMS, assim como de inúmeros aplicativos corporativos e de consumo baseados na web, como Facebook, Twitter e YouTube.

Originalmente concebido em 1995 pela empresa sueca MySQL AB, o programa foi adquirido pela Sun Microsystems em 2008, que, por sua vez, passou para o controle da Oracle em 2010. Os desenvolvedores podem usar o software de forma gratuita, mas as empresas devem obter uma licença comercial.


Como usar o MySQL?

Com uma configuração simples e fácil de usar, a ferramenta funciona em praticamente todas as plataformas, incluindo Linux, UNIX e Windows. Ainda que seja possível instalar e utilizar o sistema por linhas de comandos, o jeito mais fácil de utilizar o software é por meio da interface gráfica MySQL Workbench, que está disponível para Windows, Linux e Mac OS.

Vamos nos concentrar na instalação do gerenciador de banco de dados para Windows, e o processo é semelhante para os outros sistemas operacionais. O início envolve duas etapas:


fazer o download e instalar o MySQL Community Server;

fazer o download e instalar o MySQL Workbench.

Configurando um servidor

Depois de terminar as instalações, você precisa realizar a configuração conforme mostrado a seguir.


1. A primeira etapa é abrir o programa.


2. Na tela inicial, clique em “+” ao lado de MySQL Connections.


3. Para começar, você pode criar uma conexão para um servidor instalado localmente. Clique no botão "Configure Server Management" na janela "Setup New Connection" para verificar a configuração do servidor.

4. Uma nova janela é aberta com o nome "Configure Local Management"; então, clique no botão "Avançar" para continuar.


5. Uma janela de pop-up solicitará sua senha root para testar sua conexão com a instância do servidor mysql local. A senha é aquela que você definiu durante a instalação do software.


6. Em seguida, o assistente testará as conexões com o banco de dados. Se o teste falhar, volte e corrija os parâmetros de conexão do banco de dados. Caso contrário, se todos os testes forem bem-sucedidos, clique em "Avançar" para continuar.


7. Depois disso, um novo assistente será aberto sobre o "Local Service Management", que permite a alternância entre vários servidores do banco de dados instalado em uma máquina. Você pode ignorar isso e clicar em "Avançar" para continuar.


8. O assistente irá, então, verificar a capacidade de acessar o arquivo de configuração do servidor do sistema e testar os comandos de iniciar ou parar.

9. Em seguida, você pode revisar as configurações atuais; após revisá-las, clique em "Concluir" para a configuração do servidor final.


10. A próxima etapa é configurar uma conexão que pode ser usada para conectar ao servidor. Se você ainda não a criou, é possível usar os valores-padrão fornecidos. Clique em "Test Connection" após inserir o nome da conexão.


11. Uma nova caixa de diálogo será aberta solicitando a senha do usuário root ou selecionado. Se o seu usuário root tiver uma senha, você pode inseri-la usando o recurso "Save Password in Vault". Clique em "OK".


12. Se a senha inserida para o usuário estiver correta, uma tela com as informações de conexão será exibida, e tudo estará pronto para você começar a elaborar um banco de dados.

Após concluir a configuração do servidor, você poderá começar a usar efetivamente o sistema. Confira as seções iniciais para usar a interface gráfica do programa.


Editor SQL: espaço de criação e edição de consultas.

Painel de ajuda: permite a visualização da sintaxe e da descrição de uma determinada palavra-chave.

Painel de navegação: possibilita o gerenciamento das conexões ativas e também mostra os esquemas nesse servidor para uma conexão.

Janela de saída de histórico: oferece um resumo das consultas executadas nas seguintes formas: "Saída de ação", "Saída de texto" ou "Saída de histórico".

As funções mais importantes do programa podem ser resumidas em:


models, que permite a criação de um novo modelo de banco de dados, com a adição de tabelas, colunas e seus respectivos valores;

diagram, o qual oferece uma visualização gráfica das tabelas e possibilita a criação de relacionamento entre elas, permitindo a atualização automática de informações;

deploy, neste, após a conclusão do banco de dados, o comando permite iniciar o funcionamento do sistema de informação.

Agora que você tem o conhecimento inicial, está na hora de testar os conhecimentos sobre o MySQL na prática.



quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Grande tempestade solar pode acabar com internet mundial, alerta cientista

 Segundo cientistas vêm alertando há anos, uma tempestade solar extrema — ou ejeção de massa coronal (erupção de gás ionizado a alta temperatura proveniente da coroa solar) — poderia danificar as redes elétricas da Terra e potencialmente causar apagões de energia prolongados. O impacto dessa emissão solar poderia ser fatal à infraestrutura da Internet, especialmente para os cabos submarinos intercontinentais.



A nova pesquisa que trouxe o alerta foi apresentada na conferência SIGCOMM 2021, na última semana. Sangeetha Abdu Jyothi, da Universidade da Califórnia (Estados Unidos), exibiu um exame dos danos que uma nuvem de partículas solares magnetizadas em movimento rápido poderia causar à Internet. Com uma tempestade solar severa, mesmo que a energia retorne em horas ou dias, as interrupções em massa da Internet persistiriam.

A cientista afirmou, em entrevista ao site da revista Wired, que a infraestrutura local e regional da internet correria baixo risco de danos, já que a fibra óptica não é afetada por correntes induzidas geomagneticamente e os cabos são aterrados regularmente. O problema são os longos cabos submarinos que conectam continentes: uma tempestade solar que interrompesse vários desses cabos poderia causar uma perda massiva de conectividade.

Segundo a pesquisadora, a tempestade poderia "cortar os países na fonte", mesmo que deixasse a infraestrutura local intacta. Ela lembrou que, com a pandemia, vimos como o mundo estava despreparado, sem protocolo para lidar com um problema global de forma eficaz. "E é o mesmo com a resiliência da Internet”, disse. E completou: “Nossa infraestrutura não está preparada para um evento solar em grande escala. Temos um entendimento muito limitado de qual seria a extensão do dano”.


Tempestades solares severas são tão raras que existem apenas três exemplos na história recente. Grandes eventos em 1859 e 1921 demonstraram que os distúrbios geomagnéticos podem interromper a infraestrutura elétrica e as linhas de comunicação. Durante o “Evento Carrington” de 1859, bússolas ficaram descontroladas e a aurora boreal foi visível no equador, na Colômbia.

Em 1989, uma perturbação geomagnética causou um blecaute de nove horas no nordeste do Canadá — também antes da infraestrutura moderna de internet. Depois de três décadas de baixa atividade de tempestades solares, Abdu Jyothi e outros pesquisadores acreditam que a probabilidade de outro incidente vem aumentando.


Por que a internet está em perigo?

Para transmitir dados através dos oceanos, os cabos intercontinentais são equipados com repetidores em intervalos de aproximadamente 50 a 150 quilômetros. Esses dispositivos amplificam o sinal óptico, garantindo que nada se perca no caminho. Embora o cabo de fibra óptica não seja diretamente vulnerável a interrupções por correntes induzidas geomagneticamente, os componentes eletrônicos dos repetidores são. E falhas constantes no repetidor tornam um cabo submarino inteiro inoperante.